5 de junho de 2026

ONU alerta para risco de massacre da população Yazidi, no Iraque

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Jornal GGN – Um grupo de especialistas em direitos humanos, da ONU, expressou grande preocupação pelo risco de massacre que corre a população Yazidi, no Iraque, causado pela ofensiva do grupo Estado Islâmico.

Os especialistas independentes pediram uma ação imediata para proteger os direitos humanos desta comunidade e de outras minorias afetadas pelas hostilidades no norte do Iraque.

Esse grupo está perseguindo e atacando os membros de comunidades étnicas e religiosas, o que tem obrigado milhares de pessoas a se refugiarem na região autônoma do Curdistão e no Monte Sinjar, entre outras áreas, onde sobrevivem em condições dramáticas.

A ACNUR calcular que até 30 mil pessoas permanecem no Monte Sinjar sem água, alimentos ou abrigo e com inúmeras dificuldades para que as agências de ajuda consigam fornecê-los.

São cerca de 400 mil refugiados iraquianos e entre eles muitas pessoas de comunidades minoritárias que buscam refúgio na província de Dohuk, no Curdistão.

Rita Izsák, relatora da ONU para assuntos de minorias, manifestou, em um comunicado, que deve-se atuar com urgência “para proteger a esta população em risco de uma atrocidade massiva e de um potencial genocídio em questão de horas ou dias”.

A relatora sobre violência contra a mulher, Rashida Manjoo, referiu-se a informações recentes que indicaram que centenas de mulheres e crianças haviam sido sequestradas e que muitos adolescentes haviam sofrido violência sexual, sendo que milicianos do grupo Terrrorista Estado Islâmico haviam tomado as mulheres como escravas.

Com informações da ONU

Lourdes Nassif

Redatora-chefe no GGN

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17 Comentários
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  1. Free Walker

    12 de agosto de 2014 7:34 pm

    Opa!  legal!
    o blog parou de

    Opa!  legal!

    o blog parou de postar fotos de criancas e o “genocidio” em Gaza contra o Israel que se defende.

    Tomara que o blog continue assim, denunciando na verdade o verdadeirao genocidio de cristaos e yezidis.

    Ninguem chora pela criancas cristas e yezidits, todo mundo chora pela criancas  escudos do Hamas divugado pela antissemita imprensa ocidental.

     

     

     

  2. alfie

    12 de agosto de 2014 8:23 pm

    Pouca indignação

    O curioso é que tanto o massacre e a perseguição movidas pelo Estado Islamico no Iraque, que acausa sofrimento e morte numericamente maior que o de Gaza, como a guerra civil na Syria não causam a mesma indignação que ocupou imenso e raivoso espaço na mídia contra Israel. POuca indignação ou uma indignação bem seletiva. Que tristeza. 

    1. Rogerio Maestri

      12 de agosto de 2014 8:44 pm

      Não é bem assim!

      A indignação com os massacres e as perseguições movidas pelo chamado Estado Islâmico me parece ser quase um consenso internacional até em nações islâmicas, e vários países como os Estados Unidos como o Irã (por incrível que pareça esta união) estão procurando meios de eliminar este grupo.

      Ninguém fica indignado contra algo que de Estado tem somente o nome, são um bando de loucos que estão na mira de diversos países.

      Lembre-se que o chamado Estado Islâmico é filhote da Irmandade Muçulmana que foi treinada e armada pelo USA.

  3. leonidas

    12 de agosto de 2014 9:50 pm

    A agenda ” humanitaria ” dos

    A agenda ” humanitaria ” dos antisemitas travestidos de antisionistas nao tem espaço para mortes de inocentes que nao lhe seja util para disseminar suas mensagens de ódio e covardia…

    1. Rogerio Maestri

      13 de agosto de 2014 3:19 am

      Veja quem ajudou na criação do Hamas!

      Leonidas.

      .

      Antes de ficar escrevendo qualquer coisa veja quem ajudou a criação do Hamas no artigo do The Washington Post:

      http://www.washingtonpost.com/blogs/worldviews/wp/2014/07/30/how-israel-helped-create-hamas/

      Foi uma ação conjunta entre Israel e USA, pois achavam os mesmos que criando partidos religiosos eliminariam os partidos esquerdistas ou governos seculares.

      Vale a pena ler.

  4. Alan Souza

    12 de agosto de 2014 10:04 pm

    “Antes uma ditadura do que uma democracia meia-boca”

    “Antes uma ditadura do que uma democracia meia-boca”, devem estar pensando iraquianos e líbios.

    Os EUA lideraram a invasão do Iraque escorados em uam mentira, condenaram Saddam Hussein à forca e saíram do país oito anos depois deixando o país numa baderna. Mais de 51% da população era contrária ao novo governo, apoiado pelos EUA – a taxa de reprovação chegou a 90% dos muçulmanos sunitas, a ala islâmica a qual Saddam pertencia e que soma 1/3 da população. Desde que os EUA se foram ocorreram muitos combates dos insurgentes contra tropas governistas.

    E eis que a baderna pariu um filho bem problemático, o Estado Islâmico. Mesmo na ditadura sempre foi seguro ter outra religião no Iraque – o vice-presidente iraquiano ao tempo de Saddam era um católico maronita. Mas o Estado Islâmico impôs a lei islâmica de tal forma que a conversão forçada ao islamismo é o de menos: mulheres estão sofrendo mutilação genital, e há relatos de decapitações e de cristãos crucificados.

    A pobre Líbia, que até 2011 era o país africano com o IDH mais alto, com 89% da população era alfabetizada e expectativa de vida era de 75 anos, virou terra de ninguém. Faltam água, luz, alimentos, médicos, remédios e até combustível, num país que produzia petróleo e gás em abundância. As seis milícias em guerra civil no país promovem combates com direito a disparos de mísseis e morteiros. O aeroporto da capital está fechado. Os diplomatas brasileiros  – como todos no país – rumaram em 30 de julho para a vizinha Tunísia.

    A derrubada dos ditadores nos dois países e o advento da democracia deve estar sendo visto como o maior engodo da história pelos pobres líbios e iraquianos…

    1. Rogerio Maestri

      13 de agosto de 2014 3:23 am

      A Primavera Feicebuque! O CAOS É O OBJETIVO.

      Nos últimos eventos de “renacimento da democracia” em países árabes, da europa do leste e nas revoltas brasileiras, só há uma semelhança, a chamada revolta através das redes sociais.

      Conclama-se a população a sair as ruas, elas saem, lança-se lemas genéricos como democracia e melhores serviços a população, não se propõe nada de objetivo e o pior NÃO SE DEIXA CLARO QUEM VAI POR O GUIZO NO GATO.

      O que acontece, respaldado pelo apelo popular, determinados setores da sociedade que estão organizados como partidos religiosos e exército, ou no caso da Ucrânia partidos fascistas (fascistas mesmo, não aquela denominação que se dá a inimigos políticos) tomam conta do Estado.

      Quando o povo se dá conta se tem um governo pior do que estava antes, aí milagrosamente não aparece mais movimentos de contestação nas redes sociais, pois a repressão e a corrupção ainda é maior do que a anterior.

      Se a bagunça aumenta, vem bombardeios dos USA ou tropas da OTAN e acabam com a infraestrutura do país levando este a idade média.

      Todos pensam que desordem e o caos que se criam nesses países é um mero acidente, não a desordem e o caos diminuem o consumo, retiram a capacidade de produção desses países e torna-os dependentes da importação de tudo das indústrias do primeiro mundo e da agricultura norte-americana.

  5. Rogério Mendes

    12 de agosto de 2014 10:07 pm

    o horror….o horror…

    Espero do fundo do meu coração que EUA, França e Inglaterra façam algum coisa para evitar o massacre de cristãos e da população Yazidi ou o Iraque vai repetir Ruanda.

    1. Fabio Passos

      13 de agosto de 2014 1:02 am

      Os eua são diretamente responsáveis por esta tragédia. 

      Por onde os larápios ianques passam… deixam o absoluto caos.

      Os eua deveriam sair para sempre do Oriente Médio. Toda a nação invadida pelos ianques torna – se um terra amaldiçoada. Que Deus livre toda a humanidade da bestialidade do tio sam. 

      1. Rogerio Maestri

        13 de agosto de 2014 3:27 am

        A próxima vítima será a Turquia!

        Agora os norte-americanos armam os curdos, esses mantém uma guerrilha contra a Turquia há décadas, se eles derrotarem a irmandade muçulmana eles se voltam contra os turcos, e a bagunça continua.

  6. Zanchetta

    12 de agosto de 2014 10:53 pm

    Estado Islâmico… mais um

    Estado Islâmico… mais um para o Brasil apoiar…

  7. Fabio Passos

    13 de agosto de 2014 12:02 am

    Desastre humanitário… onde quer que os ianques ponham as patas

    Os ianques são uma calamidade para a humanidade e o planeta.

    Só produzem destruição e ódio.

     

    Como diziam os chineses… “seja higiénico: mate uma mosca e um ianque por dia”

  8. junior50

    13 de agosto de 2014 12:13 am

    Blog Fla x Flu, ou Gaviões x Mancha Alviverde

     Meros discurseiros, ideólogos de escrivaninha e teclado, destilando preconceitos, e colocando, cada qual a seu bel-prazer e inclinação ideológica, “preço” em vidas, em seres humanos, tipo um mercado, portanto visando colaborar com tais inclitos comentaristas, poderiamos fazer uma escala: Tipo – um judeu gazeado em Birkenau vale quantos palestinos, yazidis, cristãos, sirios, sudaneses; ou para outros, uma criança palestina morta em Gaza, por Israel, vale quanto a mais que outros que estão morrendo ou irão morrer.

       Os “academicos socio-históricos”, que esgrimindo parca cultura, de orelhada, tipo Veja, FSP, Estadão ou Carta Capital, Brasil Debate, Carta Maior, procuram justificar mortes/refugiados/exterminios, comentando sobre o passado distante ou recente, tipo dos sultões e viziris do Imperio Otomano até Obama, papinho estéril, que a nada leva, ou talvez leve a infinitas discussões academicas – inuteis na prática – mas que pegam bem em certos circulos, ou em botecos do Leblon, Higienópolis, Vila Madalena.

       E caros “jornalistas”: Não é Monte Sinjar, é o “Maciço Montanhoso de Sinjar “, uma area  de até 1.700 mts, escarpada, de dificil acesso, de aprox 40 Km. de extensão, bem próxima a fronteira siria ( 20 Km ). Já a cidade de Sinjar próxima ( 8 Km ) ao contraforte leste do maciço, é a “razão da identidade  yazidi “, onde ficava o “Templo dos 40 homens” e o tumulo do fundador da seita – infelizmente já destruidos pelos homens do ISIS, que ocupam a cidade.

  9. Almeida

    13 de agosto de 2014 12:18 am

    Repórter e âncora da TV curda choram ao narrar genocídio yazidi

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=QJgHo93LaD8%5D

  10. Jair Fonseca

    13 de agosto de 2014 3:35 am

    A retórica de

    A retórica de fundamentalistas do blogue, pra “marcar posição”, é lamentável, pra lá de oportunista. Levam para o fla-flu até massacres de crianças e populações civis, e ficam na torcida sobre algo que não conhecem…

    1. André Paulo Reis

      13 de agosto de 2014 10:04 am

      O Zanchetta né

      Um absurdo o comentãrio do Zanchetta, os demais achei dentro da realidade

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