10 de junho de 2026

Dólar fecha em queda pelo terceiro dia consecutivo, a R$ 4,728

Decisão da Fitch ajudou cotação a atingir menor patamar desde abril de 2022; bolsa reverte começo em queda e sobe pelo quinto pregão seguido
Foto: engin akyurt via Unsplash

A revisão da nota de crédito brasileira pela agência de ratings Fitch ajudou a bolsa de valores a reverter o ritmo de queda visto no início do pregão desta quarta-feira, levando o Ibovespa a fechar em alta pelo quinto dia consecutivo.

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O Ibovespa fechou o dia aos 122.560 pontos, com alta de 0,45%, com 3,155 milhões de negócios realizados e uma movimentação de R$ 21,969 bilhões. Este foi o maior fechamento da bolsa desde 09 de agosto de 2021, quando totalizou 123.019 pontos.

Em termos setoriais, os negócios foram sustentados pelo desempenho das ações de bancos e de empresas do varejo, o que ajudou a equilibrar as perdas vistas por petroleiras e mineradoras.

No cenário econômico, o otimismo refletiu a revisão da nota brasileira pela Fitch de BB- para BB, com perspectiva estável, por conta do desempenho macroeconômico e fiscal acima do esperado.

No exterior, destaque para o aumento dos juros nos Estados Unidos em 0,25 ponto percentual – investidores acreditam que o Federal Reserve (o Banco Central norte-americano) encerrou o ciclo de altas, embora a taxa do país siga em seu menor patamar desde 2001.

Quanto ao dólar comercial, a cotação fechou em queda de 0,46%, com a moeda sendo vendida a R$ 4,728. Os negócios começaram em níveis próximos da estabilidade, mas o relatório da Fitch levou a moeda a perder a força e terminar o pregão perto da mínima do dia.

A cotação da moeda norte-americana está no menor nível desde 20 de abril do ano passado, quando tinha fechado em R$ 4,62. A divisa acumula desvalorização de 1,29% em julho e de 10,45% ao longo de 2023.

Com Agência Brasil e UOL

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Tatiane Correia

Jornalista, MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Com passagens pela revista Executivos Financeiros e Agência Dinheiro Vivo. Repórter do GGN desde 2019.

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