
Um dos grandes passos na curta gestão de Fernando Collor foi o de ter transformado o Sebrae em um organismo para levar gestão para pequenas e micro empresas.
Já conseguiu avançar bastante no apoio às PMEs. Mas, na próxima década, terá que avançar ainda mais para preparar as empresas para agregar valor, entrar em cadeias de fornecedores mais sofisticadas.
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Presidente do Sebrae nacional, Luiz Barreto considera os últimos anos como a fase de ouro do empreendedorismo. Foram criadas 9 milhões de microempresas contra 2 milhões do último ano do governo FHC. De 2001 a 2011, a participação no PIB saltou de R$ 144 bilhões para R$ 600 bilhões.
O mercado interno foi o primeiro fator determinante, já que quase 100% do setor é voltado para o consumo interno.
O segundo fator decisivo foi a educação: 61% dos novos microempreendedores têm no mínimo segundo grau e 14% têm nível universitário.
O terceiro fator foi o sistema tributário, a revolução que ocorreu a partir de 2007 com o Supersimples.
O regime simplificado permite em um único guichê todos os impostos federais, estaduais e municipais, com uma carga tributária média de menos 40% podendo chegar a 70%, dependendo da faixa de receita.
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O desafio maior será levar inovação às PMEs. Cada vez mais dependerão da qualidade, da produtividade e da inovação.
Dois programas parecem ser mais promissores.
1. Encadeamento produtivo
É um dos bons exemplos da importância das políticas Inter setoriais, montadas com a participação ativa de todos os players.
Tempos atrás organizou-se o MEI (Movimento Empresarial pela Inovação) juntando Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação, entidades empresariais, grandes empresas inovadoras e o Sebrae. Esse movimento teve um grande momento na Conferência Nacional de Inovação.
Do contato nasceu a ideia de juntar os 60 maiores players do mercado, líderes de suas cadeias produtivas, para treinar os fornecedores e capacitar as PMEs. Entraram no programa a Odebrechet, Gerdau, Vale, Petrobras, BRF entre outras.
20 mil PMEs se inscreveram no programa. As que completaram o treinamento ganharam certificação que lhes permite entrar em uma rede mais qualificada de fornecedores.
O objetivo final era enquadrar os participantes na normatização internacional e em novos processos produtivos.
2. Agentes locais de inovação
Outro papel do Sebrae tem sido o de fazer o meio campo entre PMEs e as empresas do complexo de inovação – desde certificadoras como o Inmetro, ABNT (Associuação Brasileira de Normas Técnicas) e IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas).
O Sebrae subsidia 80% do custo.
Para avançar na inovação, há a necessidade de consultorias personalizadas. Para isso, entra em cena o CNPq (Conselho Nacional de Pesquisas) com bolsas de extensionismo, não tão abrangentes como o mestrado convencional.
O Sebrae banca o CNPq, que repassa o recurso e distribuir o conjunto de bolsas para recém-formados. Eles trabalham com supervisão de um sênior cuidando de um conjunto de cerca de 50 empresas cada um por dois anos.
Até agora foram preparados 1.500 agentes locais de inovação, que acabam se convertendo nos maiores vendedores e distribuidores dos produtos Sebrae.
alexis
6 de agosto de 2014 9:47 amLógica Invertida
Pequenas empresas – nascidas ao sabor do “mercado” – dependem das grandes para sobreviver, para vender, para se expandir. As grandes captam o volume financeiro do “negócio” e, ainda, repassam o total para o único e grande poder global (Miami ou depósitos em paraísos fiscais). Pequenas empresas são pequenos riachos que criam curso, desobstruem caminhos, e levam pequenos negócios para rios maiores e assim, até o oceano, Apenas que o oceano é dos EUA. A lógica correta seria o Governo (por tanto, olhando a partir de “economia planejada”) gerar ou idealizar um bom negócio para o Brasil e, com base nisso “abrir poder comprador”, convidando pequenos para trazer o seu fio de água neste rio com destino certo, em favor de toda a nação.
Alexandre Weber - Santos -SP
6 de agosto de 2014 11:40 amLógica invertida nesta aqui
Todas as grandes empresas do mundo nasceram pequenas em ambiêntes desregulamentados.
Sem estas condições iniciais não existe negócio que progrida.
Desde o primeiro dia que frequento o blog falo para extinguirem o Sebrae e o BNDES, não servem para nada de útil, só despesa, desespero e ruina.
Acorda, Dilma!
matuto
6 de agosto de 2014 10:23 amNo meu não.
O Sebrae tem a fama de transformar simples artesãos felizes em tristes micro-empresários falidos.
Esses números devem ser antes do abandono e devem se referir as áreas de serviços e comércio(de produtos chineses principalmente).
A micro-indústria acabou.
Deram o rabo para China.
Conde de Rochester
6 de agosto de 2014 11:29 amSeria bom
O negocio ta dificil para as peuqenas empresas.
Nada mais são do que bucha de canhão.
As grandes se viram como podem, ficaram com o filé do banquete deixando o osso e as migalhas para os pequenos. Tercerizam as dificuldades oriundas de uma legislação trabalhista demagógica e oportunista, os juros e aluguéis altissimos, fruto da especulação imobiliaria, ficaram com a administração dos lucros e os pequenos com os problemas.
Alexandre Weber - Santos -SP
6 de agosto de 2014 11:35 amO Sebre não serve a nada de útil
Li o post todo e nenhuma linha em como fazer o sujeito ganhar mais grana para poder investir e ganhar mais grana ainda.
A ênfase é em como capacitar o infeliz que se mete com o Sebrae a navegar no cipoal de normas tributárias, técnicas e administrativas, só despesa e tempo perdido, que poderia e deveria, se o Brasil quer progredir com seus empresários pequenos, ser despendido com pesquisas de novos produtos e processos, com inovações criativas na venda e divulgação.
Aqui é a cultura cartorial tentando levar seus braços aos que estão começando, para enquadrá-los e manipulá-los. O Sebrae não serve para nada, a não ser ser um cabide de empregos bem remunerados.
O pessoal que trabalha e dá consultoria lá não sobreviveria três meses no mercado para valer. Falo de cadeira nesta pois sou micro empreário há 26 anos e sei como a banda toca.
wesley
6 de agosto de 2014 1:02 pmo pior cego
esta se falando de pequenas empresas,de melhor capacitaçao,de interaçao para fornecer para as grandes.
pequena empresa nao compete com as grandes(fusca nao corre contra f1).o ultimo milagre de transformar agua em vinho instantaneamente só jesus(para os que creem).meros mortais tem que dar um ou passos de cada vez..
matuto
6 de agosto de 2014 1:25 pmPura Manipulação
O Sebrae nos convence a ser mais um funcionário do Estado, só que sem regalias e pagando prá isso. Só entra nessa quem não enxerga aonde o Sebrae é mais competente: Marketing. Tudo o que o Sebrae põe a mão vira coco.
Só não tem documentários sobre os casos de fracassos.
Concordo contigo: é pura manipulação.
Fernando Lopes
6 de agosto de 2014 4:06 pmConcordo com o Alexandre
Tive uma micro empresa de 1991 a 2012. Em 21 anos de atuação tentei contato com o SEBRAE por várias vezes, e em nenhuma delas obtive algo de aproveitável. Sou músico e criei a empresa para atender agências de publicidade interessadas em trilhas sonoras para os vídeos institucionais e publicitários de seus clientes.. Para a minha grande deficiência, que é o setor de vendas, eu tentei por várias vezes atendimento no SEBRAE em busca de uma solução prática e barata para solucionar meus problemas de marketing e vendas. O que recebi??? Coisas inúteis como uma consultoria de 1/2 hora (!!) em que o sujeito falou o tempo inteiro da vaidade dos publicitários em MG, ou então a oferta de um curso ao preço módico de 600 reais por mês, nunca uma opinião objetiva e de alguém com experiência no mercado publicitário!
Tenho que admitir que se o super simples, e agora o MEI (micro empreendedor individual – que abri após fechar a micro empresa em 2012), são realmente conquistas do SEBRAE (será mesmo??!!) eu me beneficiei de algum modo do sistema SEBRAE. Mas fico com a impressão de que a assistência do SEBRAE é deficitária e alienada da realidade no mercado onde eu atuo, na verdade acho que o SEBRAE não conhece absolutamente nada do mercado publicitário e diria mais ainda do mercado da música e das artes! O SeBRAE pode ser uma boa ideia, mas precisa de muiiiiiiiitooooo amadurecimento ainda, e de cabeças mais abertas !
alexis
6 de agosto de 2014 1:17 pmUma sugestão para mudar a lógica
1. Governo define que devemos evoluir fortemente nas linhas de trem (carga, passageiros, trem bala, metros, etc.)
2. Definem-se polos de desenvolvimento ferroviário em três ou mais pontos do Brasil
3. Incentiva-se a criação de empresas metalúrgicas do tipo Santa Matilde, em cada polo
4. Incentiva-se a criação de produção de aço (altos fornos) e cada um desses polos
5. Abre-se poder comprador para pequenos produtores de minério de ferro ao redor de cada polo;
6. Incentiva-se a criação de pequenas empresas fornecedores de peças, serviços, mão de obra e etc., relativas a linhas férreas, vagões, locomotivas, estações obras civis, e etc.
7. Desenvolve-se a logística ferroviária ao redor de cada polo.
8. Definem-se outras políticas de longo prazo e criam-se novos polos.
O país pode ser desenvolvido por a) direcionamento estatal; b) pela iniciativa individual (influenciada pelos EUA) ou c) diretamente pelos EUA.
Mogisenio
6 de agosto de 2014 1:25 pmSócrates não morreu
Fico feliz de poder emtir um comentário diante pessoas atentas.
De fato, a fama do sebrae não é lá das melhores. Nesse sentido, A. weber foi bem claro.( você é parente do Maximilian? rsrs)
Na tentantiva de juntar-me aos caros colegas atentos, agrego ainda ao debate a questão do sistema “S”. Ou seja, há pecúnia compulsória sendo transferida para o Sebrae e seus parentes, senac, senai, sesc, sei lá pra que, etc. Daí, é possível conjecturar de onde viriam realmente os tais interesses do tal de sebrae, não é mesmo senhores!?
Tudo me leva a crer naquela historinha de sempre: pra todo lado que se olha neste país lá esta ele, o Sr. patrimonialismo entrincheirado.
Trata-se de um elemento inseparável de nossa “convivência social” , harmoniosa, nacional, onde uns mandam os outros obedecem. Talvez uma forma de se compreender a nossa democracia entre antagônicos históricos, reforçada pela ideia de “homem cordial”. Noutras palavras, otários emocionais convivendo numa democracia para imbecis, sem propriedade , sem terra, sem p. nenhuma…
Lado outro, maxima venia, discordo do Conde de Rochester.
Libertinos que se prezam deveriam agradecer ao seu “criador” pela existência de uma legislação trabalhista, mesmo com o pensamento congelado no tempo ao taxá-la de demagógica e oportunista. No fundo extremamente importante e ATUAL. ( neste ponto adoraria debater com o pessoal do picles no vinagre). A sugestão seria procurar recente templo inaugurado para oferecer agradecimentos.
Por último, é preciso acabar com a FARSA deste “fomento” ao empreendedorismo brasileiro. No fundo, trata-se de uma forma de driblar nossas instituições democráticas ( entre antagônicos) que por um erro de percurso, aprovou uma ou outra lei que tende a garantir algum direito para os pagadores de tributos indiretos e geradores de lucros.
Empreendedorismo no Brasil, se preferirem , derirando-se para o “pjtismo”, é o pano de fundo.
Enfim, vivemos no mundo dos sofistas mostrando que sócrates ainda está vivo!
Alexandre Weber - Santos -SP
6 de agosto de 2014 4:38 pmHer Max
Quem me dera, Jesus ou seu sucessor daquele novo templo, tivesse me dado 1% da cultura e perpicacia do Max rsrs..
altamiro souza
6 de agosto de 2014 2:43 pmótimo post…
que mostra,
ótimo post…
que mostra, aliás, o sucesso das políticas de inclusão do governo federal…
ilude-se quem pensar que a oposição terá condições de realizar o mesmo trabalho, mesmo porque não tem tradição em desenvolver um trabalho de inclusão.
isto é, de mobilizar as partes interessadas em realizar um trabalho conjunto, uma inovação que o pt inegavelmente ofereceu á sociedade brasileira, historicamente, desde os tempos do abc.
sem a política de crescimento do mercado interno evidentemente não haveria esse aumento substancial do número de pequenas e médias empresas.
esse pessoal que critica talvez critique porque deve ter alguma razão, mas tenho um amigo que tem pequena empresa e um dia ele criticou os programas sociais.
aí eu disse a ele: se não fossem os programas sociais e oo aumento sucessivo do salário, você não teria os clentes que tem…
ele tentou retrucar, engasgou – talvez tenha pensado nos seus interesses,vender mais, claro!
e silenciou.
Calvin
6 de agosto de 2014 7:30 pmEngana-se!
O Brasil vem melhorando nesse quesito desde os militares. Sempre atrás de seus competidores como México, Chile e Coréia do Sul, é verdade.
Creio que vc precisa acompanhar melhor como foram implementadas gestões mais modernas em Minas Gerais e em Pernambuco por exemplo, antes de decretar que a oposição não consegue fazer, assim como quem diz que hoje é quarta-feira…. Dilma, por exemplo, você tem algum exemplo de uma inovação de gestão que tenha feito antes de ser Presidente???? !?!?!?! ………..
Miguel A. E. Corgosinho
6 de agosto de 2014 4:17 pm“…os últimos anos como a
“…os últimos anos como a fase de ouro do empreendedorismo. Foram criadas 9 milhões de microempresas contra 2 milhões do último ano do governo FHC. De 2001 a 2011, a participação no PIB saltou de R$ 144 bilhões para R$ 600 bilhões.”
Este ponto do espaço acima não é o aqui do amanhã, é o que está a espera do mercado financeiro, porque este úlitmo não quer que exista uma política do nosso passado no futuro.
Infelizmente com o juro futuro a 11% a.a, o instante da economia nacional continuará a ser o investimento externo, dilatado pelos juros desproporcionais no crescimento real do passado; e maiores que a função da velocidade de 1% que pode fazer com que seja a variação da sociedade.
Temo o futuro por todos nós, ao nos fazermos intemporais.
Jair Maia
6 de agosto de 2014 6:22 pmAlckmin foge da Brasilândia
Alckmin repentinamente cancelou a sua visita a Brasilândia onde falta água todo dia e foi para Pinheiros. Fica aqui uma dica para o pequeno empresário, se precisar de água para tocar o seu negócio fuja da Brasilândia.
Ivan Arruda
7 de agosto de 2014 1:17 amQuando o trem bala estiver
Quando o trem bala estiver operando, os habitantes do estado mais rico do Brasil, poderão ir ao RJ para tomarem banho e usarem os sanitários. As PPPs já poderiam ir sendo alinhavadas. Com a supervisão da justiça e engenharia alemã. Para evitar propinas, superfaturamentos, crateras e queda de blocos de concreto. Banhos emergenciais usando as bicas d’água da serra, se os ambientalistas não se opuserem, é uma outra alternativa.
Milton Carlos Salinas
6 de agosto de 2014 8:20 pmObrigações Pagamentos
Sou Micro Empresário a 17 anos e fomos encaminhados na epoca pela Contadora para o Sidicato Metalurgicos que nos cobra tudo com grande Empresa, temos obrigações trabalhistas e de Segurança como as grandes, pago muito sem retorno o Sebrae poderia nos ajudar por Ex. com o PPP para Aposentadoria, temos que pagar acessoria para isto tambem, estou precisando para meu funcionário que esta tentando aposentar pela Especial.
O sebrae nada oferece de pratico e não luta pelos nossos direitos,, quanto a uma Legislação trabalhista para as Pequenas e Micros.
milton
Djalma Santos
2 de fevereiro de 2015 1:39 pmAlexandre, concordo com você
Alexandre, concordo com você totalmente. O Sebrae é uma miragem. Outra aberração é o tal cartão do BNDES. Além dos juros nas nuvens, o fornecedor tem uma lista de preços diferenciada com produtos também diferenciados, enfim, não serve pra nada.
O micro empresário está totalmente só, abandonado a própria sorte. Volto a repetir: O Sebrae é uma miragem.
O foco deveria ser exatamente este que você colocou. ´´ Ensinar o sujeito a ganhar dinheiro´´
Conde de Rochester
2 de fevereiro de 2015 3:11 pmInviavel
O PIB brasileiro conta que por volta de 65% é constituído de pequenas empresas.
Acontece que a estabilidade e o crescimento desta faixa do PIB é inviável, impossível de se manter.
Ou o negócio se mantem na faixa do mei, minúsculas empresas, familiar, onde o empresário é o ator principal, sem empregado, contando se possível com algum parente, e neste cenário é trocar seis por meia dúzia ou a empresa tenha a capacidade de navegar na faixa das médias para grandes, nas que conseguem terceirizar a mão de obra e mesmo conseguir capital fora do Brasil.
A faixa intermediaria, entre as micros e as grandes é inviável, não se sustenta. E ai, não há sebrae que de jeito.
Os custos são muito mais desproporcionais em relação a qualquer provável receita.
Quase nada é favorável.
Legislação – tanto fiscal qto trabalhista.
Períodos de bolhas especulativas que geram instabilidade econômica e inflação.
Cenario politico onde toda a pauta legisla unicamente nos próprios interesses.
Estabilidade politica, que possibilitasse uma agenda de longo prazo, um projeto de Nação.
Enfim…
Pode-se considerar a situação econômica e financeira (catastrófica), ou os muitos problemas sociais que assolam a já muito frustrada população brasileira, mas quero focar um aspecto específico da atual crise: a amplíssima distância que separa a maioria da população, de um lado, e as elites governantes, de outro.
Assim afinal chegamos a um tópico cuja importância não há como superestimar; um tema que, mais importante, simplesmente não há:como se pode promover mudança de regime, numa democracia que já foi completamente subornada, comprada e paga, por uma plutocracia?
Trata-se de um elemento inseparável de nossa “convivência social” , harmoniosa, nacional, onde uns mandam os outros obedecem. Talvez uma forma de se compreender a nossa democracia entre antagônicos históricos, reforçada pela ideia de “homem cordial”. Noutras palavras, otários emocionais convivendo numa democracia para imbecis, sem propriedade , sem terra, sem p. nenhuma…
Bruno Cabral
2 de fevereiro de 2015 3:53 pmTrabalhei la
Obviamente o Nassif nunca foi no balcao de atendimento do Sebrae. Os tecnicos sao verdadeiros burocratas, cobram comissao sobre projetos a serem feitos pelo orgao e submetidos aos bancos financiadores. Os cursos locais tem uma panelinha de compadres professores, dissociados da realidade e da necessidade das PMEs
O Sebrae nacional pode ter conseguido emplacar e defender a lei geral da micro empresa, mas o supersimples foi um retrocesso, de um sistema realmente simples, onde qualquer um sabia quanto ia pagar, tornou-se um monstro com planilhas e planilhas de faixas, com o objetivo claro de dificultar o enquadramento e tornar um pesadelo a vida do micro e pequeno empresário
E agora com a derrubada da necessidade de concurso publico para entrar no sistema…
Jorge Mascarenhas
2 de fevereiro de 2015 6:41 pmSubstituição Tributária
Quanto as faixas de cálculo, ninguém precisa quebrar a cabeça de jeito nenhum, basta entrar no site, informar os valores e pagar. Parece que quem comenta aqui nunca sequer entrou no portal do Simples Nacional.
Falam muito de coisas desnecessárias. Pra quem é ME no estado de SP, é só ter um pouquinho de memória e lembrar que o Serra dinamitou o Simples Nacional enfiando a substituição tributária goela abaixo dos micro empresários, retirando a competitividade e reduzindo à migalhas o lucro do micro empreendedor.
O grosso da carga tributária reside no ICMS, que no estado de SP, a “locomotiva” nacional, gira em torno dos 25%! Estávamos melhor com Portugal, que cobrava o “quinto” (20%), do que com o PSDB.