
Foto do arquivo Miguel Bragioni
Hoje prestaremos uma homenagem a Genésio Arruda, cantor, compositor, ator, radialista e produtor. Excelente divulgador da música do interior paulista.
A foto acima nos foi disponibilizada pelo pesquisador e colecionador Miguel Bragioni, de Porto Ferreira – São Paulo, membro do grupo Arquivo Confraria do Chiado. Na foto Genésio está com sua esposa, Dona Noêmia Arruda.
O Dicionário Cravo Albin de Música Popular traz concisamente os dados artísticos de Genésio Arruda, como veremos a seguir.
“Um dos pioneiros da música sertaneja. Apresentou-se em diversos programas de rádio. Nas décadas de 1920 e 1930 atuou também no cinema. Em 1929, gravou seu primeiro disco interpretando a marcha “Vai, Santinha”, dele e de Jorge Peixoto e o foxtrote “Odalisca”, de Edgardo Ferreira. No mesmo ano participou do primeiro filme sonoro brasileiro, “Acabaram-se os otários”, no qual fazia o papel de um caipira. No final da década de 1930, teve um programa radiofônico na Rádio Tupi de São Paulo. No mesmo ano filmou “Lua de mel”. Formou o grupo Genésio Arruda e sua Gente. Ainda em 1930, gravou o cateretê “Trovas do sertão”, de Luiz Gomes Cruz. No mesmo ano, gravou com Raul Torres a embolada “O piá da nambu”, de Raul Torres e, a canção cômica “Uma festa no arraial”, de sua autoria. Gravou também as paródias “O tango tá na moda” e “Cinembra falado”, ambos de sua autoria.
Em 1931 dirigiu o filme “Campeões de futebol”, com Otília Amorim e o cantor paulista Paraguassu. Nos anos 1930 dirigiu a companhia Genésio Arruda de teatro de revista, que encenou, dentre outras, a revista “Moinho do Jeca”, com J. Aimberê como maestro. Em fins dos anos 1930 teve um programa na Rádio Tupi de São Paulo. No mesmo período fez parte do elenco da Casa de Caboclo, casa de espetáculos dirigida pelo dançarino e compositor Duque no Rio de Janeiro. Em 1941, gravou com o grupo Sua Gente os gêneros humorísticos “Viagem do Genésio”, de sua autoria e de Januário França, e “Olhar e gostar”, de Heitor dos Prazeres e Sílvio Galicho. Nessas gravações contou com a participação de Luiz Gonzaga, então em começo de carreira, na sanfona.
Nos anos 1950, apresentou o programa de rádio “A hora dos municípios”. Em 1961 atuou no filme “Tristeza do Jeca”, de Mazzaropi. No final da carreira apresentou shows intitulados “Genésio Arruda e sua bandinha”.”
http://www.dicionariompb.com.br/genesio-arruda/dados-artisticos
jns
4 de agosto de 2014 12:58 pmGenésio Viajou na Sanfona Branca
Luiz Gonzaga fez a sua primeira gravação em 05/03/1941.
Ele acompanhou, anonimamente, Genésio Arruda na música ‘A Viagem do Genésio’.
No dia 14/03/1941, o assombroso Gonzagão, entrou, primeira vez, no estúdio da VICTOR, para gravar, como estreante artista contratado, 4 músicas – matrizes para dois compactos que forma lançados em maio e em junho do mesmo ano, quando ele tinha 28 anos.
Pela numeração que recebeu, a gravação da matriz (52.152) e depois os dois compactos, a primeira música gravada por Luiz Gonzaga foi, inequivocamente, ‘Véspera de São João’, uma mazurca dele e Francisco Reis, lado A do disco.
Se houve no Brasil um artista que procurou ir, de todas as formas, até onde o povo estava, a Luiz Gonzaga coube esse pioneirismo. Ele, que se tornou o Rei do Baião, começou a criar fama mesmo foi compondo e tocando choros e valsas.
O troll sacana gravou, mais tarde, ‘Pau de Arara de Minas Gerais’.
[video:http://youtu.be/hsda2T2asxw%5D
http://www.overmundo.com.br/overblog/luiz-gonzaga-e-cem-a-estreia-em-disco-em-140341
Maria Luisa
4 de agosto de 2014 3:54 pmGenésio Arruda & dona Encrenca 😉
Outra época mesmo… Tenho lido biografias em que os protagonistas viveram nesse periodo, e como tudo parece tão diferente de hoje. Olhando essas fotos, realmente estavamos em outro Brasil. Quanto ao pia apresentado, estou tomando conhecimento, muito prazer. 🙂
lucianohortencio
4 de agosto de 2014 3:57 pmQuando eu crescer
quero ser sabido igual ao meu guru, Dom JNS!
Aí vai o CINEMBRA FALADO!!!
[video:https://www.youtube.com/watch?v=IU3ne7GW-Z8%5D
Maria Luisa
4 de agosto de 2014 4:49 pmEh de se dizer:
Viemos para cantar ou papear ? Esse era bom de prosa, mesmo. Poderia fazer par com o lobo da meta-noite.
jns
4 de agosto de 2014 4:56 pmLe Faune
“Luz! Luz! Mais luz!”
Carlos Schwabe – 1923
lucianohortencio
4 de agosto de 2014 4:25 pmTu pensa que eu não me alembro?
De ti em Puxinanã?
[video:https://www.youtube.com/watch?v=_RAMT3XtoXA%5D
jns
4 de agosto de 2014 5:09 pmMatador
Maria Luisa
Sabemos que você, moça dos salões nobiliárquicos, conhece muitos ‘pés de valsa’, mas não conhece ninguém como o galante Dom Luc Gardel – e nem vai conhecer!
Eis o ‘homi’ – o pé de tango sedutor – no vídeo.
[video:http://youtu.be/WQPH5Nk_Y3c%5D
jns
4 de agosto de 2014 5:19 pm‘Nesse mato tem coelho!’
Assuntaí Comandante: onde tem inhambú também tem preá, uai!
[video:http://youtu.be/eZ2wudokYds%5D
Esta foto é muito difícil de ser feita na natureza – o bicho é muito arisco.
Preá fotografada por Danilo Cattani.
O inhambú é da Mariza Sanches
lucianohortencio
4 de agosto de 2014 6:50 pmAssunta, Comandante…
Capim Gordura, Capim di Pranta ou Capim Canela?
[video:https://www.youtube.com/watch?v=jiEJXBapDbA%5D
[video:https://www.youtube.com/watch?v=xfCHtfPHN0E%5D
[video:https://www.youtube.com/watch?v=nyYMPw6BMLk%5D
jns
4 de agosto de 2014 11:10 pmELAS SÃO A NOSSA LUZ!
goethe
jns
acariciar um peito com textura de seda não é nada; a busca diária é a perplexidade sobrenatural
lucianohortencio
5 de agosto de 2014 12:43 amMulher, se Deus não criasse você
Ele próprio custava a crer!
[video:https://www.youtube.com/watch?v=OENYqWhoPac%5D
jns
4 de agosto de 2014 11:27 pmasuuntaí
Midiático Guru
jns
4 de agosto de 2014 11:46 pmL’après-midi d’un faune
‘L’Après-midi d’un Faune’ é considerado um dos primeiros balés modernos e provou ser tão polêmico como ‘Jeux de Nijinsky’ ( 1913) e ‘Le sacre du printemps’ (1913).
[video:http://youtu.be/aBhUUPcPb3s%5D
O balé ‘L’après-midi d’un faune’ foi coreografada por Vaslav Nijinsky, para o Ballets Russes, e realizada pela primeira vez no Théâtre du Châtelet, em Paris, em 29 de maio de 1912.