21 de maio de 2026

Pode um rábula no Supremo Tribunal Federal?, por Luís Nassif

Os congressistas têm assessores especializados nos mais variados temas. O STF deveria ter algo similar para auxiliar os ministros

Com acréscimos em 28 de agosto de 2023

Siga o Jornal GGN no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo

Seguir no Google

Diz a Constituição, no seu artigo 101:

Art. 101. O Supremo Tribunal Federal compõe-se de onze Ministros, escolhidos dentre cidadãos com mais de trinta e cinco e menos de setenta anos de idade, de notável saber jurídico e reputação ilibada. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 122, de 2022)

Parágrafo único. Os Ministros do Supremo Tribunal Federal serão nomeados pelo Presidente da República, depois de aprovada a escolha pela maioria absoluta do Senado Federal.

Não menciona formação acadêmica, nem carreira jurídica. Exige apenas “notável saber jurídico”. E, por notável saber jurídico, entende-se apenas o conhecimento jurídico.

No início do século 20, houve uma enorme discussão nacional sobre os direitos dos rábulas. Com o tempo, o termo se tornou depreciativo. Na época, referia-se à pessoa que, não sendo formada em direito, tinha conhecimento suficiente para exercer funções advocatícias.

Foi uma batalha brilhante, na qual o jovem Francisco Escobar enfrentou todo o estado maior da Faculdade de Direito do Largo São Francisco, em defesa dos direitos dos rábulas. Ganhou reputação nacional a ponto de, algum tempo depois, já prefeito de Poços de Caldas, ser chamado por Ruy Barbosa de “cabeça de Salomão”:

  • Sabe tudo o que eu sei e sabe o que não sei.

O “que não sei” referia-se aos dotes musicais de Escobar, um gênio absoluto esquecido.

Digo isso a respeito da indicação dos membros do STF. Todos são advogados ou juristas. Deliberam sobre questões que dizem respeito à economia, aos direitos, à evolução da sociedade, à segurança pública, ao equilíbrio dos poderes, às políticas sociais. Tudo supostamente à luz da Constituição.

A diversidade de temas tratados exige conhecimento de antropologia, sociologia, psicologia social, direitos sociais, direitos trabalhistas (em período de grandes mudanças), economia etc. No entanto, o que se vê é uma superficialidade assustadora em relação a temas que mexem com milhões de pessoas, ou direitos que são reconhecidos pelo mundo civilizado.

Dia desses escrevi a respeito do voto do novo Ministro Cristiano Zanin na criminalização do uso da maconha.

Tome o caso da crise humanitária nas tribos indígenas.

No dia 29 de março, o Tribunal de Contas da União (TCU), através do presidente Bruno Dantas, considerou “inaceitável” a crise humanitária em território Yanomami. Para deliberar sobre o tema houve uma audiência pública, com a participação de representantes dos povos indígenas, autoridades governamentais e membros do Tribunal.

No dia 24 de agosto passado, o STF foi analisar uma ADPF (Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental) ajuizada pela Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), denunciando que a Polícia Militar atua “como milícia privada a serviço dos fazendeiros da região”, com ações violentas de desocupação forçada. A entidade pede medidas para proteger comunidades guarani e kaiowá.

Quatro ministros votaram contra, incluindo Cristiano Zanin, na companhia de Gilmar Mendes, André Mendonça e Kassio Nunes Marques. Nenhuma audiência pública, nenhuma oportunidade ou curiosidade em conhecer de perto as condições das tribos. Simplesmente opinaram, Gilmar tendo um histórico anti-indígena e os três restantes um pensamento de direita.

Os constitucionalistas brasileiros

E aí volto a uma indagação que me persegue desde os tempos da indicação de Luís Roberto Barroso para o STF, visto como grande constitucionalista: que tipo de conhecimento deve ter um constitucionalista para ser considerado um grande constitucionalista?

Na época, fui presenteado pelo Ministro Ricardo Lewandowski com um livro do jurista italiano Luigi Ferrajoli. Depois, com o tempo, fui conhecendo o pensamento de juristas como Lenio Streck e Pedro Serrano. E comparei com um rascunho de “ensaio” que Barroso apresentou no Harvard Summit, Era um apanhado dos estudos de Raymundo Faoro sobre o patrimonialismo na formação brasileira, que Barroso “inovou”, ligando o tema ao “jeitinho” brasileiro, com todos os estereótipos negativos sobre o brasileiro. Ou seja, atribuiu uma característica típica das elites, o compadrio com os poderosos, ao modo de ser do brasileiro comum. E usou um jeitinho brasileiro para chamar o rebatizamento do patrimonialismo de “tese”.

Depois, com o tempo Barroso enveredou em discussões sobre leis trabalhistas usando dados falsos de Flávio Rocha, dono da Riachuelo, dizendo, entre outras inverdades, que o Brasil concentrava 95% das ações trabalhistas no mundo e que o Citibank tinha decidido sair do país devido à legislação trabalhista.

Mais tarde, nas discussões sobre julgamentos em terceira instância, valeu-se de estatísticas inconsistentes, desenvolvidas pelo notório Joaquim Falcão, usando o nome da FGV (Fundação Getúlio Vargas). O que Falcão fez foi retirar das estatísticas o procedimento mais usual do STF, incluindo a execução da pena antes da decisão definitiva irrecorrível.

A exclusão foi anotada pelo Ministro Ricardo Lewandowski:

“A Secretaria-Geral do STJ respondeu que, no período entre 1°/1/2009 até 20/6/2016, 8.493 decisões em recursos especiais (REsp) ou recursos especiais com agravo (AREsp) foram proferidas em favor do réu, reformando sentenças condenatórias, de um total de 82.519 casos analisados, o que corresponde à 10,29%. Ou seja, é provável que, no período mencionado, mais de 8 mil pessoas seriam encarceradas injustamente após a condenação em segunda instância, pagando pelo que não deviam”.

Fizeram mais, sob a coordenação polêmica do advogado Joaquim Falcão.

Como lembra um assessor da época:

“A turma da FGV gostava de brincar com números. Eles lançaram uma estatística mostrando o tempo que cada ministro demorava com o processo, fizeram um ranking com ampla divulgação. Havia um enorme FURO que não era a notícia, mas na metodologia, ou falta dela: eles não contabilizaram o tempo que o processo ficava na PGR (as vezes anos) que obviamente não era culpa do Ministro-Relator. Esse caso que você citou não foi diferente.

Nos tantos casos, não se tratava propriamente de desinformação. A desinformação fica mais explícita em temas sociais, envolvendo minorias, em temas econômicos – como a decisão de permitir a venda de subsidiárias das estatais, sem nenhuma informação sobre a lógica econômica das empresas afetadas, como se subsidiária fosse um apêndice irrelevante.

O princípio do não-retrocesso

Essa superficialidade assustadora foi demonstrada da revogação da legislação trabalhista.

O não retrocesso é um princípio constitucional implícito que impede o legislador de retirar ou diminuir direitos fundamentais já obtidos. 

O princípio é aplicável aos direitos fundamentais de natureza social, como o direito à educação, à saúde, ao trabalho, ao lazer, à segurança, à previdência social, à proteção à maternidade e à infância, e à assistência aos desamparados. Esses direitos são fundamentais para a dignidade e o bem-estar da pessoa humana, e sua redução pode causar danos irreversíveis.

O princípio do não retrocesso não impede a reforma das leis que regulamentam os direitos fundamentais. No entanto, a reforma deve garantir a manutenção do núcleo essencial dos direitos, ou seja, o mínimo necessário para que eles sejam efetivamente exercidos.

Analise-se o que o Supremo fez com a legislação trabalhista. Considerou que a legislação em vigor não era mais adequada às novas formas de trabalho. Qual seria o caminho? Pensar em novas formas de direito, adequadas ao novo cenário de trabalho, para substituir os direitos revogados. Aliás, apossou-se do papel do Congresso.

Há uma discussão em andamento no Congresso. Já as decisões do STF foram tomadas sem uma discussão mais aprofundada. Simplesmente eliminaram todos os direitos trabalhistas, sufocaram a capacidade de defesa jurídica do empregado. E o que colocaram no lugar? Nada. Não ouviram especialistas, não conversaram com as plataformas, ignoraram as centrais sindicais. A quem ouviram? Provavelmente o Velho da Havan e o Meyer Nigri, da Tecnisa.

O home schooling

Mas não há tema que demonstre mais o constitucionalismo vazio do que a discussão sobre home schooling – ou ensino em casa. O STF vetou por 10 votos a 1. O único voto a favor foi de Barroso.

Uma análise de seu voto mostra o seguinte: o direito à educação não é dos filhos, é dos pais. De certo modo, repete juízes que concederam a mães religiosas o “direito” dos filhos não receberem transfusão de sangue ou serem vacinados.

Dados compilados pelo Ministério da Saúde e divulgados em 18 de maio passado pelo Ministério da Saúde, no Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, mostraram os seguintes dados: 70,9% dos abusos contra crianças foram cometidos em casa, contra 4% na escola.

Uma criança submetida a abusos em casa, terá na escola uma possibilidade de se defender, dos professores identificarem as agressões. E trancada em casa, vítima de familiares?

Segundo a Childhood Brasil, uma das maneiras de identificar os abusos é através da frequência escolar.

Observar queda injustificada na frequência escolar ou baixo rendimento causado por dificuldade de concentração e aprendizagem. Outro ponto a estar atento é a pouca participação em atividades escolares e a tendência de isolamento social.

Confira, agora, o voto de Barroso. 

Sobre os motivos pelos quais os pais podem optar pelo ensino domiciliar estão:

  • conduzir diretamente o desenvolvimento dos filhos; 
  • o fornecimento de instrução moral, científica e religiosa; 
  • a proteção à integridade física e mental dos educandos; 
  • o descontentamento com a eficácia da educação pública ou privada; 
  • o desenvolvimento de um plano de ensino adaptado às peculiaridades das crianças e dos adolescentes; 
  • a crença na superioridade do método de ensino doméstico; 
  • e, por fim, a dificuldade financeira ou geográfica de acesso às instituições de ensino tradicionais.

Segundo ele, nenhum pai opta por esse método, que é muito mais trabalhoso, por preguiça ou capricho. E, como sua especialidade é o direito constitucional, conclui:

“o art. 208, § 3º da Constituição Federal se aplica aos pais e responsáveis que adotam o ensino formal. Entretanto, a lei não exclui a educação domiciliar. Sendo assim, não haveria impedimento legal para a prática dessa modalidade educacional”.

O que o motivou foi apenas a loucura libertária que se apossou do país, em moldes muito similares aos da ultradireita americana, contra qualquer forma de regulação, de um acientificismo de doer, sem consultar pedagogos, especialistas. Assim como nos votos de Zanin, não houve uma audiência pública, um estudo apurado sobre o tema.

Ressalve-se que, neste caso, foi um voto isolado do “iluminista”. Mas, de qualquer modo, encontrei todos esses princípios em artigo no Brasil Paralelo, o porta voz da ultradireita libertária.

Qual a saída?

Permitir que outros especialistas também possam ser Ministros do STF? Abrir caminho para rábulas com conhecimento amplo sobre o país? Talvez não se chegue a isso.

Mas, de qualquer forma, o STF tem que se abrir a outras formas de conhecimento. Não pode decidir sobre a vida de milhões de pessoas, sobre princípios civilizatórios, sobre temas econômicos complexos sem ser dotado de formas de conhecimento sobre o tema.

Os congressistas têm assessores especializados nos mais variados temas. O STF deveria ter algo similar, que ajudasse a selecionar especialistas de visões variadas para cada tema com implicações amplas na sociedade.

O que não pode mais é o opinionismo. 

Luis Nassif

Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.
luis.nassif@gmail.com

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Mais lidas

As mais comentadas

Colunistas

Ana Gabriela Sales

Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...

Carla Castanho

Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

7 Comentários
...

Faça login para comentar ou registre-se.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

  1. Luiz Mattos

    27 de agosto de 2023 5:56 pm

    “Meu partido é um coração partido e as ilusões estão todas perdidas
    Os meus sonhos foram todos vendidos, tão barato que eu nem acredito.”
    Quando Cazuza fez Ideologia nossos inimigos estavam no poder,hoje com os amigos no poder tristemente vejo que pouco ou nada mudou.
    Quando vejo os fatos, quando percebo a trava intencional em projetos populares que não andam,pelo contrario desandam,quando ouço o POVO pobre na feira, no mercado, na barbearia, essa realidade me da a sensação de tempo perdido.
    Quando a “nossa” PM é a que mais mata,quando crticamos as escolhas ao STF,aos Ministérios, Secretarias,as Alianças que desde o inicio chamo de Algemas, estamos promovendo “linchamentos”,somos Infiltrados, Quinta colunas,Anti Petistas por quem fascistamente não aceita criticas como se elas fossem para derrubar um governo e não para alertar,para salvaguardar sua história sua existência e cobrar a qualidade esperançosa de nosso voto a aqueles que depositamos nossa confiança.
    Onde veem uma bonita Aquarela vejo um quadro em branco a espera das cores diante da realidade que convivo. Vejo muita promessa, muita conversa mas vejo muito mais os olhos e as carnes do POVO.
    Me pergunto então se para nos livramos de uma ameaça vale o sacrificio de meu voto pois foi com sacrificio que votei nessas alianças, foi com asco que votei ca na Paraiba em um tucano p governador enterrando a maior familia coronelista,corrupta e nazista da Paraiba ; os Cunha Lima.
    Mas meu voto não vai jamais representar somente isso.
    Meu voto vem de lá da infância onde percebi a injustiça, a desigualdade. Meu voto tem a qualidade de ser humano de ser empático e na crença politica que me formou onde devemos OUSAR E LUTAR, OUSAR E VENCER e não se dobrar aos inimigos na promessa de deixarmos um côdoa de pão a quem nada come.
    Eu quero mais, eu quero medidas institucionais fortes duradouras para não estarmos logo a frente lutando para que as migalhas continuem a cair da mesa da gente rica em mãos esquálidas cheias de esperança.
    Podem me chamar dos piores adjetivos,podem se afastar de mim amizades que no passado recente se afastaram diante de minhas cobranças mas nada nem ninguém vai tirar de mim a certeza de que sei quem sou e porque ainda estou.
    Fica em mim a decisão de não mais votar, aliás votei pouco na vida, na ditadura eu me recusei a votar para não a validar. Não voto mais para não ter o sentimento de ter ajudado a esperançar os que continuam eternamente sem esperança.
    E voltando a Cazuza….”Eu vou pagar a conta do analista
    pra nunca mais ter que saber quem eu sou”

  2. Fábio de Oliveira Ribeiro

    27 de agosto de 2023 6:39 pm

    No início do século XX, o irmão do meu avô paterno foi um rabula. O pai dele era juiz na Comarca de Xiririca (atual Eldorado). Autodidata, Godofredo de Oliveira Ribeiro atuou eventualmente como professor, advogado e delegado. Dizem que ele também fazia audiências no Fórum quando o pai dele estava doente. Aos vinte e poucos anos ele mudou para Sorocaba, cidade em que acabou matando a tiros um português que cuspiu nele. Ele se entregou, mas o delegado disse que não prenderia o filho de um juiz e ajudou ele a fugir. Godofredo perambulou pela Argentina e Uruguai antes de retornar ao Rio Grande do Sul. Utilizando nome e documentos falsos, ele foi contratado para dar aulas na escola da fazenda de Getúlio Vargas. Isso ocorreu na segunda metade dos anos 1920. Ele acabou se tornando amigo de Getúlio e participou das discussões políticas que antecederam e prepararam a revolução de 1930. Após o sucesso da revolução, Getúlio Vargas que leva-lo para o Ministério da Educação mas Godofredo preferiu desaparecer. Ele retornou a Eldorado e voltou a usar o nome de batismo, pois não queria comprometer o novo governo. Em 1932 ele se tornaria soldado paulista na guerra contra o getulismo. Meu avô materno, que também foi soldado paulista ao lado de nhõ Godo, gostava de me contar uma história daquela guerra. Ele dizia que o rabula Godofredo era de uma valentia insana. De vez em quanto ele levantava na trincheira para chamar de filhos da puta os oficiais gaúchos que atacaram São Paulo dizendo que eles não tinham coragem de atirar nele. Na trincheira doa gaúchos sempre tinha alguém que gritava “Não atirem nesse paulista filho da puta que ele é meu amigo.” Godofrero morreu com mais de 90 anos quando eu tinha uns 4 ou 5 anos de idade. Nassif tem razão ao sugerir ao país valorizar seus rabulas, pois a vida de Godofredo de Oliveira Ribeiro prova que os rabulas também participaram da história do Brasil.

  3. Renato Cruz

    27 de agosto de 2023 8:19 pm

    Nassif, não concordo com o foco. Passei quatro anos escrevendo comentários aqui e em vários outros lugares repetindo sempre a mesma coisa: não adianta atacar Bolsonaro porque ele é Bolsonaro. Ele é o que é, a questão é outra e mais profunda: como foi que um tipo desses chegou à Presidência da República? Vale o mesmo para o Barroso e para qualquer juiz do STF, eles são indicados pelo Presidente da República. Então, o problema está aqui e não lá na ponta. Barroso é o que é e sempre foi. Dilma Rousseff tinha 200 assessores, como aliás tem todo presidente. Ninguém pesquisou nada sobre ele? Não foram olhar o passado dele, as coisas que tinha feito na área, as coisas que escreveu? Acho que os presidentes americanos erram bem menos nas escolhas para a Suprema Corte, e a razão é uma só: são muito melhor assessorados nas escolhas. A esquerda bateu bumbo sem parar pela indicação do Cristiano Zanin. Por quê? Só porque ele foi um bom advogado na defesa do Lula? Olha aí o resultado.

  4. Paulo Dantas

    27 de agosto de 2023 9:32 pm

    O problema é que a CF fala até sobre cobrança de lateral em futebol de botão, o Congresso cria vácuos de legislaçào por estar ocupado em fazer vídeos parao tiktoc.

    Os políticos recorem ao STF quando perdem no voto e os presidentes das Casas muitas vezes abusam de seu poder.

    Uma coisa urgente é parar decser progeama de tv, não faz sentido a tv do boteco exibir a votação do STF.

    Pelo visto seu Jair tinha razão ( rindo com isto).

  5. AMBAR

    27 de agosto de 2023 9:43 pm

    O poder é um divisor das águas do caráter. Até a expressão corporal do Zanin mudou depois de sua nomeação.
    Agora ele se coloca com arrogância e distância, em vez do apenas comportadinho e limpo advogadinho.

  6. cidadao sem cidadania

    27 de agosto de 2023 11:31 pm

    A resposta para uma escolha pessimo de um ministro do supremo ‘e simples,basta o lula mandar para o congresso uma lei que da apenas quatro anos de mandatos para os ministros e podendo ser renovados por mais quatro. Qualquer escolha ruim teria tempo limitado, nao aconteceria como hoje. Um ministros pessimo pode ficar 20 anos ou mais..mas falta coragem A lula, nunca foi de lutar,sera um eterno deixa disso ou conciliador,como estamos vendo pela segunda vez com os militares, assim como foi em 2006 ta sendo em 2023 UM TREMENDO DEIXA PRA LA, como sempre o pais fica preso num eterno anda duas casas e volta duas casas.

  7. emerson57

    28 de agosto de 2023 11:01 am

    O STF, segundo muitos, não deveria existir.
    Mas, já que ai está, deve ser composto exclusivamente por especialistas em leis.
    As leis deveriam vir exclusivamente do LEGISLATIVO.
    Leis do interesse do executivo deveriam ser patrocinadas pelo seu partido.
    Nunca enviadas diretamente.
    O resto é o resto.

Recomendados para você

Recomendados