
O que os satélites espiões dos Estados Unidos captaram na Ucrânia?
Por Robert Parry
A mais recente histeria de guerra da mídia dos EUA – enganjada na corrida para fixar a culpa pela queda do jato de passageiros da Malaysia Airlines no Presidente da Rússia, Vladimir Putin – não possui a mesma intensidade observada na ausência de ceticismo profissional que tem marcado os tumultos semelhantes ocorridos no Iraque, na Síria e em outros lugares, envolvendo questões fundamentais que estão sem respostas.
A questão do ‘cão de guarda’ naõ latir sobre a catástrofe na Ucrânia, gira em torno do que a exibição de imagens de satélite de vigilância dos EUA poderia fazer. É difícil acreditar que, com a atenção que a inteligência dos EUA tem concentrado na Ucrânia oriental, desde o semestre passado, a alegada movimentação de transporte de grandes caminhões dotados de vários sistemas de mísseis antiaéreos Buk, da Rússia para a Ucrânia e, em seguida, de volta para a Rússia, não tenha sido detectado em algum lugar.
Existem limitações para os satélites espiões norte-americanos, mas os mísseis Buk possuem cerca de 16 metros de comprimento e são montados em caminhões ou tanques. O voo da Malásia Airlines também caiu durante a tarde, não à noite, ou seja, a bateria de mísseis não estava escondida pela escuridão.
Então, porque essa questão sobre o que revelam as imagens do ‘spy-in-the-sky’ dos EUA e a razaão de não ter sido pressionada pela grande mídia dos EUA? Como é possível o Washington Post publicar histórias de primeira página, como aquela, no domingo, com o título definitivo “U.S. official: Russia gave systems“, sem exigir dos americanos os detalhes sobre o que as imagens de satélite poderíam divulgar?
Em vez disso, Michael Birnbaum e Karen DeYoung, a partir de Kiev, escreveram: “Os Estados Unidos confirmou que a Rússia forneceu lançadores de mísseis sofisticados para os separatistas no leste da Ucrânia e que foram feitas tentativas para movê-los para o outro lado da fronteira com a Rússia, após a queda de um avião da Malásia, afirmou uma autoridade dos EUA, no sábado”.
“Nós acreditamos que eles estavam tentando retornar para a Rússia, pelo menos, três sistemas de lançamento de mísseis Buk”, disse o oficial. “A Inteligência dos EUA começou a encontrar indicações, há pouco mais de uma semana, que os lançadores russos haviam sido movidos para a Ucrânia”, disse o oficial, cuja identidade não foi divulgada para que o oficial pudesse discutir estes assuntos de inteligência.
Mas, ao confrontar a imprecisão do curioso texto oficial – “nós acreditamos” com “começando a encontar indicações” – devemos acreditar – e talvez seja mais relevante – que os jornalistas do Washington Post realmente acreditam nisso: que o governo dos EUA, dotado dos serviços de inteligência de primeiro mundo, não detectou três desajeitados caminhões transportando grandes mísseis de médio alcance.
Tenho informações, reveladas por uma fonte de informações precisas sobre assuntos semelhantes no passado, que as agências de inteligência dos EUA não forneceram os detalhes das imagens de satélite da bateria de mísseis que, provavelmente, lançou o míssil fatídico, porque ela estava sob o controle das tropas do governo de Kiev, que aparecem nas imagens vestidas com o que parecem ser uniformes ucranianos.
A fonte disse que os analistas da CIA ainda não descartaram a possibilidade de que sejam tropas rebeldes ucranianas orientais, vestindo uniformes semelhantes, mas a avaliação inicial era de que as tropas eram formadas por soldados ucranianos. Houve também a sugestão de que os envolvidos eram soldados indisciplinados e estavam, possivelmente, embriagados, já que as imagens mostraram o que pareciam ser garrafas de cerveja espalhadas por todo o local, disse a fonte.
Em vez de pressionar para esclarecer esses detalhes, a grande imprensa americana, simplesmente, passou a exibir a propaganda do Departamento de Estado dos EUA, informando que o ataque partiu do governo ucraniano, exagerando, inclusive, o fato de que o sistema Buk “é de fabricação russa”, um fato percebido por ser infinitamente repetido.
No entanto, a menção a “fabricação russa”, usada a ponto de sugerir que os russos devem estar envolvidos na queda da aeronave, é enganosa, sendo melhor e mais claramente concebida para influenciar americanos mal informados. Todos os meios de comunicação, certamente, sabem, que os militares ucranianos também operam sistemas de fabricação russo, incluindo baterias antiaéreas Buk e, desta forma, a origem da fabricação não tem nenhum valor probatório.
AS ACUSAÇÕES UCRANIANAS
Grande parte do resto das acusações conhecidas contra a Rússia partiram do regime ucraniano, que surgiu a partir da do golpe inconstitucional aplicado contra o presidente eleito Viktor Yanukovych, em 22 de fevereiro. A sua derrubada ocorreu, após meses de protestos em massa, através do golpe liderado por milícias neonazistas que invadiram prédios do governo e forçaram a fuga dos funcionários de Yanukovych.
Reconhecendo o papel fundamental desempenhado pelos neonazistas, que são descendentes ideológicos das antigas milícias ucranianas, que colaboraram com a SS nazista, na Segunda Guerra Mundial, o novo regime distribuiu o controle de vários ministérios aos nacionalistas de extrema-direita, incluindo o escritório da Segurança Nacional que está sob o comando do veterano ativista neonazista Andriy Parubiy. [Ukraine, Through the US Looking Glass]
Foi esse mesmo Parubiy que os jornalistas procuraram para dar mais informações para condenar os rebeldes do leste da Ucrânia e os russos sobre a catástrofe da Malaysia Airlines. Parubiy acusou os rebeldes das imediações do local do acidente de destruir as provas e conduzir um cover-up, outro tema que ressoou através do MSM.
Sem se preocupar em informar os leitores sobre a fundamentação neonazista, Parubiy foi citado como uma testemunha confiável que declarou: “Vai ser difícil conduzir uma investigação completa quando alguns objetos sendo levados, mas vamos fazer o nosso melhor”.
Em contraste com as garantias dadas por Parubiy, o regime de Kiev, na verdade, possui um terrível histórico de não dizer a verdade ou perseguir as investigações sérias de crimes contra os direitos humanos. Ainda assim, deixou em aberto as questões sobre a identidade dos atiradores, que em 20 de fevereiro, dispararam sobre a polícia e os manifestantes no Maidan, desencadeando a escalada de violência que levou à destituição de Yanukovych. Além disso, o regime de Kiev não conseguiu apurar os fatos sobre o incêndio que causou a morte de dezenas de russos étnicos no Edifício Sindical em Odessa, em 2 de maio. [Burning Ukraine’s Protesters Alive]
O regime de Kiev também enganou o New York Times (e, aparentemente, o Departamento de Estado dos EUA), quando disseminou fotos que, supostamente, mostravam militares russos dentro da Rússia e, mais tarde, dentro Ucrânia. Mais tarde, após o Departamento de Estado ter aprovado a “evidência”, o Times levou ao seu jornal esta história, em 21 de abril, mas descobriu-se que uma das fotos mais importantes, clicada na Rússia, foi tomada na Ucrânia, destruindo a premissa básica da farsa jornalística. [NYT Retracts Ukraine Photo Scoop]
Mais uma vez, estamos aquí, divulgando reivindicações não verificadas, que são feitas pelo regime de Kiev, sobre algo tão sensível como a Rússia ter fornecido mísseis antiaéreos sofisticados, capazes de abater aviões civis que voam em elevada altitude, para rebeldes despreparados do leste da Ucrânia.
Essa acusação é tão grave que poderia impulsionar o mundo para uma segunda Guerra Fria e, possivelmente, se houver mais erros de cálculo, para um confronto nuclear. Este momento exige o máximo de profissionalismo jornalístico e, especialmente, ceticismo em relação à propaganda tendenciosa.
No entanto, o que os americanos viram, mais uma vez, é que as principais agências de notícias dos Estados Unidos, lideradas pelo Washington Post e o New York Times, publicaram os mais inflamados artigos, baseados, em grande parte, em informações não confiáveis de funcionários ucranianos e no Departamento de Estado dos EUA, que foi o principal instigador da crise na Ucrânia.
No passado recente, este tipo de jornalismo americano desleixado levou a massacres em massa no Iraque – e tem contribuído para potencializar as eventuais guerras dos EUA contra a Síria e o Irã, mas, agora, os riscos são muito maiores. Tão divertido quanto desprezar uma variedade de “vilões designados”, como Saddam Hussein, Bashar al-Assad, Ali Khamenei e, agora, Vladimir Putin, este tipo de imprudência está inclinando o mundo em direção a um momento muito perigoso, concebivelmente, em relação ao seu passado.
“Embora o establishment tenha tentado ridicularizar quaisquer questionamentos da narrativa oficial – que os rebeldes ucranianos foram responsáveis pelo incidente – classificando-o com a cansada e pejorativa ‘Teoria da Conspiração’, o repórter investigativo Robert Parry dificilmente pode ser descartado como um jornalista manipulado, dado o seu papel fundamental na cobertura do escândalo Irã-Contras para a Associated Press e a Newsweek, na década de 80.
Na verdade, pelo seu trabalho de investigação sobre assuntos de inteligência, Parry foi agraciado com o Prêmio George Polk, sugerindo que as informações fornecidas pela sua fonte são dignas de atenção” – PAUL JOSEPH WATSON
jns
26 de julho de 2014 2:41 pmengranzagem
“Odiar os russos è a política oficial”
“Parece que a história estava pronta para a mídia de massa antes da aeronave cair”
Citações dos russos que já estão recebendo olhares atravessados em Londres
Jorge Luis
26 de julho de 2014 2:47 pmTá. Mas quais seriam esses
Tá. Mas quais seriam esses “caças inimigos”? Os rebeldes separatistas não tem aviões. Só sobraram os russos.
Tatá
26 de julho de 2014 3:12 pmO afã de envolver os russos de qualquer jeito
Tá, “sobraram os russos”. Os ucranianos confundiram o Malaio com caças inimigos (russos)…
E daí?
Jorge Luis
27 de julho de 2014 2:40 pmDaí, muita coisa.
Primeiro
Daí, muita coisa.
Primeiro que combater rebeldes no seu território é uma coisa.
Outra coisa é ter caças de outro país sobrevoando ilegalmente seu espaço aéreo. E ainda outra coisa é derrubar um desses caças. A partir daí, não estamos mais falando de combate a rebeldes, mas entre países.
Rubensk
26 de julho de 2014 4:01 pmJorge Luís, na frase “Sistema
Jorge Luís, na frase “Sistema ucraniano de mísseis confundiu o avião da Malaysia Airlines com caças inimigos”, “confundir” significa “tomar ilusoriamente uma coisa por outra”, “imaginar ilusoriamente que uma coisa é outra”. Desenhando: “O sistema ucraniano de mísseis disparou contra o avião da Malaysia Airlines acreditando ilusoriamente estar disparando contra caças inimigos”.
Aí você vem e pergunta: “quais seriam esses ‘caças inimigos’?”.
Não há “caças inimigos” a não ser na imaginação ilusória de soldados bêbados.
De onde eu deduzo: ou você não sabe o significado da palavra “confundir” ou anda bebendo como os soldados ucranianos.
Jorge Luis
27 de julho de 2014 2:35 pmPuxa, tio, que legal. Então o
Puxa, tio, que legal. Então o fato de ter “confundido” o avião com caças inimigo elimina totalmente a necessidade de sequer EXISTIR esse tipo de ameaça?
“Não há “caças inimigos” a não ser na imaginação ilusória de soldados bêbados.”
Essa conclusão é inteiramente SUA.
Se eles “confundiram” o avião com “caças inimigos”, é óbvio que eles tinham a expectativa de que haveriam esses caças. Possivelmente por já terem ocorrido vôos de aviões russos naquela área anteriormente.
Então, bêbados ou não, é óbvio que eles estavam tentando derrubar um avião russo. Foi isso o que eu quis dizer. Se você não entendeu, sinto muito.
Edemar Motta
30 de julho de 2014 7:34 pmConfundir um grande avião
Confundir um grande avião de passageiros com um caça, nem bêbado a olho nu faria. Mais: aviões de passageiros não improvisam rotas, eles passam sempre pelo mesmo lugar, exceto emergências.
altamiro souza
26 de julho de 2014 2:48 pmé o esquemão midiático
é o esquemão midiático estadunidense sob a batuta do pentágono mentindo tortuosamente acumpliciados pelas suas filiais no mundo que se baseiam nessa falsas informações que só interessam aos donos das armas norte-americanas.
jns
26 de julho de 2014 3:12 pmmentiras à jato
Três explicações perigosas para dois jatos ucraniano abatidos
Carol Matlack | 23/07/2014
Um míssil ucraniano Su-25 derrubou um avião de passageiros durante exercícios militares perto da cidade de Ghytomyr em 27 de setembro de 2012.
Um caça Su-25 da Ucrânia voando abaixo de um avião de passageiros durante exercícios militares perto da cidade de Ghytomyr em 27 de setembro de 2012 | Foto: Sergei Supinsky / AFP via Getty Images
Dois jatos militares foram derrubados na Ucrânia na quarta-feira em um ataque que poderia fornecer evidências quanto ao tipo de poder de fogo que os rebeldes separatistas do país têm à sua disposição e que tipo de ajuda eles podem estar recebendo da Rússia.
Um porta-voz do Ministério da Defesa ucraniana disse, a repórteres em Kiev,que dois de seus aviões de combate Sukhoi SU-25 foram derrubados enquanto voavam a 5.200 metros sobre a região de Donetsk, na Ucrânia oriental. Os pilotos foram ejetado e os seus paradeiros são desconhecidos.
A 5.200 metros, os aviões estariam fora do alcance dos mísseis disparados do ombro que os rebeldes afirmam ser as suas únicas armas de defesa aérea. Os aviões, no entanto, estavam ao alcance de um míssil terra-ar, como o Buk, que foi o suposto armamento usado para abater o vôo MH-17 da Malaysia Airlines em 17 de julho.
Há pelo menos três explicações possíveis – qualquer um que seriam potencialmente explosiva, se for verdade.
Os rebeldes estão mentindo
Esta possibilidade significaria que os rebeldes, de fato, têm mísseis capazes de atingir um avião em grande altitude. A prova reunida, até agora, que o avião da Malásia foi derrubado a 33 mil pés sobre o território controlado pelos rebeldes provou ser um grande problema. “Os rebeldes estão, claramente, tendo muita dificuldade para negar o acesso a esse tipo de equipamento”, diz Reed Foster, um analista de defesa da IHS Jane, em Londres. Os rebeldes disseram que posseum armas conhecidos como MANPADS, que são disparadas do ombro, mas Foster diz derrubar um avião na altitude de 17.000 pés estaria “muito além da capacidade” dessas armas.
Mais evidências de que os rebeldes têm mísseis terra-ar mais poderosos, também intensificaram as suspeitas sobre o envolvimento da Rússia, porque a operação de tal armamento requer equipamentos auxiliares especializados e formação técnica que não está disponível para as forças rebeldes.
Os caças ucranianos foram atingidos por mísseis disparados pela Rússia
Este cenário corresponde às “informações preliminares”, que Andriy Lysenko, porta-voz Ministério da Defesa da Ucrânia, disse ao Wall Street Journal . A Rússia tem, repetidamente, negado o fornecimento de equipamento militar aos rebeldes e, muito menos, a disparar sobre a fronteira através do espaço aéreo ucraniano. Qualquer evidência de que a Rússia tenhafeito isso seria a chave para elevar, grandemente, a pressão do Ocidente para impor sanções pesadas em Moscou.
A Ucrânia está mentindo sobre a altitude dos seus aviões de combate
A desinformação de fontes rebeldes poderia reforçar as evidências de que eles derrubaram o avião Malaysian Airlines. sificar a informação, poderiam ser lançadas dúvidas sobre a sua participação no desastre da Malaysia Airlines. É plausível que os jatos poderiam ter voado em baixa ou alta altitude. O tipo de jato envolvido, SU-25, e, normalmente, usado em um “papel de assitência próxima ao combate”, fornecendo apoio aéreo às tropas terrestres, diz Joseph Dempsey, analista de defesa no Instituto Internacional da Grã-Bretanha. Embora empenhado em combate, “não é esperado que operasse mais alto”, como a 17 mil pés, diz Dempsey, porque o avião geralmente transporta bombas e foguetes não guiados que se destinam a ser lançados a, relativamente, curta distância. Dempsey observa que o SU-25 poderia subir a uma altitude de cruzeiro, de cerca de 17.000 pés, após completar uma missão de combate.
FONTE:
http://www.businessweek.com/articles/2014-07-23/mp7-crash-downed-ukrainian-fighter-jets-could-provide-new-clues
MAIS INFORMAÇÕES:
[ Investigations | After MH17 Crash: Why Can’t Ukraine Attack Rebels? ]
Em http://www.businessweek.com/articles/2014-07-23/at-mp7-crash-site-more-evidence-of-tampering
[ After MH17 Crash: Why Can’t Ukraine Attack Rebels? ]
Em http://www.businessweek.com/videos/2014-07-21/ukraine-faces-challenges-in-overtaking-rebels-marx
Snaporaz
26 de julho de 2014 3:27 pmO governo dos EUA,não tem
O governo dos EUA,não tem limites quando se trata de fazer valer suas versões ou afirmações,por mais descabidas que possam ser.E, a repetem à cada crise com a mesma empáfia.Sequer tentam ser originais ou disfarçar a mesma matriz que produz há anos toda sorte de justificativas para suas incursões armadas pelo planeta.
Começando pela deposição do presidente constitucional da Guatemala,para atender o choramingo latifundiário da United Fruits,nos anos cinquenta,como advertência disciplinar à América Latina,como um todo, até os absurdos dos dias de hoje.
Antonio Carlos Silva - RJ
26 de julho de 2014 3:55 pmO Pentágono só dá a diretriz,
O Pentágono só dá a diretriz, as versões ( as vezes choramingosas) são dadas pelos apresentadores da grande mídia .
Dizem, que o Bonner ficou com a voz embargada ao falar das vítimas e ao mesmo tempo com os dentes trincados ao falar sobre os separatistas ucranianos e a Rússia de Putin .
Jorge Leite Pinto
26 de julho de 2014 3:38 pmHá um equícoco neste
Há um equícoco neste parágrafo:
Em vez de pressionar para esclarecer esses detalhes, a grande imprensa americana, simplesmente, passou a exibir a propaganda do Departamento de Estado dos EUA, informando que o ataque partiu do governo ucraniano, exagerando,…
Deveria ser: … partiu do governo russo (ou dos rebeldes pró-Russia)…
jc.pompeu
26 de julho de 2014 4:15 pm“Sistema ucraniano de mísseis
“Sistema ucraniano de mísseis confundiu o avião da Malaysia Airlines com caças inimigos“
diante da escalada de confusão generalizada… é grave e trágica esta confusão sistêmica da máquina eletrônico-militar-humana… mas que, não se compara com a insidiosa totalitária imperial confusão moral e política da propaganda e da inteligência da contrainformação midiática de estados geopolíticos ideológicos no campo de batalha cínico por “corações e mentes: minto!” da opinião global.
Jorge Rebolla
26 de julho de 2014 4:47 pm72ª brigada mecanizada de guardas ucraniana
[video:http://www.youtube.com/watch?v=9CSaxDZpjDY%5D
Luciano Prado
26 de julho de 2014 5:26 pmPega na mentira
Nesses tempos bicudos só idiotas acreditam na imprensa e nas instituições governamentais dos EUA.
Depois das armas químicas de destruição em massa do Iraque ninguém mais tem o direito de ser idiota.
Não é possível, por exemplo, que alguém pense que o massacre em Gaza seja compreendido como guerra.
A farsa – mais uma
Colin Powell segurando um frasco de antraz e dando uma apresentação para o Conselho de Segurança das Nações Unidas.
drigoeira
26 de julho de 2014 5:48 pmTá faltando alguma coisa aí!!!
É verdade que o Avião do Presidente Russo sobrevoou este local no mesmo dia do acidente???????????
Porque o Boeng da Malasia estava sobrevoando esta rota, sabendo do risco??????????
A hipótese de tentativa de derrubar o avião do Putin não está descartada.
Ivan de Union
26 de julho de 2014 8:42 pmEsta sim, Drigo.
Esta sim, Drigo.
Juan Ponce
26 de julho de 2014 6:00 pmTem alguma coisa no post que
Tem alguma coisa no post que justifica o título?
De onde vem esta teoria de confundir o 777 com caças, que não vi em lugar algum?
Nicolas Crabbé
26 de julho de 2014 9:04 pmCadê as Provas?
Tanto do lado das acusações dos EUA quanto da Rússia faltam provas para apoira suas versões.
O jornalista diz que conhece uma fonte que disse que “provavelmente” o míssil foi atirado pelas forças armadas ucranianas é tão leviano quanto os jornalistas do NYT e Washington Post.
A única coisa que se pode dizer com grande chance de acertar é que o avião foi derrubado por engano. Para o resto, enquanto não aparecerem elementos mais concretos, que as duas partes farão tudo para esconder, trata-se de guerra de propaganda.
Os EUA jogam sujo, mas achar que a Rússia é boazinha e só fala a verdade é tão ingênuo quanto acreditar em tudo o que o governo americano publica.
Marcos Carvalho
27 de julho de 2014 1:19 amApocalipse.
Em 17/03/2014 tivemos a anexação da Criméia, o que acontecerá em 23/04/2015 depende de nós e infelizmente desta mídia e destes governos, aiaiai…, pobres jornalistas, estão plantando bombas atômicas e nem se deram conta disto.
Flavio G P
27 de julho de 2014 5:42 amO título dá a entender que
O título dá a entender que um sistema ucraniano teria confundido alvos…
Mas o texto nã ofala nada disso!
Só comete a gafe de chamar o sistema BUK de “sistema sofisticado”…
O BUK é um sistema da época da guerra fria, os 20 KM são ridículos diante de sistemas sofisticados modernos!
Tanto Russia quanto Ucrânica possuem sistemas verdadeiramente sofisticados que jamais cometeriam este erro!
Os BUK são sistemas ultrapassados, baseados unicamente no RCS para aquisição de alvos que foram realocados para servirem de defesa para tropas que estã osofrendo ataque aéreo, onde já se sabe que o alvo é um inimigo!
Justamente a situação pela qual os rebeldes estão passando, sendo atacados pelos aviões SU-25 ucranianos.
Utilizar os BUK para um alvo aleatório através de reconhecimento visual é um erro que somente uma equipe sem treinamento cometeria!
Tanto Ucrania quanto Russia possuem sistemas antiaéreos de longa distância que não cometeriam o erro de não identificar uma aeronave de registro civil e não se enganariam com o alvo!!!
Ou foram os rebeldes trapalhões usando o BUK para algoque não é mais usado desde a decada de 80 ou foi derrubado um avião civil de propósito!
Carlos Francisco
27 de julho de 2014 6:49 amEsse foi o terceiro avião
Esse foi o terceiro avião derrubado pelos separatistas, não o primeiro, não sei porque ficar defendendo a semi ditadura russa, onde jornalistas que publicam algo contra o governo aparecem mortos, ou morrem em acidentes, como é bem típico da Rússia.
darci jorge prass
27 de julho de 2014 2:34 pmSistema ucraniano de misseis…
O articulista usa manobras de linguagem para tentar vender a sua versão dos fatos…sim, porque, aos fatos ele não tem e nem teve acesso.
– Curiosamente, pede que os USA cedam imagens de seus satélites para mostrar de onde foi disparado o míssil e por quem, e não pede a mesma coisa aos russos,, que tem satélites espiões que tem imagens do mesmo fato;
– Omite o fato de que Putin, logo após a queda do avião, telefonou para Barack Obama…teria sido para se explicar e se desculpar?
– Mas a pérola do artigo é acusar a imprensa americana é causadora de massacres…esta realmente é inacreditável…demonstra a completa ignorancia do articulista de como funciona a liberdade de imprensa, num país, onde a liberdade de expressão e de imprensa é levada a sério, é garantida por uma constituição que tem mais de 200 anos e não é ameaçada o tempo todo por idiotas como Franklin Martins ou Marco Aurélio Garcia.
Sebastiao Rocha
27 de julho de 2014 8:43 pmPutz….
Quer dizer que vc acredita em estorias contas pelos orgãos de impressa oficial americano?
Putz…
Aluno Eterno da Silva
27 de julho de 2014 8:52 pmSistema ucraniano de misseis…
Bem, Darci Jorge, em poucas palavras ; é ululante que você está a ver os estados unidos como um país do primeiro mundo cujo papel é de reinhar e sobre qual o povão pode confiar… não é? Normal, como quase a maioria dos brasileiro medios, o Senhor está a pronar a qualidade da imprensa americana e a desvalorizar(como quase cada brasileiro medio faz..) o Brasil.
Darci, pode se calmar, sabe por quê? Você não é sozinho no seu grupo…não infelizmente têm muitos de *fieis nele. É um espetáculo, sim um triste espetáculo pelo rebanho e o pior é que, visivelmente o truque ainda funciona muito bem.
Nenhuma ação é tomada sem o inteiro consentimento (consenso absoluto) daqueles ao redor da Mesa Redonda….. se você comprasse qualquer outra história = libre-arbitro …você tem, de acreditar mas estarei a discordar de você.
O rebanho é valioso em demasia para eles…… Capito? Sou estrangeiro e por ter vivido um quê no Brasil, posso tentar influenciar o raciocínio Darcy, não sou melhor ou pior que ninguém mas, eis , um jornalista que você vilipendeu ;
O artigo do Marco Aurélio Garci demostra, ao meu ver, o tipo de coragem e o discernimento que os brasileiros devem despertar no que diz às asneiras midiáticas (quaiquer que sejam elas…sobretudo as fontes provenientes da oligarquia) este artigo intitula-se ; **Marco Aurélio Garcia menospreza porta-voz de Israel** pode revelar-se muito útil.
Paz caro Darci.
Aluno
Aluno Eterno da Silva
27 de julho de 2014 8:56 pmSistema ucraniano de misseis…
Bem, Darci Jorge, em poucas palavras ; é ululante que você está a ver os estados unidos como um país do primeiro mundo cujo papel é de reinhar e sobre qual o povão pode confiar… não é? Normal, como quase a maioria dos brasileiro medios, o Senhor está a pronar a qualidade da imprensa americana e a desvalorizar(como quase cada brasileiro medio faz..) o Brasil.
Darci, pode se calmar, sabe por quê? Você não é sozinho no seu grupo…não infelizmente têm muitos de *fieis nele. É um espetáculo, sim um triste espetáculo pelo rebanho e o pior é que, visivelmente o truque ainda funciona muito bem.
Nenhuma ação é tomada sem o inteiro consentimento (consenso absoluto) daqueles ao redor da Mesa Redonda….. se você comprasse qualquer outra história = libre-arbitro …você tem, de acreditar mas estarei a discordar de você.
O rebanho é valioso em demasia para eles…… Capito? Sou estrangeiro e por ter vivido um quê no Brasil, posso tentar influenciar o raciocínio Darcy, não sou melhor ou pior que ninguém mas, eis , um jornalista que você vilipendeu ;
O artigo do Marco Aurélio Garci demostra, ao meu ver, o tipo de coragem e o discernimento que os brasileiros devem despertar no que diz às asneiras midiáticas (quaiquer que sejam elas…sobretudo as fontes provenientes da oligarquia) este artigo intitula-se ; **Marco Aurélio Garcia menospreza porta-voz de Israel** pode revelar-se muito útil.
Paz caro Darci.
Aluno
Frederico69
27 de julho de 2014 10:46 pmé bom os americanos mostrarem o que tem
porque os russos já mostraram as informações deles, e tudo aponta pros ucranianos. até agora os americanos só gargantearam…