10 de junho de 2026

Governo pode finalizar transição ecológica até 2025

Plano tem sido tratado como prioridade, segundo Haddad; estratégia inclui regulamentação do mercado de créditos de carbono
Fernando Haddad, ministro da Fazenda. Foto: Diogo Zacarias

Uma das prioridades do governo federal é dar andamento ao Plano de Transformação Ecológica, atualmente em andamento e que deve apresentar partes finalizadas ainda este ano, segundo informações do ministro da Fazenda Fernando Haddad.

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A expectativa inicial é que o país tenha finalizado esse processo no começo de 2025. Entre as medidas esperadas, está a regulamentação do mercado de créditos de carbono, taxinomia e a realização de investimentos em títulos soberanos sustentáveis, entre outras medidas.

O Plano de Transformação Ecológica prevê investimentos de R$ 1,68 trilhão com aportes em diversos setores. Em linhas gerais, a política contempla 100 ações divididas em seis eixos principais: a criação de um mercado regulado de carbono; a emissão de títulos soberanos sustentáveis; a criação de uma taxonomia sustentável nacional e a reformulação do Fundo Clima para financiar atividades que envolvem inovação tecnológica e sustentabilidade.

Outro objetivo do plano é criar o mercado regulado de carbono no País, a emissão de títulos soberanos sustentáveis e a reformulação do fundo clima para financiar atividades que envolvam inovação tecnológica e sustentabilidade. Na avaliação de Haddad, a iniciativa foi muito bem recebida pelo mercado.

“Nós lançamos em Nova York o Plano de Transformação Ecológica, que já está em andamento no Brasil. E em um ano pretendemos estabelecer a taxonomia, para que ela esteja em funcionamento a partir de janeiro de 2025”, disse Haddad.

De acordo com o ministro, algumas medidas já estão adiantadas: projeto que regula o mercado de crédito de carbono está para análise do Senado Federal, o de Combustível do Futuro para votação na Câmara dos Deputados e a emissão dos primeiros títulos soberanos sustentáveis será feita nas próximas semanas.

Tatiane Correia

Jornalista, MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Com passagens pela revista Executivos Financeiros e Agência Dinheiro Vivo. Repórter do GGN desde 2019.

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