
Até agora a coordenação da campanha não coordena.
Há um grupo de pessoas, composto pelo marqueteiro João Santana, Aluizio Mercadante, Franklin Martins, o presidente do PT Rui Falcão aos quais se agregaram, recentemente, o Ministro das Comunicações Paulo Bernardo e o assessor especial de Dilma Giles Azevedo.
É um grupo que discute estratégias mas não define rumo. Cada qual define seu próprio rumo, aliás.
A rigor, há três focos de tratamento da imagem de Dilma.
Santana tem sua visão estratégica. Define um caminho e vai em frente sem se incomodar com as questões mais táticas – responder a um ataque aqui e ali. Na opinião desses observadores, errou ao pretender criar uma imagem para Dilma dissociada dos oito anos de Lula. Aparentemente deu-se conta do erro e começa a acertar o rumo reconstruindo o discurso de 12 anos.
O segundo foco é o trabalho do Secretário de Comunicação Thomas Traumann. Há o reconhecimento do belo trabalho de recuperação de imagem de Dilma, correndo atrás do tempo perdido. Mas não tem influência na coordenação.
O outro eixo é protagonizado por Franklin Martins e pelo presidente do PT Rui Falcão, mais empenhados nas guerras táticas de informação. Franklin é responsável pelo site MudaMais.
Recentemente ocorreram ruídos na campanha, com a história da crítica contra a CBF publicada no site. Também saíram notas sobre conflitos em torno do slogan, entre o MudaMais proposto por Franklin e outro proposto por Santana.
São dois episódios ridiculamente minúsculos, tão irrelevantes que nem Dilma se importou com eles. Mas foram esquentados e apresentados como pontos de crise na campanha e como sinal de que Mercadante assumiria a coordenação geral.
A questão é que o balão foi empinado internamente, assim como os ataques recentes a Franklin.
Apesar do protagonismo de Mercadante, e de se saber de suas ligações com a mídia paulista, os dois movimentos não são atribuídos a ele. A suspeita é que os petardos tenham partido de Paulo Bernardo, o único dos membros da coordenação que alimenta desavenças radicais com Franklin. Os tiros ocorreram pouco depois da sua entrada no grupo.
Ele seria a fonte misteriosa alimentando o off da cobertura.
O desgaste dos candidatos
Em relação à última pesquisa do Datafolha, grosso modo reflete o quadro atual, embora a Folha tenha exagerado na palavra “empate”. Pela metodologia do Datafolha, a margem de erro de 2 pontos ocorre no nível de 50%. No nível de 40% a margem é menor. Além disso, se a diferença entre Dilma e Aécio é de 4 pontos e a margem é de dois, a probabilidade da diferença ficar em 8 pontos é a mesma do empate anunciado. Portanto, não existe empate estatístico.
Mesmo assim, não se tem ilusão sobre o desgaste de Dilma.
Há um processo claro de desgaste de Dilma e do governo PT em geral, algo natural depois de 12 anos no poder. Mas nada que não possa ser parcialmente combatido durante a campanha, principalmente porque as pesquisas qualitativas têm demonstrado grande rejeição do eleitorado a Aécio Neves – que enfrenta problemas de imagem tão fortes quanto os de Dilma, embora de natureza distinta. É isso o que explica ele empacar em 20% apesar do aumento de rejeição de Dilma.
Assim como no caso de Dilma, não se afasta a possibilidade de se reverter a imagem de Aécio durante a campanha.
A recente manchete da Folha contra Aécio – em cima de um tema irrelevante – é visto como sinal de que irá começar em breve a campanha de baixarias contra Dilma.
Marcos Antônio
21 de julho de 2014 12:56 amNa minha humilde OPINIÃO,
Na minha humilde OPINIÃO, este seria um fato CONHECIDO e por isso a folha SE ANTECIPOU e fez seu trabalho com OPORTUNIDADE DE TEMPO para que o ARROCHO se defender.
Isso IRIA APARECER NA CAMPANHA. Eles só anteciparam…
Ganharam respaldo(?) junto aos coxinhas e não causaram danos ao Arrocho.
Já com a Dilma, as reportagens sairão NA VÉSPERA DAS ELEIÇÕES SEM QUE ELA TENHA CHANCES DE DEFESA…
Depois que passar as eleições, eles dirão: Erramos…
Ivan de Union
21 de julho de 2014 12:58 am“A recente manchete da Folha
“A recente manchete da Folha contra Aécio – em cima de um tema irrelevante – é visto como sinal de que irá começar em breve a campanha de baixarias contra Dilma”:
Uma “manchete” tao extremamente coordenada e cronometrada com o bunker de Aecio que ate eu pensei isso tambem.
Preparem se pras guerras! Se eu tiver que advinhar…
Nao, nao posso, sorry.
Filipe Rodrigues
21 de julho de 2014 1:01 amEsse Paulo Bernardo é um inimigo interno no governo Dilma
Se votasse no Paraná, não votaria nessa Gleisi de jeito nenhum, inclusive há um movimento em formação no PT paranense:
Deputado do PT vai coordenar comitê suprapartidário Dilma-Requião
Blog do Esmael
Deputado Doutor Rosinha, símbolo da militância aguerrida do PT, vai coordenar o comitê suprapartidário Dilma-Requião no Paraná; presidente do PT de Curitiba, Natalino Bastos, confirmou ao Blog do Esmael a crescente dissidência, que desidrata campanha de Gleisi Hoffmann ao governo do Paraná; vice-prefeita de Curitiba, Mirian Gonçalves, principal nome petista na capital, também ingressará no comitê suprapartidário com lideranças do PT, PCdoB e PDT; entre os dissidentes, há expectativa de desistência de Gleisi da corrida eleitoral; nesse cenário, disputa ficaria polarizada entre Requião e o governador Beto Richa (PSDB) e eleição seria decidida em apenas um turno.
O deputado federal Dr. Rosinha, do PT, foi alçado à coordenação do comitê suprapartidário em apoio à reeleição da presidenta Dilma Rousseff (PT) e da eleição do senador Roberto Requião (PMDB) ao governo do Paraná. O parlamentar, que não vai disputar a eleição neste ano, foi escolhido por unanimidade dentro de um grupo petista dissidente que não quer nem ouvir falar na candidatura da senadora Gleisi Hoffmann (PT).
Na manhã desta terça-feira (15), o Blog do Esmael anotou com exclusividade que lideranças do PT, PCdoB e PDT organizam um comitê Dilma-Requião no Paraná: (http://www.esmaelmorais.com.br/2014/07/setores-do-pt-pdt-e-pcdob-organizam-comite-suprapartidario-dilma-requiao/)
O presidente municipal do PT de Curitiba, Natalino Bastos, ao Blog do Esmael, confirmou a dissidência no partido pró-Requião. Segundo ele, a direção curitibana foi democraticamente eleita no PED (Processo de Eleição Direta), em novembro, mas completamente excluído da coordenação da campanha de Gleisi. “A coordenação passou por cima da instância municipal e se organizou na capital através das zonais, nos deixou fora, portanto, não temos nenhum compromisso com isso aí”. Natalino promete para tarde de hoje uma nota oficial sobre o caso.
Além de Dr. Rosinha e Natalino, a vice-prefeita de Curitiba, Mirian Gonçalves (PT), também deverá desembarcar nos próximos dias no comitê suprapartidário Dilma-Requião. Ela é cotada para coordenar as atividades sindicais da dobradinha.
Ouvido pelo Blog do Esmael, Requião disse que não tem como proibir o recebimento de adesões suprapartidários, mas declara-se como eleitor crítico de Dilma. “Sabe como polaco chama mosquito? Não chama, ele vem sozinho”, desconversa.
“O meu voto é da Dilma porque as opções são as piores possíveis, é o neoliberalismo puro e simples sem mesmo as estratégias de manutenção do poder do PT”, afirmou mais cedo o candidato do PMDB. Para ele, Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB) são neoliberais sem preocupação com o mundo do trabalho.
Na ala dissidente do PT, especula-se que Gleisi Hoffmann pode desistir da candidatura ao Palácio Iguaçu. Se se confirmar esse movimento, a disputa ficaria polarizada entre Requião e o governador Beto Richa (PSDB). Ou seja, a eleição seria decidida em apenas um turno.
Under_Siege
21 de julho de 2014 1:26 amem 4 anos
este P Bernardo só jogou CONTRA!
Caramba, como a Dilma ainda tolera este elemento quinta-coluna?
No Paraná, é REQUIÃO, cabra sério!
Acorda, Presidente Dilma, pelamordedeus!!!
+almeida
21 de julho de 2014 1:20 amDenúncia maliciosa
Acredito que a notícia-denúncia contra Aécio seja um álibi que criaram para usarem como defesa. Quando bombardearem intensamente a campanha de Dilma, com baixarias e sujeiras de toda a ordem (é só o que sabem criar), usarão essa notícia contra Aécio para se defenderem das críticas e repreensões que receberão da parte da sociedade decente, ajuizada e que preserva e propaga a valorização moral e os bons costumes.
+almeida
21 de julho de 2014 1:20 amDenúncia maliciosa
Acredito que a notícia-denúncia contra Aécio seja um álibi que criaram para usarem como defesa. Quando bombardearem intensamente a campanha de Dilma, com baixarias e sujeiras de toda a ordem (é só o que sabem criar), usarão essa notícia contra Aécio para se defenderem das críticas e repreensões que receberão da parte da sociedade decente, ajuizada e que preserva e propaga a valorização moral e os bons costumes.
droubi
21 de julho de 2014 1:34 amAssim fica dificil.
Quando
Assim fica dificil.
Quando fazem uma materia contra a Dilma, eh “baixaria”.
Quando fazem uma materia contra o Aecio, o tema eh “irrelevante”.
Como pode alguem do partido do Sergio Buarque de Holanda considerar patrimonialismo tema irrelevante?
E como podem reclamar de baixarias quando as materias sao contra a Dilma? Entao a materia contra o Aecio hoje nao foi baixaria?
O problema estaria entao apenas no volume das baixarias da FSP?
Totalmente enganados.
Basta ver que o resto da midia abafou o caso. Se fosse apenas a criacao de um alibi pra depois comecarem a bater na Dilma, o resto da grande midia nao viria de carona?
Ninguem enxergou dedo do Cerra neste episodio do aeroporto em MG?
Todo mundo sabe que se chafurdarem este esquema em Claudio-MG tem muito mais fogo pra lancar sobre o Aecio.
Pra mim eh obvio que o levantamento deste assunto pela FSP foi apenas um aviso pela demissao do Xico Graziano.
Se o Aecio nao entrar na linha, o Cerra vai soltar os cachorros pra cima dele.
Coisa que o PT deveria fazer, mas morre de medo. Coitados.
Lucinei
21 de julho de 2014 1:47 am“…Thomas Traumann. Há o
“…Thomas Traumann. Há o reconhecimento do belo trabalho de recuperação de imagem de Dilma, correndo atrás do tempo perdido.”
Reconhecimento por parte de quem, santo deus? Que belo trabalho foi esse, o power point com a avaliação da copa?
Não tenho menor interesse em menoprezar ninguém, mas pra população o que passou foi “a presidente comemora o resultado “positivo” da copa”.
robertog
21 de julho de 2014 1:48 amSe ninguém animar as diversas
Se ninguém animar as diversas militâncias, desde os internos profissionais ou semi do PT, passando pelos blogueiros, pelos militantes dos movimentos sociais e dos sindicatos, chegando nos intelectuais influentes, não há mágica de bunker que faça milagre. O maior problema da Dilma é essa insularização em relação às fontes reais de sustentação política e ideológica desse governo, que se situam numa zona que não é a dela, mas mais a do Lula.
Pelo dito acima, acho que é um erro grande imaginar que as eleições se decidem na cúpula. Especialmente, num partido como o PT, em que as cúpulas são no máximo toleradas pela grande maioria das elites econômicas e culturais e por isso não têm capacidade de impor sua agenda. Sua força não vem da esperteza, mas da capacidade de mobilizar setores da sociedade que normalmente apenas vêem a caravana passar e de instalar, pelo menos parcialmente, a agenda desses últimos. Se o “bunker” não perceber isso, não entendeu nada nem desses últimos doze anos nem do período anterior.
Jofran Oliva
21 de julho de 2014 1:50 amA opinião geral nas reuniões com militantes. . .
A opinião geral nas reuniões com militantes do PT no estado do Paraná é de que essa eleição será duríssima, muito provavelmente com segundo turno e que a oposição usará de todas as baixarias possíveis para atingir a presidenta Dilma e o PT no intuito de voltar ao poder. Mas a militância está muito animada, além da reeleição da presidenta Dilma pela primeira vez no Paraná o PT tem fortes chances de ganhar o governo com a candidata Gleise Hoffmann.
joao
21 de julho de 2014 10:37 amtem razao
Em SP nao passara, era para ser Lula e ai sim fica a Dilma na chaleira.
Euler Conrado
21 de julho de 2014 1:56 amA tese de que a Folha quis
A tese de que a Folha quis “queimar” uma denúncia que poderia aparecer às vésperas da eleição me parece a mais razoável. E explico o meu ponto de vista. A Folha ou a Veja ou o Estadão não precisam de razões “éticas” para atacar o governo Dilma, como vêm fazendo há vários anos. Portanto, não me parece que tenha sido uma jogada do tipo: ataco Aécio agora, para atacar a Dilma em seguida, com mais força, e de forma mais ampliada.
Ao fazer uma denúncia contra o candidato tucano, nesta altura, dando-lhe total oportunidade de se defender, a intenção é que a notícia se torne insignificante ao longo das próximas semanas. Vejam o que aconteceu com o mensalão tucano (diferentemente do mensalão do PT, que até hoje é manchete), que praticamente ninguém mais fala no assunto. Ou com o Trensalão dos tucanos de SP, que é como se nem tivesse existido.
Uma segunda possibilidade, é a de que tenha havido chumbo trocado nas hostes tucanas. Claro que Serra e seus seguidores não esqueceram todo um histórico de traições ocorrido entre tucanos mineiros e paulistas.
Não se pode nem mesmo afastar a hipótese de que a Folha tenha, de forma calculada, apostado no crescimento do candidato tucano a partir de um escândalo, já que estaria difícil apostar no seu crescimento por méritos. Neste caso, ao discutir nacionalmente um pequeno grande escândalo, e havendo a chance do candidato provar que não é tão ruim quanto parece ser, ficaria o saldo de ter se tornado mais conhecido ou popular. É uma lógica meio doida, mas, não desprezemos certas jogadas.
Não esqueçamos que Dilma ganhou pontos com um acontecimento que teoricamente seria ruim para ela: quando foi xingada no estádio, durante a abertura dos jogos da Copa. Pode ser que Aécio esteja em busca de abrir uma janela para se tornar o centro das atenções, ainda que de uma forma muito estranha. E o aeroporto seria a deixa para uma decolagem rumo a um voo mais alto… ou para uma queda com aterrisagem forçada. Nos próximos dias saberemos.
Lucinei
21 de julho de 2014 11:13 amFaz sentido.
Mas uma coisa
Faz sentido.
Mas uma coisa não exclui a outra. Talvez até se refforcem. Ou seja, queimam uma denuncia contra o aécio, posam de neutros, e em seguida depejam chumbo grosso no pt, pt, pt.
CGão
21 de julho de 2014 2:04 amEssa turma tá levando de
Essa turma tá levando de paulda na net. Equanto Dilma leva pencada por causa dos mais de R$ 30 bi gastará como o novo banco, ninguém sabe que o os R$ 12 bi que ganhou da China da úlitima vez que foi lá ainda não vieram por falta de um banco que seja da confiança múltua.
maurobrasil
21 de julho de 2014 2:09 amAecioporto virou pista de aeromodelismo
“Aecioporto” não é inútil. Virou pista de aeromodelismo. Assista os vôos na “obra pública”
20 de julho de 2014 | 18:07 Autor: Fernando Brito
Vista áerea do Aecioporto
https://www.youtube.com/watch?v=YCJ_UnNcsrc
Show aéreo no Aecioporto
https://www.youtube.com/watch?v=KMZyUAIWar0
Aécio justifica a construção do aeroporto na fazenda de seu tio, Múcio Tolentino que, segundo a Folha “ficou pronto em outubro de 2010 e é administrado por (seus) familiares”, elo fato de Cláudio – município com 28 mil habitantes, segundo o Censo do IBGE- ser um “grande pólo de fundições e metalúrgica, considerado um dos maiores do Brasil e da América Latina” .
Mas, se é tão importante, porque está abandonado desde então, há quaro anos??
Porque seus primos é que têm as chaves do terreno, uma vez que o Estado de Minas Gerais já foi imitido na posse do terreno onde se situa?
Pois, sem ter a posse, como iria fazer uma obra de R$ 14 milhões em terreno privado?
Quatro anos e ainda falta entregar documento para a homologação?
Quem está usando “uma vez por semana” um investimento público?
Bem, este blog, num esforço de reportagem, encontrou pelo menos algum uso para o aeroporto.
É um grupo de rapazes, amantes do aeromodelismo, que usa a pista construída com o dinheiro público mineiro para se divertir a valer.
Como eles mesmos dizem, com churrasco, cerveja e calor.
Graças a eles, podemos testemunhar, com uma animada trilha musical, a única utilização confirmada do aeroporto construído à base do “choque de gestão”.
E, no segundo vídeo, um espetacular “show aéreo” dos brinquedinhos, mostrando toda a habilidade dos nossos pilotos de brincadeira.
Infelizmente, meus amigos, não é uma brincadeira, porém, ver o dinheiro público virar isso…
Uma beleza, o Aecioporto.
Vista áerea do Aecioporto
https://www.youtube.com/watch?v=YCJ_UnNcsrc
Show aéreo no Aecioporto
https://www.youtube.com/watch?v=KMZyUAIWar0
José Abrantes Gonçalves
21 de julho de 2014 2:21 amDúvida
Alguém saberia me dizer o que fez ou faz o sr. Paulo Bernardo para ter alguma relevância?
Gunter Zibell - SP
21 de julho de 2014 2:27 amSó o tempo de TV resolve?
http://www.jornalggn.com.br/blog/gunter-zibell-sp/so-o-tempo-de-tv-resolve
Francy Lisboa
21 de julho de 2014 4:59 amEu acho que não Gunter, por
Eu acho que não Gunter, por exemplo, Aécia vem a quase um ano escrevendo colunas e aparecendo ao lado de personalidades públicas sempre na oportunidade de falar mal do Governo atual. Mesmo assim, o rapaz fica não sai dos 20%. De fato, expoisção na midia NÃO resolve.
maria rodrigues
21 de julho de 2014 2:37 amA Folha, como parte da
A Folha, como parte da imprensa golpista, não merece a menor confiança. Se assim fosse, perseguiria os petistas “mensaleiros”, e também os tucanos, tão mensaleiros quanto. Cadê que sai alguma coisa contra tucanos envolvidos num crime de caixa 2, anterior ao julgado pelos petistas? Estes, na verdade, seguiram a cartilha dos tucanos, com o mesmo operador, por sinal. O que estão fazendo, ainda hoje, é seguir os passos de José Dirceu e Genoíno, pelo menos.
Ivan Arruda
21 de julho de 2014 2:40 amPrimeira estratégia do PIG:
Primeira estratégia do PIG: Segundo turno
É óbvio que a candidatura do Aécio será abandonada na beira da estrada. Nem com aeroporto particular ele decola. E sua animação não depende de aeroporto, mais de heliporto. Se ele for para o segundo turno, metade da turma da Marina não vai com ele. Mas, e se for a Marina para o segundo turno, a segunda estratégia do PIG? Escolher adversário é sim, sinal de inteligência. E eu concordo com essa estratégia de aparentes cabeçadas. Perceberam como as campanhas ambientais se intensificaram, com ênfase nos crimes dessa mesma natureza? Então…
morallis
21 de julho de 2014 2:51 amNão se iludam, todass as
Não se iludam, todass as hipóteses aqui levantadas estão sendo
analisadas pelo PSDB e PIG em geral ( eles adoram este blog) e
tambem pelo governo é claro. A essas alturas alguem daqui já
desmontou o esquema,o que não é dificil.Mantenho o que disse
em outro “post, não creio se tratar de “levantamento de bola” e
sim cortina de fumaça, se o Serra esta enfiado ai? Bem possível.
cubalivre
21 de julho de 2014 2:54 amQue nada essas denuncias são
Que nada essas denuncias são só para animar a campanha, pois essa oposição é muito fraquinha. Na hora de trocar o time a população vai olhar para o banco de reservas e não verá ninguem qualificado e ficará com a Dilma mesmo, pois time que está ganhando a população não mexe!
Antonio Passos
21 de julho de 2014 3:17 amDesde quando a Folha precisa preparar ataques a Dilma ?
Desculpem mas esta hipótese é sem sentido. Depois de oito anos batendo diariamente no governo, não haveria a menor necessidade da Folha fazer hedge atacando Aécio.
E desde quando construir um aeroporto sem necessidade, é algo irrelevante ? Só se for para o psdb, porque se fosse o PT aí seria uma tragédia, a derrocada da campanha não é.
Não estão esquecendo do efeito Serra ? Ou alguém acha que Serra quer mesmo que Aécio se eleja ? Acho que para ele o melhor seria mais quatro anos de Dilma e em 2018 ele tenta de novo.
MarFig
21 de julho de 2014 11:09 amTalvez seja irrelevante
Talvez seja irrelevante quando se trata de tucanos. Pra ser relevante algum crime feito por eles, poderia ser, por exemplo, uma filmagem de um cacique do psdb matando a própria mãe. Apesar de que tenho minhas dúvidas se o PIG daria a devida repercussão e isso acabaria se tornando irrelevante também.
altamiro souza
21 de julho de 2014 4:23 amacho que não adianta prever o
acho que não adianta prever o óbvio – o contínuo ataque da grande mídia coronelística eletronica – o tal do pig – contra dilma como sempre ocorreu nestes últimos 12 anos.
não seria desta vez que eles mudariam e concordo que permneceremos temerosos de ataques absurdos principalmente às vésperas das eleições….
mas a diferença é grande – tanto a diferença em termos de pesquisa quanto fundamentalmente em termos de projetos e programas de governo – q2uem fez o que fez nestes 212 anos fará muito mais de quem – tuicanos ou quer outro da oposição – jamais fez e pelo jeito jamais fará nada pelo país a não entregá-lo aos interesses estrangeiros.
maria utt
21 de julho de 2014 5:17 amrecado
a) Sobre a denúncia do aeroporto, isso foi recado. Lembremos que o dossiê do Aécio contra o Serra virou o livro A Privataria Tucana, mas ainda existe um do Serra contra o Aécio.
b) Aécio, pra tentar conter o Serra, chamou até o serrista Aloysio Nunes pra vice. Um vice que já foi motorista do Marighella não soa nada bem para uma candidatura que quer os votos da direita. Não que esse eleitorado possa votar em Dilma, mas pode votar nulo.
c) Primeiro foi a apreensão do helicóptero do pó, agora essa história do aeroporto. Estão vazando essas informações a conta-gotas. Se metade do que ouvi aqui em BH for verdade, isso é só ponta do iceberg. Essa denúncia é um jeito de dizer: olha só o estrago que eu posso fazer, se eu quiser.
Pra quem espera fogo pesado contra a Dilma, é bom comprar mais pipoca, algo me diz que ainda veremos o Aécio ser alvejado diversas vezes na campanha. Telhado de vidro dele é que não falta.
Fr@ncisco
21 de julho de 2014 5:19 amO QUE É UM AECIÓDROMO PERTO DE TRENSALÃO E SECADÃO, TUCANOS?
Querem desviar o foco e vacinar o candidato antes de esquentarem a campanha, pois quem “some” com um helicóptero carregado com meia tonelada de cocaína e faz virar pó escândalos da extensão do Trensalão e da incompetência tucana em deixar secar o Cantareira, é capaz de abafar qualquer coisa que fuja de seus interesses.
Urge no Brasil as reformas, política, justiça e tributária, e a regulação dos meios de comunicação para extinção do monopólio familiar hereditário, em beneficio da pluralidade e da não seletividade, da informação, próprias de paises, de fato, democráticos e desenvolvidos.
Alexandre Tambelli
21 de julho de 2014 5:36 amA notícia na Folha de São Paulo tem um lado mais silencioso.
A notícia na Folha de São Paulo tem um lado mais silencioso.
Vai além dos temas:
A) Tentativa de mostrar imparcialidade;
B) “Fachada” para depois atacar com força DILMA;
C) Casadinha: “Eu denuncio” e Aécio já tem a resposta pronta para a denúncia;
D) A ideia de que seria um antídoto antecipado para uma denúncia que viria, de qualquer jeito, mais próximo da eleição de outubro.
Destaco este lado silencioso com outras hipóteses:
1) Existe uma disputa interna na campanha do PSDB. José Serra não ficou satisfeito com a situação dele, de não ser ele o candidato, ainda mais com o desempenho pífio de Aécio e seus ainda, 20%, que não parece mudar nem com um empurrãozinho diário da velha mídia.
Em 2012 esse grupo político formado de 3 partidos (PSDB, DEM e PPS), hoje 2 partidos (PSDB e DEM) não teve mais de 20% dos votos municipais, é o que mantém, agora.
SERRA em 2010 teve 33% dos votos válidos em primeiro turno. Hoje, segundo pesquisas, e que nós desconfiamos, Aécio + Eduardo dão 28% e todos os adversários de DILMA não superam os votos de DILMA chegando a 36%, contando o exagerado número de votos dos nanicos.
Aécio vai crescer mais 13% para empatar o percentual de Serra em 2010?
Serra estaria por detrás da reportagem de Capa? O PSDB de São Paulo? A mídia paulista serrista?
2) A Folha de São Paulo pode estar dando, também, um chacoalhão na candidatura de Aécio Neves, porque está percebendo a fragilidade + descuido (despreparo) do candidato e o sossego dele, crendo que é só jogar para a plateia e pronto: como quando ele disse nesta semana que Dilma não pode sair na rua, para olhar no olho do eleitor.
Vamos ser sinceros o candidato Aécio Neves não anda convencendo o eleitorado, se continuar assim, será como Serra derrotado mesmo com todo o apoio midiático que possui.
A Folha de São Paulo gasta toda a energia e credibilidade, se é que ainda tem, e o candidato que ela apoia não aproveita o espaço que tem para crescer nas pesquisas. Assim, não dá.
3) A possibilidade do jornal (talvez, a velha mídia junta) se debandarem para o lado de Eduardo Campos e Marina, se for preciso. Ter alguma esperança de que seja Eduardo mais capaz de vencer Dilma do que Aécio. Denuncia contra Aécio seria álibi para a debandada.
Seria uma hipótese plausível. Não seria desejável um competidor contra Dilma em segundo turno com a fragilidade de Aécio. Vencer Dilma, apesar de toda ajuda da Folha e de outras mídias hegemônicas não será fácil.
Tem toda uma conjuntura não explorada ainda pelo PT por falta de mídia, no horário político será: pleno emprego, queda da inflação, aumento real do salário mínimo, consumo de massas, pré-sal e Petrobrás + Royalties para Educação e Saúde, infraestrutura, programas de distribuição de renda, programas sociais e educacionais do Governo do PT, etc. e que me parece não foi estudada por Aécio Neves.
Nas sabatinas do Roda Viva, da Globo e da Folha Aécio titubeou nas respostas, não foi contundente. Deram a bola na marca do pênalti para ele e ele não chutou nem na trave.
Não adianta só a cara de bom moço, tem que parecer sério e tem que estar preparado. O convencimento do eleitor em 2014 será difícil. Estamos numa fase de descrédito com a Política e político despreparado não tem vez.
Eduardo Campos é um Político mais profissional do que Aécio Neves.
Aécio não teria mais o sobrenome do avô e mídia do que predicados próprios?
É só observar sua atuação parlamentar pouco representativa em relação a apresentar projetos, na realização de discursos oposicionistas no Senado. Nós pouco vemos destacada a sua participação no Congresso Nacional e até se mostra como destaque as ausências em plenário.
Um Político que no final de semana vai para o Rio de Janeiro curtir a Vida e não fica em seu Estado ou viajando pelo País para fazer Política em diretórios do partido, em eventos da política partidária não ganha eleição para Presidente.
Eu tenho uma certeza, a troca de candidatura não será nenhum parto para a velha mídia. Tanto uma candidatura como outra (Aécio ou Eduardo) estão baseadas mais em mídia do que em partidos fortes e bases sociais ou sindicais. Só tem chance de vencer se for bem nos debates em TV e Rádio e na propaganda eleitoral.
Não há como um candidato estar presente em todos os lugares do Brasil. Ele fará campanha em poucos lugares e mínima parcela do eleitorado terá contato real com qualquer que seja o candidato. As redes sociais vão falar mais para os já convertidos. O povão será convencido do voto, além do rádio e da TV, na base do diálogo da militância.
E quem tem militância e partidos fortes nesta eleição é a candidata Dilma, certo?
Maria Rita
21 de julho de 2014 10:20 amNão é crítica, mas um detalhe
Não é crítica, mas um detalhe importante que ainda vai dar frutos. O item c sozinho já é um bom argumento para que a mulher de Franklin Martins entre na justiça contra a matéria da Folha. O direito de resposta só é dado para os aliados dos donos do jornal. Ainda mais assim tão vapt vupt. A estratégia da mídia vai agora ser chamada de fogo amigo, por acaso?
Nilva de Souza
21 de julho de 2014 5:44 amUm dúvida. Não é nesse
Um dúvida. Não é nesse município de Cláudio que um tio/ parente do Aécio era/é juiz que vendia/venderia sentenças pra traficantes?
Este assunto rodou durante um tempo na internet, bem antes do helipóptero.
Jose Emilio
21 de julho de 2014 8:38 amAeroporto do Aécio
A leitura que faco dessa matéria é simples-
A Folha com esta dnúncia quer apenas mostrar-se mais imparcial fazendo que as pessoas nao duvidem das suas pesquisas eleitorais,
Só que pra mim isto nao cola!
José Emílio Guedes Lages-Belo Horizonte
Francisco de Assis
21 de julho de 2014 10:10 amO ATAQUE DA FOLHA A AÉCIO: PODE PARAR, SENADOR!
O ATAQUE DA FOLHA A AÉCIO: PODE PARAR, SENADOR!
A denúncia da Folha de São Paulo contra o candidato Aécio Neves, do PSDB, com a reportagem “Minas fez aeroporto em fazenda de tio de Aécio”, pode ter sido apenas um jogo de cena para o jornalão recuperar alguma “credibilidade”, preparando terreno para ataques pesados ao PT, a Lula e a Dilma, como sugerido por alguns analistas.
No entanto, o fato de ter sido publicada com máximo destaque, numa edição dominical, não fortalece esta hipótese e aponta para algo mais sério. Se o objetivo final é o PT, podiam ter, por exemplo, publicado na edição de segunda-feira, com menos danos ao candidato preferido do Folhão e com o mesmo efeito.
Outras possibilidades, portanto, devem ser levadas em conta. Pode ser, por exemplo, que o grande engajamento do Folhão para enfraquecer o PT e beneficiar o PSDB não esteja sendo devidamente reconhecido pelo candidato. Ora, neste esforço de guerra contínua do Folhão paulista contra o governo trabalhista se inclui nada menos que nove anos de cobertura pesada, negativa e parcial, do mensalão do PT e bem mais que nove anos de encobrimento, entre outros, do mensalão do PSDB de Minas, da Lista de Furnas e dos trensalões do PSDB de São Paulo, somando-se agora o enorme esforço de “aceitar” e turbinar Aécio, o que inclui o fabuloso empate do Datafolha, entre outras travessuras.
E, depois de tudo isso, vem o mineirim Aécio, frequentador de FHC, envaidecido da “SUA grande capacidade” de derrotar o PT, se achar o máximo, o Tancredo redivivo, e concluir que tudo decorre da sua “fabulosa gestão” em Minas, e querer mandar em São Paulo. E pensar que Aloysio Nunes como vice já contempla a demanda paulista. E demitir o “paulista” Xico Graziano e colocar no seu lugar a “mana mineira” Andréa Neves. “Pode parar, senador! Non ducor, duco!”.
Assim, a reportagem pode ter sido um recado empresarial da Folha, uma espécie de “Vamos conversar, candidato?”, que leve a uma retribuição justa ao jornalão pelo seu esforço e empenho, e as burras de Minas que aguentem. Ou, pior ainda, trata-se de recado paulista transmitido pelo Folhão, e se refere à disputa pelo butim Brasil, uma vez acenada a vitória do Arrocho no segundo turno. Aqui, o buraco é mais embaixo, e inclui na jogada aquele que se julga o grande condottieri paulista, o último dos moocanos. Ou seja, “vamos conversar” direitinho, desde já, quem fica com a chave do Tesouro. Algo na linha “São os paulistas que vão lhe eleger ou derrotar, senador, não FHC ou seus indicados. Não toleraremos mais espertezas do tipo Dornelles ou Malan. Dessa vez, ou dá ou desce.”
Como uma coisa não impede nenhuma outra, o mais provável é que esteja tudo junto e misturado.
Se essa turma já fez o que fez no governo FHC/PSDB, quando o Tesouro tinha a grandeza de bilhões de dólares, imagine-se agora o que farão para chegar lá, quando o butim chega aos trilhões, com o pré-sal e outras riquezas.
joao
21 de julho de 2014 10:55 amvou pensando assim!
Os primeiros passas foram com os intitucionais amplos pelo Brasil, censurados e depois cortados como se fossem propaganda do PT.
Segundo foi pedido retirar da divulgacao como obra da Dilma.
Terceiro partiram para os estados e em SP com a briga em ambito federal e os partidos da oposicao foram cancelados pela justica, e o governo da situacao retirou os seus.
Ai nos sabemos que mexeu no bolso da midia, pq que mais financia o PIG eh o federal e estadual.
Enfim, eh fogo amigo por causa de verba e tem tudo a ver pq nao ataca politicamente como o faz com o PT e sim sobre uma base de dinheiro.
A turma tocou em dinheiro e a folha tentou e nao foi escutada ai mostrou apontando sua artilharia.
A GLOBO esquentou a materia domingo?
O recado foi dado!
joao
21 de julho de 2014 10:39 amcomite da eleicao
Onde?
Aldo Cardoso
21 de julho de 2014 11:30 amMeio estranho isso
É um grupo que discute estratégias mas não define rumo. Cada qual define seu próprio rumo, aliás.
Nassif!
Tô achando meio estranho isso porque estava crendo o Min Gilberto Carvalho como coordenador geral, incumbido de dar o tom e rumos à campanha após o expediente e finais de semana, enquanto esses citados e outros seriam os coordenadores de áreas, mas ele nem aparece.
Pelo visto, a coisa tá pior do que o destaque que faço acima, o que não é bom pra ninguém que bota fé no projeto da reeleição.
Outro aspecto também é sobre o Site MudaMais de Franklin Martins que, a meu ver, deveria ter mantido o Dilma na Rede da campanha anterior porque já era uma marca consolidada que deu excelentes resultados, um capital acumulado que não se devia desprezar.
Detentor de um expressivo acervo cadastral e de contribuições, por que não mantê-lo como uma Newsletter ancorada no site, já aproveitando-a pra começar interagindo com seus milhares de contatos do que esperar que estes descubram o Muda Mais?
paulo toledo
21 de julho de 2014 11:56 amA “denúncia” valida a
A “denúncia” valida a pesquisa.
Rui Daher
21 de julho de 2014 2:39 pmNa mosca!
De agora em diante o malho na Dilma, virá sob a aura da “neutralidade”.
Aline C Pavia
21 de julho de 2014 12:07 pmSerra
Ainda acho que quem plantou esse aeroporto na Folha foi o Serra.
Eduardo Pereira da Silva
21 de julho de 2014 11:28 pmPensei exatamente o mesmo…. rs rs rs
Acho que é telepatia, quandi vi a matéria na folha, procurei de cara para ver se o autor da matéria não assinava com o pseudômino José Serra… hehehe
EJ
21 de julho de 2014 12:21 pmBernardo
O Ministro Bernardo tem se portado como representante dos interesses do oligopólio midiatico, no governo Dilma, solapando todas iniciativas da regulação, por sinal, prevista na Constituição Federal. Se Dilma, a principal culpada porque o mantêm, não tomar cuidado, será derrotada por influência dele na campanha. No governo, a inoperancia do ministro já a vem derrotando, na área da comunicação.
Edivaldo Dias Oliveira
21 de julho de 2014 12:33 pmMinistro 10%
Pelarmordedeus,
Paulo 10% Bernardo na coordenação da campanha é chamar o inimigo para dentro do comando. Tudo bem que alguem assim é taticamente bom manter próximo, mas dentro do QG é erro estratégico. Vê-se claramente que o cara tem o rabo coladíssimo com nossos maioresa dversários e inimigos.
Na sua area de atuação não exite uma ação sua que favoreça a sociedade e contrarie os interesses dos grande operadores midiático e de comunicações de uma forma geral. Haja vista a relação consumidores e operadoras de telefonia, onde contratamos e pagamos 100% de um serviço e recebemos 10%, sem que a elas ocorram quisquer punição. Na questão da democratização das comunicações então, a coisa é ainda mais grave, pois tudo que foi exaustivamente discutido e tirado na Conferencia Nacional esse senhor sentou o bundão em cima.
A presença dele na Coordençaõ é uma grande provocação ao Franklim Martins. Se eu fosse o Franklim pedia o boné.
Por que não chamam tambem o ministro da justiça para completar o quadro assustador, traíra por traíra, fiquem co os dois, não vejo por que dessa discriminção.
Franbeze
21 de julho de 2014 2:55 pmIsso mesmo
Alguém poderia me explicar qual é a lógica da Dilma e do PT em manter esse traira? Será que a Dilma quer de fato morrer na praia depois de nadar muito? Ou é burrice aguda mesmo dela e do PT?
Jandui Tupinambás
21 de julho de 2014 12:41 pmAécio, eu sei o que você fez no verão passado.
É só um recado para Aécio. Fica pianinho, senhor das Gerais.
De troco, faz marketing de credibilidade.
El Fuser.
21 de julho de 2014 2:24 pmHá duas formas de analisar o
Há duas formas de analisar o que foi dito pelo blogueiro. Bem, ‘tá bom, há muitas outras, mas eu prefiro me ater a duas:
01- Uma é descritiva, ou seja, relataria um rol de informações (inside) que credencia o interlocutor como “íntimo” de círculos mais próximos do eixo duro do poder, logo lhe confere autoridade sobre os “mortais”;
02- Outra é analítica, e aí a coisa pega: O blogueiro tenta inferir que a heterogeneidade de uma campanha, que se gesta dentro de um governo em movimento, logo refletindo milhões de interesses, aqui o de mais densidade do texto a pasta da comunicação (e sabemos o que está em jogo aí, para 2014 e com a possível volta de Lula em 2018), seria um traço que enfraqueceria o capital político da presidenta, porque, na opinião do blogueiro, mais uma vez temos:
a) diversidade e ruído é “falta de controle”;
b) a presidenta não tem pulso para lidar com tamanha multiplicidade de vetores.
Como vemos, o de sempre…
Ninguém tem dúvidas que a campanha deste ano será muito mais suja e pesada. A retomada da expansão capitalista prevista para logo ali na esquina do fim desta década aponta a necessidade de manter os mercados emergentes dentro da mesma faixa de domesticação, o que já se sabe que não será assim.
Tem muito mais importância nesta análise os acordos com a China, o fundo mútudo dos Brics e o ensaio de trocas comerciais com moedas do grupo, desprezando o dólar.
Ninguém sabe ao certo o que Lula pretende esticando a corda com os grupos oligopolistas de mídia, não sabemos se é uma distração para proteger Dilma, ou se é um barro na parede (vai que cola), ou se é tudo isto, mas o fato é que mais uma vez o que temos na superfície da campanha (inclusive estas futricas apresentadas aqui como ouro de informação) são cortinas de fumaça para os caroços que estão por baixo deste angu.
PS: Falar em aumento da “rejeição” da presidenta após 4 anos de ataques diários é para dar soluços de riso, não? A pergunta é, quem resistira tanto com tanto capital eleitoral sobrando? Bastaram 1 ou 2 minutos de propaganda eleitoral do PT (a do medo) para a oposição se borrar nas calças e pedir “penico” ao TSE, então…
JBzinho
21 de julho de 2014 2:43 pmOlha só, a grande intelectual
Olha só, a grande intelectual e suas descobertas e inferições extraordinárias.
Descobriu que os jornalistas trabalham com informações buscadas na fonte. Eles falam com Lula, Dilma, Franklin, Eduardo e Aécio. Que coisa, heim? E falam apenas para esnobar os intelectuais que apenas falam com os livros – e os livros não respondem. Mas como são pretensiosos esses jornalistas!
O texto menciona a heterogeneidade da campanha e a doutora diz que aquele grupo de cinco reflete milhões de interesses. Deve mesmo. É uma assembleia que representa o país ;). O sistema financeiro é represenado por 10% do Ministro A, os movimentos sociais por 15% do Ministro B, o setor rural por 7,5% do assessor C.
A amiga desenvolveu um modelo peculiar de polemizar. Primeiro, descreve o que ela acha que é o sentido do texto, adaptando à sua resposta.
Tipo assim: qual a resposta que tenho à informação de que o comando da campanha é heterogêneo? A rigor, nenhum, porque é uma mera informação, sem maiores conclusões.
Então eu interpreto assim: o autor não disse, mas quis dizer que a heterogeneidade significou perda de capital político da candidata. Para isso eu tenho resposta. Então, que seja assim.
O autor fala em desgaste político de Dilma e do PT. E a gênia rebate: mas também, com essa campanha da mída… E? E? A campanha diuturna da mídia é um dado da realidade que não altera a informação sobre o desgaste de Dilma. No máximo, explica. Então, rebateu o quê mesmo?
Mas seria muito para a brilhante polemista meramente acrescentar a explicação. Ela precisa acrescentar como se fosse um argumento fulminante contra o artigo.
Perguntinha inocente: você tem algum caso mal resolvido com o autor?
waltencir
21 de julho de 2014 5:06 pmVocê foi muito bem até fazer
Você foi muito bem até fazer a insinuação machista (e idiota) na linha final do texto.
El Fuser.
21 de julho de 2014 5:56 pmPois é…
Eu já acho que a insinuação machista é o melhor que ele produziu, pelo menos é o mais autêntico…O resto, assim como sua observação, não servem para nada…
El Fuser.
21 de julho de 2014 5:55 pmSabem com quem eu estou falando?
Bem a julgar que Vossa Senhoria (JB menos) só replica comentários quando trata do “autor”, fica a pergunta:
– Esquizofrenia paranoide ou Síndrome do Fagundes (ver obra do Laerte – cartunista)?
Já quanto a argumentação, eu não esperava que você entendesse…
Está quase claro que se o autor isola a relação de causa e efeito (ataques da mídia X queda da popularidade – aqui apenas um chute sem maiores suportes probatórios) é porque atribui esta “queda” a própria vítima, em um processo de culpabilização do alvo, ou semiótica da culpa…
Só tolos são incapazes de enxergar que o autor não justifica uma suposta queda de capital eleitoral com a caçada desumana promovida em 4 anos, mas a incapacidade do alvo, fato que já está consagrado no nariz de cera que introduz a ideia, ou seja, ele fala diretamente com as fontes “próximas ao alvo”, e julga que elas lhe darão um panorama isento (über alles) para elaborar sua tese…que tristemente já vem antes contaminada por vários wishfull thinkings…
A famosa carteirada ou um tipo novo de soberba, “sabe com quem eu estou falando”?
Filhinho, você é fraquinho, fraquinho…
Eduardo Pereira da Silva
21 de julho de 2014 11:16 pmRINDO MUITO AQUI…. rs rs rs
A famosa carteirada ou um tipo novo de soberba, “sabe com quem eu estou falando”?
Rachei de rir ao ler isto. Lembrei dos loobistas “sabe quem eu represento”… hahahaha
Gostei muito da sua análise sobre o texto, mas discordo sobre ele isolar a “vítima” da causa que levou aos efeito, pois, como se diz “o óbvio não precisa ser dito” e, aqui, sempre se falou da inoperância da cúpula do governo – agora também da cúpula da campanha em não saber rebater os ataques da mídia ou de não ter construído mecanismos para isso fazer esse rebhate, então se ele não citou isso extrinseca no texto é porque há muito falamos disso aqui então o que é óbvio ele não precisava falar novamente, no mais achei a crítica excelente.
E, sem “puxa saquismo” (fui no popular… rs). Parabéns ao Nassif por permitir que teçamos nossas críticas, mesmo que seja contra o próprio.
El Fuser.
22 de julho de 2014 12:49 amCaro Eduardo,
Eu não considero inoperância não responder ataques, eu considero uma tática de não alimentar debates com quem está por baixo e só quer atrair o governo para um bate-boca desclassificado…
Se deu certo ou não é outra coisa…
No entanto, quando a presidenta achou que devia, respondeu no tom e na medida institucional certa…Ela não é o bando de lavadeiras (desculpem as lavadeiras) da oposição, e não pdoe descer no nível desta oposição, porque aí embaixo eles tendem a ganhar por mais experiência…
A presidência implica em liturgia e distanciamento.
O que eu acho é que uma mulher que se impôs como a escolha do Lula, governou como vem fazendo, sob o fogo cerradíssimo que incide sobre ela, e ainda desponta como franca favorita da (re)eleição não pode ser taxada de inoperante ou de má administradora de conflitos…
Afinal de contas, quantas eleições o Nassif venceu ou coordenou?
Tá na hora dele (e nós todos) baixarmos um pouco a bola…
O PT com todas suas vacilações ainda está a anos luz dos demais…
El Fuser.
21 de julho de 2014 6:00 pmPS…
Perdão, mas só a obtusidade é capaz de entender que uma pessoa possa representar apenas um tipo de interesse…Ou que este interesse não seja em si a representação de outros tantos, dependendo da conjuntura…
Ah, esta tolice cartesiana é algo de amargar…Principalmente quando se põe a reinterpretar o que outros dizem, mas como diria Bordieu (o Pierre), as palavras são de quem ouve ou lê…paciência, então…
ROGERIO FARIA
21 de julho de 2014 2:33 pmCuidado! Cicinho se aproxima da Didi!
Clique na imagem para mais tirinhas!
Lionel Rupaud
21 de julho de 2014 4:15 pmDepois de ler o post e os comentários
a única certeza que fica é que a FSP e um lixão.
Ginah
21 de julho de 2014 4:49 pmPesquisas
Acho que depois da “denúncia” dos 13 milhões em construção de aeroporto para aeromodelismo (convertidos em escolas ou leitos hospitalares, quanto vale?), o Datafalha trará “pesquisas” meio diferentes. A ilusão com o desgaste da Dilma tomou ares de pressuposto. Não há nada além das pesquisas Datafalha e Sensus/PSDB e da imprensa familiar que corroborem o tal pressuposto.
Leandro Amorim
21 de julho de 2014 5:59 pmCrime Eleitoral
Todo dia pipocam no facebook postagens patrocinadas, portanto pagas, para atacar candidatos. Como as campanhas e os partidos estão poribidos de pagar pra veicular postagens na internet, parece que alguns espertos estão usando laranjas pra fazer aquilo que a lei não permite.
Alexandre Weber - Santos -SP
21 de julho de 2014 6:08 pmPesquisas não querem dizer nada
Só servem para fazer os comitês de campanha gastarem o dinheiro que não têm.
Se se acabasse com as pesquisas, os candidatos continuariam a ser eleitos e as campanhas custariam centézimos do que custam hoje.
Acorda
21 de julho de 2014 6:24 pmOutra vertente
Qualquer chance crescente de Aécio, mesmo que falaciosa, como a veiculada pelo DATAFOLHA, deve dar comichões alérgicos poderososnas hostes Alckmistas, pois fazem soar o gongo do adiamento dos planos de candidatura a presidência em 2018, que passam pela derrota de Aécio… Dilma vitoriosa é menos problemática, pois neste caso ele aparece como candidato naturaldas oposições.
E há Campos, vamos lá que para não ter candidato próprio no único estado em que o número de tucanos aecistas poderia ser convertido em votos para o PSB não deve ter saído barato. Será portanto necessário que a conversão de votos de Aécio para Campos em São Paulo ocorra “por dentro” do esquema PSDBista ao qual o PSB agora está ligado. Como isto não poderá ser explícito, terá que ser proveniente de fontes indiretas, tais como a Folha… Vejam que na dinâmica de quem prejudicar, o PSDB oaulista preferiu um vice do PSB (prejuízo para Aécio) do que um vice da base aliada (prejuizo para Dilma), o que isto significa?
Vamos ver, mas o ataque a Aécio pode ser apenas o primeiro. De quebra a Folha ainda pode passar por séria. Se assumir Campos então vai parecer independente do PSDB paulista.
Zanchetta
21 de julho de 2014 8:31 pmhttp://economia.estadao.com.b
http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,em-paris-dilma-promete-800-aeroportos-regionais-imp-,973000
A Dilma prometeu 800 aeroportos regionais em 2012. Só porque o Aécio construiu HUM deu toda essa celeuma???
dinarte22
21 de julho de 2014 11:25 pmO gordo da foto
Deixar o gordo da foto, o Paulo Bernardo, no grupo de reeleição da Dilma só quer dizer uma coisa: A Dilma cansou de ser presidenta e quer dar o fora.
Eduardo Pereira da Silva
22 de julho de 2014 12:09 amEstranhando e tentando entender a denúncia da Folha…
Estava a pensar dos “porquês” da Folha ter feito uma reportagem/denúncia contra Aécio Neves, sendo que todos sabem que a Folha é tucana e anti-petista roxa.
Cheguei a duas conclusões.
A primeira é porque a pesquisa que o Datafolha publicou recentemente não foi bem digerida sequer pelos tucanos pois tinha algumas situações, digamos que, no mínimo, estranhas, como falar que Dilma teria perdido dois pontos (na margem de erro) por conta de votos de eleitores alckmistas que deixaram de votar nela e que passaram a votar em Aécio (estranho porque então Aécio teria crescido em SP, mas perdido pontos em outras regiões, pois não se mexeu nem na margem de erro – isto a Folha não explicou), foram ter tantos nanicos com 1% e o Pastor everaldo com 3%, mas o mais inexplicável e constrangedor foi o “empate técnico” do Aécio com Dilma no segundo turno. A coisa foi tão aberrante, que no mesmo momento os indecisos se tornaram decididos quando se trata de segundo turno, mesmo que os nomes de Dilma e Aécio já estavam constantes no primeiro turno na pesquisa, a explicação dada foi a rejeição à Dilma, o que não “colou” muito porque se o Aécio não tivesse também grande rejeição porque ele não conseguiu “sugar” um votinho que seja dos dois pontos que a Dilma teria perdido (na margem de erro) para ele? Ou seja ficou um ar de desconfiança sobre o instituto Datafolha.
E subitamente surge de maneira inusitada uma reportagem/denúncia contra Aécio. Daí que aqui com meus botões pensei, eles querem dizer com isso que são isentos e que por isso a pesquisa também é isenta. Logo o caso não sairá mais nos jornais, como é de costume com irregularidades tucanas, o Datafolha fica preservado e “t6udo fica como antes no qualel de Abrantes”.
A segunda, confesso, que precisa de um certo grau de advinhação…, mas ponderei que, por outro lado, vem aí uma pesquisa IBOPE e se ela trouxer números muito divergentes da pesquisa Datafolha? Então a “notícia/denúncia” da Folha contra Aécio teria dupla função, dar credibilidade ao instituto do Jornal e se prevenir contra resultados que possam ser muito diferentes com a publicação do resultado do IBOPE, pois se não existir esse empate técnico no segundo turno, na pesquisa do IBOPE a Folha poderá se sair dizendo, “provavelmente os efeitos da denúncia contra o Aécio fizeram com que a diferença no segundo turno voltasse a ficar mais favorável a Dilma”.
Claro que são apenas conjecturas e hipóteses, mas quem não as faz?
Eduardo Pereira da Silva
22 de julho de 2014 12:24 amA respeito das pesquisas
Não adianta alguns dizerem que pesquisa eleioral não tem credibilidade alguma. A questão não é essa. Não é se a pesquisa tem “credibilidade”, acho que o termo nem deveria ser esse, mas sim se são ou não imparciais e isentas. Porque credibilidade elas devem ter, pois senão tivessem não seriam alvo de tantos debates e discussões toda vez que o resultado de alguma é publicado. A questão é justamente ela ter essa credibilidade e assim ter capacidade de influenciar o eleitor. Então acho que é necessário entender a “credibilidade” das pesquisas em sua realidade factual, ou seja, de influenciar o voto do eleitor, a questão da isenção ou imparcialidade são outros quinhentos.
luiz mattos
22 de julho de 2014 12:43 amBrilhante!
Brilhante!
Eduardo Pereira da Silva
23 de julho de 2014 12:46 amVou abrir um escritório de professias… hehehehe
Eitá, não é que eu acertei sobre a pesquisa IBOPE!!! Eu estava conjecturando justamente que a diferença que viria seria de não existir o tal do empate técnico no segundo turno, como o Datafolha tinha divulgado e… não deu outra, na pesquisa IBOPE divulgada agora pouco Dilma ganha no segunto turno sem empate técnico…. hehehehe
luiz mattos
22 de julho de 2014 12:25 amQuem ouve mercadante e
Quem ouve mercadante e bernardo quer perder eleição.São tucanos filiados ao PT.