10 de junho de 2026

“Acabar com a fome é prioridade zero neste país”, diz Lula

Presidente afirma que “não vai ter mais ninguém passando fome por falta de comida” ao final de seu mandato, em 2026
Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante a Cerimônia de Abertura da 1ª Reunião Plenária Ordinária do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea) – 2024. Foto: Ricardo Stuckert/PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva estabeleceu nesta terça-feira (05/03) o compromisso de erradicar a fome no Brasil, afirmando que o tema é “prioridade zero neste país”.

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“Nós temos todos os instrumentos para acabar com a fome. Acabar com a fome é prioridade zero neste país. Não tem nada mais sagrado do que isso”, disse Lula durante a 1ª Reunião Plenária Ordinária do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea).

“Essa reunião aqui não é apenas a primeira reunião do Consea. É a primeira reunião em que a gente está assumindo publicamente o compromisso de que ao terminar o meu mandato, no dia 31 de dezembro (de 2026), a gente não vai ter mais ninguém passando fome por falta de comida nesse país”, ressaltou.

A Medida Provisória nº 1.154, de 2023, estabelece que ao Consea “compete assessorar o presidente da República na formulação de políticas e na definição de diretrizes para a garantia do direito humano à alimentação, e integrar as ações governamentais com vistas ao atendimento da parcela da população que não dispõe de meios para prover suas necessidades básicas, em especial o combate à fome”.

A reunião, realizada no Palácio do Planalto, contou com a presença de diversos ministros de pastas ligadas ao combate à fome no Brasil. Um dos decretos assinados na ocasião engloba a nova composição da cesta básica brasileira.

Programa Cozinha Solidária

Outro decreto assinado pelo presidente Lula regulamenta o funcionamento do Programa Cozinha Solidária, e o anúncio de R$ 30 milhões a serem acessados pelas entidades gestoras do programa, via editais de chamada pública, para a oferta de refeições.

Os recursos serão destinados para dar suporte a ações já em andamento, além de auxiliar no fornecimento de refeições, de alimentos in natura e minimamente processados adquiridos pelo governo por meio do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).

Além disso, os recursos deverão apoiar a formação de colaboradores e projetos que possam aprimorar o funcionamento destes equipamentos, criados em julho de 2023 a partir de iniciativas da sociedade civil e movimentos populares, principalmente durante a pandemia de covid-19.

“As Cozinhas Solidárias nascem da comunidade, pela demanda da comunidade, e são executadas pela comunidade, servindo às necessidades da comunidade. As cozinhas também conseguem oferecer uma variedade grande de serviços do ponto de vista de garantia de direitos e de dignidade, como, por exemplo, roda de gestantes, uma oficina, um curso, para além da oferta de refeições saudáveis e adequadas”, explicou Natalia Tenuta, coordenadora-geral de equipamentos públicos do Ministério de Desenvolvimento Social.

O Ministério de Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) iniciou o cadastramento dos equipamentos que oferecem alimentos às pessoas em situação de vulnerabilidade e, até o momento, foram mapeadas mais de 2,77 mil cozinhas solidárias pelo país.

Tatiane Correia

Jornalista, MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Com passagens pela revista Executivos Financeiros e Agência Dinheiro Vivo. Repórter do GGN desde 2019.

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1 Comentário
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  1. Fábio Gomieiro

    7 de março de 2024 3:18 pm

    Lula: muita conversa/discurso e pouca ação.
    A pesquisa Quest confirma.

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