11 de junho de 2026

Índice de Preços ao Produtor desaba em março, por Luís Nassif

Em relação aos grupos industriais, houve alta em 11 deles e queda em outros 11. Em 12 meses, houve alta em 8 grupos e queda em 15.
Agência Brasil

A notícia, certamente, irá tirar o sono do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, mas o IPP (Índice de Preços ao Produtor) foi de 0,35% em março, perfazendo -4,13% em 12 meses.

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As maiores altas e maiores quedas no mês

Em relação aos grupos industriais, houve alta em 11 deles e queda em outros 11. Em 12 meses, houve alta em 8 grupos e queda em 15.

Por categorias, houve alta moderada em março e queda em 12 meses

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Luis Nassif

Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.

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3 Comentários
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  1. WRamos

    1 de maio de 2024 11:55 am

    O jornalismo mercadejante, sempre à mão para Bob Fields Neto, insiste em falar que a meta de inflação é de 3% com banda de 1,5% para flutuar. Na verdade, a definição precisa é de que a meta é uma faixa de 1,5% a 4,5%, sempre esta faixa deve ser perseguida. Não seria oportuno clarear a lei mudando a meta para uma faixa de 3% a 4,5%? O BC teria que ser mais responsável para evitar over shooting da Selic e a punição deveria ser algo mais dura, já que agora existe autonomia, em lugar de apenas mandar uma cartinha e ajoelhar no milho. O risco econômico de reduzir demais a inflação deveria ser mais temido do que o de aumentar, coisa que com que sempre soubemos lidar nestas terras.

  2. Leandro

    1 de maio de 2024 2:48 pm

    A questão é de que maneira essa queda vai se refletir nos preços dos mercados e supermercados (se vai realmente se refletir nos preços dos supermercados e em que nível ou se não vai haver mudança significativa alguma), tendo em vista que esse setor forma um cartel poderoso (tanto pela concentração do setor em poucas mãos, quanto pela concentração, também em poucas mãos, da produção de itens à venda nele) . Crer que existe uma correlação automática entre baixos valores pagos aos produtores e redução de preços aos consumidores nos supermercados, mercados e sacolões, é ter uma visão muito simplista de como a inflação atinge o consumidor assalariado e sub-assalariado pobre.

  3. JOSE OLIVEIRA DE ARAUJO

    2 de maio de 2024 8:21 am

    O preidente do BCB pode até se importar com uma inflação baixa, o que o preocupa é a pressão para baixar os juros, pois a baixa dos juros reduz a rentabilidade dos seus parceiros. Não fosse isso, a meta de alcançar o nirvana especulativo, lhe daria o trofeu de campeão das metas de rentabilidade financeira. Afinal de contas, quem inventou o sistema de metas fiscais pensou essencialmente na rentabilidade do capital improdutivo.

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