Quando eu te entrego meu corpo
por Romério Rômulo
Quando eu te entrego meu corpo
à pura carne se soma
um estado de ingresia
E quando instalo meu corpo
de carne viva e placenta
adormecida em tormenta
sob a densa luz do dia
A simples pele resgata
o que é placenta e esgoto
no palco da poesia.
Romério Rômulo (poeta prosador) nasceu em Felixlândia, Minas Gerais, e mora em Ouro Preto, onde é professor de Economia Política da UFOP e um dos fundadores do Instituto Cultural Carlos Scliar – Rio de Janeiro RJ.
Martim Assueros
27 de junho de 2024 8:17 amÉ poesia viva, plena, em carne e osso.
martim assueros.gomes
27 de junho de 2024 8:23 amÉ poesia viva, plena, em carne e osso.