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segunda-feira, setembro 16, 2019
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    Início Tags Poesia

    Tag: poesia

    Da faca que te rasga e arde, por Romério Rômulo

    Entrego meu estado / -puro / Recolho meu ardor / -semente

    Poesia gótica para ascender, por Mariana Nassif

    ah, que sorte a delas que não sentem saudade do que jamais será

    Cidade&Poeta&Sartre, por Romério Rômulo

    A ele entrego o meu segredo.

    O safado só queria passear, Januário Paludo!, por Romério Rômulo

    Escória Branca: brancos, médios e maus

    Disseram que matariam vários pássaros esta manhã, por Maíra Vasconcelos

    Estão dizendo e realmente cumprem com tudo. Já não há aquilo do que não sejam capazes, dispõem de meios cada vez mais precisos. Sempre com hora certa.

    Pianista transforma poemas de Manoel de Barros em música

    Júlia Tygel musicou poemas que fará parte da Ocupação Itaú Cultural, dia 29 de agosto. No show, a pianista estará acompanhada por Tatiana Parra (voz) e receberá o Coral Guarani Tenonde Porã

    O fel onde eu me lavei/pode ser velho e menino, por Romério Rômulo

    E se meu rosto púrpura se fosse / na tua efervescência agridoce?

    Com o olho claro e vivo da tormenta, por Romério Rômulo

    Minhas quimeras, meu bordões e feras / os meus encantos, frevos e acalantos / minhas agruras, rastros e ternuras.

    Mando o poema, com amor/na dentição do Pastor, por Romério Rômulo

    Enquanto isso, entrementes / 157 mil / o Pastor pagou nos dentes / com nossa moeda vil.

    nada de menos/poetas misturam/venenos, por Romério Rômulo

    muitos enredos / muitos, demais / poetas têm segredos / reais.

    No tempo grosso que me põe aqui, por Romério Rômulo

    Todas elas são as gentes / que empoçam por aqui / tão plácidas, tão dementes.

    Que moça é essa, que moça?, 2. Por Romério Rômulo

    Quando a moça vai às ruas / ela me deixa em pedaço

    teus olhos que me latem/eu como todos, por Romério Rômulo

    As flores que me aspergem / são meus lodos

    Que moça é essa, que moça?, por Romério Rômulo

    que moça é essa, que moça / que me deixou nos espaços?

    No caldo grosso da cisão de Lia, por Romério Rômulo

    A vida é só: / por todo o sempre me termino / em pó.

    O Marreco de Curitiba, por Romério Rômulo

    O meu umbigo pátrio, ensimesmado / vê Sérgio Moro como um conje rouco

    Nervuras: poesia em carne viva de Ilma Fontes, por Eduardo Waack

    Não é figura fácil, defende suas posturas com a mesma firmeza com que acolhe amigos oriundos dos quatro cantos do planeta.

    Os artefatos de Lia, por Romério Rômulo

    São olhos sem muito amor / céu, inferno, estrada fria / janelas, pragas, horror / atados na mão de Lia.

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