fbpx
terça-feira, novembro 24, 2020
  • Carregando...
    Início Tags Poesia

    Tag: poesia

    Assim perdi a luz dos meus domínios, por Romério Rômulo

    Você foi agonia / Eu fui açoite.

    Serei belo e infeliz, poeta e cão, por Romério Rômulo

    Vou ser plural e singular, muito mais belo / Que os cavalos febris de Salomão

    Te dizer minha manhã incendiada, por Romério Rômulo

    Quanto sobra de brilho em cada / Corpo revelado noite?

    O amor sempre foi fera q me habita/Byron é a minha surpresa, por Romério...

    Seu amor seguiu o rastro / Todo rasgado na lua

    Me falta tempo pra morrer agora, por Romério Rômulo

    Quanto de ti eu bebo nestes sais / De lamas e amores que não mais?

    A vida por aqui é só um traço, por Romério Rômulo

    Carrega a lassidão, feita u'a imagem / Armada nas carcaças do degredo.

    O arame de João Cabral de Melo Neto, por Romério Rômulo

    O arame de aparência tão restrita / É sempre dúctil, mas não é volátil

    “lâminas”, a poesia imprescindível de Dheyne de Souza, por Wilton Cardoso

    Uma porta de entrada para a poesia da autora, explorar as várias possibilidades de sua obra poética, ao mesmo tempo densa e sutil, experimental e expressiva

    A água viva do sono/tem um olhar de senhora, por Romério Rômulo

    Andei muito e nem andei / Não saí nunca daqui.

    Sobre o Poeta Cacaso, por Jorge Alberto Benitz

    O fato é que entendo a poesia do mesmo modo que Cacaso. Se ela perder aderência a vida, ao cotidiano, não tem serventia.

    Sob a rouquidão dos teus domínios, por Romério Rômulo

    O meu caminho é longo / e não te cabe.

    Minha estrada, minha rua/Minha musa naufragada, por Romério Rômulo

    Minha casa de artefato / Meu estado de cerrado

    Sou feio. Minha estética é bruta, por Romério Rômulo

    Minha paixão é o avesso da ternura / Movida em todo caso à força bruta.

    A minha alma é crespa. E eu sou ingrato, por Romério Rômulo

    A vida é aquilo que morre no palato / Sobre pedras e trevas. Ervas ervam.

    Poesia como oxigênio, por Gilson Jorge

    Poetas baianos apresentam poemas inéditos criados durante a pandemia e refletem sobre o que esse tempo representa

    Meu coração é sempre vil e torto, por Romério Rômulo

    Meus dedos infiéis são decadentes.

    Canção da Partida, por Gustavo Felicíssimo

    “Agora essa notícia: Morreu Sérgio Ricardo. / E eu, ao telefone, desconcertado.”

    Sobre a crença bastarda dos amores, por Romério Rômulo

    Me atraquem num porto de agonia / Onde eu caiba, ainda que pequeno.

    Mais comentados

    Últimas notícias