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quarta-feira, abril 1, 2020
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    Início Tags Poesia

    Tag: poesia

    Decreto-me poeta/sem grandes competências, por Romério Rômulo

    Sofro pouco dos pulmões / E minhas gripes não carregam poesia.

    Nesta confusão dos demônios, por Romério Rômulo

    Qualquer tempo é o tempo / E sobre ele eu não sei.

    Dos portais de Villa-Lobos, meu outono, por Romério Rômulo

    Pela fera em visão de abandono / Na crueza infiel da melodia

    Quem me beijava/se eu nascesse amanhã?, por Romério Rômulo

    Sei dos parafusos e da ferrugem / Sei dos motores, mas não sei das gentes.

    Genealogia, por Romério Rômulo

    Corpos sem osso quase, quase irmãos / casados como dia e noite casam.

    Vamos chamar o vento, Dorival Caymmi!, por Romério Rômulo

    De Caymmi, da Bahia, num momento / Um corpo em vento leve a se bailar

    Só eu só, por Mariana Nassif

    Naquele colo perdi parâmetros, sonhos, limites e algo da pouca certeza que se pode ter aos seis. Como confiar na vida se mesmo mantendo minhas palavras (mudas) o pior dos cenários se fez?

    Um mundo em decomposição, por Wilton Moreira

    Jogue a manga perdida no chão / para que ela cumpra o seu destino de terra

    Meu corpo, só um espaço, por Romério Rômulo

    A carne, puro bagaço / O meu fim, o meu começo.

    A luz de Petra Costa é um facão sem corte, por Romério Rômulo

    Sem Petra a vida não seria a mesma / e seu sinal é a liberdade.

    O fogo que perturba a tua alma, por Romério Rômulo

    Eu trago uma missão filha da puta / Que sempre traz a morte e emperra a gente

    É palpável o mistério das coisas, por Romério Rômulo

    Todo mistério é um estado que me come.

    Por cidades que andei/pisei mais onde pisei, por Romério Rômulo

    Num rito colossal de paz e guerra / se sobre a tua mágoa eu me fizer / eu vou minar teu coração de terra.

    Menina, me grita agora/tens um irmão, tens um rei?, por Romério Rômulo

    Posso morrer na demora / de amores que nem criei.

    O mês de dezembro foi-se, por Romério Rômulo

    Tudo é um jogo / de terra e fogo

    Te dou de mim/o que couber tua mão, por Romério Rômulo

    Sou pouco / e vendo um corpo com tantos anos / de uso

    A casa do meu silêncio, por Romério Rômulo

    É nela que encontro sempre / a minha água mais limpa / É nela que enterro sempre / o meu poema mais sujo.

    Humanamente forte, humanamente frágil, por Romério Rômulo

    Quem precisar de mim / que me devore!

    A moça do Freud, 2 – por Romério Rômulo

    digo que sou poesia / camarada do Adelzon / e um certo Carlos Scliar / fez meu retrato em crepom.

    O mundo é muito cedo/e é de quem arde, por Romério Rômulo

    Te peço perdão, moça, se pequei / Pelos teus olhos e neles me rasguei.

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