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Tag: poesia

Meu pedaço cavalo permanece, por Romério Rômulo

O tempo que carrego é sempre ingrato

20 poemas de amor (no sopro da manhã incendiada), por Romério Rômulo

Minas faz a confissão mas ninguém sabe da culpa

Estas mulheres são luzes (o último cordel da minha noite), por Romério Rômulo

Estas cidades todas me iluminam com a saia rendada das manhãs.

A minha mansidão é pura carne, por Romério Rômulo

Aqui os meus olhares, meus amores / São pouco mais que ânsia sobre nada.

¡Oh qué estúpido fui! 7 poemas de Sebastião Nunes

Traducción del portugués al español por Nina Rizzi. Curador de la muestra Fabrício Marques

A verdade é um cavalo bruto, por Romério Rômulo

Na curva sobra traição, sobra carne, sobra raiva

Tudo que vale deve ser pra sempre, por Romério Rômulo

O corpo é a medida do tempo

Te entrego o meu corpo frente ao mar, por Romério Rômulo

O meu estado de alma, a minha luz é minha entrega que não te seduz.

Deixei as vidas arcaicas, delinquentes, por Romério Rômulo

Fui quantos na estrada deste mundo? Não tive rima, nunca fui Raimundo.

Sobre mim as flores não brotaram, por Romério Rômulo

Só um pedaço de mim caminha aqui.

Certa arte, por Paulo Nogueira Batista Jr.

Conversando com minha mãe, lembrei do filme e do poema que enquadra o filme, um poema lindo, lindo, da Elizabeth, chamado “One art” (“Certa arte”). Dessa vez, gostei ainda mais.

A carne bêbada sondava limites, por Romério Rômulo

A carne bêbada sondava limites, uns sobretempos, rumos, cada noite.

Se você quer me habitar a alma, por Romério Rômulo

Eu vou tirar a terra do meu olho / A terra que me embarga, a solidão.

Poetas são filhotes do diabo, por Romério Rômulo

Amores são destravos indecentes. Poetas são filhotes do diabo.

Ana Elisa Ribeiro, France Gripp, Romério Rômulo | ABC: Poetas BHZ

Romério Rômulo afirma que, depois que você começa, escrever “vira fixação, mania, objetivo de vida. Há um esforço permanente para ser amado”.

O que destroça?/O fogo e a rosa, por Romério Rômulo

O que te tece? -o fogo e a prece.

7 poemas de “¡Ah, si yo fuera Maradona!” (2015), de Romério Rômulo

Poemas publicados na revista eletrônica Vallejo & Co. com traduções de Nina Rizzi e extraído do livro do autor pelas Edições Dubolsinho.

Uns idiotas me pararam, por Romério Rômulo

só eles sabem e eu nem sou a revelação de um segredo.

Não consigo me livrar desse poema, por Romério Rômulo

o medo que me promete a explosão da carne é o medo da pele que me come e eu não vejo.

A musa te arquiva entre os devassos, por Romério Rômulo

a musa é a dura madrugada que te consome a carne numa espada