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sábado, dezembro 14, 2019
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    Início Tags Poesia

    Tag: poesia

    Humanamente forte, humanamente frágil, por Romério Rômulo

    Quem precisar de mim / que me devore!

    A moça do Freud, 2 – por Romério Rômulo

    digo que sou poesia / camarada do Adelzon / e um certo Carlos Scliar / fez meu retrato em crepom.

    O mundo é muito cedo/e é de quem arde, por Romério Rômulo

    Te peço perdão, moça, se pequei / Pelos teus olhos e neles me rasguei.

    O amor é sempre um mastro de navio, por Romério Rômulo

    A solidão espera / A lágrima presa no olho, derretida / Como chumbo da aldeia.

    Quando tudo chegar e eu me for, por Romério Rômulo

    Vou sobretudo dizer / da necessária visão dos meus domínios

    Saí de Portugal em rumo e naveguei, por Romério Rômulo

    Peço perdão por tantos dissabores / Os mares sempre lavam meus amores.

    A moça é mais bonita que o carvão, por Romério Rômulo

    A moça é mais bonita que o dia / Num rastro de amargura e de desejo

    Eu que perto do teu coração estive (Eliot, 2), por Romério Rômulo

    Quando o sol quebrado me reteve e atravessei a noite

    No princípio criou deus o mundo (p/Eliot), por Romério Rômulo

    Quantos de vós, obreiros desta terra / fizeram-se irmãos depois da guerra?

    Depois falo de Vinicius, por Romério Rômulo

    a vida que me debate / a fome que me ilumina.

    Fui a Camões em voz dilacerada, por Romério Rômulo

    se em terras de outro lado vou queimar / em estradas e contornos que eu não vi?

    Sobre búfalos e 1 moça branca, 2 atos, por Romério Rômulo

    Fico sem rumo quando a solidão me come.

    Da faca que te rasga e arde, por Romério Rômulo

    Entrego meu estado / -puro / Recolho meu ardor / -semente

    Poesia gótica para ascender, por Mariana Nassif

    ah, que sorte a delas que não sentem saudade do que jamais será

    Cidade&Poeta&Sartre, por Romério Rômulo

    A ele entrego o meu segredo.

    O safado só queria passear, Januário Paludo!, por Romério Rômulo

    Escória Branca: brancos, médios e maus

    Disseram que matariam vários pássaros esta manhã, por Maíra Vasconcelos

    Estão dizendo e realmente cumprem com tudo. Já não há aquilo do que não sejam capazes, dispõem de meios cada vez mais precisos. Sempre com hora certa.

    Pianista transforma poemas de Manoel de Barros em música

    Júlia Tygel musicou poemas que fará parte da Ocupação Itaú Cultural, dia 29 de agosto. No show, a pianista estará acompanhada por Tatiana Parra (voz) e receberá o Coral Guarani Tenonde Porã

    O fel onde eu me lavei/pode ser velho e menino, por Romério Rômulo

    E se meu rosto púrpura se fosse / na tua efervescência agridoce?

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