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terça-feira, dezembro 1, 2020
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    Tag: Romério Rômulo

    1, 2, 3, 4 y 5 Maradonas, por Romério Rômulo

    La noche de Maradona / es una calle / y subvierte el arte / - gruesa y cruda –

    Serei belo e infeliz, poeta e cão, por Romério Rômulo

    Vou ser plural e singular, muito mais belo / Que os cavalos febris de Salomão

    O amor sempre foi fera q me habita/Byron é a minha surpresa, por Romério...

    Seu amor seguiu o rastro / Todo rasgado na lua

    Me falta tempo pra morrer agora, por Romério Rômulo

    Quanto de ti eu bebo nestes sais / De lamas e amores que não mais?

    A vida por aqui é só um traço, por Romério Rômulo

    Carrega a lassidão, feita u'a imagem / Armada nas carcaças do degredo.

    A água viva do sono/tem um olhar de senhora, por Romério Rômulo

    Andei muito e nem andei / Não saí nunca daqui.

    Sob a rouquidão dos teus domínios, por Romério Rômulo

    O meu caminho é longo / e não te cabe.

    Minha estrada, minha rua/Minha musa naufragada, por Romério Rômulo

    Minha casa de artefato / Meu estado de cerrado

    Sou feio. Minha estética é bruta, por Romério Rômulo

    Minha paixão é o avesso da ternura / Movida em todo caso à força bruta.

    A minha alma é crespa. E eu sou ingrato, por Romério Rômulo

    A vida é aquilo que morre no palato / Sobre pedras e trevas. Ervas ervam.

    Solidariedade, por Romério Rômulo

    Solidariedade com o Jornal GGN

    Meu coração é sempre vil e torto, por Romério Rômulo

    Meus dedos infiéis são decadentes.

    Sobre a crença bastarda dos amores, por Romério Rômulo

    Me atraquem num porto de agonia / Onde eu caiba, ainda que pequeno.

    Eu vou te trazer, ó doce amada, por Romério Rômulo

    Eu vou viver das tuas mãos vibráteis / E vou beber teus atos inconsúteis

    Passagem por Carlos Scliar e Ouro Preto (em exposição, 1990), por Romério Rômulo

    A paisagem: Scliar e Ouro Preto, outros. A paisagem: Scliar e Ouro Preto, os mesmos. Scliar é fé: estou com ele.

    Na mão atropelada em que me levas, por Romério Rômulo

    Foste cruel. Na voz mata borrada / A vida não me deu os meus enredos

    Quantas idades temos, se amamos?, por Romério Rômulo

    Eu vou entrar mar adentro / Realizar meu espanto.

    No claustro do meu corpo, de repente, por Romério Rômulo

    Não sei se a tua mão na minha mão / É alguma andropausa destes rios.

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