fbpx
sexta-feira, setembro 25, 2020
  • Carregando...
    Início Tags Romério Rômulo

    Tag: Romério Rômulo

    Sob a rouquidão dos teus domínios, por Romério Rômulo

    O meu caminho é longo / e não te cabe.

    Minha estrada, minha rua/Minha musa naufragada, por Romério Rômulo

    Minha casa de artefato / Meu estado de cerrado

    Sou feio. Minha estética é bruta, por Romério Rômulo

    Minha paixão é o avesso da ternura / Movida em todo caso à força bruta.

    A minha alma é crespa. E eu sou ingrato, por Romério Rômulo

    A vida é aquilo que morre no palato / Sobre pedras e trevas. Ervas ervam.

    Solidariedade, por Romério Rômulo

    Solidariedade com o Jornal GGN

    Meu coração é sempre vil e torto, por Romério Rômulo

    Meus dedos infiéis são decadentes.

    Sobre a crença bastarda dos amores, por Romério Rômulo

    Me atraquem num porto de agonia / Onde eu caiba, ainda que pequeno.

    Eu vou te trazer, ó doce amada, por Romério Rômulo

    Eu vou viver das tuas mãos vibráteis / E vou beber teus atos inconsúteis

    Passagem por Carlos Scliar e Ouro Preto (em exposição, 1990), por Romério Rômulo

    A paisagem: Scliar e Ouro Preto, outros. A paisagem: Scliar e Ouro Preto, os mesmos. Scliar é fé: estou com ele.

    Na mão atropelada em que me levas, por Romério Rômulo

    Foste cruel. Na voz mata borrada / A vida não me deu os meus enredos

    Quantas idades temos, se amamos?, por Romério Rômulo

    Eu vou entrar mar adentro / Realizar meu espanto.

    No claustro do meu corpo, de repente, por Romério Rômulo

    Não sei se a tua mão na minha mão / É alguma andropausa destes rios.

    O Ritual da Distância, por Romério Rômulo

    Nem sempre o transtorno / Vira pedra.

    Sou eu o meu cordel, sou puro e torto, por Romério Rômulo

    Um corpo, um dado, um jogo de amargura / Que derretesse aquela luz pagã.

    Todo poeta se vê na agonia, por Romério Rômulo

    Sou aos pedaços, sou outro / E pouco caibo nas altitudes do homem.

    Bandolim&Luis&Poços (poema de aniversário), por Romério Rômulo

    Chegou filho de Oscar / Teve mãe d. Tereza. / Este poema é do mar / Deixará muita certeza.

    Minhas ruínas são o que eu te entrego, por Romério Rômulo

    Muitas são as terras do meu sono / E muito é o quinhão do meu desejo.

    “Quando de noite me der/Vontade de me matar” (MB), por Romério Rômulo

    Peço a todos / Que se eu me matar / Me entreguem à beira do rio.

    Mais comentados

    Últimas notícias