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segunda-feira, setembro 16, 2019
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    Início Tags Romério Rômulo

    Tag: Romério Rômulo

    Da faca que te rasga e arde, por Romério Rômulo

    Entrego meu estado / -puro / Recolho meu ardor / -semente

    Cidade&Poeta&Sartre, por Romério Rômulo

    A ele entrego o meu segredo.

    O safado só queria passear, Januário Paludo!, por Romério Rômulo

    Escória Branca: brancos, médios e maus

    O fel onde eu me lavei/pode ser velho e menino, por Romério Rômulo

    E se meu rosto púrpura se fosse / na tua efervescência agridoce?

    Com o olho claro e vivo da tormenta, por Romério Rômulo

    Minhas quimeras, meu bordões e feras / os meus encantos, frevos e acalantos / minhas agruras, rastros e ternuras.

    Mando o poema, com amor/na dentição do Pastor, por Romério Rômulo

    Enquanto isso, entrementes / 157 mil / o Pastor pagou nos dentes / com nossa moeda vil.

    nada de menos/poetas misturam/venenos, por Romério Rômulo

    muitos enredos / muitos, demais / poetas têm segredos / reais.

    No tempo grosso que me põe aqui, por Romério Rômulo

    Todas elas são as gentes / que empoçam por aqui / tão plácidas, tão dementes.

    Que moça é essa, que moça?, 2. Por Romério Rômulo

    Quando a moça vai às ruas / ela me deixa em pedaço

    teus olhos que me latem/eu como todos, por Romério Rômulo

    As flores que me aspergem / são meus lodos

    Que moça é essa, que moça?, por Romério Rômulo

    que moça é essa, que moça / que me deixou nos espaços?

    No caldo grosso da cisão de Lia, por Romério Rômulo

    A vida é só: / por todo o sempre me termino / em pó.

    O Marreco de Curitiba, por Romério Rômulo

    O meu umbigo pátrio, ensimesmado / vê Sérgio Moro como um conje rouco

    Os artefatos de Lia, por Romério Rômulo

    São olhos sem muito amor / céu, inferno, estrada fria / janelas, pragas, horror / atados na mão de Lia.

    Às vezes namorei Dora/outras vezes, Beatriz, por Romério Rômulo

    Nina, uma fada sem rumo / me levou pro Ceará / me deixou sem qualquer prumo / e eu nunca saí de lá.

    que tua mão à noite me apagasse, por romério rômulo

    e quando o teu olhar me percorreu / na linha breve que contém o corpo / eu te entreguei o pouco que é meu.

    A lenha que incendeia é toda amarga, por romério rômulo

    o fogo que me come / é indormido

    Por uns pecados que não pratiquei, por romério rômulo

    eu vou perder-me nos caudais do crime / por uns pecados que não terminei.

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