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domingo, janeiro 26, 2020
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    Tag: Romério Rômulo

    É palpável o mistério das coisas, por Romério Rômulo

    Todo mistério é um estado que me come.

    Por cidades que andei/pisei mais onde pisei, por Romério Rômulo

    Num rito colossal de paz e guerra / se sobre a tua mágoa eu me fizer / eu vou minar teu coração de terra.

    Menina, me grita agora/tens um irmão, tens um rei?, por Romério Rômulo

    Posso morrer na demora / de amores que nem criei.

    O mês de dezembro foi-se, por Romério Rômulo

    Tudo é um jogo / de terra e fogo

    Te dou de mim/o que couber tua mão, por Romério Rômulo

    Sou pouco / e vendo um corpo com tantos anos / de uso

    A casa do meu silêncio, por Romério Rômulo

    É nela que encontro sempre / a minha água mais limpa / É nela que enterro sempre / o meu poema mais sujo.

    Humanamente forte, humanamente frágil, por Romério Rômulo

    Quem precisar de mim / que me devore!

    A moça do Freud, 2 – por Romério Rômulo

    digo que sou poesia / camarada do Adelzon / e um certo Carlos Scliar / fez meu retrato em crepom.

    O mundo é muito cedo/e é de quem arde, por Romério Rômulo

    Te peço perdão, moça, se pequei / Pelos teus olhos e neles me rasguei.

    O amor é sempre um mastro de navio, por Romério Rômulo

    A solidão espera / A lágrima presa no olho, derretida / Como chumbo da aldeia.

    Quando tudo chegar e eu me for, por Romério Rômulo

    Vou sobretudo dizer / da necessária visão dos meus domínios

    Saí de Portugal em rumo e naveguei, por Romério Rômulo

    Peço perdão por tantos dissabores / Os mares sempre lavam meus amores.

    A moça é mais bonita que o carvão, por Romério Rômulo

    A moça é mais bonita que o dia / Num rastro de amargura e de desejo

    Eu que perto do teu coração estive (Eliot, 2), por Romério Rômulo

    Quando o sol quebrado me reteve e atravessei a noite

    No princípio criou deus o mundo (p/Eliot), por Romério Rômulo

    Quantos de vós, obreiros desta terra / fizeram-se irmãos depois da guerra?

    Depois falo de Vinicius, por Romério Rômulo

    a vida que me debate / a fome que me ilumina.

    Fui a Camões em voz dilacerada, por Romério Rômulo

    se em terras de outro lado vou queimar / em estradas e contornos que eu não vi?

    Sobre búfalos e 1 moça branca, 2 atos, por Romério Rômulo

    Fico sem rumo quando a solidão me come.

    Da faca que te rasga e arde, por Romério Rômulo

    Entrego meu estado / -puro / Recolho meu ardor / -semente

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