A chefe do Serviço Secreto Americano, Kimberly Cheatle, assumiu nesta terça-feira (16) toda a responsabilidade pela falha de segurança do comício político do ex-presidente Donald Trump, em Butler, na Pensilvânia, no último sábado (13). O evento foi alvo de atentado protagonizado por um jovem de 20 anos, identificado como Thomas Matthew Crooks, que morreu no local.
Segundo o FBI, o atirador se posicionou no telhado de um prédio fora da área de segurança do comício, onde fez ao menos oito disparos, sendo que um deles atingiu a orelha direita de Trump.
De acordo com o Serviço Secreto, agentes das forças de segurança estavam dentro do armazém, quando o atirador já estava em cima do telhado. Após relatos sobre a presença do suspeito, um policial chegou até o local.
Ao dar de cara com o agente, Crooks apontou o fuzil para o policial, que se desequilibrou e caiu de uma altura de quase 2,5 m. Logo depois, o atirador deu início aos disparos contra o palanque em que Trump discursava para apoiadores.
“Naquele local específico, dividimos áreas de responsabilidade, mas o Serviço Secreto é totalmente responsável pela elaboração, implementação e execução (da segurança) do local”, disse Kimberly Cheatle à CNN americana, na noite de ontem.
De acordo com a servidora, o Serviço Secreto tinha aumentado a segurança de Trump, nas últimas semanas, após um alerta de que o Irã tinha um plano para assassinar o ex-presidente. Contudo, até o momento, a polícia não identificou qualquer relação entre o atirador e possíveis cúmplices.
Cheatle ainda destacou que o episódio expôs “coisas que precisamos mudar em nossas políticas, ou em nossos procedimentos, ou em nossos métodos, certamente o faremos”.
Reconstituição
Ao todo, mais de 100 pessoas já prestaram depoimento sobre o caso. A partir desses relatos e da perícia do celular do atirador, as forças de segurança constituíram parte das últimas 48 horas antes do ataque.
Um dia antes do evento, na sexta-feira (12), Crooks foi ao clube de tiros Clairton Sportsmen’s Club, do qual era sócio. Já na manhã do ataque, ele comprou uma escada. Em seguida, adquiriu 50 balas em uma loja de armas.
Após isso, o atirador dirigiu por uma cerca de hora até o local do comício de Trump. Dentro do seu carro foi encontrado um explosivo que estava ligado a um transmissor sem fio.
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GalileoGalilei
17 de julho de 2024 12:37 pmSites com o 24/7 se referiram ao atentado como suposto atentado. Claro que sempre é bom não acreditar em tudo o que nos dizem… mas mesmo para duvidar da história oficialmente contada é necessário não violentarmos demasiadamente a lógica.
Agora, que a história oficialmente contada parece também não ser muito lógica, ah isso sim.
Em um país como os EUA seus serviços de segurança deixaram esse espaço livre para um atirador tão próximo do alvo? Populares viram o atirador em atitudes suspeitas, avisaram a segurança e esta nada fez? O atirador esperava escapar com vida dessa empreitada? Isso tudo também não parece muito lógico.
Trump é uma figura muito incômoda inclusive para os Republicanos. Há muitos outros Republicanos que são tão ou mais reacionários quanto o Trump, mas que sabem se comportar à mesa. Trump afastado das eleições, um Ron de Santis, ou outro qualquer do mesmo naipe, seria imbatível contra o provecto Biden.
A lógica que parece mais se encaixar nos acontecimentos seria a de que as forças de segurança poderiam ter estimulado o atirador, jovem e desmiolado, assegurando-o que elas lhe dariam cobertura. Uma vez o atentado tendo falhado (ou mesmo se tivesse êxito) a queima de arquivo se impõe. E nisso, eles foram muito rápidos e eficientes.
Algo muito parecido com o que “talvez” possa ter ocorrido aqui em Juiz de Fora.
José de Almeida Bispo
17 de julho de 2024 8:24 pmHehehehehe!
É. Biff Tannem chegou lá (personagem de Thomas F Wilson no filme De Volta Para o Futuro)