Luis Nassif
Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.
Motta Araujo
20 de maio de 2014 3:22 amhttp://oglobo.globo.com/rio/a
http://oglobo.globo.com/rio/a-aristocracia-carioca-tem-sua-guardia-socialite-lourdes-catao-12522072
LOURDES CATÃO, a memoria do café society carioca – Neta de Otto Prazeres, que foi secretario particular de Getulio Vargas, Maria de Lourdes Prazeres Catão é a memoria viva do high carioca dos anos 50. Na classificação de Jose Mauro Gonçalves, cronista social da época, a sociedade carioca tinha categorias: hors ligne, a mais tradicional e recolhida, o café society, mais descolada e ativa, a salon societé, mais intelectualizada e ao interlope, constituida por artistas, playboys e o que se chama hoje de celebridade.
Lourdes Catão figurava sempre nas listas de Dez Mais Elegantes, eram duas, a de Jacintho de Thormes e a de Ibrahim Sued, daquela epoca de ouro ainda circulam Teresa Sousa Campos, viuva Orleans e Bragança, Carmen Mayrink Veiga e Regina Marcondes Ferraz, falo das constantes, há muitas outras que não eram assiduas.
Hoje Lourdes é a custodiante do livro Sociedade Brasileira, que era editado por sua falecida irmã, Helena Gondim, o livro é um guia da remnescente e muito alterada sociedade carioca, já permeavel a outro tipo de personagens.
Lourdes Catão é um mix de antigo e moderno, é muito antenada, morou anos em Paris e Nova York e sabe acompanhar as mudanças sociais de epoca. Hoje ela diz que quem dita os costumes, comportamentos e moda no Brasil é a classe média alta de São Paulo, uma observação aguda e perspicaz por ser verdadeira, ela não se referiu à classe rica.
Miguel Zibboni
20 de maio de 2014 10:27 amA manchete do jornal é – como sói – ridícula.
A nobreza carioca não precisa de guardiães. Nem mesmo o mais renitente aristocrata paulista disso discorda.
Gilson AS
20 de maio de 2014 3:55 am(Sem título)
Gilson AS
20 de maio de 2014 3:57 amSe Deus quiser !
mcn
20 de maio de 2014 4:11 amRetrato de um troll
João Revolta é troll profissional. Ganha dinheiro semeando virulência e emporcalhando as timelines da vida contra o Partido dos Trabalhadores.
Tudo OK, não fosse um problema: João Revolta às vezes mente. Como todo troll, aliás.
A análise do pessoal do Youpix é bem interessante. São jovens, como o JR, antenados com as últimas tendências da web, mas não compactuam com gente, como ele, que polemiza com desinformação em um assunto tão sério como política.
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http://www.youpix.com.br/pessoas/entrevista-tv-revolta/?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+youpixfeed+%28youPIX%29
TV Revolta: “Não obrigo ninguém a seguir, segue quem quer”
por Pedro Katchborian | 19 maio 2014
Quem é João Revolta, o dono da fanpage que está deixando todos revoltados no Facebook?
“Bem-vindos ao canal do estresse”.
É com essa frase que a fanpage no Facebook chamada TV Revolta se apresenta. A página, com mais de 3 milhões de fãs, tem como assunto principal a política, mais especificamente ataques ao governo atual e, nas últimas semanas, tem deixado a galera no Facebook revoltada pela quantidade de desinformação que compartilha.
A TV Revolta surgiu em 2011 e é comandada por João Revolta, um personagem criado pelo radialista profissional João Almeida Lima pra ser “um homem descontrolado, nervoso e impaciente com a atual situação do país”.
João criou um personagem, uma página e dois canais no YouTube (aqui e aqui). Com o seu jeito agressivo e a postagem de imagens com alto poder de compartibilidade, ele alcançou o sucesso. A maioria das publicações vai acompanhada de um CURTA TV REVOLTA, uma ação agressiva/desesperada para ganhar likes que vem dando certo, já que a página é uma das maiores sobre, er, ~política~ do Brasil.
Quem é o cara por trás da TV Revolta? Quais são suas motivações? Como alimenta a fanpage mais criticada do Facebook atualmente? Por que tanta agressividade?
Quem é João Revolta?
Eu, João Almeida Lima, criador do João Revolta, tenho 32 anos, sou radialista profissional (diplomado com drt plena em radialismo), moro atualmente na cidade de São Paulo. O João Revolta é um personagem fictício, criado no ano de 2009. As principais características da personagem é expor assuntos do cotidiano a serem discutidos, tendo como resposta, a opinião do público. Assuntos políticos, culturais e denúncias são privilegiados para a apresentação. A abordagem de João é agressiva, na maioria dos vídeos ele tenta representar um homem descontrolado, nervoso e impaciente com a atual situação do país. A filosofia de João Revolta é usar a linguagem informal para atrair o telespectador. Para representar a raiva, João Revolta usa uma mesa e diferentes artefatos, usados para quebrar objetos durante a gravação dos vídeos.
Qual era o objetivo da página quando você criou?
O objetivo do canal TV Revolta e página TV Revolta no Facebook sempre foi e sempre será dar voz ao povo ignorado pelas mídias tradicionais.
Como foi o crescimento da página? Você patrocinou pra que ela crescesse ou ela cresceu sozinha?
Nosso crescimento é fruto do nosso trabalho duro ao longo de 4 anos e de uma ótima parceria realizada em 2013 com o bacharel em direito, Ernani Fernandes. Não temos envolvimento com nenhum partido político e não recebemos dinheiro de ONGs ou qualquer instituição como dizem por ai.
Você diz na descrição da página que o objetivo da página é “ajudar no desenvolvimento do Brasil”. Como você acha que a página contribui pra isso?
Quando damos voz a aqueles que querem se expressar, conseguimos saber quais são as suas dificuldades, diferente da TV por exemplo que não dá chance para a critica. A interatividade com o telespectador nos ajuda a criar conteúdo audiovisual com mensagens educacionais sociais e políticas, a fim de conscientizar a população sempre mantendo a ética já que temos um nome a zelar. Isso seria uma forma de contribuir com o desenvolvimento do país.
Você tem diversos canais no YouTube pra postar conteúdo. Quantos são oficiais?
Não tenho diversos canais no YouTube, tenho apenas o do João Revolta e o da TV Revolta. Tenho algumas outras mídias espalhadas na internet devido ao fato de ter entrado nesse segmento em 1995 mas, prefiro não dizer quais são, isso é segredo.
Como você decidiu pela linguagem dos vídeos? Alguns são bem agressivos e tem muitos palavrões. Acredita que essa é a melhor maneira de falar com o jovem?
A principal característica da personagem João revolta é a explosão, falar coisas que vêm na cabeça em momento de raiva, isso seria uma critica para a própria personagem. Acredito que os palavrões estão na boca de toda a população e isso não é mais um bicho de 7 cabeças, pelo menos para o público que nos segue. Quando você fala muito palavrão, você acaba até banalizando essa linguagem. Os jovens internautas não gostam de nada que se pareça com a mídia tradicional, falar palavrão seria como quebrar paradigmas.
Como você seleciona o conteúdo que vai postar na página?
Como trabalho com comunicação social desde a época do Fiz MTV, parceiro da Google desde 2010, quando o youtube se popularizou, adquiri bastante experiência para escolher o conteúdo. Uma das principais maneiras de saber o que vou postar é olhando os e-mails da TV Revolta e centenas de mensagens que recebo diariamente nas caixas do facebook . Eu só vejo o que o povo está pedindo, pesquiso, vejo se é ou não relevante e publico.
Na página você diz que quer informar e entreter ao mesmo tempo. Acredita que essas coisas caminham juntas ou são antagônicas?
Existem diversos documentários que não são totalmente baseados em fatos*, isso não quer dizer que eles não passem uma informação útil e relevante. O entretenimento com informação trabalham juntos desde a popularização do cinema. O que muda hoje é apenas a linguagem e a mídia, a formula continua a mesma.
(*Nota do Editor: “não são baseados em fatos”, ou seja…)
Você sobrevive da página e do canal?
Não ganho nada com Facebook, sobrevivo com a renda vinda da minha parceria com a Google, vinculada ao meu canal João Revolta e TV Revolta. Também faço frelancers na área de comunicação social e organizo o CurtaCom (festival de premiação para adeptos do audiovisual).
Qual foi sua motivação pra começar a fazer os vídeos e a página?
Comecei fazer vídeos de terror com 13 anos, aos 16, já tinha PC com internet em casa. Após trabalhar anos com computador e internet, percebi que isso era o que eu realmente gostava de fazer e com uma internet de banda larga seria mais fácil veicular meu material sem depender de TV ou qualquer mídia que seja, tendo internet, só dependeria de mim mesmo.
Entrei para faculdade de ciência da computação, aprendi o que eu precisava de programação e em 2008 comecei o curso de RTV na Belas Artes ao qual me formei em 2012. Na faculdade mesmo, nos horários vagos, eu e alguns amigos ficávamos produzindo vídeos curtos para por na internet e foi ai que o João Revolta começou se espalhar, de boca a boca.
Quando percebi que o João Revolta estava sendo usado como material didático por professores de universidades e colégios, sendo comentado em faculdades como Belas Artes, ESPM, PUC, USP, FMU, Casper Líbero entre outras, percebi que o negócio realmente tinha ganhado bastante repercussão espontânea logo de começo, no ano de 2010, essa foi a motivação para continuar.
Muita gente compartilha o conteúdo da TV Revolta. Você se orgulha disso?
Não diria que sinto orgulho, sinto honrado por ver tanta gente compartilhando espontaneamente algo que nós criamos e ou compartilhamos diariamente.
Muita gente critica o conteúdo da página. O que você acha disso?
Cada pessoa tem o direito de pensar o que quiser, não obrigo ninguém a seguir a TV Revolta. Segue quem quer.
A página é claramente anti-petista…
A página nunca apoiou nenhum partido, mas é evidente que estamos fazendo uma campanha contra o PT nesse momento já que 99,9% do nosso público apoia e quer a derrota do PT nas próximas eleições. A insatisfação do povo faz com que tomemos essas ações.
Qual é a sua posição política? Em quem você vai votar nessas eleições?
Acredito que não devemos votar NULO esse ano já que o voto nulo beneficiaria o governo do PT, sabemos que muitas pessoas votam por cabresto e já estamos fazendo campanha para que nossos seguidores não reelejam ninguém, uma forma de renovar a câmara e o senado. Ainda não escolhi em quem vou votar, estou analisando os projetos e propostas dos candidatos, mas pode ter certeza que vou votar nos “menos piores”, essa é a dica que estamos dando ao nosso público.
O que mais te causa revolta hoje em dia no Brasil? E na internet?
O que me causa revolta hoje em dia é a falta de educação, a corrupção da política, do comércio e até do próprio povo. Em relação a internet, quase nada me revolta. Não perco meu tempo atacando concorrentes que querem nos prejudicar inventando mentiras. Ignorar é a melhor solução adotada por nossa equipe.
PS 1 – Se você nunca mais quiser ver posts do TV Revolta na sua timeline, é só ir na setinha que fica no canto direito do post que aparecer na sua TL e clicar em “Hide all from TV Revolta“.
PS 2 – Se você não aguenta mais a TV Revolta, dá uma olhada na TV Relaxa, crítica camomilada da página.
PS 3 – Não baseie seu posicionamento político em cima de postagens engraçadinhas de fanpages! Leia, pesquise, busque fontes de discussão e informação confiáveis.
Gilson AS
20 de maio de 2014 4:26 amPOR QUE JOAQUIM BARBOSA PERSEGUE JOSÉ DIRCEU?
Todos aqueles que acompanharam o julgamento da Ação Penal 470 e sua execução devem se colocar frequentemente esta pergunta: por que Joaquim Barbosa persegue José Dirceu? Em busca de respostas, cidadão comuns e juristas só se diferenciam na compreensão do método utilizado por Barbosa para tentar humilhar José Dirceu.
Cidadãos comuns desconfiam que o ministro tem razões para não gostar de Dirceu e se perguntam quais seriam elas. Juristas entendem isso e veem com perplexidade como Barbosa joga com as leis e com os prazos do processo penal para dar vazão a sua ira contra o ex-ministro e ex-deputado.
Se muitos brasileiros ficaram insatisfeitos com a farsa montada no julgamento da AP 470, muitos outros estão agora percebendo que para Barbosa, impedir José Dirceu de trabalhar, mesmo que sua pena seja a de regime semiaberto, trata-se de provar que é o homem mais poderoso do país, que pode tudo, inclusive abandonar o bom senso e aplicar as leis como bem lhe aprouver para alcançar seus fins.//////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////.
http://www.brasil247.com/pt/247/artigos/140271/Por-que-Joaquim-Barbosa-persegue-Jos%C3%A9-Dirceu.htm
romério rômulo
20 de maio de 2014 4:53 amdilma bolada
jogada tucana:
http://www.ocafezinho.com/2014/05/20/babado-dilma-bolada-entrega-tentativa-de-tucanos-de-compra-lo/
romério
Assis Ribeiro
20 de maio de 2014 9:31 amPelo fim de eleições
Pelo fim de eleições decididas pelo poder econômico
Estamos num momento crucial da vida política brasileira. Em poucos meses, teremos eleições. Provavelmente, o pleito será regido pela mesma legislação que permite o financiamento de pessoas jurídicas nas campanhas eleitorais e, consequentemente, permite esse processo vergonhoso de corrupção, de compra de voto, de financiamento pelos grandes grupos econômicos que estabelecem, de maneira escancarada, a cooptação e o controle sobre parlamentares.
Pelas declarações no TSE das eleições de 2010, foram a mais de R$ 4 bilhões os financiamentos (doações) aos candidatos para o processo eleitoral. E candidatos escolhidos a dedo. Não é dinheiro que vai para o partido, que o distribui como quer. Não. Os financiamentos são dados por escolha direta das empresas aos candidatos. Hoje, mais de 70% dos deputados que estão na Câmara Federal, foram eleitos porque estavam entre as campanhas mais caras nos seus Estados.
A Câmara Federal não votou a reforma política. Não aceita mudar isso, porque são os próprios beneficiários e não vão eles votar contra seus interesses. Diante disso, estabeleceu-se uma ação de inconstitucionalidade, feita pela OAB, irmanada com a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil e outras entidades que aceitaram encaminharam o processo, vedando o financiamento eleitoral por pessoas jurídicas.
Iniciada a votação no Supremo Tribunal Federal (STF), seis ministros votaram favoravelmente à ação da OAB. Portanto, num quadro de 11, a decisão já está tomada. O ministro Gilmar Mendes, conhecido pelo conservadorismo, pediu vista, não para melhorar seu voto. Não. Pediu vista e com isso é enorme o risco de que se esgote a possibilidade de prazo para regulamentar a medida. Sem regulamentação até o fim do mês de junho, o Tribunal Superior Eleitoral vai garantir que o processo eleitoral seja regido pela lei atual. Já passaram mais de 20 dias e Gilmar Mendes não apresenta o relatório para que se conclua a votação.
O mais surpreendente é o absoluto silêncio dos grandes meios de comunicação, que são os reis da denúncia, sempre a favor da “moralidade pública”. Qual o debate que a mídia está fazendo? Qual a pressão para que o ministro Gilmar Mendes cumpra o seu papel, cumpra o seu dever, que apresente o seu voto para que se possa ter o acórdão do STF?
Se essa decisão não estiver em vigor, teremos mais uma eleição marcada por 2% do faturamento bruto das empresas podendo ser dado aos candidatos. Ora, se as empresas podem garantir 2% do seu faturamento, são bilhões de reais que facilitam e garantem que a maioria dos deputados esteja ali por consequência de campanhas caras em cada um dos Estados. Esse é o número frio da pesquisa que prova a relação entre o poder econômico e o número de votos alcançados.
Não adianta deixar prescrever, deixar que as coisas se resolvam pelo decurso de prazo porque o ministro Gilmar Mendes, na contramão do desejo da sociedade brasileira, das manifestações do ano passado, de um número muito grande de deputados e senadores que vêm lutando no Congresso para que tenhamos um processo de eleições limpas não determinadas pelo poder econômico, não dá o seu voto e, consequentemente, impede que saia o acórdão do Supremo. Este teria vigência imediata por tratar-se de preceito constitucional, obrigando a mudança da lei atual.
Por enquanto só há um voto contrário, o que nos dá uma indicação de que houve aceitação pela maioria dos ministros do Supremo de que essa arguição é correta e que a pessoa jurídica não é eleitora. A pessoa jurídica não é uma pessoa natural e, portanto, não pode ter essa influência, esse poder de decisão sobre o processo político brasileiro.
Raul Pont é deputado estadual pelo PT-RS
http://www.sul21.com.br/jornal/pelo-fim-de-eleicoes-decididas-pelo-poder-economico/
ROGERIO FARIA
20 de maio de 2014 11:31 amNina e os pássaros
Clique na imagem para mais tirinhas!
jns
20 de maio de 2014 11:51 amEncriptação de E-mail
O guia Snowden para criptografar mensagens da Internet
Daily Mail | DAMIEN GAYLE | 14/05/2014
“Voce precisa entender que quando são oferecidos serviços gratuitos, você e as suas informações são o pagamento.”
O tutorial que Snowden fez para jornalistas e evitarem a vigilância da NSA sobre email foi tornado público pela primeira vez.
Um vídeo simplificado explica como evitar o rastreamento de e-mails (não traduzido).
Snowden fez vídeo para comunicar-se com Glen Greenwald de forma seguraEle explica como usar a criptografia de chave pública para codificar as mensagens on-lineOs defensores da privacidade convocam as pessoas para aprender a usar o método
As pessoas devem aprender a embaralhar os seus e-mails, para defender a privacidade, usando uma criptografia apresentada em um vídeo tornado público pela primeira vez por Edward Snowden.
O ex-analista da NSA, que alertou sobre a vigilância on-line onipresente da agência, fez o vídeo para ensinar jornalistas a se comunicarem secretamente com ele.
O clipe de 12 minutos, em que Snowden usou o seu programa para distorcer a sua narrativa, explica como usar software livre para embaralhar as mensagens, utilizando uma técnica chamada Public Key Encryption (PKE).
A descrição do vídeo no Vimeo diz: “Seguindo estas instruções, você vai permitir que qualquer fonte potencial no mundo possa enviar uma mensagem poderosamente criptografada que só você poderá ler, mesmo que vocês nunca tenham se encontrado ou trocado informações de contato.”
Snowden fez o vídeo no ano passado para Glenn Greenwald, em um esforço para conseguir se comunicar de forma on-line segura e enviar mais documentos que pretendia vazar para o repórter do Guardian.
Os interessados podem encontrar o vídeo (difícil de decifrar) que o próprio Greenwald admitiu que não foi capaz de terminar de ler todas as instruções – levou sete semanas, com a ajuda de especialistas, para finalmente reunir a experiência de retornar os contatos com Snowden.
A publicação do vídeo ocorre no momento que mais e mais usuários de Internet estão adotando técnicas de criptografia após o alarme causado pelas revelações de Snowden sobre a vigilância global das comunicações.
Ele vazou os documentos que mostravam como a NSA e a agência britânica GCHQ foram capazes de espionar as comunicações de, praticamente, todos que usam a Internet, monitorando as atividades das redes sociais em tempo real, acompanhando e registrando a localização de bilhões de dispositivos móveis.
Houve indignação quando se descobriu que, ao contrário das promessas que a NSA fez ao Congresso, essas tecnologias estavam sendo usadas para rastrear os cidadãos americanos sem mandado e explorar as comunicações de líderes dos países aliados.
Uma resposta aos riscos para a liberdade, que tal vigilância coloca, é embaralhar as comunicações on-line para que as agências governamentais não possam mais escutar à vontade.
No entanto, as tecnologias de criptografia disponíveis podem ser difíceis de usar e os ativistas da privacidade solicitaram para as empresas de Internet incluí-los em seus produtos Fonte.
A campanha para acabar com a vigilância generalizada continua paralela aos alertas dos especialistas em ferramentas de criptografia – que não são susceptíveis de fazer o seu caminho em direção ao mainstream – enquanto as empresas de Internet continuam a fazer os seus lucros usando as informações pessoais dos usuários.
A Encriptação de E-mails
O vídeo explica como usar um programa gratuito chamado Gpg4win para embaralhar as mensagens, usando Criptografia de Chave Pública ou Criptografia Assimétrica para, em seguida, enviá-las através de um software que permite o uso da Internet de forma anônima – Tor.
No vídeo de Snowden, ele explica como e-mails tradicionais são enviados como texto simples – sem criptografia padronizada -, permitindo que seja possível interceptá-los para acessar facilmente os seus conteúdos.
“Qualquer roteador poderia ser monitorado por uma agência de inteligência ou outro um hacker para interceptar, aleatoriamente, qualquer ponto do caminho percorrido pelo e-mail até um servidor ou um prestador de serviços como o Gmail.
Se um jornalista usa o serviço de correio web, pessoalmente ou provisionado pela sua empresa, o texto simples sempre pode ser recuperado mais tarde, através de uma intimação ou algum outro mecanismo legal ou ilegal, em vez de ser interceptado durante o transporte e isso é duplamente perigoso.
A solução para isto é cifrar a mensagem, superando um dos problemas normais com a criptografia: a requisição do uso de códigos secretos compartilhados e uma forma de chave ou senha para ser usada pelo jornalista e a sua fonte.
“Mas se a origem enviar um arquivo encriptado através da Internet e informar para o destinatário, ‘Ei, aqui está um arquivo criptografado e a passwork é cheesecake, a Internet vai saber que a senha é cheesecake’.”
“Uma criptografia de chave pública, como o GPG, permite que o jornalista publique uma chave que qualquer um pode ter, com base no projeto do algoritmo, sem fornecer nenhuma vantagem para a espionagem.”
O vídeo ensina como usar um programa gratuito chamado Gpg4win para embaralhar as mensagens usando a criptografia de chave pública para, em seguida, enviá-las através do Tor, um software que permite que as pessoas possam usar a Internet de forma anônima.
São lições como estas que, com a ajuda de especialistas, permitiram a Greenwald comunicar de forma segura com Snowden para publicar o que tem sido chamado de “o vazamento de mais significativo na história dos EUA”.
[video:http://youtu.be/DLco_e2OEKs%5D
O tutorial sobre o encriptamento foi tornado público, para coincidir com o lançamento do livro de Greenwald, ‘No Place To Hide’, em que ele conta a história da colheita de dados feita pela NSA e outros órgãos de vigilância secreta.
Os defensores da privacidade disseram ao MailOnline que todos os usuários de Internet devem utilizar a tecnologia de criptografia para preservar a privacidade e manter a liberdade de expressão sob as barbas da espionagem do governo americano.
Javier Ruiz, diretor de política do Open Rights Group, disse: “Os e-mails são como postais e a criptografia é um envelope inviolável. É óbvio que jornalistas, deputados, médicos, advogados ou qualquer pessoa que transmita informações confidenciais on-line deve sempre criptografar os seus e-mails para manter a segurança das suas informações”.
“Desde as revelações de Snowden, cada vez mais, os cidadãos comuns estão adotando softwares de criptografia para manter os seus e-mails privados.”
“Se a criptografia for usada em larga escala, será exigido de empresas como o Google, a Apple e a Microsoft a incorporação da criptografia em suas ferramentas de comunicação.”
Mas TK Keanini, diretor de tecnologia da Lancope, uma empresa de segurança da Internet, disse que é improvável que as grandes empresas de Internet incluam as funções de criptografia em seus serviços como padrão.
“PGP e programas assemelhados são simplesmente muito complicados para as massas”, disse ele. “O gerenciamento de pares de chaves e a compreensão de revogação são muito complicados para a maioria e a sua adoção, nos últimos 20 anos, tem sido limitada aos usuários altamente técnicos – uber geeks.”
“Agora, se um serviço como o Gmail.com oferecer uma opção acessível para a assinatura digital e permitir que a criptografia seja usada pela maioria das pessoas, o impacto seria enorme. Mas isso nunca vai acontecer porque o Google e outros serviços ‘livres’ fazem o seu dinheiro com base nos seus dados disponibilizados livremente, que eles podem usá-los para indicar e comercializar serviços específicos para você.”
“As pessoas precisam entender que quando são oferecidos serviços gratuitos, elas e as suas informações são o pagamento.”
“As pessoas devem usar a tecnologia para a capacitação e também desafiar as políticas do governo e das agências de inteligência para acabar com a ilegalidade da vigilância em massa sobre as pessoas ao redor do mundo”
Mike Rispoli, um porta-voz da Privacy International, ecoou estes sentimentos, mas acrescentou que é preciso haver mais pressão sobre o governo para impedi-lo de espionar a vida privada das pessoas comuns.
“É fundamental que as pessoas usem toda a tecnologia à sua disposição para manter as suas comunicações privadas e seguras”, disse ele.
“Todos nós devemos apoiar a criação e o uso generalizado dessas ferramentas. Em última análise, no entanto, as pessoas nunca devem ter que fazer esforços adicionais para protegerem os seus direitos.”
“É por isso que precisamos de políticas, assessoria jurídica e tecnológica para apontar soluções e garantir que os nossos direitos de privacidade sejam protegidos.”
“Enquanto as pessoas usam a tecnologia para a capacitação, também devemos desafiar as políticas do governo e das agências de inteligência para acabar com a vigilância ilegal em massa sobre as pessoas ao redor do mundo.”
Adir Tavares
20 de maio de 2014 12:10 pmEUA: as cidades-tendas
por Informação Incorrecta
Debaixo das pontes, nas floresta, nas margens das autoestradas, vivem as pessoas sem uma casa, com uma tenda e poucos bens pessoais. Por enquanto são mais de 100, mas as tent-cities (as “cidades-tendas”) dos Estados Unidos aumentam, principalmente nas grandes cidades de estados como Alaska, Califórnia, Hawaii e Connecticut.
Esta é uma das informações contidas no último relatório doNational Law Center on Homelessness & Poverty (NLCHP), uma organização sem fins lucrativos que presta assistência aos desabrigados.
As cidades das tendas, improvisadas, surgem como comunidades e, com o tempo, aumentam de dimensão até tornar-se quase cidades em miniatura: têm a sua própria organização interna e, às vezes, até mesmo um “prefeito”. Algumas são mantidas com cuidado, outras estão cheias de lixo. Algumas são reconhecidos pelos Estados, a maior parte não.
Geralmente surgem nas áreas onde o custo da vida (especialmente o custo das habitações) é insustentável ou onde os abrigos não podem assistir o elevado número de quem procura ajuda.
Mas é apenas uma explicação parcial deste fenómeno social: na verdade, não são poucos os que afirmam escolher voluntariamente a vida nas tendas. Preferem isso porque representa a liberdade, uma vez que nesses campos não há as restrições típicas dos abrigos: não há dormitórios separados para homens e mulheres, não são necessários documentos, não há horários de entrada e de saída, não é proibido o uso das drogas ou do álcool.
Um dos últimos caso ocorreu em Camden, New Jersey: após a intervenção das autoridades, alguns ocupantes não foram capazes de encontrar um abrigo nos centros de acolhimento, simplesmente não havia espaço suficiente para todos.
As cidades das tendas nascem por uma razão: a sobrevivência. Ou pelo menos essa é a explicação que dá o NLCHP no relatório, no qual analisa o problema e tenta oferecer uma solução:
A solução para a proliferação de campos nos Estados Unidos é a oferta de habitação a preços acessíveis.
Pois, dito assim parece simples…
Ipse dixit.
http://informacaoincorrecta.blogspot.com.br/
MiriamL
20 de maio de 2014 12:29 pmRússia e China prestes a
Rússia e China prestes a anunciar o fim da era do dólar americano?
18/5/2014, [*] Jeffrey Berwick, The Daily Bell
Are Russia and China About to Announce the End of the US Dollar Era?
Tradução mberublue
A queda do poder de compra (inflação) do US$ (dólar americano) ao longo do tempo
Por todo o mundo estão acontecendo reuniões de países, com uma meta comum que tem muito a ver com você, seja você ou não cidadão dos EUA: abandonar o dólar americano. Desde o início da crise da Ucrânia, o fim do dólar americano está cada vez mais perto. Movimento após movimento, Rússia e China estreitaram relações e tornaram-se aliadas mais próximas. Exemplos abundam. Para encurtar, aí vão dois exemplos recentes que chamam a atenção.
A Gazprom (maior empresa russa, décima maior do mundo e a maior exportadora mundial de gás natural – controlada pelo Estado, embora tenha ações no mercado [NT]) acaba de lançar títulos na moeda chinesa, o Yuan. Rússia e China assinaram um acordo para a venda de gás. 40 bancos centrais começam a apostar que no futuro, a moeda de reserva será o Yuan.
Yuan chinês deverá ser a próxima moeda de reserva
Até o início de 2014, as histórias sobre o colapso do dólar soavam ainda como maluquices conspiratórias, e pouco efeito tinham sobre a geopolítica. Este ano, tudo mudou. Parece que as nações-estados pelo mundo afora estão se movendo na direção de um mundo pós-dólar americano. Já não é uma questão de “se”, mas de “quando”. E se você não é capaz de entender o passo-a-passo do que virá, há alto risco de acabar chocado e… assombrado.
Já não cabe dúvida de que, tão logo a Rússia, juntamente com seus numerosos aliados, faça o movimento fatal, será seguida por muitas outras nações (várias delas já estão, mesmo, tentando). Por quê?
Porque os EUA são a força mais destrutiva do planeta; e seu calcanhar de Aquiles é o “privilégio exorbitante”, que a maioria conhece como “dólar americano”; e que o Federal Reserve Note [1] chama de só contaram p’rá mim”.
O significado será hiperinflação, caos social, guerra civil, dentre outras desarticulações. Parece-lhes que exagero? Pois, não, não há exagero algum. Para que se tenha ideia de o quanto tudo isso pode ser ruim, péssimo, pense no que já se vê acontecendo em qualquer república socialista “de bananas”; em seguida imagine que piore muito, muito! Por que pioraria “muito-muito”? Porque essas repúblicas “de bananas” não emitem a moeda usada como moeda planetária de reserva.
Os Estados Unidos nada produzem, a não ser o dólar americano – coisa facílima, aliás, de produzir, como se comprovou no Canadá, com o suor de um único canadense. Operação muito, muito simples: o tal canadense emitiu milhões de dólares americanos e os colocou em circulação. Mais: o Canadá preferiu não extraditá-lo; o sujeito vive lá, como homem livre.
Agora, grandes nações-estados pretendem sair juntas do sistema do dólar americano. Um mundo “desdolarizado” – como a Rússia já diz com frequência – pode vir a afetar a vida de milhões de norte americanos.
A Ascensão da Rússia & China
De acordo com A Voz da Rússia, o Ministro russo das Finanças pretende um aumento significativo do papel do rublo russo nas operações de exportação, reduzindo dessa forma as transações fechadas em dólar, no comércio exterior da Rússia. Acredita-se na Rússia que o setor bancário do país está “pronto para lidar com um maior número de transações assinadas em rublo”.
A agência Prime News relata que em abril de 2014 o governo realizou uma reunião que foi integralmente dedicada a encontrar soluções para tirar o dólar das operações russas de exportação. Especialistas de ponta de bancos, governo e setor energético elaboraram nestas reuniões uma série de propostas, perfeitamente efetivas, para responder às tais sanções aplicadas pelos Estados Unidos contra a Rússia.
Igor Shuvalov
A reunião de “desdolarização” foi presidida pelo Vice-Primeiro-Ministro da Federação Russa, Igor Shuvalov: é sinal de que o movimento russo para descartar o dólar é, sim senhor, coisa séria. Depois houve outra reunião, quando se discutiram procedimentos para elevar o número de operações recebíveis em rublo, dessa vez presidida pelo Vice-Ministro das Finanças, Alexey Moiseev. Segundo Moiseev, nenhum dos especialistas e representantes de bancos viu qualquer problema nos planos governamentais para incrementar o comércio com pagamento em rublos. Afinal… o dólar já vem em queda livre desde a invocação do Federal Reserve e a lei relativa ao imposto sobre a renda, em 1913.
Agora, parece que até o pouco que ainda sobra já está por um fio.
A Rússia não está só.
Se não tivesse apoio, a Rússia não estaria tão audaciosa. Outras nações pelo mundo também têm interesse em aderir a um movimento de desdolarização. China e Irã, por exemplo, têm manifestado crescente interesse em levar avante esse plano. Líderes de outros países também já se manifestaram nesse sentido; em todos os casos, bateram de cara contra as conhecidas sanções-“mísseis” dos EUA.
Hoje, a especulação que corre o planeta fala da próxima visita de Putin à China, amanhã, dia 20/5: serão assinados contratos gigantes de petróleo e gás… e talvez sejam assinados com pagamentos previstos em Rublos e Yuans, não mais em dólares americanos. Implica dizer que dentro de uma semana, talvez já estejamos vivendo em mundo muito, muito, muito diferente do que temos hoje [mesmo que o “jornalismo”, os “jornais” e os “jornalistas” OCIDENTAIS absolutamente naaaaaaaaada noticiem dessas notícias radicalmente importantes (NTs)].
Com russófobos controlando a políticaexterna dos Estados Unidos, o ocidente está sem qualquer controle, andando a passos largos em direção ao buraco. Consequência disso é que os EUA prosseguirão, hostilizando cada vez mais a Rússia e outras nações. Com mais hostilidade, mais se fortalecerá a tendência de Rússia, China e inúmeros outros países, pelo mundo, a se separarem do dólar.
O mundo já trabalha hoje para criar uma nova infraestrutura econômica e financeira a qual, simplesmente, ignorará os Estados Unidos.
Cesta de moedas poderá substituir o US$ (dólar americano) nas transações internacionais
E, em reação e resposta, o que fazem os EUA? Bombardeiam mais civis. Matam mais gente. Provocam mais guerras.
Verdade é que já não tenho muita certeza de que os EUA consigam manter esse “padrão” hoje, com o mesmo “sucesso” com que o mantiveram há, apenas, uma década.
Bem ou mal, a humanidade começa a despertar para esse estado de coisas. Já aconteceu até de a opinião pública no mundo conseguir impedir que os EUA fizessem mais uma guerra – e a Síria foi salva. A oposição popular certamente impedirá que os EUA façam mais guerras.
Há evidência que todos já veem com clareza e que comprometem hoje terrivelmente as posições que os EUA têm adotado: Rússia e a China jogam xadrez e pensam no bem do mundo. Obama joga damas, bolinha de gude, sabe-se lá o que joga; e não pensa no bem do mundo.
A China já queria nova moeda de reserva, desde 2013
Japão e Índia já têm um acordo para moeda de reserva própria, desde 2011.
No Golfo Pérsico os árabes, junto com China, Japão, Rússia e França, já planejam pôr fim aos negócios de petróleo feitos pelo dólar americano; e trabalham para pôr no lugar desse dólar uma cesta de moedas que pode incluir o Iene japonês, o Yuan chinês, ouro, Euros e uma nova moeda unificada especialmente pensada para uso das nações do Conselho de Cooperação do Golfo (o que incluiria nessa negociação/nova cesta de moedas, também Arábia Saudita, Abu Dhabi, Kuwait e Qatar).
O fim do sistema monetário como o conhecemos
Estamos na iminência de uma mudança massiva nos parâmetros do sistema monetário mundial… todos os especialistas sabem disso (é absolutamente claro que sabem!), mas o “noticiário” prossegue como se nada estivesse já acontecendo. Empresários norte-americanos ou gastam ou mentem que gastam como se os EUA estivéssemos em plena recuperação econômica. Cidadãos dos Estados Unidos continuam gastando dinheiro ou mentindo que gastam e em todos os casos continuam poupando pouco, talvez com a mesma expectativa que os empresários. Os investidores continuam a investir ou a mentir que continuam a investir como se tudo estivesse às mil maravilhas.
Os EUA devem tanto, mas tanto que já não há mais meios de salvar o US $ (dólar americano)
Parece que todos esses atores têm dificuldade para contextualizar e apreender a verdade sobre a economia dos EUA. E essa verdade é a seguinte: os EUA devem tanto, tanto, tanto, que a mente humana não tem meios para compreender a sua real extensão desse endividamento. E a imprensa-empresa comercial, que existe para desinformar, desinforma o mais que pode e completa o serviço de ensinar a des-compreender (seja o que for).
O capital exposto ao risco de ser queimado, virar fumaça, é da ordem de trilhões de dólares. O mundo ocidental corre o risco de entrar numa era sombria, que o futuro conhecerá, durante séculos, como o “Grande Colapso”. Bem contados, não chega a 1% dos cidadãos o número dos norte-americanos e norte-americanas que se pode acreditar que saibam disso e compreendam com clareza o movimento.
Essa minoria, sim, entende o que está acontecendo; mas tem ativos em bens tangíveis e internacionalizados [metais preciosos fora do sistema financeiro] e terão boa chance de sobreviver bem às mudanças que certamente virão.
Nunca foi mais importante, necessário, prioritário, vitalmente decisivo, desligar a televisão e não tomar conhecimento do que a imprensa-empresa comercial “informe” ou “noticie”. Cada um terá de fazer as próprias contas e assumir o controle da própria situação financeira.
[*] Jeffrey Berwick define-se como anarcocapitalista libertarista. Lutador [de luta-livre] contra o que considera dois dos maiores inimigos da humanidade: o Estado e os Bancos Centrais. Atualmente é Editorialista do The Dayly Bell, Fundador do site The Dollar Vigilante, CEO da TDV Mídia e Serviços.
Nota dos tradutores
[1] Em explicação muito resumida: o dinheiro (divisa) americano não é emitido pelo governo americano, mas pelo Federal Reserve Note (que o empresta ao governo dos EUA) e que na realidade é um banco PRIVADO, propriedade de um poderosíssimo grupo de banqueiros internacionais que o manejam conforme seus interesses. Para entender melhor acesse: “Já é matematicamente impossível liquidar a dívida nacional dos EUA”
http://redecastorphoto.blogspot.com.br/2014/05/russia-e-china-prestes-anunciar-o-fim.html
maria rodrigues
20 de maio de 2014 4:14 pmAcabo de ler em outro blog
Acabo de ler em outro blog que três mulheres grávidas, residentes em Luziânia/GO, denunciaram um médico cubano por atos libidinosos enquanto se encontravam em consulta. A delegada já afastou o profissional e levou a denúncia ao Ministério da Educação.
Resta saber se são procedentes as denúncias, ou se tem algum tucano picando essas moças, até pra se ter uma ideia se a maioria delas não vai levar uns trocados com esse fim, afinal, até nossos dias, nenhum golpe se concretizou contra o programa do governo.
Cláudio José
20 de maio de 2014 4:30 pmPROJETO: PRIMEIRO PASSO
Rio de Janeiro, 20 de maio de 2014 PROJETO: PRIMEIRO PASSO Caros amigos (as) a educação é a ferramenta mais forte para mudar o mundo para melhor. Pensando nisso, gostaria de sugerir um projeto: O Primeiro Passo, onde em todas as escolas do Brasil a primeira aula do ano letivo escolar seria aberta aos pais ou responsáveis, para que eles proponham melhorias na escola de seus filhos. Nessa aula, os pais dariam depoimentos de vida e de como a educação foi importante na sua vida, pois o exemplo vindo de casa, pode mudar para melhor a vida de muitas crianças. Uma boa educação começa com a participação de todos envolvidos e unidos, em busca de um objetivo comum, melhorar o mundo em que vivemos.
Luciano Prado
20 de maio de 2014 4:39 pmPerigosa desonestidade de um presidenciável
O site o Cafezinho noticia o seguinte:
Segundo publicado no site do Globo, ao comentar entrevista de Lula a blogueiros na semana passada, Aécio afirmou:
“- É incrível que o PT, defensor da volta da democracia, queira trazer a agenda da censura para a discussão.”
Segundo o senador mineiro, “a liberdade de imprensa é inegociável, é um valor inalienável” e não pode ser usada por um governo como “instrumento”.
A se confirmar as declarações de Aécio é possível afirmar com certeza que o tucano agiu de má-fé e intelectualmente e foii desonesto para com seus eleitores porque tentou enganá-los, passando notícia falsa.
Todos que conhecem o discurso de Lula, suas propostas e a de todos que acolhem sua idéia nesse campo, sabem que não existe qualquer possibilidade desse retrocesso “denunciado” por Aécio Neves.
Mesmo que alguém pretendesse isso que Aécio “denuncia” seria praticamente impossível dado o avanço democrático e a quase impossibilidade fática, prática dessa proposta.
Além do que seria inconcebível Lula – um democrata – está proposto isso que Aécio afirma. E o próprio Aécio sabe disso.
Portanto, o que Aécio faz com essa declaração é repetir desonestamente o mesmo discurso que os donos da mídia – altamente concentrada em algumas famílias – vêm repetindo há tempos com o objetivo de manter essa concentração antidemocrática e que prejudica a liberdade de expressão.
O que Lula defende, não de hoje, é do conhecimento geral. E não tem nada em relação à censura à liberdade de expressão ou de imprensa. Ao contrário, tem relação com a democratização dos meios de comunicação, com a pluralidade de opiniões e respeito à diversidade, com a ampliação e desconcentrando os veículos de comunicação.
O presidenciável Aécio Neves, portanto, está sendo desonesto. E tem consciência de sua desonestidade.
É admissível a um presidenciável tamanha dersonestidade?
ruyacquaviva
20 de maio de 2014 5:15 pmAécio está bêbado de novo?
Lula defende a mesma regulamentação que existe nos EUA, Inglaterra e França. Se eles acha que nesses países não tem liberdade de imprensa é porque está bêbado de novo.
Além disso a liberdade de imprensa é um direito acessório à liberdade de expressão. Significa que todos tem direito de expressar e publicar suas opiniões. Quando se forma um oligopólio cartelizado que abusa do poder econômico para dominar e decidir o que será ou não publicado, impedindo que as diversas correntes de opinião da sociedade se expressem, não existe liberdade de imprensa.
Não é só o governo que censura a imprensa, grupos econômicos oligopolizados também podem censurar e é o que ocorre no Brasil.
Por isso que os países democráticos tem leis para garantir que a imprensa não seja dominada pelo poder econômico, destruindo na prática a liberdade de imprensa.
Para garantior a própria liberdade de imprensa é necessário coibir a propriedade privada, quebrar os oligopólios, garantir o direito de resposta, punir os crimes de calúnia e injúria e manter tranparência nas concessões públicas.
Aécio é representante do oligopólio da mídia que não quer liberdade de imprensa, quer sim é liberdade para mentir, enganar e roubar os brasileiros.
Rodolfo Machado
20 de maio de 2014 4:55 pmSurpresa: uma tecnologia contra o capitalismo?
Surpresa: uma tecnologia contra o capitalismo?
Do “Envolverde”
http://envolverde.com.br/economia/surpresa-uma-tecnologia-contra-o-capitalismo/
Multiplicam-se ferramentas que libertam seres humanos das empresas, ao permitir que produzam em colaboração direta. Quais são? Como sistema tenta sabotá-las?
O livro de Jeremy Rifkin [ver referência abaixo] é uma ambiciosa tentativa de formular nova narrativa para a utopia que desabou junto com o muro de Berlim, em 1989. Sua profecia mais ousada é que o capitalismo entrará em irreversível declínio ao longo das próximas três décadas. Ele não será substituído por aquilo que costuma ser considerado seu oposto, ou seja, a propriedade estatal dos grandes meios de produção e troca, orientada pelo planejamento central.
Seu declínio não passará tampouco por mãos hostis, por processos de expropriação ou por eventos épicos como a tomada do Palácio de Inverno. Na verdade, o eclipse do capitalismo já está desenhado e decorrerá do avanço simultâneo da 00 e da economia colaborativa.
Não se trata de fé ingênua no poder da técnica: a ampliação das oportunidades de oferecer bens e serviços a partir da cooperação direta entre as pessoas (e cada vez menos, do mercado) depende do fortalecimento da sociedade civil e esbarra na gigantesca força dos interesses que procuram sempre limitar o alcance dos bens comuns (os commons, em inglês). Mas, diferentemente de qualquer época precedente, a produção e o uso de bens comuns conta agora com dispositivos cada vez mais poderosos. É nessa unidade entre a cooperação social e as mídias digitais que está a base para uma sociedade moderna, inovadora, colaborativa e descentralizada, funcionamento não se apoia nem nos mercados, nem na busca individual do lucro.
Jeremy Rifkin é professor de uma das mais prestigiosas escolas de gestão dos Estados Unidos, a Wharton. Além disso, é consultor de vários governos europeus e empresas globais. Como tantos outros intelectuais americanos, adotou postura crítica com relação ao papel das finanças na crise de 2008, apoiando o Occupy Wall Street. O mais intrigante neste seu último trabalho está no título: custo marginal zero é uma espécie de quadratura do círculo para a sabedoria econômica convencional. De fato, as primeiras páginas dos manuais ensinam que a natureza econômica dos bens e dos serviços deriva de sua escassez. É por serem escassos que os produtos são alocados por meio dos preços. A abundância generalizada (como bem o observaram, mesmo que sob enfoques diferentes, Marx, Stuart Mill e Keynes) conduziria a uma organização social com mecanismos totalmente diferentes dos que marcam a civilização atual.
A era digital está abrindo caminho a uma economia da abundância. Isso não quer dizer, claro, que produzir matérias-primas minerais e agrícolas não custe nada, que os serviços ecossistêmicos sejam ilimitados ou que se tenha abolido a lei da entropia. Mas é cada vez maior o leque de bens e serviços da economia da abundância.
Aquilo que hoje se encontra gratuitamente no YouTube e na Wikipedia só podia ser oferecido, duas décadas atrás, por uma típica economia da escassez: o consumidor era obrigado a comprar um disco, pagar pela leitura do jornal ou adquirir uma enciclopédia para obter utilidades hoje disponíveis de graça. A própria educação é e será cada vez mais apoiada em mídias digitais, como já mostram os seis milhões de estudantes, de todo o mundo, inscritos em cursos abertos, on-line, das melhores universidades americanas.
A grande novidade do século XXI é que essa revolução virtual já atinge a energia e o mundo material. Passou dos bits aos átomos. E aqui reside o extraordinário potencial transformador da internet das coisas. Ela é um tripé, formado pela unidade entre a internet das comunicações, a internet da energia e a internet da logística.
No campo da energia, a grande novidade não está apenas no caráter exponencial do crescimento das renováveis – sobretudo, da solar, cuja capacidade instalada vem dobrando anualmente nos últimos 20 anos. O mais importante tampouco é o avanço das eólicas, cujas turbinas são hoje mil vezes mais produtivas que em 1990. O fundamental é que esses avanços são acompanhados por uma radical descentralização: na Alemanha, 70% da energia renovável se originam em dispositivos instalados nas residências, nas oficinas ou nas fazendas. Em matéria de energia, os alemães serão não só, cada vez mais, consumidores, mas produtores de renováveis, ou, como diz Rifkin, “prossumidores”. Tanto mais que os próprios bens de consumo (dos eletrodomésticos aos automóveis) serão também dotados do poder de comunicar-se de forma inteligente, consumindo energias nos momentos de menor demanda e, muitas vezes, transmitindo energia para a rede.
O tripé da economia da abundância se completa com dispositivos como a impressora em três dimensões e as máquinas de corte a laser que permitem realizar numa escala local, individual, customizada e com imensa eficiência, aquilo que, até aqui, só era concebível como resultado da grande indústria. Se o sucedâneo da manufatura é a grande indústria, esta será substituída pelo que Rifkin batizou de “microinfofatura”. É um conjunto de técnicas e oportunidades que abrem caminho não só a uma extraordinária economia de recursos, mas a mudanças fundamentais nas bases sociais da oferta de bens e serviços.
Rifkin chega a dizer que a produção de massas dará lugar à produção pelas massas, numa espécie de recuperação dos ideais ghandianos de autoprodução e independência, mas sob condições técnicas que permitem competir com o que, até aqui, só era possível em virtude da grande indústria e da gigantesca concentração de poder que lhe é correlativa. Os prossumidores serão protagonistas decisivos não só na oferta de informação e de energia, mas também de bens materiais. É o que forma a infraestrutura de uma sociedade orientada pela produção e pelo uso de bens comuns.
Rifkin não deixa de mencionar, é claro, o imenso poder hoje em mãos dos gigantes que dominam a própria revolução digital. Mas a cultura do acesso aberto a inovações e a velocidade do avanço da tríade em que se apoia a internet das coisas abrem vias tão novas e promissoras para a cooperação social direta e para a valorização dos bens comuns que tornam persuasiva a ideia de que o capitalismo possa estar a caminho de seu eclipse.
Resenha de The Zero Marginal Cost Society- The Internet Things, the Collaborative Commons, and the Eclipse of Capitalism [“A Sociedade de Custo Marginal Zero: a Internet das coisas. os Commons Colaborativos e o Eclipse do Capitalismo” , de Jeremy Rifkin. Palgrave MacMillan. 368 págs., US$ 20,97
* Ricardo Abramovay é professor Titular do Departamento de Economia da FEA e do Instituto de Relações Internacionais da USP, autor de Muito Além da Economia Verde (Planeta Sustentável/Abril), pesquisador da FAPESP e do CNPq. Mantém o site: http://www.ricardoabramovay.com/ e o Twitter @abramovay.
** Publicado no Valor Econômico e retirado do site Outras Palavras.
Rodolfo Machado
20 de maio de 2014 4:57 pmPesadelo ambiental
Criação de frente parlamentar contra UCs é pesadelo ambiental
Do site ” O Eco”
http://www.oeco.org.br/maria-tereza-jorge-padua/28330-criacao-de-frente-parlamentar-contra-ucs-e-pesadelo-ambiental
Por mais que queiramos não conseguimos entender o porquê e o para quê de uma frente parlamentar, criada com a assinatura de 240 deputados do nosso legislativo e registrada dia 22 de abril deste ano para:
Art. 2° A Frente Parlamentar é instituída para o cumprimento das seguintes finalidades:
I – acompanhar, propor e analisar proposições e programas que disciplinem todos os assuntos referentes ao reassentamento involuntário em áreas protegidas;
II – divulgar os problemas causados pela criação de áreas protegidas, notadamente, unidades de conservação e terras indígenas às populações residentes nas áreas a serem desapropriadas antes da criação da Área Protegida;
III – acompanhar as ações a serem empreendidas pelo Poder Público no sentido de proteger os direitos dessas populações;
IV – realizar encontros, simpósios, seminários, debates e outros eventos, com vistas a aventar as medidas legislativas necessárias a uma rápida resolução dos conflitos fundiários;
V – articular e integrar as iniciativas e atividades da Frente Parlamentar com as ações de governo e das entidades da sociedade civil;
VI – promover a divulgação das atividades Frente Parlamentar em Defesa das Populações Atingidas por Áreas Protegida (Unidades de Conservação e Terras Indígenas), no âmbito do Parlamento e junto à sociedade.
A rede é constituída por: “Art. 3° A Frente será composta por Deputados Federais e representantes de entidades da sociedade civil que subscreverem termo de adesão a este Estatuto.”
Não passa pela nossa cabeça que este fato tenha realmente ocorrido, mais parece um horrível pesadelo. O Requerimento 10.028/2014 foi apresentado pelo deputado Weverton Rocha (PDT-MA). É um enorme pesadelo para os ecólogos, cientistas, profissionais e demais técnicos, ou de ambientalistas da área. Nunca um país democrata, considerado relativamente adiantado e desenvolvido, assistiu uma excrecência destas. Mas parece que em nosso país pode tudo.
A começar pelas justificativas da proposta inicial, se é que há justificativas para deter ou extinguir Unidades de Conservação, ou áreas protegidas, como queira, os erros e enganos, típicos de quem não entende do assunto e da legislação em vigor, são gritantes (o que é da justificativa está em itálico):
1. É afiançado que o Brasil possui o maior número (o grifo é nosso) de áreas protegidas, dentre todos. Esta verdade não existe se for bem explicitada: a) reservas indígenas ou áreas indígenas não são Unidades de Conservação ou áreas protegidas, como querem esses deputados; b) RPPNs são particulares.
2. Além do mais o que realmente interessa é a extensão das mesmas e, em termos relativos, o Brasil possui menos de 10 % de sua extensão territorial em unidades de conservação, ocupando um dos últimos lugares entre os países democratas e mais desenvolvidos;
3. É afiançado que se quer evitar as indesejadas e violentas remoções de populações locais. Provem em qual Unidade de Conservação ou área protegida este fato ocorreu no Brasil. NUNCA OCORREU NAS MESMAS;
3. Leiam a Lei em vigor sobre o Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC) – Lei 9985 de 2.000, que institui o sistema. Não se consideram legalmente no sistema as Reservas Indígenas, Parques Indígenas, ou Áreas Indígenas, como categorias de Unidades de Conservação. As populações indígenas tampouco aceitaram estar no sistema nacional, com razão, pois os mesmos têm uso direto dos recursos naturais, conforme previsto pela Constituição em suas reservas, sem as restrições impostas pelas categorias de manejo previstas no SNUC.
O Brasil já é o campeão de extinção e recategorização de áreas protegidas ou Unidades de Conservação. Uma recente publicação nos demonstra que nosso país perdeu 5,2 milhões de hectares de unidades de conservação nos últimos anos “igual à extensão de Costa Rica”, através da extinção ou recategorização de nossas unidades de conservação legalmente estabelecidas.
O que mais desejam os deputados de nosso país? Acabar com todos os Parques Nacionais? Dar as terras de nossos museus vivos em troca de votos? Não entendem que a agricultura, a pecuária, a medicina, a indústria em geral, precisam desesperadamente de nossa biodiversidade protegida em unidades de conservação, além dos serviços ambientais, em especial os recursos hídricos?
O que vão fazer a classe científica, as universidades afins, as ONGs com esta nova bomba? As últimas políticas públicas mostram claramente um enorme retrocesso da área ambiental, nunca visto em um país sem guerras. O que aconteceu para que falhássemos tanto? Não conseguimos, nós, os profissionais da área, motivar nossos compatriotas para impedir que tudo vá para o ralo. Esta nova ameaça desta frente parlamentar, onde estão situados os humanos que nos representam, deverá nos empurrar mais celeremente para o ralo a que me refiro.
Rodolfo Machado
20 de maio de 2014 5:00 pmMarcha Mundial Contra a Monsanto 2014 – 24 de maio
Marcha Mundial Contra a Monsanto 2014 – 24 de maio
Do blog “Sustentabilidade é Ação”
http://sustentabilidadenaoepalavraeaccao.blogspot.com.br/2014/05/marcha-mundial-contra-monsanto-2014-24.html
Tal como em maio de 2013, em 24 de maio de 2014, ativistas de todo o mundo, em pelo menos 349 cidades, irão participar na Marcha Contra a Monsanto. As razões desta marcha são muitas, mas na sua essência, lutar contra a Monsanto é lutar pela soberania alimentar dos povos, pela liberdade das sementes, pela biodiversidade, pelo direito à informação transparente, contra os transgénicos, contra o monopólio e contra a corrupção.
Para além disso, os novos transgénicos Bt trazem “inseticida incorporado” nos seus genes: os insetos quando o tentam “comer” morrem! O mesmo deve acontecer às abelhas, não são elas insetos? E elas, nossas aliadas fundamentais que polinizam os nossos alimentos, continuam a desaparecer.
Para conhecer melhor o modo de funcionamento da empresa, nada como ver o filme “O Mundo Segundo a Monsanto“.
Como vê, razões para participar nesta marcha não faltam. Se puder, não deixe de comparecer no próximo sábado:
No Porto: às 15 horas, na Praça Marquês de Pombal (https://www.facebook.com/events/1468119300085814/)
Em São Paulo: às 16 horas , no Vão do Masp (https://www.facebook.com/events/265531686958337/)
No Rio de Janeiro: às 16 horas, em Copacabana, Posto 4 (https://www.facebook.com/events/243345272518189/)
Ou encontre um evento perto de si em : http://www.march-against-monsanto.com/p/blog-page_5.html
Saiba mais sobre esta marcha em: http://www.march-against-monsanto.com/
https://www.facebook.com/stopmonsantoportugal |
Rodolfo Machado
20 de maio de 2014 5:04 pmO Veneno Está na Mesa 2 (dir: Silvio Tendler, 2014)
O Veneno Está na Mesa 2 (dir: Silvio Tendler, 2014)
Após impactar o Brasil mostrando as perversas consequências do uso de agrotóxicos em O Veneno está na Mesa, o diretor Sílvio Tendler apresenta no segundo filme uma nova perspectiva. O Veneno Está Na Mesa 2 atualiza e avança na abordagem do modelo agrícola nacional atual e de suas consequências para a saúde pública. O filme apresenta experiências agroecológicas empreendidas em todo o Brasil, mostrando a existência de alternativas viáveis de produção de alimentos saudáveis, que respeitam a natureza, os trabalhadores rurais e os consumidores.
Com este documentário, vem a certeza de que o país precisar tomar um posicionamento diante do dilema que se apresenta: Em qual mundo queremos viver? O mundo envenenado do agronegócio ou da liberdade e da diversidade agroecológica?
[video:https://www.youtube.com/watch?v=fyvoKljtvG4%5D
El Cid
20 de maio de 2014 5:15 pmsobre o juiz Eugenio Rosa de Araújo…
então, o caso do MPF que recorreu da decisão do juiz que não reconheceu a umbanda e o candomblé como religiões, rendeu um vídeo do vlogueiro Pirulla, expondo sua opinião pessoal, e com alguns dados para pesquisa na descrição do vídeo:
https://www.youtube.com/watch?v=z_QMwu0WJQY
El Cid
20 de maio de 2014 6:27 pmFinanciamento de Campanha
fora de pauta:
Este vídeo ensina como identificar empresas que financiam
campanhas políticas (independente de qualquer partido) e depois são contratadas
para “servirem” ao político sendo pagas com o nosso dinheiro (e
infelizmente é de certa forma legal, mas muito imoral):
Eleições 2010 – http://divulgacand2010.tse.jus.br/div…
Eleições 2012 – http://divulgacand2012.tse.jus.br/div…
o autor do vídeo usou como exemplo, a visualização, os meses anteriores das
locações de veículos efetuadas pelo deputado Ronaldo Caiado à Govesa (repito:
isto serve para qualquer político), bastando alterar o ano e o mês indicado abaixo:
http://www.camara.gov.br/cota-parlame…
https://www.youtube.com/watch?v=JeWBFkHu_o0
Amaro Doce
20 de maio de 2014 7:15 pmAécio e seus amigos, sempre mal acompanhado
Fonte: blog os amigo do presidente Lula
Editor da Veja assume campanha de Aécio. Só falta contratar o Cachoeira.
Repetindo a fórmula usada por José Serra (PSDB-SP) em 2010, o tucano Aécio Neves (PSDB-MG) contrata um jornalista editor da revista Veja para a área de comunicação de sua campanha.
Aécio contratou agora Otávio Cabral, editor-executivo da revista. Em 2010, Serra contratou Márcio Aith.
Nenhuma surpresa, já que a revista Veja é tucana até a medula, portanto a afinidade é total.
Agora só falta Aécio contratar o bicheiro Carlinhos Cachoeira para integrar a equipe, já que ele foi durante anos uma espécie de colaborador informal da revista, além das relações que mantinha com o alto escalão do governo Marconi Perillo, também tucano.
Aliás, Cachoeira conseguiu, por intermédio de Aécio, a nomeação de uma sobrinha a um cargo público no governo de Minas.
Cabral é também casado com a jornalista Vera Magalhães, que edita a coluna Painel, da Folha de S. Paulo, outro jornal demotucano. Assim, “agrega mais valor” à campanha de Aécio na mídia golpista.
ricardo_almeida
20 de maio de 2014 7:35 pmThis comment has been deleted.
Jô
20 de maio de 2014 8:18 pmo jogo sujo de Aécio
Marqueteiro de Aécio tenta comprar perfil “Dilma” Bolada no Facebook
20 de maio de 2014 | 03:07 Autor: Fernando Brito
Num post publicado no final da noite de ontem, Jeferson Monteiro, o jovem e talentoso criador do perfil satírico Dilma Bolada, um grande sucesso da internet, revela as propostas que recebeu de um grupo que tem à testa Pedro Guadalupe, apontado pela Folha como “marqueteiro digital” de Aécio Neves.
Procurado por alguém para conversar sobre uma proposta comercial, Jeferson “deu conversa” e, como ele narra, “o cara me retorna o contato dizendo que falou com o Pedro Guadalupe, membro da equipe digital de Aécio Neves, que por sua vez queria falar comigo.”
“Nem deu tempo d’eu responder: o próprio Pedro Guadalupe me enviou um e-mail ansioso se fazendo de amigo, no melhor estilo “lobo em pele de cordeiro” num cinismo sem igual e como se nunca tivesse feito nada pra mim, querendo saber se era mesmo verdade que Dilma Bolada, estava a venda para aproveitar a personagem e usar o seu “capital político/poder para mudar opiniões” dos internautas.
Guadalupe, conta Monteiro, já havia ameaçado tirar o “domínio” Dilma Bolada no Facebook.
A resposta de Jeferson Monteiro é pública, postada em seu Facebookpessoal:
“Resolvi expor tudo isso aqui porque eu há mais de 1 ano venho sido constantemente atacado por pessoas dessa corja. Sujos e cínicos que têm a capacidade de inventarem mentiras absurdas que vão desde histórias de que mantenho “ligação direta com a Presidenta” até “de sou pago com o dinheiro público e recebo R$120 mil/mês” como foi dito recentemente num blog de simpatizantes tucanos. Não Pedro Guadalupe, eu não quero o dinheiro sujo de vocês. Diferentemente de você eu tenho caráter. Mas é esse o tipo de gente, que Aécio que diz com a maior cara de pau do mundo que “não vai tolerar campanha suja na internet” mantém na equipe, em contato constante com sua irmã, fazendo o possível e impossível para atacar a honra das pessoas e espalhar todo esse chorume de desinformação na internet.”
Guadalupe – que já tentou arranjar encrenca com este Tijolaço quando mostramos que, dois anos antes de se oferecer para a marquetagem de Aécio, escrevia artigos em seu site chamando-o de “O abominável homem dos Neves” e acusando-o de manipular a imprensa – vai ter que carregar as lições de um guri que não confunde ter talento humorístico com ter um caráter que seja uma lastimável piada como o seu:
“(…)eu queria dizer que nem todo mundo tem seu preço. E que eu e nem a minha criação estão a venda, nunca estiveram. Eu esperei ansiosamente pra escrever isso: vocês podem comprar quem quiserem mas a mim não. O que eu faço não há dinheiro no mundo que pague. Vocês deveriam ter sido um pouquinho mais espertos e terem tido o feeling pra saber que eu não sou e nunca vou ser como vocês. Lealdade não se compra e nem se vende.
Gilson AS
20 de maio de 2014 9:28 pmVejam o salário fixo de alguma atrizes da Globo.
Se pagam esses salários por que não podem pagar o DARF ?
https://br.tv.yahoo.com/fotos/quanto-ganham-os-astros-de-novelas-da-globo-slideshow/sal%C3%A1rios-na-tv-photo-1828571954.html
Antônio Delgado
20 de maio de 2014 10:21 pmIntoxicaram até a bola da Copa
Tá no Jornal do Brasil online: “Bola da Copa usa material tóxico, diz Greenpeace”
Pô, os caras intoxicaram os brasileiros contra a Copa e agora intoxicaram até o material de fabricação da bola da Copa. Tá tudo intoxicado. Desse jeito os jogadores correm o risco de pegar xulé.
Putz grila!
Gilson AS
20 de maio de 2014 10:48 pmA base da leitura dinâmica é esta.
Rui Daher
20 de maio de 2014 10:49 pmDatena x Haddad
Se alguém, como eu, teve a infelicidade de chegar em casa, depois do trânsito infernal criado por manifestação de empresas, sindicatos de trabalhadores em ônibus, e sei lá mais quem em época de trevas na lucidez, e viu trechos da entrevista do prefeito Fernando Haddad ao apresentador da Band, JL Datena, pode ter assistido a mais um episódio desavergonhado de como se conduzem, nesta Federação de Corporações, as folhas e telas cotidianas pertencentes às famílias mais ricas por concessão governamental.
O senhor, que se diz jornalista, e que reiteradamente vem afirmando Haddad ser o pior prefeito da Pauliceia, insistiu em não aceitar qualquer argumentação do prefeito, muitas delas bem fundamentadas, mas não admissíveis pelo apresentador, que em alguns momentos rebateu, dizendo que Haddad estava levando a discussão para o lado pessoal.
Levar para o lado pessoal seria Haddad responder, e eu o faria, que assim como Datena insiste diariamente termos o pior prefeito da história de São Paulo, rebater que também o considera o pior apresentador da TV brasileira.
Datena é uma excrescência do jornalismo e da cultura brasileiras. Faz parte de um acelerado processo de putrefação na busca por audiência. Usou no debate, se debate aquilo foi, a mesma tática que usa com criminosos e vítimas, quando se faz “defensor do povo”, usando do velho hábito de chutar cachorro morto.
Não vejo na gestão de Haddad algo excepcional. Tenho sido seu crítico em muitas ações da Prefeitura, mas Datena tem lá seus êmulos na mídia, mas ainda é imbatível no mal que faz ao País.
Gostaria de ter postado este texto em meu blog, mas lá ninguém o leria.
Alexandre Weber - Santos -SP
20 de maio de 2014 11:10 pmAssuntos de hoje
Russia e China prestes a anunciar o fim da era do dólar ?
ter, 20/05/2014 – 12:45
Rússia e China prestes a anunciar o fim
da era do dólar americano?
Semana que vem, o mundo talvez já seja
TOTALMENTE OUTRO!
http://www.youtube.com/watch?v=8qrap5MSus8#t=12 Putin: “Las relaciones con China son la prioridad de la política exterior rusa”
18/5/2014, Jeffrey
Berwick,*The
Daily Bell, trad.mberublue
http://www.thedailybell.com/editorials/35309/Jeffrey-Berwick-Are-Russia-…
Por todo o mundo estão acontecendo reuniões de
países, com uma meta comum que tem muito a ver com você, seja você ou não
cidadão dos EUA: abandonar o dólar americano. Desde o início da crise da
Ucrânia, o fim do dólar americano está cada vez mais perto. Movimento após
movimento, Rússia e China estreitaram relações e tornaram-se aliadas mais
próximas. Exemplos abundam. Para encurtar, aí vão dois exemplos recentes que
chamam a atenção.
A Gazprom (maior empresa russa, décima maior do mundo e a maior exportadora
mundial de gás natural – controlada pelo Estado, embora tenha ações no mercado
[NT]) acaba de lançar títulos na moeda chinesa, o yuan. Rússia e China
assinaram um acordo para a venda de gás. 40 bancos centrais começam a apostar
que no futuro, a moeda de reserva será o yuan.
Até o início de 2014, as histórias sobre o colapso do dólar soavam ainda como
maluquices conspiratórias, e pouco efeito tinham sobre a geopolítica. Este ano,
tudo mudou. Parece que as nações-estados pelo mundo afora estão se movendo na
direção de um mundo pós-dólar americano. Já não é uma questão de “seâ€, mas de
“quandoâ€. E se você não é capaz de entender o passo-a-passo do que virá, há
alto risco de acabar chocado e… assombrado.
Já não cabe dúvida de que, tão logo a Rússia, juntamente com seus numerosos
aliados, faça o movimento fatal, será seguida por muitas outras nações (várias
delas já estão, mesmo, tentando). Por quê?
Porque os EUA são a força mais destrutiva do planeta; e seu calcanhar de
Aquiles é o “privilégio exorbitanteâ€, que a maioria conhece como ‘dólar
americano’; e que o Federal Reserve Note[1]chama de ‘só contaram p’rá mim’.
O significado será hiperinflação, caos social, guerra civil, dentre outras
desarticulações. Parece-lhes que exagero? Pois, não, não há exagero algum. Para
que se tenha ideia de o quanto tudo isso pode ser ruim, péssimo, pense no que
já se vê acontecendo em qualquer república socialista “de bananasâ€; em seguida
imagine que piore muito, muito! Por que pioraria ‘muito-muito’? Porque essas
repúblicas ‘de bananas’ não emitem a moeda usada como moeda planetária de
reserva.
Os Estados Unidos nada produzem, a não ser o dólar americano – coisa facílima,
aliás, de produzir, como se comprovou no Canadá, com o suor de um único
canadense. Operação muito, muito simples: o tal canadense emitiu milhões de
dólares americanos e os colocou em circulação. Mais: o Canadá preferiu não
extraditá-lo; o sujeito vive lá, como homem livre.
Agora, grandes nações-estados pretendem sair juntas do sistema do dólar
americano. Um mundo “desdolarizado†– como a Rússia já diz com frequência –,
pode vir a afetar a vida de milhões de norte americanos.
A Ascensão da Rússia & China
De acordo com A Voz da Rússia, o Ministro russo das Finanças pretende um
aumento significativo do papel do rublo russo nas operações de exportação,
reduzindo dessa forma as transações fechadas em dólar, no comércio exterior da
Rússia. Acredita-se na Rússia que o setor bancário do país está “pronto para
lidar com um maior número de transações assinadas em rubloâ€.
A agência Prime News relata que em abril de 2014 o governo realizou uma
reunião que foi integralmente dedicada a encontrar soluções para tirar o dólar
das operações russas de exportação. Especialistas de ponta de bancos, governo e
setor energético elaboraram nestas reuniões uma série de propostas,
perfeitamente efetivas, para responder às tais sanções aplicadas pelos Estados
Unidos contra a Rússia.
A reunião de “desdolarização†foi presidida pelo vice-primeiro-ministro da
Federação Russa, Igor Shuvalov: é sinal de que o movimento russo para descartar
o dólar é, sim senhor, coisa séria. Depois houve outra reunião, quando se
discutiram procedimentos para elevar o número de operações recebíveis em rublo,
dessa vez presidida pelo vice-ministro das Finanças, Alexey Moiseev. Segundo
Moiseev, nenhum dos especialistas e representantes de bancos viu qualquer
problema nos planos governamentais para incrementar o comércio com pagamento em
rublos. Afinal… o dólar já vem em queda livre desde a invocação do Federal
Reserve e a lei relativa ao imposto sobre a renda, em 1913.
Agora, parece que até o pouco que ainda sobra já está por um fio.
A Rússia não está só.
Se não tivesse apoio, a Rússia não estaria tão audaciosa. Outras nações pelo
mundo também têm interesse em aderir a um movimento de desdolarização. China e
Irã, por exemplo, têm manifestado crescente interesse em levar avante esse
plano. Líderes de outros países também já se manifestaram nesse sentido; em
todos os casos, bateram de cara contra as conhecidas sanções-‘mísseis’ dos EUA.
Hoje, a especulação que corre o planeta fala da próxima visita de Putin à
China, amanhã, dia 20/5: serão assinados contratos gigantes de petróleo e
gás… e talvez sejam assinados com pagamentos previstos em rublos e yuans, não
mais em dólares americanos. Implica dizer que dentro de uma semana,
talvez já estejamos vivendo em mundo muito, muito, muito diferente do que temos
hoje [mesmo que o ‘jornalismo’, os ‘jornais’ e os ‘jornalistas’ absolutamente
naaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaada noticiem dessas notícias radicalmente
importantes (NTs)].
Com russófobos controlando a política externa dos Estados Unidos, o ocidente
está sem qualquer controle, andando a passos largos em direção ao buraco. Consequência
disso é que os EUA prosseguirão, hostilizando cada vez mais a Rússia e outras
nações. Com mais hostilidade, mais se fortalecerá a tendência de Rússia, China
e inúmeros outros países, pelo mundo, a se separarem do dólar.
O mundo já trabalha hoje para criar uma nova infraestrutura econômica e
financeira a qual, simplesmente, ignorará os Estados Unidos.
E, em reação e resposta, o que fazem os EUA? Bombardeiam mais civis. Matam mais
gente. Provocam mais guerras.
Verdade é que já não tenho muita certeza de que os EUA consigam manter esse
‘padrão’ hoje, com o mesmo ‘sucesso’ com que o mantiveram há, apenas, uma
década.
Bem ou mal, a humanidade começa a despertar para esse estado de coisas. Já
aconteceu até de a opinião pública no mundo conseguir impedir que os EUA
fizessem mais uma guerra – e a Síria foi salva. A oposição popular certamente
impedirá que os EUA façam mais guerras.
Há evidência que todos já veem com clareza e que comprometem hoje terrivelmente
as posições que os EUA têm adotado: Rússia e a China jogam xadrez e pensam no
bem do mundo. Obama joga damas, bolinha de gude, sabe-se lá o que joga; e não
pensa no bem do mundo.
A China já queria nova moeda de reserva, desde 2013
Japão e Índia já têm um acordo para
moeda de reserva própria, desde 2011.
No Golfo Pérsico os árabes, junto com
China, Japão, Rússia e França, já planejam pôr fim aos negócios de petróleo
feitos pelo dólar americano; e trabalham para pôr no lugar desse dólar uma
cesta de moedas que pode incluir o iene japonês, o yuan chinês, ouro, euros e
uma nova moeda unificada especialmente pensada para uso das nações do Conselho
de Cooperação do Golfo (o que incluiria nessa negociação/nova cesta de moedas,
também Arábia Saudita, Abu Dhabi, Kuaite e Qatar).
O fim do sistema monetário como o conhecemos
Estamos na iminência de uma mudança massiva nos parâmetros do sistema monetário
mundial… todos os especialistas sabem disso (é absolutamente claro que
sabem!), mas o ‘noticiário’ prossegue como se nada estivesse já acontecendo.
Empresários norte-americanos ou gastam ou mentem que gastam como se os EUA
estivéssemos em plena recuperação econômica. Cidadãos dos Estados Unidos
continuam gastando dinheiro ou mentindo que gastam e em todos os casos
continuam poupando pouco, talvez com a mesma expectativa que os empresários. Os
investidores continuam a investir ou a mentir que continuam a investis como se
tudo estivesse às mil maravilhas.
Parece que todos esses atores têm dificuldade para contextualizar e apreender a
verdade sobre a economia dos EUA. E essa verdade é a seguinte: os EUA devem
tanto, tanto, tanto, que a mente humana não tem meios para compreender a sua
real extensão desse endividamento. E a imprensa-empresa comercial, que existe
para desinformar, desinforma o mais que pode e completa o serviço de ensinar a
des-compreender (seja o que for).
O capital exposto ao risco de ser queimado, virar fumaça, é da ordem de
trilhões de dólares. O mundo ocidental corre o risco de entrar numa era
sombria, que o futuro conhecerá, durante séculos, como o “Grande Colapsoâ€. Bem
contados, não chega a 1% dos cidadãos o número dos norte-americanos e
norte-americanas que se pode acreditar que saibam disso e compreendam com
clareza o movimento.
Essa minoria, sim, entende o que está acontecendo; mas tem ativos em bens
tangíveis e internacionalizados [metais preciosos fora do sistema financeiro] e
terão boa chance de sobreviver bem às mudanças que certamente virão.
Nunca foi mais importante, necessário, prioritário, vitalmente decisivo,
desligar a televisão e não tomar conhecimento do que a imprensa-empresa
comercial ‘informe’ ou ‘noticie’. Cada um terá de fazer as próprias contas e
assumir o controle da própria situação financeira. ATENÇÃO: Desligue a TV. Não
leia jornais. Demita todos os jornalistas que vc ajuda a sustentar cada vez que
paga para ler material produzido pela imprensa-empresa comercial, seja pelo
rádio, seja impressa, seja pela internet ou pela televisão. E NÃO ESQUEÇA: AQUI
VOCÊ TERÁ COBERTURA DESJORNALÍSTICA, EM TEMPO REAL!
________________________________
*Define-se como anarcocapitalista
libertarista. Lutador [luta-livre] contra o que considera dois dos maiores
inimigos da humanidade: o Estado e os Bancos Centrais. Fundador do site The
Dollar Vigilante, CEO da TDV Mídia e Serviços. Mais sobre o articulista, emhttp://www.thedaylybell.com/editorials/35309-Jeffrey-Bervick.
[1]Em explicação muito resumida: o
dinheiro (divisa) americano não é emitido pelo governo americano, mas pelo
Federal Reserve Note (que o empresta ao governo dos EUA) e que na realidade é
um banco PRIVADO, propriedade de um poderosíssimo grupo de banqueiros internacionais
que o manejam conforme seus interesses. Para entender melhor acesse
http://resistir.info/eua/divida_eua.html%5BNTs%5D.
http://www.youtube.com/watch?v=8qrap5MSus8#t=12
Rusia y China firmarán ocho proyectos
estratégicos de cooperación
Lunes 19 de Mayo de 2014, 06:18 am/ Telesur
Viceprimer ministro ruso,
Dmitri Rogozin, detalló algunos de los acuerdos que serán suscritos (Foto:
Archivo)
El viceprimer ministro ruso, Dmitri Rogozin, anunció este lunes que los
gobiernos de Moscú y Pekín trabajan conjuntamente en la conformación de un
cuerpo especial para la supervisión de la ejecución de ocho proyectos
estratégicos, relacionados con el espacio y la creación de una infraestructura
fronteriza mutua. “En Pekín, junto con el
viceprimer ministro chino, Wang Yang, firmamos un protocolo sobre el
establecimiento del grupo de supervisión de los ocho proyectos
estratégicos”, infirmó Rogozin, a través de su cuenta en la red social
Twitter.
En ese sentido, explicó que
entre los proyectos destacan la cooperación en el espacio y en el mercado de la
navegación espacial, en la ingeniería de aviones y helicópteros, y en la
construcción de una infraestructura fronteriza y de transporte común.
Una vez más, el Viceprimer
Ministro resaltó que “el diálogo ruso-chino se desarrolla muy intensamenteâ€,
tomando en consideración que “entre ambos países hay muchos temas que requieren
discusiones prácticas detalladasâ€.
Previamente, Rogozin reveló
que Rusia y China tienen como objetivo alcanzar un volumen de comercio
bilateral de 100 mil millones de dólares, para el año 2015.
Al respecto, el presidente
ruso, Vladimir Putin, días atrás, aseguró que “ampliar nuestros lazos con
China, nuestro amigo de confianza, es definitivamente una prioridad de la
política exterior rusa. Actualmente la cooperación bilateral está entrando en
una nueva etapa de amplia asociación y cooperación estratégica”.
Putin se reunirá con su
homólogo chino, Xi Jinping, este martes 20 de mayoen la nación asiática, para
tratar asuntos en materia de cooperación que fortalecerán sus relaciones
comerciales
Rússia e China fortalecem cooperação político-militar
Voz da Russia Vladimir Fedorov
As manobras russo-chinesas Interação
Marítima 2014 serão inauguradas, pela primeira vez na história, pelos
dirigentes dos dois países. Deverão ter início no espaço aquático setentrional
do mar da China Oriental no primeiro dia da visita oficial à China do
presidente da Rússia, Vladimir Putin.
Deste modo, o líder russo e o
presidente da República Popular da China, Xi Jinping, dão a entender estarem
tutelando pessoalmente a estratégia de interação nos mares. Em fevereiro, na
cidade olímpica de Sochi, eles supervisionaram, em regime de videoconferência,
os primeiros exercícios navais russo-chineses no mar Mediterrâneo. Naquela
altura, as manobras decorreram no âmbito do programa de retirada das armas
químicas da Síria. Agora, o início dos exercícios anuais com a participação de
12 vasos de guerra e a aviação militar se enquadra na agenda da atual cúpula.
As
manobras em curso têm vindo a refletir uma nova realidade e a conjuntura
geopolítica surgida após a crise ucraniana, sustenta Vladimir Evseev, diretor
do Centro de Pesquisas Político-Sociais:
“Este
evento programado constitui um sinal para o Ocidente e, antes de mais, para os
EUA, sobre a formação de novas relações político-militares. A Rússia e a China
vão reforçando a colaboração nessa esfera. A realização das manobras aponta
para uma eventual celebração, nos próximos tempos, de novos acordos
político-militares sérios. Os EUA deverão “captar†este sinal. Eles não têm
recursos suficientes para enfrentar tal reforço da cooperação russo-chinesa na
região asiática do Pacífico. Nessas condições, será igualmente afetada, em
certa medida, a imagem dos EUAâ€.
Face à
posição do Ocidente e aos EUA assumida na crise ucraniana, Moscou decidiu
intensificar a colaboração com os Estados asiáticos. E os atuais exercícios
militares são mais uma prova disso, considera o perito militar, Igor
Korotchenko:
“A
Rússia encara a China como o principal parceiro estratégico. Antigamente, tal
papel pertencia aos EUA e à OTAN. Mas, à luz da sua posição hostil em torno dos
acontecimentos na Ucrânia, a Rússia se vira cada vez mais para a região
asiática do Pacífico. E a primeira visita de Putin ao exterior após estes
eventos dramáticos se realiza à China. Em igual medida, pretendemos edificar
relações com outros países influentes dessa região. Por isso, as manobras são
uma resposta da Rússia e da China à expansão dos EUA e do Ocidente. Devem ser
vistas, sem dúvida, no contexto do atual quadro político-militarâ€.
Os
exercícios Interação Marítima serão efetuados no espaço aquático do mar de
China Oriental em que os EUA costumam realizar manobras regulares conjuntas que
exercem uma forte pressão psicológica sobre a China e a Coreia do Norte,
realçou a propósito o vice-presidente da Acadêmia de Problemas Geopolíticos,
Konstantin Sokolov. Por isso, Moscou e Pequim decidiram treinar as ações
conjuntas de suas frotas, adianta o perito:
“A
Rússia e a China vão realizando as manobras do gênero pela terceira vez. Mas
acontece que essa mesma zona tem sido palco de exercícios militares conjuntos
dos EUA e da Coreia do Sul que se realizam duas ou três vezes por ano. Claro
que essas manobras são uma reação às manobras realizadas pelos EUA e seus
aliados. Essa região tem sido muito importante para a China que tem tido
disputas territoriais com o Japão. Tóquio tem recebido de apoio de Washington,
razão pela qual as atuais manobras podem ser encaradas como um gesto de
solidariedade com Pequimâ€.
Um traço específico dos exercícios
militares que se iniciam em 20 de maio é um elevado patamar de coordenação
entre navios participantes. Pela primeira vez, os marinheiros russos e chineses
irão atuar, fazendo parte dos destacamentos mistos, encarregados de assestar
golpes aos alvos marítimos de superfície e subaquáticos
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Alexandre Weber…
Fim de jogo
ter, 20/05/2014 – 13:04
Se você pensar que o aumento real do salário mínimo foi a grande conquista do governo Lula-Dilma, então não sobrou nada.
O Estado de S. Paulo
Terça feira, 20 de maio de 2014
Maus sinais para o emprego
Já estamos no meio do ano. A Copa chegou e as eleições se aproximam. E, junto com elas, acumulam-se fatos preocupantes para o emprego neste e no próximo ano. Detesto ser pessimista por se tratar de uma profissão que sempre teve pouco futuro no Brasil. Mas sou obrigado a olhar para o que acontece hoje a fim de visualizar o que pode ocorrer amanhã com o emprego, a renda e o bem-estar dos brasileiros.
No acumulado, os dados disponíveis antecipam dias difíceis. No primeiro trimestre deste ano, as vendas no setor imobiliário despencaram mais de 50%. Os corretores me dizem que, de repente, os negócios nesse setor pararam por completo. Isso é ruim, pois a construção civil é fonte de muitos empregos. A diminuição das vendas é igualmente preocupante no setor de veículos que envolve muitos empregos diretos e indiretos. Só em março a queda foi de 15%, o que provocou a redução de 21% da produção em abril. As empresas suspenderam turnos de trabalho, deram férias coletivas, entraram em lay off e demitiram empregados. O quadro é grave e assim continua. Os dados de maio indicam que as vendas recuaram 10% em comparação com maio de 2013.
No setor do comércio, a apreensão é idêntica. As vendas do varejo ampliado (que inclui veículos, autopeças e materiais de construção) do mês de março baixaram quase 6% em relação a março de 2013. Em particular, preocupa o recuo de vendas nos supermercados, alimentos e bebidas que, em março de 2014, foram 2,3% menores do que no mesmo mês do ano passado, assim como tecidos, vestuário e calçados, que caíram mais de 7%. A confiança dos consumidores para os próximos meses – medida pela Fecomércio de São Paulo, em abril de 2014 – caiu 4% e, para o Brasil, medida pela Fundação Getúlio Vargas, caiu 3%.
Com exceção dos bons ventos da agricultura, o clima geral é de incerteza. O índice de confiança dos produtores brasileiros nos pequenos e médios negócios para os próximos meses caiu 8%. A confiança dos CEOs mundiais em relação ao Brasil, medida pelo YPO Global Pulse, recuou 35% em relação ao que foi em outubro de 2010 – quando o País era considerado a bola da vez.
Boa parte da desconfiança reinante reflete situações objetivas, pois o País cresce pouco, a inflação é alta, a infraestrutura está em frangalhos, a produtividade é baixíssima, o cipoal trabalhista só aumenta e os salários, contribuições e impostos não param de subir.
É a partir dessas reflexões que visualizo o quadro do mercado de trabalho no futuro próximo. Apesar de o Brasil manter uma taxa de desemprego baixa e invejada por muitos países, começam a surgir sinais preocupantes. O emprego industrial, que já não vinha bem, caiu mais 2% no primeiro trimestre de 2014. A geração de emprego continua fraca tendo sido, em março de 2014, 88% menor da ocorrida em março de 2013. Se levarmos em conta os fatos que estão por acontecer, a preocupação é redobrada. Listo aqui o “tarifaço” dos preços públicos agendado para 2015. Adiciono a ameaça de racionamento de água e de energia. Lembro o medo que se espalha nas cidades com depredações de prédios públicos, lojas e bancos. Destaco o desrespeito ao direito de propriedade praticado por invasores em bens públicos e privados nas barbas de autoridades que se mantêm indiferentes.
A conjugação desses fatos conspira contra um bom ambiente de negócios e inibe os investimentos e a geração de empregos de boa qualidade. Tudo indica que o modelo de consumo que até aqui respondeu por boa parte dos empregos atuais entrou em fase terminal. Isso pode trazer efeitos dramáticos na área social com provável elevação do desemprego logo após as eleições e, com grande probabilidade, ao longo de 2015. Os fatos alinhados não me levam a pessimismo quanto ao futuro do País, mas me tiram o sono quando penso nos próximos 12 meses.
*José Pastore é professor de Relações do Trabalho da FEA-USP, presidente do Conselho de Emprego e Relações do Trabalho da Fecomércio-SP e membro da Academia Paulista de Letras.
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Alexandre Weber…
Ucrânia cria um arco do caos
ter, 20/05/2014 – 14:13
Ukraine creates arc of chaos
By Francesco Sisci
As if on a romantic double date, Europe is strolling nonchalantly toward what in reality is a risky pair of electoral appointments: the vote for the European Union parliament in Brussels and the presidential election in Ukraine, both scheduled for May 25. The combination of the two could multiply the many hazards each separately entails.
The most obviously precarious is the Ukrainian election. Here a thousand things can go wrong, so much so that either side (the anti- and pro-Russian factions in the country) could claim the elections were disrupted.
In some ways Russian President Vladimir Putin tried to cool the tension by urging pro-Russian factions to call off a local referendum on secession in eastern Ukraine on May 11. However, he turned up in Crimea on May 9, in an apparent sign of support for pro-Russian faction in Ukraine. So pro-Russian groups didn’t heed the call to stop the referendum.
Moreover, Americans claim Moscow has troops at the border ready to intervene, something that – Putin’s words notwithstanding – could further encourage secessionists. Their presence could also prevent the intervention of pro-Kiev forces that might be too eager to intervene to gain more prestige and badges of honor in the West.
It is not completely clear what is in play there. Are the pro-Russians really loyal to their Moscow leader or do they have their own agendas and are trying to force Putin’s hand? Or vice versa they could be being played by the grand puppeteer – Putin.
Certainly, the main parties – Putin on the one hand and the EU and the US on the other – seem to have all realized they have gone too far in Ukraine, but it is very hard to move back from the brink of the abyss. Nobody there seems eager to go to war over splinters of Ukraine and the respective short-term objectives (and their consequences) have all been achieved.
To make up for the Western threat of not buying Russian oil (by far Moscow’s largest export), Putin was willing to make unprecedented concessions to China (See Ukraine crisis forces Eurasian evolution, Asia Times Online, Apr 30, ’14).
A deal should be signed in Beijing during Putin’s visit on May 20. This is something that might be costly in the long term to Russia as it could reawaken the old Russian fear of Chinese encroachment in Siberia. In the short and medium term, it can help Russia play Europe against China or vice versa.
In any case, the strengthening of the economic bond between Russia and China creates a whole new geopolitical dynamic in the world that could de facto unravel Richard Nixon and Henry Kissinger’s great gambit in the 1970s.
It could be in the interests of both Russia and America to de-escalate the Ukrainian tensions. If Ukraine flares, Russia could be hooked and too dependent on China, which is a far tougher customer than the EU. If that occurs, the US could be squeezed out of Eurasia, as this new Sino-Russian detente could dominate the continent.
In either case, China would risk being drawn totally inland, and 30 years of development along the coast and projection into the world would be at stake. This could be especially true as China is finding more problems with its sea neighbors, including Japan, the Philippines, and Vietnam.
That is: none of the main actors, America, Russia and China, has to gain a lot in pushing further with Ukraine.
Still, the Ukrainian genie is out of the bottle. Extremists of both sides lead the dance on the ground, working for bloodshed that might bring them to the fore and make them the indispensable hero for their own side. Therefore one would need a concerted effort to re-bottle this genie.
At the moment, the main component of this effort is missing: trust between the parties, something that will be hard to regain in a short time. In fact, Europeans and Americans blame Putin for the escalation of the crisis with his carving out of Crimea. To calm all of this, some kind of miracle would be required. This is perhaps what Vatican Secretary of State Pietro Parolin might have hinted at in a recent interview, when he said that Pope Francis could be willing to intervene in critical places and times to advance peace. [1]
But then perhaps a double miracle should happen – the ultimate proof for sainthood in the Catholic Church.
There is a second jeopardy in the old continent: the European elections, where anti-European forces for the first time could gain a large percentage of the parliament. The biggest danger comes from France and Italy, the countries that after Germany are the two main pillars of the euro zone. The French and italian economies are underperforming, which will blow fresh anti-euro winds in the sails of the EU election
In France, ultra-right Marine Le Pen could get 20% of the national vote; in Italy, out-of-the-box Beppe Grillo could even reach 25% of the vote. Their parties, on different sides of the political spectrum, represent a growing dissatisfaction with Europe in the heart of the European systemâ not at its periphery, as in Greece with its crisis.
Moreover, this takes place just as Europe could de facto be forced to adopt a greater role in what will be left of Ukraine after Moscow takes in Crimea and the eastern part opts out.
At a time when voices against the euro are growing louder in the euro zone of the EU, most likely the majority of Ukraine on May 25 will vote in a president vowing closer ties with Brussels. Then, the results in Ukraine, plus Le Pen and Grillo, could make the EU much weaker at a time when it actually needs to be much stronger.
This will not bring an end to Europe, but if in the coming months the economy meets unexpected difficulties. This could bring further problems in Italy, possibly now the weakest link of the euro area. No matter how much Le Pen wins, the French president will not fall in the next few months because of her success.
But in Italy things are different. Too big too fail yet with a political system too rotten to fix quickly, Italy is walking a narrow tightrope. Prime Minister Matteo Renzi governs with a very unstable majority, supported by a weaker yet essential Berlusconi and threatened by Grillo, who is gaining strength. This election could become a vote of confidence for the government.
Paradoxically, through a very strange and unpredictable chain of events, the vote in Italy could weaken the EU, and thus impact Ukraine, Russia, America’s standing and, for the first time in history, its consequences will have an impact all the way to the East China Sea.
Francesco Sisci is a Senior Researcher associated with the Center for European Studies at the People’s University in Beijing. The opinions expressed in this article are his own and do not represent in any way those of the Center.
(Copyright 2014 Francesco Sisci)
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Alexandre Weber…
China firma acordo de pagamentos em nõ-dólares com banco Russo
ter, 20/05/2014 – 14:49
China Signs Non-Dollar Settlement Deal With Russia’s Largest Bank
Submitted by Tyler Durden on 05/20/2014 08:50 -0400
Slowly – but surely – the USD’s hegemony is being chipped away whether by foreign policy faux pas, crossed red-lines, or economic fragility. However, on Day 1 of Vladimir Putin’s trip to China it is clear that the two nations are as close as ever. VTB – among Russia’s largest banks – has signed a deal with Bank of China to pay each other in domestic currencies, bypassing the need for US Dollars for “investment banking, inter-bank lending, trade finance and capital-markets transactions.” Kirill Dmitriyev the head of Russia’s Direct Investment Fund notes, “together it’ll be possible to discuss investment in various projects much more efficiently and clearly,” as Russia’s pivot to Asia continues to gather steam.
As RT reports, Day 1 for Putin is going well…
http://www.zerohedge.com/sites/all/modules/blockquote/images/menu-leaf.gif); position: absolute; height: 9px; width: 9px; left: -5px; top: -5px; background-position: 0% 0%;”> http://www.zerohedge.com/sites/all/modules/blockquote/images/menu-leaf.gif); position: absolute; height: 9px; width: 9px; bottom: -5px; right: -5px; background-position: 100% 100%;”>
VTB, Russia’s second biggest lender, has signed a deal with Bank of China, which includes an agreement to pay each other in domestic currencies.
“Under the agreement, the banks plan to develop their partnership in a number of areas, including cooperation on ruble and renminbi settlements, investment banking, inter-bank lending, trade finance and capital-markets transactions,” says the official VTB statement.
The deal underlines VTB Group’s growing interest in Asian markets and will help grow trade between Russia and China that are already close trading partners, said VTB Bank Management Board Vasily Titov.
But it’s not just the banking relationships…
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In the first day of a two-day trip to China Russia’s President Vladimir Putin said the two countries will be increasing their bilateral trade to reach a new level.
“Our countries have done a huge job to reach a new historic landmark…. China has firmly settled in a position of our key trade partner,” Putin said.
Putin also said that trade turnover between Russia and China grew almost 2 percent during 2013 to reach about $90 billion.
“If we sustain this pace the level of bilateral trade of $100 billion will be reached by 2015 and we’ll confidently move on,” Putin said.
Increasing investment cooperation is crucial, Putin added.
…
“Together it’ll be possible to discuss investment in various projects much more efficiently and clearly,” as Interfax quotes Kirill Dmitriyev the head of Russia’s Direct Investment Fund.
Nothing lasts forever… remember…
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Follow the money, follow the power.
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Alexandre Weber…
Palhaçada bancária, Modelagem Mística e o porque Paul Krugman
ter, 20/05/2014 – 19:37
Banking Buffoonery, Modeling Mysticism And Why Paul Krugman Should Be Sweatin’ Bullets
Submitted by Tyler Durden on 05/20/2014 18:11 -0400
Submitted by F.F.Wiley via Cyniconomics blog,
We have a few things to say about the recent debunking of established monetary theories.
In case you missed it, the Bank of England issued a report in March explaining that standard textbooks get money and banking all wrong.
The authors point out that banks don’t wait for deposits before making loans, as often claimed by academics. It’s the other way around. Banks create new deposits when loans are made, for this is how loan proceeds are delivered to the ultimate recipients. The fact that deposits then slosh around from bank to bank has no bearing on future loan issuance, which is always matched with newly-created, not old, deposits.
Moreover, the role of bank reserves is badly botched by academics. Central banks don’t use the monetary base (currency plus reserves) as a tool to constrain lending, contrary to textbook descriptions of the so-called money multiplier. Rather, bank reserves are supplied by central banks “on demand”. The authors explain that policymakers normally don’t “fix the amount of money in circulation, nor is central bank money ‘multiplied up’ into more loans and deposits.”
The media conveyed these points with unusual excitement for such a bland topic. But the bigger story goes beyond banking fallacies to a between-the-lines message about economic modeling.
Effectively, the BoE joined forces with the rebels in economics who’ve long argued that standard models are bunk. To see the connection, you only need to recognize that bank lending isn’t pure financial intermediation as assumed by modelers (leading them to ignore banks entirely), but a direct stimulant to spending because it creates purchasing power without prior savings.
Moreover, the BoE’s report discredits many well-known pundits, some more so than others. We’ll pick on one from the “more so” category: Paul Krugman.
Krugman is an obvious choice, for two reasons. First, we don’t expect his favorite methods to survive the BoE’s truthiness, as we’ll argue in a moment. Second, he’s surely one of the nameless “commentators and bloggers” referenced in the report, and whom the authors would like to set straight.
A fight that Krugman wishes he’d never picked
Consider the brouhaha that followed Krugman’s claim, in a 2010 paper co-written with Gauti Eggertsson, that he had built a model channeling the late Hyman Minsky. Apparently, Krugman had never read Minsky, or maybe he did but didn’t quite comprehend what he was reading. Minsky rejected
the fallacies that Krugman embraces.
Here are a few telling pieces of the long exchange triggered by Krugman’s paper, beginning with the prominent Minskyite, Australian economist Steve Keen
:
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Keen: [N]eoclassicals like Krugman read Minsky, and then proceed to build equilibrium models without banks, and think they’re modelling Minsky. … No they’re not: they’re creating an equilibrium-obsessed Walrasian hand puppet and calling it Minsky. … One key component of Minsky’s thought is the capacity for the banking sector to create spending power “out of nothing”—to quote Schumpeter.
KRUGMAN: I guess I don’t get that at all. If I decide to cut back on my spending and stash the funds in a bank, which lends them out to someone else, this doesn’t have to represent a net increase in demand … Banks don’t create demand out ofthin air any more than anyone does by choosing to spend more; and banks are just one channel linking lenders to borrowers.
Keen: [T]he empirical evidence overwhelmingly supports the case Krugman is trying to dismiss out of hand, that banks can and do “create credit out of thin air”, with the supposed regulatory controls over their capacity to do so being largely ineffective.
KRUGMAN: I often see the view that banks can create credit out of thin air. There are vehement denials of the proposition that banks’ lending is limited by their deposits, or that the monetary base plays any important role; … This is all wrong … any individual bank does, in fact, have to lend out the money it receives in deposits.
Commenter Dan Nile: I have worked in bank lending. Bank loan investors can in fact write checks out of thin air … they are different from other financial intermediaries in having the privilege of issuing credit (fungible with currency) at will.
Commenter Ron T: Ms Kaminska from FT Alphaville laughs at one chap who “just discovered” that banks create money ex nihilo. She says this could have been “news” in 1913. Apparently, it is still news to Swedish Bank prize laureates 100 years later… Bankers know this full well, the street knows this, time for the ivory tower to catch up.
Commenter Neil Wilson: I strongly suggest you spend some time at a bank and understand how they actually conduct operations … There is no reserve limit … Failure to understand the buffering nature of banks *will* lead you to the wrong economic model. This is why you missed the great crash.
Commenter hangemhi: Paul – no shouting, and you’ve been rebutted, quite convincingly, about 20 times in 29 comments. What’s your reply?
KRUGMAN (replying to commenters): It’s obvious that many commenters don’t get the distinction between the proposition that banks create money — which every economics textbook, mine included, says they do (that’s what the money multiplier is all about) — and the proposition that their ability to create money is not constrained by the monetary base. Sigh.
Scott Fullwiler: Krugman demonstrates that he has a very good grasp of banking as it is presented in a traditional money and banking textbook. Unfortunately for him, though, there’s virtually nothing in that description of banking that is actually correct.
We doubt that Krugman recognized how silly he looked when he called his adversaries “banking mystics” – the title of his second post excerpted above. Maybe he does now, though, considering that the mystics are backed by the authority of none other than the Old Lady of Threadneedle Street.
Modeling mystics
Once again, though, the bigger issue has to do with the way that banking feeds into models. Krugman’s challenge is that he hitched himself to the model that defined macroeconomics for three decades after World War 2 – the IS-LM model.
His more mathematical peers can hide behind the jumbles of equations known as DSGE models, which rule academia today. DSGE modelers can tweak assumptions and equations at will to deflect criticisms, even as none of their formulations actually work.
But Krugman swears by a framework that looks just as it did when introduced by Sir John Hicks in 1936, and one that’s easily explained to a layperson.
In Hicks’s IS-LM model, central banks are assumed to control the money supply, private banks are treated as mere intermediaries in the credit markets, and these two sides of the economy are thought to be separate and distinct. With these assumptions, IS-LMers can claim to find a happy equilibrium that brings together the presumably independent markets for money and credit.
If you believe in the model, you also have to believe textbook concepts such as:
“Banks are just one channel linking lenders to borrowers.”“Banks don’t create demand out of thin air any more than anyone does by choosing to spend more”“Banks’ lending is limited by their deposits.”“Money is constrained by the monetary base.”
Conversely, if you understand that textbooks aren’t valid and money and credit markets are anything but independent, it’s ridiculous to put any faith in IS-LM. And while the model isn’t mentioned anywhere in the BoE’s report, it’s easy to make the connection.
The Old Lady will get her way
Make no mistake, the report got Krugman’s attention, notwithstanding his cool-as-a-catresponse (which skirts the issues at hand and ignores the contradictions between his well-documented positions and the BoE’s reality check).
As possibly the profession’s loudest IS-LM advocate, he knows the stakes.
Even without the BoE, he was fighting a losing battle, considering the increasing attention on banks after the Global Financial Crisis. This was one takeaway from the early 2012 debate excerpted above. While most people interested in the economy are busy searching for the reality that lurks behind failed theories, Krugman defends the same old, same old, based on the inaccurate claim that bank lending is no different than other forms of credit creation.
With the BoE’s report, we expect economists to leave Krugman’s side more rapidly than they otherwise would. It’s uncomfortable to take a position on monetary matters that contradicts the world’s second oldest central bank and the first with a monopoly on currency issuance. Old-time Keynesians and Monetarists using IS-LM can easily ignore private bankers who point out that their assumptions aren’t valid, but the BoE is a different story.
What’s more, misconceptions about banking aren’t the only problems with the way that economists use IS-LM. The model was unhelpful from the start, as more or less agreed by Hicks when he called it nothing more than a classroom gadget. In time, we expect the rest of the profession to join Hicks in condemning the notion that IS-LM has any practical value. It may take awhile to weed out the stubborn holdouts, but if we’re right in expecting the demise of Krugman’s economics, it’ll be well worth the wait.
(Click here for an appendix with more discussion of the IS-LM model. Also, for empirical analysis of the differences between bank lending and other types of credit, see our earlier post, “3 Underappreciated Indicators to Guide You Through a Debt-Saturated Economy,” and the accompanying “technical notes.”)
P Pereira
21 de maio de 2014 12:58 am” A Fifa está planejando um golpe comunista?”
Do Blog Esporte Fino
Por Rodrigo Borges
Sim, a bandeira de Cuba aparece no vídeo da música da Copa (oh!). E por que isso não tem qualquer importância?
(…)
Nesta segunda-feira, na página do senador Alvaro Dias (PSDB-PR) no Facebook, apareceu um frame do vídeo – onde se vê a bandeira cubana. A foto vem com uma pergunta: “Se Cuba não está na Copa… Porque sua bandeira está no clipe da Copa?”. Há um texto assinado por “Eduardo – Assessoria”:
Cuba, uma das piores seleções nas eliminatórias das Américas do Norte e Central (apenas 1 ponto em seis jogos, eliminada em último em seu grupo), aparece com destaque no clipe oficial da Copa, que conta com a cantora brasileira Claudia Leite, além do rapper Pitbull e da americana Jennifer Lopez. A bandeira cubana aparece sendo agitada por torcedores em quatro momentos do clipe.
(…)
“E que tal lembrar que a música oficial da Copa (assim como seu vídeo) não tem qualquer ligação com o governo brasileiro? A relação, no máximo, é com a Fifa. Será, então, que a Fifa está planejando um golpe comunista?
Talvez seja um bom tema para a próxima teoria da conspiração. A Fifa é comunista e, como disse no Facebook Ivan Capelli, o presidente da entidade se chama Joseph numa homenagem a Stallin.”
http://esportefino.cartacapital.com.br/video-musica-oficial-copa-2014-bandeira-cuba/
Jose Bezerra
21 de maio de 2014 3:08 amNassif,
O UOl fez um balanço
Nassif,
O UOl fez um balanço de obras prevista para a matriz da copa, maioria de mobilidade urbana, as quais deveriam estar prontas até a copa e seriam um dos principais legados da copa. A maioria das obras são de Estados e Prefeituras, eles retiraram as obras da matriz da copa, quando viram que não iriam conseguir cumprir, para não perder o financiamento federal. Agora a maioria delas foram para o PAC mobilidade.
A copa era um catalizador dessas obras, agora eles comeraçam e os prazos de finalização serão elásticos. E a imprensa nem vai cobrar, nem o povo, imagino.
http://copadomundo.uol.com.br/album/2013/11/29/obras-que-foram-excluidas-da-matriz-da-copa.htm#fotoNav=1
A leitura dessas obras nos apresenta inúmeras barreiras que temos que vencer no País, são problemas de licenças, desapropriações, contestações na justiça, atrasos em licitações, licitações desertas etc…
O ministro das comunicações fez um crítica a iniciativa privada que tocou os estádios, pois estes não pensaram em estruturas de wi-fi para as arenas. Algo básica e simples que poderia dar resultados gigantes.
http://www.estadao.com.br/noticias/esportes,ministro-alerta-que-apenas-seis-estadios-da-copa-do-mundo-terao-wi-fi,1169234,0.htm
Vendo o vídeo das arenas no portal da copa é possível perceber como pensaram em quase tudo, sustentabilidade, reaproveitamento, estética, multifuncionalidade etc e esquerem o wi-fi. São planejadores pré-internet.
Vejam que várias colorações partidárias estão envolvidas, incluindo o “supremo da eficiência” que é o setor privado.
A copa era e é um projeto nacional, não um projeto do gov. federal. Ele era um dos executores e o principal articular. Nós precisamos ter noção do quanto nossas estruturas sociais, políticas e culturais interferiram nesse projeto. Essa reflexão menos afogada em brigas de torcedores políticos é mais salutar e com maior perspectiva de ganhos. Mas a mídia não quer saber disso….
Aroeira
21 de maio de 2014 9:17 amQuem são mesmo os dissidentes?
Quanto pior melhor, desde que não seja contra o Alckmin
SP: Paralisação de ônibus deve continuar na 4ª, diz presidente de sindicato
Do UOL, em São Paulo
21/05/201400h01 Ampliar
Rodoviários fecham terminais de ônibus e bloqueiam avenidas de SP em protesto49 fotos
20.mai.2014 – Motoristas e cobradores de ônibus fecham o terminal Lapa, na zona oeste de São Paulo, em protesto contra proposta de reajuste salarial acolhida pela maioria da categoria em assembleia nessa segunda-feira (19). Terminais de ônibus na cidade foram fechados e diversas vias foram bloqueadas Leia mais Luiz Carlos Murauskas/Folhapress
A paralisação de ônibus iniciada por motoristas e cobradores nesta terça-feira (20), em São Paulo, causando tumulto e recorde de lentidão no trânsito da capital paulista, deve ser mantida durante a quarta-feira (21), na avaliação do presidente do Sindimotoristas, José Valdevan, o Noventa.
Os motoristas e cobradores que paralisaram centenas de linhas de ônibus e fecharam 15 terminais em São Paulo pertencem a uma dissidência da atual direção do Sindimotoristas –que representa a categoria na capital paulista– que, até agora, preferiu manter-se no anonimato. Segundo Noventa, o grupo dissidente promete manter a paralisação nesta 4ª.
A CET informou que a suspensão do rodízio na manhã de quarta ainda não está definida e depende da paralisação dos ônibus.
Motoristas explicam motivo da paralisação de ônibus
O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), comparou a paralisação à atuação de uma guerrilha.
“É uma guerrilha inadmissível na cidade de São Paulo. Como você entra no ônibus e manda o passageiro descer? Coloca o ônibus na transversal e joga a chave fora”, disse ele em entrevista ao jornalista José Luiz Datena, da Band. “É um absurdo, como um sindicato fecha o acordo e uma minoria age na cidade desta maneira?”.
Usuários reclamam de paralisação: “Catraca livre seria melhor”
O pouco que se sabe do grupo dissidente é que eles exigem um reajuste maior do que os 10% propostos pelas empresas de ônibus e aprovados na última segunda-feira (19) em assembleia da categoria que reuniu milhares de trabalhadores.
Segundo José Valdevan, o Noventa, presidente do Sindimotoristas, a categoria abriu negociação com as empresas exigindo 13% de reajuste. Inicialmente, o SP Urbanuus, sindicato patronal das empresas de ônibus, ofereceu 5,2% de reajuste, equivalente à inflação do último ano. Diante da recusa dos trabalhadores, o sindicato patronal subiu a proposta de reajuste os 10%.
Também foi oferecido aumento de R$ 1,20 no vale-refeição diário, de passou de R$ 15,30 para R$ 16,50, além de uma parcela fixa anual de R$ 850, referente à participação nos lucros e resultados (PLR). O acordo também prevê o reconhecimento de insalubridade, que permitirá aos motoristas e cobradores se aposentar com 25 anos de trabalho (atualmente o tempo de serviço é de 35 anos para homens e 25 para mulheres).
Ainda foi acordado que as mulheres terão direito a licença-maternidade de 180 dias e que haverá melhoria na qualidade dos produtos da cesta básica.
O motorista Denilson Roberto, que participou das paralisações, disse que os dissidentes querem reajuste de 20%. “O aumento foi muito pouco. VR muito pouco. Prometeram 20% [de reajuste], mas só deram 10%. Se a gente não fizer essa manifestação, a gente não vai para lugar nenhum”, disse.
Outros dissidentes disseram ao longo do dia, em entrevistas à imprensa, que querem reajuste de no mínimo 15%. “Eles não falam coisa com coisa. Tem um monte de conversa aí, mas até agora ninguém apareceu para dizer o que quer. Só mandaram recado”, afirmou Noventa.
O secretário municipal de Transportes, Jilmar Tatto, classificou como “injustificável” a paralisação de motoristas e cobradores em São Paulo. Ele afirmou que “um pequeno grupo está sabotando” o transporte público, e disse ainda que a PM (Polícia Militar) precisa agir para garantir o direito de ir e vir das pessoas.
“Cheira a sabotagem o que estão fazendo na cidade de São Paulo. Não é uma manifestação legítima, não há uma pauta clara e os representantes do sindicato não estão participando”, afirmou o secretário.
Tumulto
Em razão das paralisações, A CET chegou a suspender o rodízio de carros e a PUC-SP, as aulas. Os protestos atingiram cerca de 30% do total de linhas que circulam na capital (que são aproximadamente 1.300). Segundo a SP Trans, foram fechados os terminais Bandeira, Princesa Isabel, Amaral Gurgel, Parque Dom Pedro e Mercado (centro), Pinheiros, Lapa, Barra Funda, Butantã (zona oeste), Casa Verde, Pirituba, Santana, Cachoeirinha (zona norte), Varginha e Sacomã (zona sul).
Passageiros reclamaram da falta de ônibus em diversos pontos da cidade. Os motoristas iniciaram a paralisação no largo Paissandu, no centro de São Paulo, por volta das 9p0. Ruas e avenidas importantes das zonas oeste, sul e do centro foram fechadas pelos manifestantes.
Os motoristas enfrentaram trânsito recorde em São Paulo, nesta terça-feira (20), dia em que uma paralisação inesperada de ônibus iniciada por motoristas e cobradores tumultuou a capital paulista. Às 19h, a capital registrava 261 km de engarrafamento, segundo a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego).
A média para o horário fica entre 105 km e 139 km. O recorde anterior foi registrado há pouco mais de um mês, na véspera do feriadão de Páscoa e Tiradentes: 258 km, em 17 de abril deste ano, às 17p0. O maior trânsito já registrado em São Paulo é de 309km, no dia 14 de novembro de 2013, às 18h.
SP: 5 ônibus são incendiados após paralisação de motoristas.
wesleimendes
11 de fevereiro de 2017 9:07 pmFesta de aniversário de João Guilherme de 15 anos, assista o víd
Entretenimento : João Guilherme ator de Cúmplice de Um Resgate acaba de ficar um ano mais velho, a novidade ficou por conta do SBT que publicou em seu site, João Guilherme comemorou seus 15 anos com uma mega festa, o tema da festa de João foi (Tema México), os convidados foram todos especiais e todos postaram fotos, João Gui também publicou em seu canal mostrando os bastidores, e a parte mais bonita foi as declarações de sua família e seus parças, gostaria de assistir ao vídeo da festa de aniversário de João Guilherme ? é só da Play: