4 de junho de 2026

Estudo diz que seca atual só acontece a cada 3 mil anos

Sugerido por marcelooliveira

Siga o Jornal GGN no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo

Seguir no Google

Do Estadão

 
Conclusão é de estudo elaborado pelo governo Alckmin que avaliou a severidade da estiagem histórica registrada no Sistema Cantareira
 
SÃO PAULO – Um relatório técnico produzido pelo Centro Tecnológico de Hidráulica e Recursos Hídricos do governo Geraldo Alckmin (PSDB) aponta que uma crise de estiagem tão crítica quanto a registrada no Sistema Cantareira em pleno período chuvoso ocorre só a cada 3.378 anos. Segundo o estudo, que avaliou a severidade desta seca histórica no principal manancial paulista, a probabilidade de o cenário se repetir é de apenas 0,033%.

“Isto comprova que a estiagem ocorrida no período de outubro/2013 a março/2014 foi bastante crítica, com o período de retorno extremamente elevado, em outras palavras, baixíssima probabilidade de ocorrência”, afirma o documento ao qual o Estado teve acesso. O parecer é assinado pelo técnico Paulo Takashi Nakayama e avalia o período de retorno da chuva registrada nesses seis meses na região e das vazões afluentes ao Cantareira.

O período de retorno ou tempo de recorrência é o tempo médio em anos em que um evento é igualado ou superado pelo menos uma vez. Calculou-se o período de retorno da chuva acumulada entre outubro de 2013 e março deste ano com base na série histórica da chuva mensal registrada em quatro estações pluviométricas distribuídas na região onde ficam os rios e represas que compõem o Sistema Cantareira.

Com exceção da estação em Nazaré Paulista, onde fica a Represa Atibainha, todos os outros pontos registraram período de retorno do volume de chuva superior a 1.000 anos. Mais crítico da história do sistema, inaugurado na década de 1970, o mês de fevereiro apresentou um tempo de recorrência de 10.000 anos. Ou seja, um índice pluviométrico tão baixo só voltaria a ocorrer no ano 12.014.

Para integrantes do governo Alckmin, o estudo comprova que a crise atual é a mais severa da história, e ajuda a desconstruir as críticas feitas pelos adversários políticos de que faltou planejamento para evitar a escassez hídrica.

Os pré-candidatos ao governo do Estado Alexandre Padilha (PT) e Paulo Skaf (PMDB) têm criticado o tucano e a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) por falhas na gestão dos recursos hídricos.

TV. Após escalar o apresentador de TV Rodrigo Faro para convocar seus clientes a economizar água por causa da histórica estiagem do Sistema Cantareira, a Sabesp agora enaltece a “coragem”, “determinação” e “solidariedade” dos paulistas para enfrentar a crise de abastecimento de água.

“Paulista é aquele que nasceu para vencer, faça chuva ou faça sol”, afirma a nova peça publicitária da Sabesp. Com um minuto de duração, a propaganda diz que “paulista é todo aquele que nasce da união da coragem com a determinação” e que “agora um novo desafio surgiu” porque “a chuva não veio” e “São Paulo vive a maior seca da sua história”.

Nesta segunda-feira, 12, Alckmin voltou a descartar a necessidade de racionamento de água. “Nós não temos nenhum racionamento nos municípios operados pela Sabesp. Nenhum caso”, disse. / COLABOROU VICTOR VIEIRA

 

Redação

Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Mais lidas

As mais comentadas

Colunistas

Ana Gabriela Sales

Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...

Carla Castanho

Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

66 Comentários
...

Faça login para comentar ou registre-se.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

  1. Assis Ribeiro

    14 de maio de 2014 10:25 am

    Quando um governo busca um

    Quando um governo busca um estudo para justificar suas omissões é porque o problema é muito mais sério do que pensamos.

  2. MarFig

    14 de maio de 2014 10:49 am

    Uai, eu achava que o apagão

    Uai, eu achava que o apagão de 2001 tinha sido por causa da pior seca da història do Sudeste, pelo menos era o que o PIG do período chapabranquiano (1995 -2002) dizia. Sinto-me enganado.

  3. Francy Lisboa

    14 de maio de 2014 10:53 am

    Se permanecerem em SP mesmo

    Se permanecerem em SP mesmo com essa seca rara, SP terah mais 3 mil anos para pensar.

  4. Assis Ribeiro

    14 de maio de 2014 10:54 am

    Segundo o presidente do

    o problema é mais antigo e o relatório de 2009 seria uma reafirmação de questões colocadas há ao menos dez anos. “A USP trabalhou para o Comitê do Alto Tietê em um plano de recursos hídricos nos idos de 2003 e lá já se falava das obras que era preciso realizar para ter segurança hídrica na região metropolitana de São Paulo. E o que é que foi feito?”

    a demanda por água não está sendo afetada simplesmente pelo baixo índice de chuva, embora este seja um componente importante. O problema é a falta de planejamento e realizações em determinadas áreas. “A infraestrutura não acompanhou o crescimento da demanda.

    Benedito Braga -presidente do Conselho Mundial da Água e professor de Engenharia Civil e Ambiental da USP

    http://www.pcdob.org.br/noticia.php?id_noticia=236043&id_secao=1

  5. Adamastor

    14 de maio de 2014 10:58 am

    O governador disse uma meia verdade…

     “Nós não temos nenhum racionamento nos municípios operados pela Sabesp. Nenhum caso”. 

    Só pra constar: Na Bela Vista, centro de São Paulo, o fornecimento d’água é suspenso entre 8 da noite e 8 da manhã (fonte: uma jornalista da BandNews FM que mora no bairro)No bairro em que moro, na Zona Oeste, a água começa a minguar às 7 da noite, desaparece da torneira depois das 10 e só volta pra valer às 7 da manhã. 

     

  6. joca

    14 de maio de 2014 10:59 am

    Há 3000 anos haviam aquedutos

    Há 3000 anos haviam aquedutos em Roma. Já em São Paulo…

  7. Alberto Porem Jr.

    14 de maio de 2014 11:02 am

    O que me encanta é a precisão!

    Como este estudo pode ser tão preciso!

    3.378 anos exatos, não é 3.378 ou 3.379 ou a fabulosa “mais ou menos” ou “aproximadamente” para os menos ” puros de raça” , É 3.378 anos exatos!

    Tempo de recorrência de…10.000 anos e ai chegamos a mais uma data: 12.014!

    A matemática no Tucanistão é algo que abala as estruturas da lógica.

    Bom para um jornal que colocou uma matéria que a Ucrânia treinava ” golfinhos assassinos”…

    Aqui vai para relembrar…

    O Estado de S.Paulo

    Três golfinhos treinados pelas forças especiais da Ucrânia para desarmar minas e assassinar mergulhadores inimigos fugiram da base naval de Sebastopol. Em suas missões, os amáveis cetáceos carregam facas e armas de fogo – não está claro se os “fugitivos” estavam com o armamento. Os golfinhos teriam saído a procura de pares para acasalar.

    – Ninguém merece….

     

  8. Henrique, O Outro

    14 de maio de 2014 11:03 am

    Masoquismo

    Seca igual só em 3.378 anos ou imprevidência de três meses?

    13 de maio de 2014 | 15:12 Autor: Fernando Brito

    alkagua

    Os jornais dão destaque a um estudo, com foros de ridículo, divulgado pela Sabesp de que uma seca como a que estamos tendo só ocorre a cada 3.378 anos.

    Seria digna de ir para o Festival da Besteira que Assola o País, do fantástico Stanislaw Ponte Preta.

    Vejam o detalhe da precisão: 3.378, não 3.377 ou 3.779 anos. Nem o Datafolha conseguiria tal exatidão.

    Claro que a seca que temos é a mais severa já medida e isso, aliás, não parece comover os tucanos quando falam em falta de planejamento do sistema elétrico que, com todos os seus problemas, ainda tem um patamar de acima  de 40% na sua capacidade de acumulação, contadas todas as regiões.

    O Cantareira, como se sabe, tem 8,6%, segundo a Sabesp, e 8,5, segundo a Ana.

    Só que o Cantareira poderia, hoje, com toda a seca, estar com o dobro de água, não fosse a imprevidência do governo paulista.

    Se a vazão liberada para a região metropolitana de São Paulo, hoje em 21 metros cúbicos por segundo, em média – mais alguma água captada pelo reservatório Paiva castro, em Juqueri – tivesse sido reduzida nos meses de janeiro, fevereiro e março, quando ficou na faixa de 30 metros cúbicos por segundo, teriam sido poupados 70 bilhões de litros d’água, quase o mesmo que há hoje nas represas.

    Isto é objetivo: 9 m³ por segundo durante 90 dias dá 70 bilhões de litros.

    Mas a argumentação da Sabesp chega ás raias do ridículo:

    “Com exceção da estação em Nazaré Paulista, onde fica a Represa Atibainha, todos os outros pontos registraram período de retorno do volume de chuva superior a 1.000 anos. Mais crítico da história do sistema, inaugurado na década de 1970, o mês de fevereiro apresentou um tempo de recorrência de 10.000 anos. Ou seja, um índice pluviométrico tão baixo só voltaria a ocorrer no ano 12.014.”

    Vejam que precisão: 12.014, daqui a exatos dez mil anos!

    Infelizmente, ninguém poderá cobrar essa previsão, não é?

    Ou será que o PSDB pretende governar os paulistas até lá?

     

  9. vera lucia venturini

    14 de maio de 2014 11:07 am

    Ué, se eles sabem que a seca

    Ué, se eles sabem que a seca atual acontece a cada 3 mil anos (sic) porque não se precaveram? Depois da falta d”agua é que vem falar!!!

    Mais desproposital do que a informação é a divulgação de uma balela desta pela  mídia.

  10. Zanchetta

    14 de maio de 2014 11:10 am

    O problema todo é que, se

    O problema todo é que, se começar a chover, o Padilha perde 80% do programa eleitoral…

    1. Francy Lisboa

      14 de maio de 2014 11:30 am

      Rapa me diz uma coisa? Um

      Rapa me diz uma coisa? Um vagao para cada cartel do metro eh suficiente? Espero que padilha nao entre nessa, alias, esse eh expediente normal de quem eh de opoiscao nao eh mesmo? Lembro do “To com medo?”

    2. Jorge Luis

      14 de maio de 2014 11:35 am

      Para que o sistema Cantareira

      Para que o sistema Cantareira volte ao mínimo operacional até as eleições, chuva só não basta. Precisa é de dilúvio, ainda mais com a retirada do “volume morto”. Quanto mais tiram do fundo, mais tempo leva para se recuperar.

  11. Carlos G P Lenz

    14 de maio de 2014 11:13 am

    3.378 anos ???

    certo, a última foi lá por 1.362 Antes de Cristo… está tudo registrado…

    e temos também todas as variações dos níveis do sistema Cantareira nesses anos todos.

    a cara de pau do Alckinóquio et caterva não tem limites… esse pessoal tucano quando faz a barba sai serragem e depois eles passam óleo de peroba como loção.

    esses caras tão de gozação, só pode… ou eles acham os paulistanos/paulistas muito otários pra cumprir um papelzinho desses.

     

     

     

  12. Pachecão

    14 de maio de 2014 11:18 am

    EM BOA PARTE DE SP, SITUAÇÃO

    EM BOA PARTE DE SP, SITUAÇÃO DA 
    AGRICULTURA É GRAVE POR CAUSA DA SECA

    A situação por causa da estiagem é grave em boa parte do estado de São Paulo. Tem perda no milho, na cana, no amendoim, nas hortaliças e a quantidade de chuva, este ano, está muito abaixo do esperado. No município de Promissão, região centro-oeste, o prejuízo é tão grande que o prefeito decretou situação de emergência.

    Uma plantação inteira de milho foi perdida por causa da estiagem. Sem chuva, as folhas secaram e as espigas estão praticamente sem grãos, às vésperas da colheita. Em algumas áreas, o milharal desenvolveu pouco e atraiu larvas e pragas. Os pés que costumavam atingir dois metros de altura, nesta época do ano, ficaram pela metade. Segundo a Secretaria da Agricultura de Promissão, a estiagem já dura quase 4 meses e prejudica 1,25 mil áreas produtoras de milho, verduras e legumes, cana-de-açúcar, além da pecuária.

    O pecuarista Paulo Celso de Andrade vendia diariamente para um laticínio 130 litros de leite, mas a produção caiu 25% nos últimos dois meses. Com a pastagem seca, falta alimento para o gado.

    Produtores e agricultores temem não conseguir pagar as dívidas com bancos e empresas fornecedoras de insumos e sementes. Com a produção prejudicada, a estimativa é de que os prejuízos no campo cheguem a R$ 30 milhões até o final do ano, quase a metade do orçamento do município. Sem condições de dar assistência financeira aos produtores, o prefeito de Promissão, Hamilton Foz, decretou situação de emergência. “A gente espera sensibilizar o Ministério da Agricultura e do Desenvolvimento Agrário e a Secretaria de Agricultura do Estado para que a gente possa conseguir algum auxílio para amenizar a perda grande dos agricultores”, diz.

    1. Francy Lisboa

      14 de maio de 2014 11:28 am

      Pacheco, sou totalmente a

      Pacheco, sou totalmente a favor do MAPA ajudar agricultures em situacao criada pelas condicoes climaticas. Mas nao deixa de ser interessa que vc post uma noticia dessas, logo vc que eh radicalmente avesso as pessoas dependeram de ajuda do Estado.

      1. Pachecão

        14 de maio de 2014 3:58 pm

        Ah, e você é favorável a que

        Ah, e você é favorável a que as pessoas dependam do Estado. É isso ?  E isso deve ser uma filosofia petista, pelo jeito.

        Isso explica porque não se resolve o problema da desigualdade e da pobreza, porque vocês são a favor da dependencia do Estado. tarvés de transferência de renda, por exemplo.

        Que maravilha.

        Que bacana.

        Não. Obrigado. Prefiro ser da esquerda mesmo. 

         

         

    2. DanielQuireza

      14 de maio de 2014 1:04 pm

      E não há falta de

      E não há falta de investimento em captação e abastecimento ? Mesmo com 20 anos do partido no governo e 10 do governador ?

      1. Pachecão

        14 de maio de 2014 3:51 pm

        Querido Daniel, como se

        Querido Daniel, como se costuma dizer quando acontece um acidente aéreo, a causa de um desastre, como esse da falta d’água, nunca tem apenas um motivo isolado. É consequência da soma de diversos fatores.

        Claro que a falta de investimento tem sua parcela de influência, sem dúvida. Mas a estiagem não pode ser hipócritamente negada como está sendo feito aqui. 

        Releia todos os meus comentários sobre o assunto, esse e qualquer outro, que não encontrará sequer uma defesa do governador narigudo. É apenas uma questão de justiça. A César o que é de César.

        Se houvesse um mínimo de honestidade intelectual por parte da maioria dos comentarista, buscariam ao invés de tentar tirar proveito político desta tragédia que se avizinha, ou aplaudir seus partidários que o fazem, montar uma uma tabela de consumo de água em São Paulo nos últimos anos e/ou comparar os níveis das reservas também nesse período. Isso sim poderia colocar uma luz no assunto e dimensionar o quanto de culpa há de cada fator.

        Ora, se chegarmos a conclusão que o nível vem baixando ameaçadoramente há anos e nada foi feito, sem dúvida o a SABESP terá grande parcela de culpa, se por outro lado chegarmos a conclusão que realmente este ano o nível baixou atipicamente, torna-se uma questão muito mais de eventos não previsíveis, ou mesmo que previsíveis, que devem ser contornados com racionamento mesmo.

        Também não é viável que se invista milhões de dinheiro público para solucionar um evento que poderá acontecer ou não num determinado prazo.

        Ninguém faz isso, nem no setor público nem no privado. Nenhuma indústria, por exemplo, constrói enormes barracões para armazenar 10 vezes mais a matéria-prima que consome para a eventualidade de um dia, se a fabrica do seu fornecedor pegar fogo, ela não fique sem matéria prima. Isto é anti-econômico. 

        Agora, se me perguntar se o narigudo foi novamente, como é de seu feitio, incompetente ao extremo para administrar a crise de água, com certeza foi. Incompetente ao extremo. Desde os primeiros sinais de que haveria falta d’água por conta da estiagem, deveria ter feito amplo programa de divulgação e ter um plano de contenção de uso. Jamais as reservas poderiam ter chegado a níveis de 8%, como estão.

        Mas, o imbecil não quis pagar o preço político de um racionamento, e jogou o povo paulista nessa encrenca, acreditando que a chuva viria para lhe salvar. Não veio e tomou no fiofó.

        Mas, isso é apenas a minha maneira não-maniqueísta de tratar os fatos, não reduzindo tudo a esse fla-flu insuprtável que se tornou a discussão política no Brasil. Se acontece no meu quintal, a culpa é de dos outros que não colaboram, se acontece no quintal dos outros, a culpa é deles. Assim, não se chega a lugar algum.

         

         

         

    3. drigoeira

      14 de maio de 2014 1:10 pm

      Coxinha!!!!

      Meu caro Coxinha, vou chamá-lo assim.

      O problema de estiagem não é só em SP, é em todo o centro sul do Brasil. A falta de água sempre atrapalha a agricultura, todo mundo sabe disto.

      A questão é faltar água nas residências por total incompetência administrativa. Lembre dos apagões da energia elétrica, é a mesma coisa.

      O Final do texto do post diz tudo: O Povo Paulista é um forte… Lembrei da piada do Gaúcho, vamos mudá-la para um Paulista como vc.

       – Vai aí governo do PSDB! Enfia tudo que aqui tem macho, meu!

    4. Marly

      14 de maio de 2014 8:28 pm

      Não seja injusto!

      Não tenho visto  comentários se vangloriando do terrível dilema dos paulistas. É claro que somos sabedores da grande seca que temos enfrentado. O que comentamos é que esse problema poderia ser muito menor caso os dois últimos governadores de S. Paulo tivessem tomado as providência necessárias, para que não se chegasse ao atual caos. O povo paulista merece todo nosso apoio e solidariedade, afinal de contas somos todos irmãos nessa nossa pátria. Eles não merecem passar por tantas angústias e insegurança quanto à água que beberão nos próximos meses. Que tome TENÊNCIA urgente esse governador e que por um momento de lucidez aflore nele a humildade do homem comum, colocando numa “prateleira” por  um período sua condição de político.

      1. Marly

        14 de maio de 2014 10:45 pm

        Enganei-me.

        Essa resposta acima era para o comentário do Pachecão que se deu às 12:26h.

  13. Jorge Luis

    14 de maio de 2014 11:31 am

    Humm. Então o Serra é o único

    Humm. Então o Serra é o único que deve estar preocupado, pois só ele estará vivo quando acontecer a próxima seca…

    1. Osvaldo Ferreira

      14 de maio de 2014 3:56 pm

      Sensacional!

      Sensacional! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  14. sergio m pinto

    14 de maio de 2014 11:33 am

    Esse estudo está incompleto!

    Esse estudo está incompleto! Faltam o número de meses, dias e horas, para que se tenha a informação real!

  15. Vandirson

    14 de maio de 2014 11:34 am

    Sobra de tempo e escassez de competência

    Com tantos argumentos… Só nos restas corroborar se pegarmos a probabilidade 0,33 a cada 3000 anos e usarmos fatores como Idiotice  X Falta planejamento, chegaremos a um índice corpóreos de insanidade, isso tudo noves fora o Céu Astral.

    Esse laudo tem que ser levado pra campanha e ser esculhambado, não conta nem mesmo com o efeito estufa e esgotamento de recursos naturais, subestima a inteligência dos cidadãos paulistanos, não devemos  essa  “basofada”  tecnicista. Sabendo desse risco e com certeza 0,33 calculado a 3000 anos é um risco considerável a cada ano.

    Muita bobagem junta! Sobra de tempo e escassez de competência.

     

  16. Hamilton

    14 de maio de 2014 11:35 am

    Pelo menos daqui

    a 3378 anos, Alckmin não será o governador.

  17. KURK

    14 de maio de 2014 11:42 am

    Quando FHC afundou este país,

    Quando FHC afundou este país, diziam que o mundo estava em crise e ele teve azar de pegar tal período, quando Lula assumiu e melhorou  a situação, eles diziam que era sorte porque a economia mundial estava melhor, agora eles dizem que é uma seca rara e tal. Conclusão: este PSDB só traz azar.

  18. Lionel Rupaud

    14 de maio de 2014 11:48 am

    Só espero que o estado de SP

    tenha um governador tão inepto como o Alkmin cada 3000 anos.

    Mas acho que FSP, EOSP,abril e globo vão trabalhar para que a frequência desta inepcia seja bem maior.

  19. Mar da Silva

    14 de maio de 2014 11:55 am

    No plano federal é falta de

    No plano federal é falta de gerênciamento.

     

    Em São Paulo é problema da natureza.

     

    Esse é o velho e bom PIG.

     

    Contra os tucanos não tem capataz para rosnar em verso e prosa.

     

    Não tem charge com o governador.

     

    Vira-latas de corpo e alma.

  20. Jorge Luis

    14 de maio de 2014 12:02 pm

    Dica para os tucanos de SP:

    Dica para os tucanos de SP: na próxima vez que estiver com sede, em vez de encher o copo até a boca, coloque só 8% da capacidade. Daí vocês vão entender…

  21. Ugo

    14 de maio de 2014 12:04 pm

    3378=171

    As estatisticas começaram muuuuuito antes de 3378 anos atrás, para saber se aquele foi o ano pior na falta d’água os estudos começaram certamente dezena de milênio antes. A sabesp e o estadinho conservam o pó (nada a ver com o pó do helicóptero dos amigos do Aécio) do granito onde tais informações foram memorizadas.

    Rezo para que tal noticia não chegue na imprensa lusitana!

    1. Tucanus Exatus Precisus Mediocris

      14 de maio de 2014 1:25 pm

      3378, nem 7, nem 9,45 (êpa)

      No afã de dar credibilidade a um número “desculpatório”, não se tocaram do ridículo da precisão / exatidão (meteorológica!)

      Me lembra as versões (tucanas?) em que o inglês fala “…umas 50 milhas daqui…” e traduzem para “…uns 80,457 km daqui …”

      Os locais que ocupavam as terras da Cantareira naquele ano fatídico de 1364 AC (êpa, tem 13) já faziam “rodízio” (inclusive de circulação, pelo número de penas no cocar) racionando côcos trazidos do litoral e sugando-os até o finzinho.

      Ajudou-os o fato de que naquele exato ano, não teve Copa…

      Os cientistas tucanos também determinaram que o Big Bang ocorreu há 13.045.245,045 anos, 4 meses, 5 dias e 3,0145 horas…

      Só lamentam ainda não poder tirar o 13…

  22. Sérgio Lamarca

    14 de maio de 2014 12:12 pm

    Cara de pau

    A desfaçatez do Estadão na defesa do governo tucano de São Paulo chega a ser pura cara de pau. A credibilidade de qualquer jornal perde – se pela falta de jornalismo puro. Talvez mais preocupado em produzir factóides, mesmo com carater técnico para justificar a tremenda falha de gerenciamento da SABESP.

    A sorte do povo de São Paulo é que o governo tucano não vai durar 3000 anos para tomar providências.

     

     

  23. MarFig

    14 de maio de 2014 12:15 pm

    Jabour, cadê você?

    JN cai no ridículo ao socorrer Alckmin, anunciando racionamento “voluntário” de água.

     http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2014/05/moradores-da-grande-sao-paulo-economizam-agua-por-conta-propria.html

     

    Ridícula a reportagem do Jornal Nacional na terça-feira (13) colocando donas de casas e síndicos de edifícios felizes da vida em fechar a torneira para ficar 3 horas sem água “voluntariamente”.

    O telejornal devia criar vergonha na cara e, se não quer citar o nome do governador Geraldo Alckmin, diz pelo menos que “fontes do Palácio Bandeirantes” afirmam que infelizmente o racionamento de água torna-se inevitável. Ou o cidadão paulistano raciona voluntariamente ou o abastecimento será cortado à força em determinados dias ou horas.

    Algumas pérolas do vexame jornalístico chapa-branca demotucano feito no Jornal Nacional:

     

    Por enquanto, o governo paulista descarta um racionamento e afirma que em caso de necessidade a população vai receber água das camadas mais profundas dos reservatórios. Mas muitos moradores da maior região metropolitana do Brasil estão colaborando por conta própria.

    (…)
    Enquanto a Grande São Paulo tenta afastar o risco de racionamento, tem gente que escolheu racionar a própria água. Às 14h, Cido, que é o zelador, fecha o registro que manda água pra quase 200 apartamentos. Durante 3 horas, eles vão ficar sem água.
    .
    Sem traumas, a Dona Vera Lucia Somera adaptou a rotina.

    Em seguida, entra o momento propaganda explícita, onde a narração do telejornal diz:

    Nas cidades da Grande São Paulo abastecidas pela Sabesp, incluindo a capital paulista, 80% dos consumidores economizaram água no mês passado. Quem economiza 20% ou mais, ganha desconto na conta.

    .
    Um restaurante passou a lavar a cozinha duas vezes por dia em vez de três. E comprou uma máquina de lavar louça que gasta menos água do que fazer o serviço na mão.

     

    Quanto à propaganda, se o Jornal Nacional fizesse isso sempre em todas as situações adversas, seria aceitável, como jornalismo de serviço público. Mas alguém já viu no governo petista algum telejornal da Globo sugerindo apagar a luz, colocar a TV no timer, trocar eletrodomésticos pelos modelos mais econômicos, quando a Miriam Leitão e Carlos Alberto Sardenberg ficam falando dia sim e outro também sobre risco de racionamento de energia? Sendo que o risco é infinitamente menor, porque o setor elétrico teve planejamento para enfrentar a estiagem.

    O Jornal Nacional, que já despenca na audiência por ter se tornado um novelão tucano anti-Dilma, agora virou também garoto propaganda do racionamento de água a serviço do governador Geraldo Alckmin. Ridículo.

     

    http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com.br/

    1. MarFig

      14 de maio de 2014 12:22 pm

      Será que teve algum exemplo,

      Será que teve algum exemplo, tipo, o Dr. Tucano, síndico de um condomínio de alto luxo em Higienópolis, resolveu radicalizar e fechar a piscina por tempo indeterminado e aconselhou a todos os outros moradores da região que tenham pisicina que façam o mesmo.

  24. Gilson AS

    14 de maio de 2014 12:27 pm

    Então tá.
    Só tenho uma

    Então tá.

    Só tenho uma dúvida, como eles conseguiram informações catalogadas de 3 mil anos atrás.

    Que papiros ou pergaminhos consultaram ?

    Johannes Gutenberg inventou a imprensa apenas em 1468.

  25. Marco St.

    14 de maio de 2014 12:43 pm

    Sim, sim.Naquele época, a

    Sim, sim.

    Naquele época, a região onde hoje fica o estado de São Paulo era governada pelo Faraó Alckmin I, da primeira dinastia da civilização Tucana, e que ficou notório por sua incompetência administrativa  levando o Reino de Pyratininga ao mais total abandono. Arqueólogos descobriram em escavações de estações de metrô, (que nunca ficam prontas), papiros de escribas que colocavam a culpa da falta d´água, naquela época, aos deuses da chuva.

    Como se vê, nada mudou nesses últimos 3 milênios em SP.

  26. Iara G

    14 de maio de 2014 12:50 pm

    São Paulo não está sofrendo com seca. É enganação.

    É desviar a atenção. Sofre com o problema de abastecimento (a falta dele). Como assumir que este é o problema: gestão do abastecimento. Papel do estado. A falta de jeitão para “jestão” do PSDB é que está em xeque. A imprensa pode tentar enganar mas eles não tem como enganar a si. Quando as fazendas e chácaras deles estiverem à míngua vão reclamar, mas que entrem na fila.

  27. Teo Ponciano

    14 de maio de 2014 12:51 pm

    O estadão errou!
    O nº correto

    O estadão errou!

    O nº correto é 3379.

    Não consigo imaginar o que ocorreu dentro da redação para que ninguém notasse tamanha falha.

    1. Geraldo Chaves

      14 de maio de 2014 1:55 pm

      Teo:
      Isso foi por conta do

      Teo:

      Isso foi por conta do arredondamento.

      O cálculo preciso foi de 3.378 anos, 7 meses, 23 dias, 8 horas, 37 minutos e 65 segundos.

      Os décimos e milésimos, podemos desprezar…

      1. Teo Ponciano

        14 de maio de 2014 5:24 pm

        Valeu. Isto explica.

        Valeu. Isto explica.

  28. Ribas

    14 de maio de 2014 1:01 pm

    A cara de pau dos tucanos

    A cara de pau dos tucanos sempre me surpreende. Aonde está o estudo, os números, gráficos, conclusões completas? Desde quando esse estudo existe? Não é possível que uma conclusão de periodicidade tão precisa apareça assim em poucos dias ou meses de estudo! Aliás, segue em anexo o curriculo lattes de  Paulo Takashi Nakayama, doutor em Engenharia Cívil (!) e que não é atualizado desde 2005 o que pode indicar que ele não tem se envolvido muito em grandes projetos de pesquisa. 

    http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?metodo=apresentar&id=K4175530E3

    1. Gilson Raslan

      14 de maio de 2014 7:13 pm

      RIBAS

      Estudo? Para que estudo, se palavra de tucano vale mais que tudo?

  29. pedro cavalcante

    14 de maio de 2014 1:05 pm

    Cacique Cobra Coral

    Só pode ser coisa do CCC!

  30. Silvio Torres

    14 de maio de 2014 1:16 pm

    Que bom esse estudo. Quer

    Que bom esse estudo. Quer dizer que a próxima agora é em 5.392 DC. Será que vai dar tempo prá tomar uma Providência? (ah, prá quem não sabe, a tal Providência é uma cachacinha esperta da região de Curvelo, em Minas)

  31. carlos afonso quintela da silva

    14 de maio de 2014 1:41 pm

    Conclusão do estudo: não

    Conclusão do estudo: não votem no Alckmin,  pois ele é azarado demais. Até desgraças que só acontecem a cada 3 mil anos ocorrem no (des) governo dele.

  32. PauloBR

    14 de maio de 2014 1:45 pm

    Aproveitando…

    Vamos colocar o Alckmin e a Marina para debater. Segundo o picolé, há 3.378 exatos anos houve uma seca igual. Segundo a Marina, houve o dilúvio universal.

    1. Osvaldo Ferreira

      14 de maio de 2014 3:43 pm

      kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

      kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Excelente!!!

    2. JamesFA

      14 de maio de 2014 6:22 pm

      No caso nem é debate… é

      No caso nem é debate… é ACAREAÇÃO!!!

  33. Marcos Coimbraa

    14 de maio de 2014 1:55 pm

    Mentira. A seca acontece

    Mentira. A seca acontece apenas a cada 4545 anos.

  34. Fabio !

    14 de maio de 2014 2:50 pm

    Em 1.364 a.C.  , há 3.378

    Em 1.364 a.C.  , há 3.378 anos , quem dominava o mundo civilizado era o Egito , governado pelo faraó Akhenaton.

    Já conseguiam prever seus ciclos de seca , conforme indica a história bíblica de José.

    Vendido como escravo por seus irmãos aos egípicios , José interpretou o sonho do faráo ,  advertindo-o para os 7 anos de seca que viriam  após os 7 anos de bonança.

    Mais capaz que os tucanos brasileiros do ano 2014 , a previsão possibilitou ao faraó providenciar o  abastecimento dos celeiros e o enfrentamento da seca .

     

     

  35. Pachecão

    14 de maio de 2014 3:26 pm

     
    Cuidado, a dança da

     

    Cuidado, a dança da estiagem de vocês pode acabar virando contra o feiticeiro. Ainda terei que ler aqui que o problema da inflação de alimentos não é do governo federal, e sim da estiagem atípica. 

    No mais, torcer para que os paulistas sofram com falta d’água provocada pela estiagem, apenas para tirar proveito político eleitoral, me parece de uma sordidez sem tamanho.

    Não adianta acusar os outros de tirar proveito político de determinadas situações, quando se faz a mesma coisa. 

     

     

    Estiagem atípica vai afetar o agronegócio do Brasil neste ano

     Rio de JaneiroAlana Gandra – Repórter da Agência Brasil Edição: Stênio Ribeiro

    A estiagem prolongada e atípica, registrada no início deste ano,  vai afetar algumas culturas agrícolas, que terão quebra de safra e de produção, avaliaram  hoje (17), em entrevista à Agência Brasil, especialistas do setor, durante as comemorações dos 117 anos da Sociedade Nacional de Agricultura (SNA), no Rio de Janeiro.

    O  presidente do Conselho Superior do Agronegócio, da Federação das Indústrias de São Paulo (Cosag-Fiesp), João Sampaio, disse que são os casos de cana-de-açúcar, café, laranja, que deverão apresentar quebra.

    “Mesmo a soja, que está indo muito bem, ainda, em Mato Grosso, nos estados onde a estiagem foi mais forte, como Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais, vai quebrar  um pouco da safra”. A expectativa, segundo explicou Sampaio, é que a chuva se torne regular a partir de agora e minimize os estragos. “Se a chuva não vier, pode  ter um impacto grande na segunda safra de milho, porque com dificuldade de chuva, não se planta. Certamente, vai ter impacto”.

    O presidente do Cosag-Fiesp não acredita, entretanto, que  o Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio venha a ser afetado. O que normalmente ocorre, quando há quebra de safra, disse ele, é que os preços  sobem e a receita bruta do agronegócio pode não ser impactada. Ele explicou que “embora com produção menor, se os preços forem maiores, o PIB fica do mesmo tamanho. Mas, com certeza, afeta a renda do setor, porque, produzindo menos, mesmo que o preço seja maior, você  tem um impacto nos seus custos e  a rentabilidade fica prejudicada”.

    O presidente da Sociedade Nacional da Agricultura (SNA), Antonio Alvarenga, se mostrou mais otimista. Ele acha que a estiagem comprometeu  pouco a safra de grãos. “Poderia ser um pouco melhor, mas não chegou a comprometer”. No caso de culturas como café, ele acha que essa perda é muito limitada ainda.

    Alvarenga acrescentou que o PIB do agronegócio não vai sofrer grande problema, devido à estiagem. A entidade trabalha com a perspectiva de crescimento de 3,5% a 4% no PIB da agricultura brasileira este ano, superando o PIB do país, que ele estima ficar em torno de 2%. “A gente tem uma vantagem no agronegócio, porque, possivelmente, neste ano o dólar vai ficar bastante mais alto que o dólar médio do ano passado. Você vai ter um crescimento na renda dos produtores também em função do dólar. O PIB vai crescer também por isso”.

    Ele destacou que com o dólar apresentando variação, para cima e para baixo, em função das pesquisas eleitorais, o agricultor tem que estar preparado para aproveitar e saber vender bem o seu produto. Lembrou que a atividade agrícola está sujeita a pragas, ao câmbio e a fatores climáticos, além da flutuação natural das commodities (produtos agrícolas e minerais com cotação internacional).

    O diretor técnico da SNA, Hélio Sirimarco, destacou que a possibilidade de  redução, em torno de 2 milhões de toneladas na safra de soja, ocorrerá mais em função da queda de produtividade. Mas admite que a estiagem também afetou a produção de milho da primeira safra, e que a segunda safra também deve ser menor. “Mas, por enquanto, nada sério”. Disse, porém, que se a estiagem continuar, vai afetar um pouco mais. “O Rio Grande do Sul, por exemplo, que planta por último, pode vir a ser afetado”. Segundo ele, a estiagem afetou a agricultura nacional, “mas nada dramático, por enquanto”. As culturas que estão sofrendo mais são café e laranja. “Aí, o impacto está mais forte”.

    O presidente da  Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), José Augusto de Castro, disse que dependendo das culturas que forem afetadas pela falta de chuvas, isso pode “até” contribuir para elevar os preços no mercado internacional, que estão muito baixos atualmente. “Mas é preciso ver o que vai ter em perda de quantidade e se a elevação de preço consegue recuperar essa perda”. No momento, salientou que não se pode afirmar nada de concreto, porque  não há uma avaliação de quanto foi a perda. “Mas, claramente, é provável que saiamos do prejuízo  um pouquinho mais”.

    Castro ponderou que a tendência de elevação do dólar pode ajudar o produtor, ou o exportador, em termos de receita, “mas não o país, em termos de divisas”. A desvalorização do real pode provocar uma baixa, porque o importador, sabendo que o exportador vai ganhar mais dinheiro, acaba forçando  uma baixa do preço, e isso não é favorável ao Brasil – explicou.

    Também para  a agricultura fluminense a estiagem já provocou os primeiros prejuízos em produtos típicos dessa época do ano, de acordo com o secretário estadual de Agricultura do Rio de Janeiro, Christino Áureo.  “São produtos cuja colheita ocorre  no verão,Mms não são maioria. É o caso das hortaliças e do leite”, ponderou.

    A safra  de leite preocupa um pouco mais o secretário. “Como é um período em que, normalmente, você tem maiores ofertas, em função de melhores pastagens, este ano a gente observou um fenômeno onde o produtor que trata o rebanho no cocho, somente no inverno, que vai normalmente de maio a setembro, este ano teve que estender um pouco mais o trato no cocho, devido  à seca”, comentou Áureo.

    Isso aumentou os custos da produção de leite. Ocorreu estabilidade em termos de valor para o produtor, com tendência de elevação de preço para o consumidor, a partir de março. Sobre verduras e legumes, ele disse que não há, ainda, um levantamento preciso sobre prejuízos, mas espera que não haja grandes alterações. Segundo ele, a estiagem atípica também atrasou um pouco a renovação da lavoura de cana-de-açúcar que, tradicionalmente, se dá em janeiro, e avaliou que os produtores vão esperar ainda o mês de março para  proceder ao plantio.

     

  36. Helio J. Rocha-Pinto

    14 de maio de 2014 3:38 pm

    Monolito

    Cacique Cobra Coral, búzios, cartas de tarô, anéis de crescimento e tradição oral dos tupis confirmam: a cada 3378 anos — cravados — falta água em São Paulo.

    Mas só descobriram isso este mês.

    Um monolito avisando as gerações futuras acerca deste trágico acontecimento seria um belo legado dos tucanos.

     

  37. Osvaldo Ferreira

    14 de maio de 2014 4:02 pm

    O nivel a que chegaram os

    O nivel a que chegaram os jornalões ao divulgarem um besteirol desses com ares de seriedade para blindar a incompetência administrativa do PSDB no governo estadual é absolutamente chocante. Diante disso só fazendo muita piada. Fazia tempo que eu não lia um post com tantos comentários engraçados. Morri de rir! kkkkkkkkkkkk

  38. Ivan de Union

    14 de maio de 2014 4:05 pm

    Como ja cantava Raul Seixas: 

    Como ja cantava Raul Seixas:  “Eu nasci ha 3378 anos atraz”…

    Mesmo assumindo que fosse verdade: a cada 3378 anos uma seca dessas enquanto…  a cada 3 meses os acionistas da Sabesp enchem os bolsos.

  39. MARCOS I MENDES

    14 de maio de 2014 4:58 pm

    Choque de gestão a cada 3 mil anos

    Que bom! Significa que o xoque de jestão só é necessário a cada 3 mil anos: nesse período não precisamos votar no PSDB. Ufa!

  40. Silviot

    14 de maio de 2014 5:10 pm

    3378
    – 33 + 78 = 45

    ou

    78 – 33 = 45

  41. Marly

    14 de maio de 2014 5:50 pm

    A que ponto se chega!

    Incrível, a que ponto se chega para não assumir a responsabilidade da incompetência e má fé. A quem o governador de S. Paulo quer enganar?  Que ” arranjo ” mais ridículo!  Será que engana os paulistas? É o fim do caminho!

    1. Gabriel Moraes dos Santos

      30 de outubro de 2014 12:38 pm

      pois é

      Enganou… triste né? pra nós paulistas que acreditamos que somos o supra sumo da quintecência, que sustentamos o país e mimimi, e blablaba, meus conterraneos são muito, mas  muito , mas muito mesmo metidos a usar calça de veludo e ficar com a buzanfa de fora… 

  42. Alberto Porem Jr.

    14 de maio de 2014 7:33 pm

    Vamos falar a verdade.

    Fui ver o vídeo da Globo ( aqui o link ).

    Primeiro que são 14 estações de bombeamento e só 4 estarão em condições de bombeamento imediato. 17 bombas com 3 de reservas e 14 trabalhando.

    Então temos só menos de 30% operacionais. Tempo dos outros 72% será de mais 30 dias, além do mais tem os testes de vazão e startup do conjuntopor igual. 

    O que parece simples não é: Ajustes de potência requerida, cabeamento de energia compatível, como vai funcionar o sistema? 

    Várias são as perguntas, se não houve o dimensionamento adequado vai fazer chabú. Não coloco em questão a competência, mas sim o exíguo prazo para dimensionar e colocar em prática todo este sistema emergencial.

    O preço é simplesmente exorbitante…80 milhões.  Para que cada bomba funcione custa aproximadamente: R$5.715.000,00. Agora o consumo de energia deste sistema, ou seja, o custo adicional no bolso do contribuinte vai doer e muito…

    P.S.: Quando as águas começarem a subir, o sistema vai literalmente “por água baixo”, não dá tempo de retirar, nem por mágica.

     

    1. Ivan de Union

      14 de maio de 2014 8:15 pm

      “Não coloco em questão a

      “Não coloco em questão a competência, mas sim o exíguo prazo para dimensionar e colocar em prática todo este sistema emergencial. O preço é simplesmente exorbitante…80 milhões”:

      Alberto, se voce soubesse o prazer enorme que o resto do Brasil ta sentindo ao ler isso voce nem o mencionaria.

      Nao, Sao Paulo.  Nada ta perdoado.

      Sinto muito pelos paulistanos, pelos esclarecidos, e pelos inocentes, claro.

      Mas eh hora de emigrar pro Nordeste, gente.  E digo o so com uma pontinhazinha de prazer.  Ta ai o que da ser centro de golpismo num pais inteiro com milhoes de pessoas que nao se importam nem um pouquinho com SP.

      1. Alberto Porem Jr.

        14 de maio de 2014 11:58 pm

        Competência

        Fala Ivan!

        A competência a que me referi seria dos construtores deste empreendimento emergencial.

        Quanto a competência dos governantes do Tucanistão é uma lenda urbana mais descreditada que “a mulher de branco”.

        1. Ivan de Union

          15 de maio de 2014 9:31 am

          “A competência a que me

          “A competência a que me referi seria dos construtores deste empreendimento emergencial”:

          So existe uma unica entidade que poderia entregar essa obra pronta em menos de 2 anos er muitissimo mais barato:  o exercito.  E eu sou contra porque o exercito vai fazer uma obra enorme pra que?  Pra colocar na mao da Sabesp?  Pra privatizar pra outra compania que tem que agradar os acionistas?  Sou contra o uso de exercito pra ser empregada desses pilantras.

          De outra maneira, de acordo com item de hoje, sem exercito Nassif espera solucao em…  2020!

  43. Antonio C.

    14 de maio de 2014 8:42 pm

    Ai, que medo!

    Se colocar qualquer discurso tucano pra “rodar ao contrário” tem mensagem pro demo. E rodando normalmente também.

  44. Paulo F.

    14 de maio de 2014 9:40 pm

    O Lattes do sr. que assina o

    O Lattes do sr. que assina o trabalho:

    http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?metodo=apresentar&id=K4175530E3

    Lembre-se deste nome!

    Como diz um amigo meu :

    “Faça a principal pergunta: Quem paga a pesquisa?”

    Pergunta : Entre os vizinhos dele no IAG-USP  há lá alguém que corrobore a “pesquisa” ?

  45. Nagibe

    15 de maio de 2014 12:36 am

    A Militancia virtual petista

    A Militancia virtual petista fez blitzkrieg neste post, Nassif ? Todo mundo resolveu postar ao mesmo tempo ? Hoje era dia de pagamento ?

    Só sendo muito idiota pra achar graça em uma seca.

    Só sendo muito canalha para fazer uso polítíco de uma seca.

    O nível do debate já passou o do volume morto…

     

Recomendados para você

Recomendados