5 de junho de 2026

Manifestações em SP homenageiam um ano de resistência à violência na Palestina

Ato político-cultural e vigília em São Paulo marcam um ano de genocídio e expressam solidariedade ao povo palestino.

Hoje, 7 de outubro, São Paulo acolhe um ato político-cultural em homenagem às vítimas do genocídio em Gaza e da limpeza étnica na Cisjordânia, que completam um ano. Com o lema “Um ano de genocídio! Um ano de resistência!”, a mobilização ocorre no Al Janiah, localizado na Rua Rui Barbosa, 269, Bela Vista, a partir das 19h30.

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Os eventos em São Paulo, que começaram no último sábado, fazem parte de uma série de iniciativas globais que visam denunciar a violência e a opressão enfrentadas pelo povo palestino. A programação de hoje incluirá performances artísticas, poesia e intervenções de líderes e intelectuais, além de um pocket show do artista BNegão, que celebrará a resistência ao genocídio.

Centro cultural e restaurante palestino receberá debate e apresentação musical de BNegão. Foto: Reprodução.

Amanhã, 8 de outubro, a Frente em Defesa do Povo Palestino-SP, em parceria com diversas organizações, promoverá uma vigília com concentração no MASP, na Avenida Paulista, às 18h. A caminhada seguirá até a Praça Roosevelt, onde os participantes exibirão solidariedade e demandarão um cessar-fogo. Após o ato, haverá uma exibição de um documentário da Al Jazeera, que visa desmentir a propaganda israelense sobre o conflito.

Os organizadores buscam conscientizar a população sobre a gravidade da situação, que resultou em mais de 335.500 palestinos mortos até o final de 2024, segundo estudos recentes. Além disso, as mobilizações também pedem a implementação da campanha de BDS (boicote, desinvestimento e sanções) contra Israel, clamando por um embargo militar e pela ruptura de relações diplomáticas.

As manifestações em São Paulo fazem eco a um sentimento global de resistência e solidariedade em face da opressão e violência enfrentadas pelo povo palestino.

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Dolores Guerra

Dolores Guerra é formada em Letras pela USP, foi professora de idiomas e tradutora-intérprete entre Brasil e México por 10 anos, e atualmente transita de carreira, estudando Jornalismo em São Paulo. Colabora com veículos especializados em geopolítica, e é estagiária do Jornal GGN desde março de 2014.

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