Enviado por Alberto Porem Jr.
O texto abaixo é um retrato sólido de onde veio o aparelhamento da Petrobrás e quem realmente aparelha.
Do Clube de Engenharia
Por Pedro Celestino Pereira*
A Petrobras é a maior expressão da capacidade criadora do povo brasileiro. Símbolo da afirmação da vontade nacional, gestada a partir de ampla mobilização popular, endossada por expressivas lideranças militares, a sua criação foi, na década de 50 do século passado, a principal responsável pela crise política que levou Getúlio Vargas ao suicídio. Ousara ele desafiar o capital internacional que então dominava completamente a nossa economia, ao propor a criação de empresas estatais que alavancassem o nosso desenvolvimento industrial.
Por décadas enfrentando, desde o ceticismo de geólogos estrangeiros que, através da grande imprensa, viviam a apregoar que no Brasil não havia petróleo, até a oposição sistemática de forças políticas que sempre se pronunciaram e se pronunciam abertamente a favor da entrega do negócio do petróleo ao capital estrangeiro sob a alegação de que, aqui, não há capacidade técnica nem capital para desenvolvê-lo, a Petrobras arrostou todos os obstáculos e firmou-se como uma das maiores empresas petrolíferas do mundo.
Claro está que, em empresas do porte da Petrobras, públicas ou privadas, sempre houve e haverá irregularidades e malfeitos. O que cabe discutir hoje é o processo que levou a Petrobras à incômoda situação em que se encontra, de modo que possamos defendê-la, no momento em que se pretende fragilizá-la para permitir o assalto estrangeiro às maiores reservas de petróleo descobertas nos últimos 30 anos, as do Pré-Sal.
Até 1973 quando, aproveitando-se da guerra Israel-Egito, a Arábia Saudita nacionalizou a exploração e produção de petróleo no seu território, era usual o imperialismo ir à guerra ou derrubar governos que contestassem seu domínio sobre o negócio do petróleo. Diante da impossibilidade de derrubar a monarquia saudita, foi obrigado a conviver com empresas estatais, e a buscar novas formas para assegurar seu domínio. Data de então o início do processo de cooptação e de corrupção de dirigentes de estatais na área de petróleo.
Aqui, esse processo teve início de forma sistemática no primeiro mandato de FHC quando, com Joel Rennó, tecnocrata vindo da Vale do Rio Doce, na presidência da Petrobras, decidiu-se estabelecer uma parceria para desenvolver o campo de Marlim, então a maior reserva da empresa, sob a alegação de não havia recursos financeiros suficientes para fazê-lo sozinha. Constituiu-se então uma empresa, a Companhia Petrolífera Marlim, liderada pelo ABN-AMRO Bank, presidido pelo senhor Fabio Barbosa, em seguida nomeado membro do Conselho de Administração da Petrobras, ao mesmo tempo em que outro funcionário do mesmo Banco, Ronnie Vaz Moreira, assumia a diretoria financeira da Petrobras. A Companhia captou 1,5 bilhão de dólares no mercado internacional, dando em garantia o petróleo a ser produzido e a garantia corporativa da Petrobras. Por que, então, a parceria? Mais ainda, assegurava-se ao ABN AMRO Bank e ao J P Morgan, também sócio da empresa, remuneração mínima para o capital que proventura viessem a aportar, eliminando qualquer risco financeiro deles. É o que se convencionou chamar de cláusula Marlim, à baila hoje no noticiário sobre a compra da refinaria de Pasadena.
Rennó também sustou a realização de concursos para a reposição do quadro técnico da empresa e deu início a vigoroso processo de terceirização de atividades, com empresas nacionais e estrangeiras. Visava-se com isto fragilizar a empresa e prepará-la para a privatização.
No segundo mandato de FHC, Rennó foi substituído por Henri Phillipe Reichstul. Este contratou a A.D.Little (ADL), consultora norte-americana, para reestruturar a empresa. A ADL aboletou-se em um andar contíguo ao da diretoria no edifício-sede da Petrobras, e passou a ter acesso indiscriminado às informações confidenciais da empresa. Note-se que esse processo se deu ao tempo em que era rompido o monopólio estatal do petróleo e em que, criada a Agência Nacional de Petróleo – ANP, sob a batuta do então genro de FHC, David Zylberstein, tinha início o leilão das reservas de petróleo brasileiras, em modelo que não se aplica no mundo desde o primeiro choque do petróleo, permitindo à concessionária apossar-se do petróleo produzido, remunerando o Governo com royalties, ao invés de receber por prestação de serviços.
A ADL recomendou fatiar a Petrobras em Unidades de Negócio, para permitir a sua privatização por etapas (a Refinaria Alberto Pasqualini chegou a ter 30% do seu capital vendido à YPF argentina, então controlada pela Repsol espanhola), dissolver o Serviço de Engenharia (Segen) da Petrobras, o cerne da acumulação de conhecimentos técnicos da empresa, e criar uma gratificação de desempenho para o escalão dirigente da empresa, para quebrar a unidade do corpo técnico e facilitar a sua cooptação para as propostas privatizantes. Reichstul propôs a venda ao mercado do excedente ao mínimo que assegurasse à União o controle acionário da empresa. Assim, 40% do capital da Petrobras passaram a controle estrangeiro.
Para o Conselho de Administração em dado instante foram indicados Andrea Calabi (hoje secretário de Fazenda de Alckmin em São Paulo) e Gerald Heiss (ilustre desconhecido) que tinham em comum o fato de serem sócios da empresa Consemp, o que lhes dava uma influência desmedida naquele colegiado. Ainda na gestão de Reichstul Delcídio Amaral, indicado pelo PFL (fora diretor da Eletrosul no governo Collor e secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia no governo Itamar), assumiu a diretoria de Gás e Energia. Sua gestão caracterizou-se por entregar, sem licitação, participação acionária em 14 das 22 distribuidoras de gás estaduais das quais a Petrobras era sócia, a empresas controladas por Carlos Suarez, do grupo OAS, de notórias ligações com o senador Antonio Carlos Magalhães, maior liderança do PFL, e à Enron e à El Paso, e por contratar a construção de 3 termelétricas a gás com a MPX de Eike Batista e, mais uma vez, com a Enron e com a El Paso, quando se sabia que não haveria oferta de gás suficiente, supostamente para resolver a crise de demanda de energia que levou ao apagão de 2001.
Quando Lula assumiu em 2003, esperava-se que o esvaziamento da Petrobras fosse sustado. Infelizmente, tal não ocorreu. Afora a indicação de Guilherme Estrella, técnico de reconhecida competência e probidade, para a diretoria de Exploração e Produção e de Ildo Sauer, especialista em energia vindo da USP, as demais diretorias técnicas foram ocupadas por profissionais de notório comprometimento com práticas lesivas ao interesse público, como se verá a seguir.
Delcídio Amaral, ao vislumbrar a ascensão de Lula, abandonou o PFL e migrou para o PT, vindo a eleger-se senador por Mato Grosso do Sul, seu Estado natal. Pleiteou então ser ministro de Minas e Energia. Lula, entretanto, já se comprometera com a nomeação de Pinguelli Rosa, diretor da Coppe/UFRJ. Diante do impasse, Lula optou por convidar Dilma Roussef, então secretária de Energia do Rio Grande do Sul, para ser a ministra. Delcídio, então, pleiteou a diretoria de Gás e Energia da Petrobras para seu indicado, Nestor Cerveró, que com ele trabalhara na negociação dos contratos das termelétricas. Como Ildo Sauer já havia sido convidado para o cargo, Cerveró passou a ocupar a diretoria Internacional da Petrobras. Já a diretoria de Abastecimento foi oferecida ao PP, cabendo ao então líder na Câmara dos Deputados, José Janene, indicar o seu conterrâneo paranaense Paulo Roberto Costa para o cargo. Paulo Roberto era na ocasião superintendente da TBG, empresa constituída pela Petrobras e pela Enron, grupo americano que quebrou espetacularmente no final dos anos 90 para construir o gasoduto Brasil – Bolívia.
Na TBG a Petrobras entrou com o dinheiro e as garantias em financiamentos bancários, e a Enron, com 50% dos resultados, prática usual nas parcerias feitas pela empresa a partir da gestão de Rennó. Janene em 2005 foi envolvido no escândalo do chamado mensalão. Paulo Roberto ficou, assim, sem sustentação política. Foi salvo por Jader Barbalho, e passou a ser bancado pelo PMDB. Paulo Roberto teve sob sua responsabilidade 2 grandes investimentos da Petrobras: o pólo petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj) e a Refinaria de Abreu e Lima, em Pernambuco. Ambos tiveram seus orçamentos inflacionados em escala jamais vista em empreendimentos da mesma natureza. Completa a lista de indicações políticas de Lula a presidência da Transpetro, a empresa de navegação e de dutos da Petrobras, entregue a Sergio Machado, ex-senador, líder do governo FHC, apadrinhado por Renan Calheiros.
Vê-se, assim, o progressivo desprestígio do corpo técnico da empresa, mais e mais limitado à função de carimbador de faturas, porta aberta para a deterioração dos padrões de comportamento funcional.
No primeiro mandato de Lula, Ildo Sauer solicitou a Eros Grau, maior autoridade brasileira em direito administrativo (não fora ainda nomeado ministro do STF), parecer sobre os contratos das termelétricas assinados por Delcídio. Neles, os sócios privados (a MPX de Eike Batista na termelétrica de Fortaleza – CE, a Enron na de Seropédica – RJ e a El Paso na de Macaé – RJ) tinham lucro garantido (a sempre presente cláusula Marlim), pois se não houvesse gás para acionar as térmicas a Petrobras se obrigava a remunerá-los com elas paradas. O parecer de Grau foi taxativo: ensejavam enriquecimento sem causa. Os contratos foram, então, rescindidos pela Petrobras. Se mais não fizesse, bastaria essa ação para consagrar a gestão de Sauer como diretor da empresa. Sauer, entretanto, não sobreviveu como diretor. No segundo mandato de Lula foi substituído por Graça Foster, especialista em gás e energia oriunda do Cenpes, o Centro de Pesquisas da Petrobras. Cerveró deixou a diretoria Internacional da empresa em 2008, entregando-a a Jorge Zelada, indicado por Jader Barbalho e Renan Calheiros. Manteve-se portanto na Petrobras nas gestões de Dutra e Gabrielli a estrutura de poder estabelecida na gestão Rennó até a ascensão de Graça Foster à presidência da empresa, já no governo Dilma.
No período Lula, porém, graças à pertinácia de Estrella, que prestigiou o corpo técnico que recebera, desmotivado, das gestões Reichstul e Gros do segundo mandato de FHC, a Petrobras fez a maior descoberta mundial de petróleo dos últimos 30 anos: o chamado Pré-Sal. Lula, então, decidiu enfrentar a pressão internacional para entregar o petróleo nos moldes propostos pela ANP. Optou por atribuir à Petrobras a exclusividade das operações no Pré-Sal e por remunerar os eventuais parceiros da empresa por prestação de serviços, e não em petróleo. O Congresso Nacional, em 2010, aprovou o modelo proposto pelo Governo Lula. A partir daí, teve início campanha sistemática de descrédito da Petrobras, culminando com a ofensiva atual, na imprensa e no Congresso, destinada a incutir na opinião pública que a Petrobras é um caso perdido, típico da má gestão do Estado.
Viu-se aqui que vem de longe o descaminho da Petrobras, noticiado apenas quando convém aos grupos interessados em destruí-la.
A Petrobras pode e deve ser defendida, o que não implica negar a necessidade de mudanças na sua gestão, de forma a permitir maior controle e transparência das suas ações. Não pode a empresa continuar refém de interesses, seja corporativos, seja privados, nacionais e estrangeiros, que se apropriaram dos seus principais postos de direção, afastando-a dos objetivos para os quais foi criada.
Não há o que temer na apuração dos crimes cometidos. Impõe-se resgatar o papel do corpo técnico da empresa, restabelecer a competência da engenharia, que levou a Petrobras a conquistar inúmeros Prêmios Internacionais de Excelência, e desfazer a ruinosa reestruturação empreendida por Reichstul, de modo a devolver a Petrobras à condição de empresa símbolo do orgulho nacional brasileiro.
*Pedro Celestino Pereira é engenheiro
alfredo machado
29 de abril de 2014 2:51 pmMarlim
Alberto,
A matéria já estava à disposição na internet, e não se trata de defender ou atacar a Petrobras, mas de colocar os acontecimentos na ordem cronologicamente correta.
Se o X da PetrobraX custou mais de 50 milhões de dólares, se o prejuízo causado pela submarina P-36 é estimado em torno de 400 milhões de dólares, se tudo isto permanece silente pela direção da Petrobras, de nada adiantam matérias como esta e outras.
Quem sabe agora, com DRousseff caindo mais de 6% e os dois netos herdeiros subindo, juntos, mais de 6%, os responsáveis pelas diretrizes da Comunicação do governo federal saiam da cadeira de balanço e passem a viver o mundo real.
Leandro A.
29 de abril de 2014 3:30 pmCrônica de um crime
Crônica de um crime anunciado.
Athos
29 de abril de 2014 4:16 pmMe diga uma coisa, porque a
Me diga uma coisa, porque a Petrobrás é sócia nas térmicas a gás?
Ser sócia de térmicas a gás é um péssimo negócio para uma empresa de petróleo com cláusula Marlin ou não.
Sabe porque?
Os motivos são 2
1) Crise no setor energético;
2)No Brasil existe um monopólio e não existe negócio sem a petrobras.
Me parece LÓGICO que quem tem a Petrobras como sócia deve solicitar que ela GARANTA O FORNECIMENTO DE GÁS.
NINGUÉM no mundo precisa da Petrobrás para fazer uma térmica a gás, a não ser no Brasil. O problema é que no Brasil há um monopólio de gás. então, ou vc coloca a Petrobras como SÓCIA para GARANTIR O GÁS, ou não tem negócio.
E NÃO TEM GÁS!
Entendeu o risco? Vc tem um contrato de venda de energia de 25 anos e derrepente não tem gás.
O que acontece com vc socio da Petrobras? Vc quebra! Mas peraí…. quem é o responsável pelo gás? Aaa é a Petrobras.
Então, se o negócio é bom COM GÁS. Se o negócio, a receita, é garantido PELO GOVERNO FEDERAL, qual o problema da cláusula desde que a Petrobrás FORNEÇA O GÁS?
Com gás tem lucro. Mas não foi isso que aconteceu.
A Patrobrás garantiu o gás e NÃO forneceu O GÀS. Então o que aconteceu? Isso mesmo que vc imaginou, pau no cu da Petrobras.
E agora vem o engenheiro reclamar…rsrsrs. Meu amigo… reclame com Jesus Cristo.
Continuando…
Deixe eu te explicar uma coisa. O brasil passou por uma crise no setor de geração de energia.
A decorrência desta crise foram negócios com lucros exorbitantes para os sócios DO BRASIL, que entraram no setor PORQUE O BRASIL PEDIU para que assim seu povo NÃO FICASSE AS ESCURAS.
Sim a Petrobras se fudeu com isso. Se fudeu bonito. No mínimo R$15bi de preju e por isso ela AINDA ESTA FUDIDA(Caixa) HOJE!
O que o engenheiro esta puto da vida é que a Petrobras está sendo chamada de incompetente. Isso ele não aceita.
Então vem ele falar dos personagens, muitos deles nefastos, que fizeram o Brasil NÃO ficar as escuras.
O autor, o engenheiro, não está nem aí para o setor elétrico.
Sim meu amigo, vc só disse verdades mas algumas delas são absolutamente justificáveis.
E é obvio que alguns negócios são fruto de corrupção mas não é essa festa toda não.
A Petrobras tem que ter este tratamento nos contratos PORQUE ELA É UM MONOPÓLIO E AGE COMO TAL.
Bate a mão na mesa e manda tomar no cu na sua cara. Tem que ter tratamento leonino porque amanhã vc pode ser obrigado a vender seu negócio por R$1,00 ou mundar de nicho. Sair do ramo e ir pra outra.
O artigo faz mais confusão do que qualquer oUtra coisa. Não qualifica, aliás nem cita, o setor elétrico brasileiro. O que se passava no setor que fez com que a Petrobras, de uma empresa de petróleo virasse uma empresa de ENERGIA? O que acontecia no Brasil neste momento?
São pontos importantes sobre a Petrobras e estes contratos… mas não para o autor do artigo que só fez uma análise cronológica dos acontecimentos. Só falou faltar do meio onde estes acontecimentos se ralizaram.
Acredito que o autor seja bem intencionado mas não fez uma análise complete e por isso carece de isenção.
Que tal nós falarmoss sobre a Planta térmica que a Petrobras comprou por R$1,00?
Foi a Maria da Graça quem fez o preço.
O que disse a Petrobras aos donos da térmica para comprar por este preço? São genios?
Vamos falar sobre este assunto?
Tem tanta coisa pra falar da Petrobras. cada um fala uma coisa.
Energizador
29 de abril de 2014 7:20 pmDesatualizado
Meu caro, atualize-se, pois todas as empresas de petróleo, há décadas, definem suas estratégias como empresas de ENERGIA, já que sabem que a do petróleo, ainda seu “core business”, não é eterna.
PS: Sabemos de sua revolta familiar no interesse pelo tema, mas manere seu palavreado. Uma ou outra vez pode até ficar bem colocado, mas não precisamos generalizar.
Athos
29 de abril de 2014 8:12 pmEntão me diga uma coisa.
O
Então me diga uma coisa.
O FATO é que a Petrobras deixou de ser uma empresa de petróleo, que é simplesmente o negócio mais lucrativo do mundo, para ser uma empresa de energia para resolver o problema do Brasil.
Isso não foi uma opção da Petrobras e muito menos uma decisão natural como vc, com sua desonestidade intelectual, tenta fazer parecer.
A Petrobras tem US$100milhões para investir. Qual a melhor opção de investimento?
A) Exploração de petróleo
b) Exploração de gás
c) Termicas a seja la o que for
Questão familiar? Desculpe mas eu não tenho negócios com a Petrobras. Como vc bem sabe, a Petrobrás é o maior cemitério de empresas do Brasil. É bom manter a distância e ter relacionamento pontual, como vc deve saber.
Eu adoro ver os engenheiros da Petrobras andar com a trolha no rabo. Ver eles rebolando então com essa trolha cravada lá no fundo…kkkkk, não consigo me conter.
Esse artigo nada mais é que isso. Mas… tem que rebolar mais. Tem alguma coisa incomodando?
Energizador
29 de abril de 2014 9:40 pmVc precisa se conter, garoto.
Se não vai ficar aí se masturbando com voyeurismo virtual.
Até porque eu não sou engenheiro da Petrobrás nem estou incomodado com nada.
Releia meu comentário com a mesma “sanha incontida” e talvez vc pesque aguma coisa “de fato”. Ou pesquise.
Não vou finalizar com um abraço porque vc parece estar meio descontrolado…
Alexandre Weber - Santos -SP
30 de abril de 2014 1:24 amCorrupção livre, leve e solta na Petrobras? será?
Você escreveu:
“E é obvio que alguns negócios são fruto de corrupção mas não é essa festa toda não.”
Sei não, mas 2 ou 3 Bilhões em Pasadena, mais uns 4 Bilhões em Pernambuco e logo, logo, estaremos falando de muito dinheiro.
carlosc
29 de abril de 2014 4:27 pmMuito bom este
Muito bom este histórico. Mostra os grandes interesses que estão em jogo. E como alguns políticos sem matizes, se revezam nos partidos puramente para permanecerem neste grande jogo, no mundo de negócios do petróleo.
Mostra também como o PSDB agiu e age, contra a empresa e o país, sempre defendendo os interesses de grupos privados gigantescos que querem se apoderar do óleo do pre-sal sem qualquer risco com gigantescas margens de ganhos, como faziam nas licitações exploratórias anteriores ao modelo sugerido pela ANP e implementado pelo Lula.
Alexandre Weber - Santos -SP
29 de abril de 2014 6:11 pmDeu nome aos bois
Agora é cobrar na eleição os votos de quem elege estes que vendem a nação para se enriquecer.
Se tivesse campanha para valer no Brasil, duvido que um desses voltasse ao Congresso, com certeza o destino seria outro.
A chance do povo defender o seu dinheiro é no voto, depois não adianta chorar que os impostos são altos e a inflação esta fora de controle.
A Presidência da República é a única instituição brasileira, na minha opinião, com cacife para enfrentar esta questão.
Dilma, hora de agir!
implacavel
29 de abril de 2014 5:28 pmSegen
Sinto saudades da SEGEN, grandes amigos ficaram pelo caminho…
implacavel
29 de abril de 2014 5:28 pmSegen
Sinto saudades da SEGEN, grandes amigos ficaram pelo caminho…
implacavel
29 de abril de 2014 5:32 pmBoletim da AEPET (Associação dos Engenheiros da Petrobras)
Matéria do jornal O Globo sobre a Petros neste final de semana
A Diretoria de Comunicação da AEPET tem seguido orientação que entrevistas aos veículos O Globo, Época e Veja sejam somente por escrito devido ao comportamento parcial que estes veículos tem mantido em relação à Petrobrás e aos petroleiros. Esta orientação foi novamente seguida pelo Diretor de Comunicação da AEPET, Ronaldo Tedesco, na solicitação de declaração feita pelo jornalista Alexandre Rodrigues do jornal O Globo para a matéria veículada neste domingo sobre o fundo de pensão da Petrobrás.
Veja abaixo a mensagem enviada por Ronaldo Tedesco, Conselheiro Fiscal da Petros:
“Apesar da parcialidade que tem sido norma nas reportagens da Organizações Globo, em respeito ao leitor espero poder contribuir para esclarecer fatos com relação aos fundos de pensão e em especial a Petros. Sobre o solicitado são estas as nossas considerações:
‘Todos os governos infelizmente utilizam os fundos de pensão ligados a empresas estatais para o fomento de negócios de seus interesses. Foi assim no Governo de Lula, FHC, Itamar, Collor, Sarney e é assim no Governo Dilma. É importante notar que não necessariamente os negócios propostos serão ruins para os participantes dos fundos de pensão (temos que analisar cada um deles), mas a utilização política dos fundos de pensão é sempre preocupante. No Conselho Fiscal da Petros, temos acompanhado estes investimentos de perto. Os conselheiros eleitos da Petros que mantém uma postura de independência em relação ao Governo e a Petrobrás não têm concordância com esta utilização política da Petros e temos denunciado, nem sempre encontrando espaço na mídia e em especial no seu veículo para explicitar nossas posições. Sobre a lista dos planos da Petros, está disponível no site da Petros, publicações, relatório anual.’
Atenciosamente, Ronaldo Tedesco – Conselheiro Fiscal – PETROS.”
Segue o link da matéria na integra do Jornal O Globo(Clique Aqui)
Athos
29 de abril de 2014 6:04 pmQuem iniciou a MUDANÇA DE
Quem iniciou a MUDANÇA DE ASSUNTO foi o Estadão.
http://www.petrobras.com.br/fatos-e-dados/fundo-de-pensao-resposta-ao-jornal-o-estado-de-s-paulo.htm
Alexandre Weber - Santos -SP
29 de abril de 2014 6:07 pmE as falcatruas não vão apontar, vai ficar só em Pasadena?
Tai porque a Petrobras está quebrada.
Como é do Brasil não quebra, mas sangra o povo com impostos e inflação.
Dilma, faz a faxina logo!
Athos
29 de abril de 2014 6:28 pmFaxina?
A Petrobras dobrou de
Faxina?
A Petrobras dobrou de tamanho em número de funcionários desde que o PT assumiu. Passou de 40mil para 86mil funcionários.
A produção aumentou 30% em 12 anos.
…
Produtivo em dobro
29 de abril de 2014 7:07 pmE no pré-sal, não vai nada?
Este comentário lembra aquele incorporador que tinha um terreno de estacionamento com 4 empregados e resolveu construir um prédio de 40 andares.
Agora tem 120 … trabalhando na construção …
—
Lembra também aquela Petrobrax tucana de 40 mil empregados que dava 5 bilhões de lucro (125 K por empregado) e agora dá 291 K (quase o dobro). E olha que o pré-sal está só começando!
Deve ser porque tá cheia de “petistas vagabundo”…
Athos
29 de abril de 2014 8:01 pmÉ cara, vc tem razão.
Só tem
É cara, vc tem razão.
Só tem otário no mercado.
Produtivo em dobro
29 de abril de 2014 9:23 pmNão tem nada melhor pra dizer?
Então lá vai minha “réplica”:
“É cara, vc não tem razão”.
“Não existe gente séria no mercado”.
Falcatrueiro
29 de abril de 2014 6:53 pmO MBA de camelô assumiu a trollagem de vez
Não consegue mais do que soltar algumas linhas de afirmações vazias e questões genéricas.
Ah sim, e posta a foto.
Talvez pense que aqui é um site de namoro…
Américo Portulano
29 de abril de 2014 8:38 pmTransferência do capital da Petrobrás
“Assim, [na gestão de FHC] 40% do capital da Petrobrás passaram ao controle estrangeiro”. Acrescente-se que esse crime de lesa pátria se caracterizou pela escandalosa doação deste montante do capital por, apenas, 4% do valor patrimonial da Companhia. É isso mesmo, por 40% do capital foram recebidos apenas 4% do valor patrimonial correspondente. A AEPET (Associação dos Engenheiros da Petrobrás) denunciou a patranha. Mas a mídia “patriotica” de hoje, tão “preocupada” com a lucratividade de Pasadena, achou o máximo.