Presidente de time da NBA não quer negros assistindo sua equipe no ginásio
As polêmicas envolvendo racismo não acontecem apenas no futebol. No basquete americano, onde o esporte é praticado predominantemente por negros, Donald Sterling, proprétário do Los Angeles Clippers, que disputa a NBA, mostrou toda a sua intolerância racial ao recriminar sua namorada, que apareceu em foto ao lado de Magic Johnson, um dos maiores jogadores de basquete de todos os tempos.
“Me incomoda muito você querer aparecer ao lado de pessoas negras. Por que você faz isso? Você pode dormir (com negros), pode fazer o que quiser. A única coisa que peço a você é que não divulgue isso. E não os traga aos meus jogos”, disse ele, em conversa telefônica divulgada pelo site TMZ, completando com um desabafo: “Só quero dizer que, na porcaria do seu Instagram, não precisa aparecer você andando com pessoas negras. Não o coloque em seu Instagram para que o mundo possa ver e então me ligar”.
O empresário, que é dono dos Clippers desde 1981, tem um histórico de problemas relacionados a racismo e já foi obrigado a pagar multas por não querer negociar seus imóveis com negros e hispânicos. Após a divulgação da conversa telefônica, Baron Davis, ex-jogador do Los Angeles Clippers, disse que a discriminação racial por parte de Sterling acontece há bastante tempo.
Magic Johnson, que foi citado pelo dirigente, também se manifestou por meio do Twitter, lamentando a postura de Donald Sterling. “Nunca mais irei a um jogo dos Clippers enquanto ele foi o proprietário do time”. Ele, que é considerado o maior jogador da história do Los Angeles Lakers, rival municipal dos Clippers, ainda lamentou por Chris Paul e pelo técnico Doc Rivers, negros que prestam seus serviços para o time de Sterling.
Toni
27 de abril de 2014 12:53 pm.
Vale acrescentar que a namorada de Sterling é mexicana de origem afro-indigena.
Por que o artigo se refere ao racismo de Sterling contra “negros e hispânicos” e não a “negros e latinos”, como na verdade o termo é usado na língua original?
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Lucky Luciano
27 de abril de 2014 1:53 pmLatino seria “mais amplo”
Para, por exemlpo, não incluir italianos, cuja influência cultural na sociedade americana é mais reconhecida e natural do que os (descendentes) de espanhois na Anérica Latina.
Os próprios espanhóis provavelmente não serão chamados de hispânicos mas de espanhóis…
Talvez seja apenas um jeitinho americano de depreciar a america espanhola (e sua exceção portuguesa = Brasil), sem ofender os aliados europeus.
Athos
27 de abril de 2014 1:09 pmNão sei se é verdade.
O
Não sei se é verdade.
O Clippers luta pelo campeonato pela primeira vez em sua história.
Lembra do Zico? O time dele na Itália também lutou por um campeonato pela primeira vez.
Zico terminou a temporada PRESO na delegacia. Perdeu jogos por isso. ..e o Udinese o campeonato.
Victor Alves
28 de abril de 2014 6:57 pmNão amigo, não é verdade essa
Não amigo, não é verdade essa história.
Sérgio T.
27 de abril de 2014 1:21 pmBem assim…
alfredo machado
27 de abril de 2014 1:40 pmFamília durante o jantar
Sérgio T.,
No patropi é praticado o método imbatível de ensino da prática às crianças, a conversa frequente durante o jantar da família, a “catequese” é infalível.
alfredo machado
27 de abril de 2014 1:34 pmRacismo
Nassif,
Nos USA inexiste a hipocrisia tupiniquim, é ” eu não gosto de negro” e “eu não gosto de branco” , bem mais legítimo e não deixa dúvida.
Por aqui, talvez no ano 3000 o brazuca consiga lidar abertamente com a questão, pois neste momento ainda prevalece o teor de pesquisa oficial – 93% dos entrevistados reconhecem a existência do preconceito racial e 93% diz não ser racista.
E viva o brasilsil do Ali Kamel
antonio francisco
27 de abril de 2014 2:17 pmSterling e V. Stiviano, sua namorada
Sterling e sua then-girfriend, como dizem por lá. Não encontrei o nome, encurtado para V pelas notícias.
http://torcedores.com/nba/opiniao-fas-da-nba-nao-podem-ser-coniventes-com-caso-de-racismo
http://www.nytimes.com/2014/04/27/sports/basketball/nba-clippers-owner-donald-sterling.html?hpw&rref=sports&_r=0
Djijo
27 de abril de 2014 2:31 pmQuem tem o maior cérebro?
Nilva de Souza
27 de abril de 2014 3:18 pmPois é, bati o olho e percebi
Pois é, bati o olho e percebi que ela não é branca, no máximo latina, mas com traços de negra.
Pachecão
27 de abril de 2014 5:19 pm“ela não é branca, no máximo
“ela não é branca, no máximo latina,”
E você não é racista, né ?
Gilson AS
27 de abril de 2014 5:08 pmPelo menos por lá os caras
Pelo menos por lá os caras manda na lata.
E isso ocorre dos dois lados.
Aqui vivemos de hipocrisia.
Digo mais, se no Brasil ocorresse o mesmo, os negros brasileiros seriam muito mais unidos.
Aqui vivemos da falsa democracia racial
Nos anos 60 nos USA, existiam um grupo de negros banguelas, todos fortões.
Sabem a razão ?
Eles arrancavam todos os dentes porque não queriam ver brancos por perto.
Lá se radicaliza pelo dois lados.
Os 13% do afro-americanos tem verdadeiro orgulho de serem negros.
E por aqui ?
O negão quando arruma uma grana, a primeira coisa que faz e detonar a pretinha e colocar uma “loira” no lugar. E na maioria das vezes, loira feia, ruim, baranga. E depois ainda vem com papo furado dizendo que é o amor.
Desculpa se é o seus caso.
Se pelo menos fosse uma loira autêntica …
Não gosto dos americanos por n razões, mas nesse assunto bato palmas para eles. São sinceros.
Já sei que vou levar pancada pelo que disse. Virão alguns cheios de teorias sobre o assunto, dizendo que não é bem assim e blá,blá,bla.