4 de junho de 2026

“Estou com toda disposição do mundo para trabalhar”, afirma Lula

Em encontro com ministros, presidente faz balanço de metade do mandato e reforça trabalho em busca de melhorias para o povo
Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante reunião com ministros do governo federal no Palácio da Alvorada. Foto: Ricardo Stuckert/PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva realizou um almoço de confraternização de final de ano com os ministros para realizar um balanço da metade de seu terceiro mandato, quando destacou a melhora de indicadores econômicos.

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“Eu estou aqui com toda a disposição do mundo para trabalhar. Temos uma missão nesse país. Temos o compromisso de melhorar a vida desse povo e de entregar esse país crescendo”, disse o presidente durante o encontro realizado no Palácio do Alvorada.

Lula destacou o momento vivido pelo Brasil atualmente, com a melhora de indicadores econômicos e sociais. “É esse país que queremos entregar de volta para a sociedade brasileira: um país melhor economicamente, socialmente, do ponto de vista industrial, do ponto de vista da respeitabilidade, do ponto de vista da educação”, listou o presidente, ao agradecer aos ministros e reforçar que o trabalho terá continuidade em busca de novas conquistas na segunda metade do mandato.

“O crescimento econômico é uma realidade, os empregos estão aumentando e os brasileiros e as brasileiras estão com mais poder de compra. Em 2025, o trabalho continua”, postou o presidente em seu perfil nas redes sociais.

No apagar das luzes do segundo ano de mandato, o presidente Lula divide opiniões da população quando o assunto é avaliação de governo: pesquisa Datafolha divulgada na última terça-feira (17) mostra que o governo é considerado ótimo ou bom por 35%. Outros 34% avaliam como ruim ou péssimo, e 29% acham que a gestão está regular.

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Tatiane Correia

Jornalista, MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Com passagens pela revista Executivos Financeiros e Agência Dinheiro Vivo. Repórter do GGN desde 2019.

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9 Comentários
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  1. jucemir rodrigues da silva

    21 de dezembro de 2024 6:21 pm

    Resta saber a favor de que interesses.

  2. Douglas da Mata

    22 de dezembro de 2024 9:00 am

    Sinceramente, eu queria conversar com alguém que considera esse governo ótimo ou bom.

    Em que mundo essa pessoa vive, saber como ela se desloca para o trabalho (aqui falo de cidades médias e grandes, quanto tempo gastam), como ela é atendida pelo SUS, se consegue ter uma existência material que lhe permita certos confortos e, guardar algum para imprevistos.

    Se o seu filho, se escolher ser médico ou engenheiro, se vai poder realizar essa expectativa.

    Se ela consome produtos culturais, livros, se vai ao cinema ou teatro.

    E caso viva em uma cidade grande, se anda pelas ruas com segurança.

    Enfim, o básico.

    Porque esses fatores são os básicos para uma vida normal, boa…talvez ótima, para mim seria ótima.

    Mas e aí, 30 e poucos por cento de brasileiros vivem desse jeito?

    Onde?

    E de que “povo” esse presidente fala?

    Aquele que terá o aumento do seu SM contido para alimentar a banca?

    O pessoal do BPC?

    Qual “povo”?

    Ah, o “povo” da Faria Lima, esse sim, deve estar com aquele sorriso de orelha a orelha.

    1. evandro condé

      23 de dezembro de 2024 11:30 am

      Vc anda misturando coisas. Se está se locomovendo mal, não seria pq as cidades (ou seus administradores) cagam e andam sobre o que seria urbanização.
      Educação, salvo engano, ainda é responsabilidade de Estados e Municípios. Segurança também (aliás, se for de SP ou Rio, deve estar vendo que tal as polícias são).
      Quanto ao SUS, é uma pena o atendimento – sim, minha família utiliza- mas gostaria de conhecer sistema semelhante com o mesmo volume.(Favor não citar Europa, vale Canadá).
      E para trás, qual presidente fez bem ao povo? Sou todo ouvidos.

      1. Douglas da Mata

        23 de dezembro de 2024 6:48 pm

        Não, não estou misturando as coisas.

        No modelo incomum de federação brasileira, onde a União é responsável pela concentração dos tributos e repasse das verbas (carimbadas), ela também tem papel decisivo na imposição de normas para uso do dinheiro.

        É assim com o SUS, com o SENASP (veja o debate sobre câmeras corporais e as condições de repasses do MJ), assim como o PAC mobilidade, com o Fundeb, etc.

        É velho o adágio, quem dá o pão, dá o castigo.

        Isto é, se fosse nos EUA ou na França, com a estrutura tributária municipalizada, sua afirmação faria sentido.

        No Brasil, sinto muito, não faz.

        Agora vamos as responsabilidades ou atribuições diretas da União.

        A PF é um desastre.

        As fronteiras são peneiras, e o governo federal não MANDA os parasitas golpistas das FFAA fazer seu dever: proteger o território e evitar a entrada de tudo isso que sabemos que entra.

        As rodovias são um lixo.

        As concessionárias de energia outro lixo.

        Telefonia idem, temos internet cara e lenta.

        No campo normativo, o governo federal mantém as estruturas como COAF e outras na idade da pedra, inviabilizando qualquer apuração nas camadas mais ricas e seus crimes mais sofisticados, salvo raras exceções.

        Sabe quanto tempo uma medida de suspensão de sigilo bancário leva no BACEN para ser atendida?

        A última que tive acesso levou 18 meses.

        18 meses.

        A razão?

        Os bancos c*gam para os prazos e não há servidores suficientes no BACEN para fiscalizar e cobrar.

        Que que continue?

        1. evandro condé

          24 de dezembro de 2024 10:50 am

          Concordo em muito com o que disse. Mas onde não é peneira em fronteiras, ainda mais se vazias e várias? Os EUA só vem praticamente uma e a solução que encontraram foi um muro de aço.
          E não livro a cara de municípios e estados nunca. Por pequenos detalhes estimo o todo. Onde moro recapearam n ruas. Ando por várias (fora da zona de conforto) que pedem o mínimo há décadas e são ignoradas.
          E, infelizmente (vem de hoje?), gestão não é o nosso forte em muita coisa. E não acredito que seja por obra e graça do funcionalismo público (querendo ou não, quem 8 grossa é uma elite), muito mais estrutural. Como não conseguem ver? Quais as causas?

      2. Douglas da Mata

        23 de dezembro de 2024 6:52 pm

        PS.

        Ia esquecendo, lembra da desastrosa reforma do ensino médio, feita pela turma do coiso?

        Pois é, está intacta, parece que o atual governo gostou e decidiu deixar desse jeito.

        1. evandro condé

          24 de dezembro de 2024 10:39 am

          Só lembro, sou professor aposentado. Quando me deparo com alunos são do às 11:30 das escolas (públicas em especial), me dá calafrios.

          1. evandro condé

            24 de dezembro de 2024 3:43 pm

            São do não, saindo.

  3. JOSE OLIVEIRA DE ARAUJO

    23 de dezembro de 2024 8:33 am

    Ainda bem que o Brasil pode contar com a enorme capacidade de trabalho e liderança do presidente Lula. Mas o grau de dificuldade que o governo tem de nefrentar contra as quatro cabeças do monstro que controlam o país, é de uma enormedade brutal. Imaginem ter que negociar com um congresso que não se emenda e busca por todos os meios condicionar seu apoio ao governo a aprovação das emendas que lhes interessa. Contra a atuação do governo, temos a imprensa livre de isenção, segunda cabeça do monstro, que usa sua força de comunicação para boicotar. Para piorar o quadro, existe as outras duas cabeças do monstro, que são o crime organizado e o crime super organizado. O crime organizado, é uam praga que perpassa a todos os governos independentemente da coloração ideológica, é o resultado dos desequilíbrios das sociédades divididas em classes. No entanto, a cabeça que mais dá prejuízo ao país, é a do crime super organizado, pois em suas ações, contam com o apoio das outras 3 cabeças e controla nada mais nada menos que o BACEN, que executa o processo de apropriação dos recursos do tesouro nacional pelo mecanismo da dívida, embora seja difícil caracteri-lo legalmente como crime, em algum momento no futuro pode ser desmascarado por uma auditoria da dívidad.

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