O presidente Luiz Inácio Lula da Silva realizou um almoço de confraternização de final de ano com os ministros para realizar um balanço da metade de seu terceiro mandato, quando destacou a melhora de indicadores econômicos.
“Eu estou aqui com toda a disposição do mundo para trabalhar. Temos uma missão nesse país. Temos o compromisso de melhorar a vida desse povo e de entregar esse país crescendo”, disse o presidente durante o encontro realizado no Palácio do Alvorada.
Lula destacou o momento vivido pelo Brasil atualmente, com a melhora de indicadores econômicos e sociais. “É esse país que queremos entregar de volta para a sociedade brasileira: um país melhor economicamente, socialmente, do ponto de vista industrial, do ponto de vista da respeitabilidade, do ponto de vista da educação”, listou o presidente, ao agradecer aos ministros e reforçar que o trabalho terá continuidade em busca de novas conquistas na segunda metade do mandato.
“O crescimento econômico é uma realidade, os empregos estão aumentando e os brasileiros e as brasileiras estão com mais poder de compra. Em 2025, o trabalho continua”, postou o presidente em seu perfil nas redes sociais.
No apagar das luzes do segundo ano de mandato, o presidente Lula divide opiniões da população quando o assunto é avaliação de governo: pesquisa Datafolha divulgada na última terça-feira (17) mostra que o governo é considerado ótimo ou bom por 35%. Outros 34% avaliam como ruim ou péssimo, e 29% acham que a gestão está regular.
jucemir rodrigues da silva
21 de dezembro de 2024 6:21 pmResta saber a favor de que interesses.
Douglas da Mata
22 de dezembro de 2024 9:00 amSinceramente, eu queria conversar com alguém que considera esse governo ótimo ou bom.
Em que mundo essa pessoa vive, saber como ela se desloca para o trabalho (aqui falo de cidades médias e grandes, quanto tempo gastam), como ela é atendida pelo SUS, se consegue ter uma existência material que lhe permita certos confortos e, guardar algum para imprevistos.
Se o seu filho, se escolher ser médico ou engenheiro, se vai poder realizar essa expectativa.
Se ela consome produtos culturais, livros, se vai ao cinema ou teatro.
E caso viva em uma cidade grande, se anda pelas ruas com segurança.
Enfim, o básico.
Porque esses fatores são os básicos para uma vida normal, boa…talvez ótima, para mim seria ótima.
Mas e aí, 30 e poucos por cento de brasileiros vivem desse jeito?
Onde?
E de que “povo” esse presidente fala?
Aquele que terá o aumento do seu SM contido para alimentar a banca?
O pessoal do BPC?
Qual “povo”?
Ah, o “povo” da Faria Lima, esse sim, deve estar com aquele sorriso de orelha a orelha.
evandro condé
23 de dezembro de 2024 11:30 amVc anda misturando coisas. Se está se locomovendo mal, não seria pq as cidades (ou seus administradores) cagam e andam sobre o que seria urbanização.
Educação, salvo engano, ainda é responsabilidade de Estados e Municípios. Segurança também (aliás, se for de SP ou Rio, deve estar vendo que tal as polícias são).
Quanto ao SUS, é uma pena o atendimento – sim, minha família utiliza- mas gostaria de conhecer sistema semelhante com o mesmo volume.(Favor não citar Europa, vale Canadá).
E para trás, qual presidente fez bem ao povo? Sou todo ouvidos.
Douglas da Mata
23 de dezembro de 2024 6:48 pmNão, não estou misturando as coisas.
No modelo incomum de federação brasileira, onde a União é responsável pela concentração dos tributos e repasse das verbas (carimbadas), ela também tem papel decisivo na imposição de normas para uso do dinheiro.
É assim com o SUS, com o SENASP (veja o debate sobre câmeras corporais e as condições de repasses do MJ), assim como o PAC mobilidade, com o Fundeb, etc.
É velho o adágio, quem dá o pão, dá o castigo.
Isto é, se fosse nos EUA ou na França, com a estrutura tributária municipalizada, sua afirmação faria sentido.
No Brasil, sinto muito, não faz.
Agora vamos as responsabilidades ou atribuições diretas da União.
A PF é um desastre.
As fronteiras são peneiras, e o governo federal não MANDA os parasitas golpistas das FFAA fazer seu dever: proteger o território e evitar a entrada de tudo isso que sabemos que entra.
As rodovias são um lixo.
As concessionárias de energia outro lixo.
Telefonia idem, temos internet cara e lenta.
No campo normativo, o governo federal mantém as estruturas como COAF e outras na idade da pedra, inviabilizando qualquer apuração nas camadas mais ricas e seus crimes mais sofisticados, salvo raras exceções.
Sabe quanto tempo uma medida de suspensão de sigilo bancário leva no BACEN para ser atendida?
A última que tive acesso levou 18 meses.
18 meses.
A razão?
Os bancos c*gam para os prazos e não há servidores suficientes no BACEN para fiscalizar e cobrar.
Que que continue?
evandro condé
24 de dezembro de 2024 10:50 amConcordo em muito com o que disse. Mas onde não é peneira em fronteiras, ainda mais se vazias e várias? Os EUA só vem praticamente uma e a solução que encontraram foi um muro de aço.
E não livro a cara de municípios e estados nunca. Por pequenos detalhes estimo o todo. Onde moro recapearam n ruas. Ando por várias (fora da zona de conforto) que pedem o mínimo há décadas e são ignoradas.
E, infelizmente (vem de hoje?), gestão não é o nosso forte em muita coisa. E não acredito que seja por obra e graça do funcionalismo público (querendo ou não, quem 8 grossa é uma elite), muito mais estrutural. Como não conseguem ver? Quais as causas?
Douglas da Mata
23 de dezembro de 2024 6:52 pmPS.
Ia esquecendo, lembra da desastrosa reforma do ensino médio, feita pela turma do coiso?
Pois é, está intacta, parece que o atual governo gostou e decidiu deixar desse jeito.
evandro condé
24 de dezembro de 2024 10:39 amSó lembro, sou professor aposentado. Quando me deparo com alunos são do às 11:30 das escolas (públicas em especial), me dá calafrios.
evandro condé
24 de dezembro de 2024 3:43 pmSão do não, saindo.
JOSE OLIVEIRA DE ARAUJO
23 de dezembro de 2024 8:33 amAinda bem que o Brasil pode contar com a enorme capacidade de trabalho e liderança do presidente Lula. Mas o grau de dificuldade que o governo tem de nefrentar contra as quatro cabeças do monstro que controlam o país, é de uma enormedade brutal. Imaginem ter que negociar com um congresso que não se emenda e busca por todos os meios condicionar seu apoio ao governo a aprovação das emendas que lhes interessa. Contra a atuação do governo, temos a imprensa livre de isenção, segunda cabeça do monstro, que usa sua força de comunicação para boicotar. Para piorar o quadro, existe as outras duas cabeças do monstro, que são o crime organizado e o crime super organizado. O crime organizado, é uam praga que perpassa a todos os governos independentemente da coloração ideológica, é o resultado dos desequilíbrios das sociédades divididas em classes. No entanto, a cabeça que mais dá prejuízo ao país, é a do crime super organizado, pois em suas ações, contam com o apoio das outras 3 cabeças e controla nada mais nada menos que o BACEN, que executa o processo de apropriação dos recursos do tesouro nacional pelo mecanismo da dívida, embora seja difícil caracteri-lo legalmente como crime, em algum momento no futuro pode ser desmascarado por uma auditoria da dívidad.