5 de junho de 2026

Jovem baleada por PRF segue em estado grave; Lewandowski se pronuncia

Ministro garantiu esforços para apurar responsabilidades e afirmou que "a polícia não pode combater a criminalidade cometendo crimes"
Foto: Alesp

Juliana Leite Rangel, de 26 anos, permanece em estado grave, no Hospital Municipalizado Adão Pereira Nunes (HMAPN),em Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, depois de ser atingida por um tiro de fuzil na cabeça, disparado por da Polícia Rodoviária Federal (PRF).

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A vítima viajava na última terça-feira (24) com a família de cinco pessoas, para passar o Natal na casa de parentes em Niterói, no Rio de Janeiro, quando o carro foi atingido por 30 disparos feitos pelos agentes da PRF.

Após cirurgias, ela está internada no CTI e, apesar do quadro gravíssimo, se encontra instável. “Do que ela chegou para agora não teve piora. Ela se manteve em um grau de gravidade que estabilizou com as drogas que estão entrando com a medicação e não teve piora, ou seja, a pressão se manteve com a medicação que está entrando. É uma paciente jovem, que foi atendida com rapidez e muita eficiência, que tem tudo para evoluir com positividade, mas não tem como a gente saber”, afirmou a médica intensivista do Adão Pereira Nunes.

Na quarta-feira (25). o ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, se pronunciou sobre o caso e repudiou a ação dos agentes

“A polícia não pode combater a criminalidade cometendo crimes. As polícias federais precisam dar o exemplo às demais polícias”, afirmou. 

O ministro também garantiu esforços para investigar a responsabilidade sobre o caso e reforçou a importância do decreto assinado por Lula há dois dias, em que define regras para o uso da força pelas polícias. 

De acordo com a medida, armas só poderão ser usadas quando recursos de menor intensidade não forem suficientes para atingir os objetivos. 

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Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É repórter do GGN desde 2022.

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3 Comentários
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  1. Douglas da Mata

    26 de dezembro de 2024 9:44 pm

    Casa de Ferreiro, espeto de pau…

    Esse senhor há de pagar por todos os seus pecados.

    Foi ele o presidente do processo de golpe, chamado, candidamente, de impeachment…

    Deu credibilidade aquele crime, emprestando uma suposta (porém, impossível) neutralidade, através de sua proximidade com Lula e com o governo Dilma.

    Entre o marreco de Curitiba e este senhor, respeito mais o primeiro…

    Disse a que veio, e o que queria.

    Isso nos dá, ainda que mínima, a chance de reagirmos…

    Já esse senhor apunhalou Dilma à traição…

  2. Rui Ribeiro

    27 de dezembro de 2024 1:57 am

    Durante a ação, um criminoso resistiu e foi neutralizado. Um fuzil foi apreendido.
    neutralizado quer dizer assassinado. É do g1 a noticia. tribunal do trafico do cAJU

  3. evandro condé

    27 de dezembro de 2024 10:33 am

    Nossa polícia é vinculada ao judiciário. E esse poder está se tornando (se já não é) uma máfia estatal.
    Acabo de ler notícia que ex deputado foi condenado a prisão domiciliar (um ano)por tentativa de homicídio. Trinta anos depois. Processo rolou por trinta anos. Alguém acredita que juízes querem mudar essa realidade?

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