5 de junho de 2026

Dilma está ficando barata no momento certo

Por que as pesquisas revelam que alguns meses antes das eleições, candidatos vitoriosos experimentavam momentos de baixa aprovação e, no momento seguinte, vencem?
 
Já abordei esse tema algumas vezes aqui.
 
No mercado de opinião, especialmente em algumas áreas específicas – como precificação de ações de empresas ou no mercado eleitoral – não existem bons e maus candidatos ou boas e más empresas: existem empresas e/ou candidatos caros e empresas e/ou candidatos baratos.
 
Esse fenômeno é recorrente.
 
O candidato é caro quando a imagem que projeta está além do seu real valor. Como ocorre isso?
 
Criam-se expectativas favoráveis ao candidato e ele sobe na avaliação popular. Durante algum tempo, todas  suas características positivas são supervalorizadas e as negativas jogadas para segundo plano.
 
Aí o candidato sobe demais. As avaliações positivas passam a ser assimiladas pela opinião pública, perdem o caráter de novidade. Entra-se, então, em um processo de reavaliação, no qual a novidade são as características negativas.  É aquela avaliação popular tipo “fulano não é tudo aquilo, não”.
 
Na etapa seguinte, inverte a mão. As avaliações negativas crescem em uma enxurrada e são potencializadas pelos que apostam na “baixa” – no caso das empresas, para adquirir ações por um valor menor; no caso dos governantes, obviamente pelos interesses da oposição.
 
O político e/ou empresa vão caindo, caindo. Especialmente no caso brasileiro – onde há uma guerra aberta entre grandes meios de comunicação e governo – há uma superexposição dos defeitos do governo que provoca o chamado “overshooting” – isto é, uma radicalização do movimento de queda.
 
Nada funciona, tudo é ruim, mal planejado, mal comandado. Enfim, um deserto de ideias e projetos.
 
Obviamente, o mundo real não é assim. 
 
No período eleitoral, rompe-se o controle quase absoluto dos grupos de mídia sobre o mercado de opinião. Há o horário gratuito, as inaugurações, a possibilidade dos governos mostrarem o que fizeram e estão fazendo. 
 
Nesse momento, inverte-se a curva. Cada fato positivo receberá uma avaliação proporcionalmente mais que positiva do público porque partindo de um governo que – segundo a cobertura midiática anterior – nada tinha de bom.
 
É por isso que Lula explodiu em 2006, depois de tido como acabado.
 
Atualmente, Dilma atravessa a fase de maior baixa na sua avaliação – os momentos pós-marchas de junho de 2013 não valem.
 
Tem a seu desfavor os problemas de comunicação da área econômica, o controle de preços de tarifa, o PIB pequeno etc. que continuarão sendo martelados pela mídia. de 
 
Depois, entra-se no recesso da Copa. Aí haverá poucos meses em que poderá mostrar seu lado positivo – programas de transferência de renda, Pronatec, Luz Para Todos, Brasil Sem Miséria, todas as obras do PAC que foram completadas (a mídia concentra-se exclusivamente nos 15 a 20% que ficaram inconclusas).
 
Reside nesse campanha negativa incessante, exaustiva, diuturna, antecipada, o maior trunfo de Dilma. Quanto pior a imagem de Dilma agora, melhor será a reavaliação na onda seguinte.

Luis Nassif

Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.

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84 Comentários
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  1. Carlo

    1 de abril de 2014 11:18 am

    Dilma barata!

    Valeu, Nassif! Tava precisando ler alguma coisa assim! Agora vou trabalhar!!!

  2. Assis Ribeiro

    1 de abril de 2014 11:21 am

    Há um porém.

    A mídia…

    o mercado de opinião…

    Atingem apenas aos que Raul apontava:

    E você ainda acredita
    Que é um doutor
    Padre ou policial
    Que está contribuindo
    Com sua parte
    Para o nosso belo
    Quadro social

    Eu é que não me sento
    No trono de um apartamento
    Com a boca escancarada
    Cheia de dentes
    Esperando a morte chegar

    Porque longe das cercas
    Embandeiradas
    Que separam quintais
    No cume calmo
    Do meu olho que vê
    Assenta a sombra sonora
    De um disco voador

    O povão vê a olho vivo, direto e à cores o que Nassif espera:

    Aí haverá poucos meses em que poderá mostrar seu lado positivo – programas de transferência de renda, Pronatec, Luz Para Todos, Brasil Sem Miséria, todas as obras do PAC que foram completadas

     

     

  3. luka

    1 de abril de 2014 11:29 am

    E nao se pode esquecer o

    E nao se pode esquecer o fator Lula. Ele nao exauriu sua imagem nesse periodo. Foi uma boa retirada estratégica. Espera-se sua volta, mas pode-se traduzir por sua presença maciça nos palanques de Dilma. Os partidos de oposição ou da base tentam se afastar do PT de Dilma, mas esquecem que no momento eleitoral, depois de feitos os acertos politicos, estara presente o PT de Lula. 

  4. alfredo machado

    1 de abril de 2014 11:35 am

    Eleição 2014

    Nassif,

    Não esquecer que a escolha da opossição por dois netos herdeiros ( o de MG com maiuor destaque) é um grande favor para o processo de reeleição da DRousseff, e se escolherem  FHC prá vice do mimeirim bravateiro ( que venha Lula ou Dilma, tanto faz rsrsrs ), o marqueteiro do Planalto do Planalto fica com a faca, o queijo e o guardanapo nas mãos – a disputa que sempre foi de um cavalo só, WO ,se torna um evento de vento, perda de tempo e $$$.

    “Que venha Lula ou Dima, tanto faz ” – o  neto do bafômetro finalmente acertou uma, perde prá um ou outro, tanto faz. 

  5. Gilmar Toledo

    1 de abril de 2014 11:49 am

    O barato sai caro!     Essa

    O barato sai caro!     Essa coluna mais parede com uma cerca para impedir a debandada da militância, afinal a inabilidade política da Dilma explodiu em toda sua força nessas semanas!   Acho difícil a Dilma conseguir vencer no primeiro turno, ainda mais com o esquema de mídia da oposição batendo cada dia melhor e mais certeiro, hoje por exemplo a folha faz um chute de que a inflação vai explodir na véspera da eleição !  

    1. Lionel Rupaud

      1 de abril de 2014 12:51 pm

      É isso mesmo, convido-o

      a acreditar na folha (vai faltar luz, a hiperinflação do tomate está de volta, como sua ditabranda era legal etc…) e não prestar tanta atenção ao que se escreve neste antro do lulo-leninismo que é este blog.

      Alias, você já tentou o blog do Pr Hariovaldo? Se não deveria, você vai ver que nem tudo está perdido.

      1. Gilmar Toledo

        1 de abril de 2014 1:00 pm

        acho que como todo fanatico

        acho que como todo fanatico vc já pegou as pedras apenas porque coloquei o nome Folha, e nem notou que eu disse que a imprensa da oposição está batendo mais firme e certerio, e que a folha chutou, note bem chutou, que a inflação explodirá perto da eleição, ou seja eles estão fazendo um terrorismo midiatico que o PT e incompetente para combater!  a unica sorte do PT e que tem as verbas de propagando institucionais para usar, mesmo assim será limitado pela legislação eleitoral!

         

        a Dilma não vencerá no primeiro turno, se a militancia continuar a agir como vc, sem pensar em como reagir as ações da oposição, eu somente vejo material anti-PT correndo no Facebook e em e-mails,  isso vai minando a base eleitoral do governo!

      2. aliancaliberal

        1 de abril de 2014 1:13 pm

        Não é tão maluca assim a

        Não é tão maluca assim a previsão teremos a copa e os preços concerteza vão aumentar.

  6. ArthurTaguti

    1 de abril de 2014 11:51 am

    Não sei se concordo tanto com

    Não sei se concordo tanto com este editorial. Realmente assim foi com Lula, pode acontecer com Dilma, mas cada eleição é uma eleição.

    A Marta Suplicy, mesmo fazendo um bom mandato, com realizações como os diversos CEUS e o bilhete único para mostrar, entrando no processo eleitoral com grande popularidade, foi derrotada por Serra porque a população pensou que ele poderia “gerir” melhor o que a petista fez. (“Serra pode fazer mais”?)

    É preciso, também então, se ater a direção a que o eleitor aponta e também se há algum oposicionista apto a surfar nesta onda.

    Eu acredito que este postulante, até o momento, não se materializou. A esperança do Eduardo Campos, por exemplo, é que aconteça algo parecido com o que aconteceu em São Paulo em 2004, já que derrotar um(a) governante popular não é tarefa fácil. Só que ele ainda não firmou sua marca, a única coisa que tem feito até hoje foi tentar se mostrar confiável aos grandes financiadores de campanha.

    Embora eu pense que seu slogan (“é preciso fazer mais”), por mais genérico e muitas vezes vazio que seja, possa ter um apelo de marketing político-eleitoral bom, a operacionalização disso, ou seja, convencer o eleitorado que deixe o “mudar com Dilma” para “mudar com o Campos” é tarefa difícil. Mas não impossível.

    Quando se lida com um “inimigo” conhecido, como Aécio, que ainda comete o desastre de reabilitar FHC, podemos até prever o que acontecerá.

    Mas Campos, apoiado por Marina, pode trazer algumas surpresas. Só lembrar o que QUASE aconteceu com Russomano em SP, levando em conta que era um candidato com histórico duvidoso, tempo de rádio e TV mínimo, base partidária e coligação quase inexistente (fraquezas que os presidenciáveis não possuirão), mas com um discurso moralizador no trato da gestão pública (patrulha do consumidor viraria patrulha do usuário?), que acabou abocanhando grande parte do voto dos eleitores mais pobres, justamente o setor que sempre fecha com o PT.

    Assim como foi uma mão na roda entrar no segundo turno com Serra em 2012, o pleito teria final duvidoso com Russomano no páreo. Os votos nas regiões pobres estavam divididos, e a classe média que rejeita o populismo do PRBista é a mesma que é em larga parte antipetista. Neste ponto, a dupla Campos/Marina seria muito mais palatável para este setor. Se eles conseguirem emplacar um discurso que divida os mais pobres (o que, no plano Federal, convenhamos que é muito mais difícil que no Municipal), podemos ter alguma espécie de emoção em outubro.

    Mas isto são só hipóteses. Eu acredito que Dilma levará esta, mas, caso PSB/REDE consigam romper a tradicional polarização, ou pelo menos consigam algum respaldo igual Russomano teve em 2012, a petista ingressará no quadriênio 2015/2018 fora da zona de conforto, precisando fazer muito para satisfazer a tal da “mudança com Dilma”.

    1. DanielQuireza

      1 de abril de 2014 4:36 pm

      Concordo com voce Arthur, no

      Concordo com voce Arthur, no geral. Só acho meio precário a comparação de uma eleição municipal com uma nacional.

      Creio que se Campos conseguir ir ao segundo turno tem chances de ganhar sim, portanto ele terá que lutar contra Aécio, no primeiro. Fazendo isso, há a chance de Dilma ganhar no primeiro turno, essa é a emboscada que os dois, Aécio e Campos estão metidos. Vai ser uma eleição divertida, com certeza. A meu ver, as chances de Aécio vencer a eleição são praticamente nulas. Se Campos tem 15%, Aécio tem 2%. Isso hoje, claro.

      Mas com certeza, que vencendo a eleição, Dilma tem que acordar para Governar e com resultados e muito mais exposição e marketing também, se não, em 2018, salvo se Lula reaparecer – coisa muito difícil se o Governo estiver mal – o PT perde o Governo, com certeza. Não terão força para continuar. Perde até para o Aécio.

      A partir de 2015 Dilma tem que focar em Governar senão passará a história como uma presidente bastante mediocre, esta é a realidade, apesar da boa situação do País, que vem melhorando bem menos desde 2010.

      1. LC

        1 de abril de 2014 5:22 pm

        Então é razoável achar que ela é fraca mesmo?

        A partir de 2015 Dilma tem que focar em Governar senão passará a história como uma presidente bastante mediocre, esta é a realidade, apesar da boa situação do País, que vem melhorando bem menos desde 2010.

        Então no caso dos não petistas (como eu) é bastante razoável analisar a possibilidade de votar em outro candidato que não seja ela. Agora, se você argumentar que eles são piores do que ela, tudo bem, é uma opinião. Mas finalmente vemos alguém da situação admitindo que o governo é sofrível…

        1. DanielQuireza

          1 de abril de 2014 8:35 pm

          Sofrível eu não diria. Ela

          Sofrível eu não diria. Ela pegou também um contexto desfavorável, mas é sim um Governo com muitos erros.

          Meu caro, claro que qualquer um pode votar em quem desejar. No meu caso eu não vejo propostas concretas por parte do Aécio e também do Campos para que tenham a possibilidade real de vencerem as eleições. Acho que seriam duas incógnitas muito grandes.

          Eu acredito que não vou arriscar.

  7. nilo

    1 de abril de 2014 11:58 am

    Eu tenho a menor dúvida de

    Eu tenho a menor dúvida de que Dilma vencerá já no 1o. turno e com larga e folgada margem de vantagem. O seu governo tem coisas a mostrar (pronatec, obras de infraestrutura, programas de transferência de rendas, etc –  e isso ocorrerá inegavelmente durante a campanha eleitoral no rádio e tv. 

  8. Marcos Garcia Pessoa

    1 de abril de 2014 12:11 pm

    Dilma barata

    Barato bom, barato bom é o da barata.

  9. Callegari

    1 de abril de 2014 12:17 pm

    sim, está ficando barata como

    sim, está ficando barata como uma copia ordinaria chinesa vendida nas lojas de 1,99!  quando precisa usar ela pifa!

  10. Marco Antonio L.

    1 de abril de 2014 12:35 pm

    O “barato” da Dilma é o Lula

    O “barato” da Dilma é o Lula !!!  Aguardem ele chegar !

  11. Malú

    1 de abril de 2014 12:41 pm

    Também acredito nesta

    Também acredito nesta reversão. A reta final é outra história.

  12. JB Costa

    1 de abril de 2014 1:07 pm

    A cada dia me convenço mais

    A cada dia me convenço mais que Dilma será reeleita. Não no primeiro turno. Se o for, estaremos diante de um milagre(para quem acredita no dito cujo). 

    Uma vantagem enorme para ela é que os adversários são fracos, muito fracos. Eduardo Campos não sabe o que diz e nesse mister é “ajudado” pela retórica embolada e esotérica da Marina. Aécio Neves me lembra muito a Ofélia, aquela que só abria a bôca quando tinha certeza.  Ademais, passa uma insegurança tremenda: prestem atenção no tom trêmulo e no gaguejar da voz. Se a forma é assim, o conteúdo em compensação……é um desastre. 

    A barra será pesada para a atual presidenta. Será uma corrida de obstáculos que deixará 2002, 2006 e 2010 no chinelo. A frente de oposição está desesperada. Vai valer tudo: da cabeça para baixo será canela. 

    A indefectível Folha de São Paulo, a da “ditabranda”,  hoje amanheceu com uma manchete na qual vaticina que a inflação baterá na meta nas vésperas da eleição. Como ela “sabe” disso, não informou. E a coisa continuará nesse diapasão. 

    1. DanielQuireza

      1 de abril de 2014 2:02 pm

      Também creio, JB, que a Dilma

      Também creio, JB, que a Dilma será reeleita. O único ponto não citado nesta avaliação do Nassif é que a Dilma é muito mais conhecida que os outros dois candidatos, o único perigo que vejo é este. Em tese, eles podem subir mais, à medida que fiquem mais conhecidos. E um segundo turno com o Campos pode ser bem difícil.

      Sendo reeleita ela deve rever muitas coisas em seu governo, que tem que melhorar. A despeito de críticas excessivas da mídia, há muita áreas que estão falhas. Outro dia o Aécio disse que, se eleito, vai criar uma comissão para definir uma reforma tributária. Ora, claro que é retórica dele, mas e a reforma tributária do Governo, com simplificação, incentivos ao empreendedorismo, aumento da progressividade tributária ? O Governo tem obrigação de fazer a proposta. O PT ja está há 12 anos e até agora nada. Nâo dá para continuar assim. Outro ponto é a questão dos combustíveis e da Petrobrás, o Governo tem que propor medida de médio prazo viavel para a empresa e o setor, que engloba também o de açucar a alcool. Sem falar em taxa de juros, crescimento e saúde e educação.

      1. JB Costa

        1 de abril de 2014 2:54 pm

        Não dou boa nota à promessas

        Não dou boa nota a promessas generalistas, Daniel. O Aécio e o Campos são mestres nisso. Já Marina, não. Ela vai além: promete e para isso faz uso de um palavreado hermético, telúrico e exotérico. Só entende os iniciados. 

        Todo candidato promete, invariavelmente: reformas! A palavra-chave, o “abre-te sésamo”, a “pedra-filosofal”, o “santo graal”, é reformas! Tributária, política, agrária, o diabo a quatro. O que isso signifa? N A D A! Coisa nenhuma. Sabe por que?

        Porque com a atual estrutura política-partidária não se faz nem um “puxadinho”, imagine uma reforma. Aqui no nosso Brasil vigora a máxima: primeiro eu, depois eu, e no final eu mesmo. Só se pensa no próprio umbigo. 

        Uma reforma tributária que valha essa nome precisa, antes de tudo, da disposição dos atores envolvidos para negociarem. Na parte, por exemplo, federativa, serão 27 vozes troando somente mais, mais e mais. Ninguém, em especial os mais ricos do Sudeste e Sul, admitirão perder alguma coisa. 

        Concordo contigo numa coisa: a situação precisa sair do marasmo. Foi feito muita coisa? Foi. Mas falta ainda muito para chegarmos no razoável. Nove foras o niilismo desonesto da oposição e seus sequazes, temos áreas que precisam de sérios e emergentes cuidados, a exemplo da segurança pública e a mobilidade urbana, hoje um problema também federal. Nossas cidades estão parecendo um inferno. 

        A máquina governamental, merce de alguns pensarem o contrário, está inchada em alguns pontos e carente ou ausente noutros. Uma assimetria que vai se refletir em disfunções graves. 

        Mas o verdadeiro teste para o PT/Dilma será derrotar de vez o fisiologismo e o patrimonialismo que ainda remanesce na práxis política nativa. Eis aí o verdadeiro “guizo a ser colocado no gato”. Um eventual governo Dilma se não fizer nada nesse sentido, incluindo pelo menos uma mini-reforma política, dificilmente terá eu voto em 2018. Do jeito que está não dá para continuar. 

        Um governo refém de PMDB, pastores e que tais será sempre um arremedo. 

        1. DanielQuireza

          1 de abril de 2014 4:08 pm

          Realmente JB. Não sei viu,

          Realmente JB. Não sei viu, acho que a Dilma é bem ruim para montar equipe, tinha que melhorar isso dai. Torço para que o Mercadante consiga fazer as coisas andarem. Acho que em um segundo mandato ela deveria trocar o Mantega também, que ja deu o que tinha que dar. Talvez trazer o Nelson Barbosa, aquele que era vice, no lugar dele. Não sei. Tem que mexer em muita área. O presidente do BNDES também acho que ja esta fazendo hora extra. No caso do Eike Batista, ficou quietinho.

          Quanto á depender do PMDB é realmente complicado. Acho que o Governo tinha que jogar mais pesado com o partido. Esticar mais a corda ja que o Temer vai fazer de tudo e mais um pouco para se manter na vice. Esse Eduardo Cunha tem que ser eliminado, de preferência do partido,  não há outra alternativa. Até porque, mesmo que a coligação seja desfeita, em um segundo mandato, o PMDB voltaria para o Governo, como sempre fez, não haveria alternativa. A Dilma deveria crescer como Presidente, ir mais á TV, dialogar com a população, apresentar as propostas de maneira mais clara, que ganhará apoio sim. Dessa forma, pressionar o congresso a aprovar as coisas mais rapidamente. Se ela não der conta, de repente se terceirizar para o Mercadante quem sabe ele nao consegue fazer. O Governo comunica muito mal, não tem propostas. Se o Governo levantar grandes propostas , bem ou mal a mídia vai repercutir. Foi assim com o plebiscito. Mas como o Governo age calado, fica esse vazio. O Governo precisa de um porta voz mais efetivo. Se o Mercadante não der certo talvez só chamando o Lula para ministro.

        2. ruyacquaviva

          1 de abril de 2014 4:26 pm

          Em minha opinião sem uma

          Em minha opinião sem uma reforma política para valer nenhuma outra reforma é possível. Com a atual estrutura política quem financia as campanhas é quem manda. E as campanhas são financiadas pelas empresas que mais fazem uso do caixa 2, sonegação, etc, pois são aqueleas que tem dinheiro sobrando para aplicar nas campanhas eleitorais, que acabam virando um balcão de negócios onde deputados, senadores, governadores, etc, são comprados e vendidos. E está cheio de político por aí doidinho para se vender.

           

  13. aliancaliberal

    1 de abril de 2014 1:20 pm

    Dilma é muito cara, os

    Dilma é muito cara, os prejuizos ao país são enormes, passadena esta ai para comprovar.

    O PT só se mantém  no poder por causa do bolsa familia. 

    1. marcos nunes

      1 de abril de 2014 1:26 pm

      Termômetro dos tolos

      Como termômetro você é bom: resalmente, o que resta à Oposição é a CPI da Petrobras. Nada aém disso. Não é pouco não?

    2. JB Costa

      1 de abril de 2014 1:29 pm

      Como provocação nota dez,

      Como provocação nota dez, Aliança Liberal. Pena que ficamos privados de análises mais, digamos, inteligentes, da tua parte.

      Esses bordões já enchem o saco. Vamos lá, força, sei que és capaz!

      1. Flics

        1 de abril de 2014 5:39 pm

        Se …
        … ele fizer força, tu sai debaixo… lá vem comentário.!

      2. André LB

        1 de abril de 2014 5:47 pm

          É perigoso pedir pra esse

          É perigoso pedir pra esse sujeito fazer força. Em vez de análise séria vai sair é outra coisa.

    3. Luiz FS

      1 de abril de 2014 1:41 pm

      Oh, céus!

    4. ruyacquaviva

      1 de abril de 2014 2:27 pm

      Outro dia o empregado tucano

      Outro dia o empregado tucano que estava de plantão usando a ridícula alcunha de “Aliança Liberal” estava me atacando porque eu o chamaei de troll.

      Percebam nessa mensagem o comportamento típíco de um troll profissional.

      Ele não debate nem entra no mérito do texto. Leu o título e colocou uma TROLLAGEM, ou seja, uma frase sem motivação e sem relação com o assunto, feita apenas para marcar posição. O uso de chavões como “Dilma só tem votos por causa do bolsa família” denota bem o caráter profissional da trollagem. Ele está cumprindo um roteiro, uma cartilha.

      Outra prova de trollagem é a contraposição. O texto diz que Dilma está “barata” (dentrto do conceito explicado no próprio) e essa afirmação tem viés positivo para Dilma. Então o troll TEM que colocar a afirmação oposta, dizendo que Dilma está “cara”, por ser o contrário de “barata”, como o texto diz e portanto deve ter conotação negativa. Quem leu o texto sabe que a afirmação é absurda e a única explicação para uma afirmação disparatada dessas é que o troll está fazendo um joguinho primário: se a afirmação é positiva para Dilma, então afirme o contrário para colocar um ponto negativo.

      O troll nem leu o texto.

      Se tivesse lido saberia que afirmar que a Dilma está “cara” não tem a conotação negativa esperada por ele. Quem lê o texto e quer se contrapor percebe que o questionamento seria sobre o possível efeito positivo de Dilma estar “barata” agora. Pelo conceito apresentado no texto, não dá para dizer que Dilma está “cara”.

      Enfim, é isso. Os trolls ficam putos da vida quando eu digo que eles são o que são. Aí tentam me atacar dizendo que eu seria paranóico. Não tenho nada de paranóia, apenas acho importante apontar aqueles que apresentam esse comportamento deplorável nos foruns de Internet, com especial ênfase para a trollagem mercenária que recebe dinheiro (invariavelmente dinheiro sujo, fruto de corrupção e sonegação) para vandalizar na Internet.

      1. aliancaliberal

        1 de abril de 2014 6:36 pm

        Ruy hoje tenho trabalho para

        Ruy tenho trabalho para terminar hoje, por isso o texto pequeno como disse o JB apenas uma provocação.

        Não merece tanta atenção sua.

        Para vc e os outros(odiadores) aqui do blog e para melhorar um pouco a cultura:

        O Ódio no Brasil — Leandro Karnal 

        [video:https://www.youtube.com/watch?v=iG-OGc1bufs%5D

    5. alexandre a.moreira

      1 de abril de 2014 2:36 pm

      comentário ?!?!

      Tem lugares melhores para vc fazer escatologia verborrágica e sair mais satisfeito.

    6. Cafezá

      1 de abril de 2014 2:50 pm

      Esse tal de Elanca Boçal é um

      Esse tal de Elanca Boçal é um dos trolls mais bobos que costumam atuar aqui. Tem o hábito de buscar pífios argumentos nos blogs do esgoto e lançar aqui. Esse sujeito não vale nem um piruá de pipoca queimada.

  14. marcos nunes

    1 de abril de 2014 1:25 pm

    Um menos um é igual a zero

    PIB não importa; a população quer saber de preços, e preços podem ser aumentados com o afã de majporar o custo de vida e comprometer a candidatura governista. É ação costumeira; fizeram no Chile, fazem com Maduro e, diante da reação, provocam o desabastecimento. O problema é ver o quanto eles estão dispostos a comprometer os próprios lucros por causa de uma alteração medíocre de comando federal. O êxito pode vir porque, no final das contas, os empresários podem refletir e chegarà conclusão que, eleita Dilma, não haverá nenhuma catástrofe; eleito Aécio, nenhum benefício adicional.

  15. maria rodrigues

    1 de abril de 2014 1:26 pm

    Nassif, você se esqueceu de

    Nassif, você se esqueceu de dizer que a CPI, armada pra desonstruir Dilma, poderá ter um impacto grande para as pesquisas, tanto quanto a Copa. O políticos que militam a oposição são fervorosos, acima do normal, quando se vem diante dos holofotes, talvez porque fora deles mal e mal apreçam. Será uma CPI=palanque. Os oportunistas de plantão estarão de mãos dadas para dizerem o que lhe aprouverem, e, infelizmente, no PT nós não temos quadros sigificativos pra barrar esses trogloditas. Minhas expectativas quanto a CPI não são boas. 

  16. Rui Daher

    1 de abril de 2014 1:46 pm

    Um barato

    Se non è vero, è ben trovato.

  17. carlos batista

    1 de abril de 2014 1:54 pm

    Dilma está é muito

    Dilma está é muito cara.

     Lula errou feio ao colocar uma gerente para ser presidente. Dilma pode ter várias qualidades,mas não tem o principal que é habilidade política. Sua oratória é horrível, seu jogo de cintura pior ainda. Alem do mais herdou de Lula uma ampla aliança com vários corruptos e que estão causando vários problemas (vide petrobras). Do PT Dilma sofre pressão para ajudar as ditaduras amigas (CUBA,VENEZUELA,ETC) e isto só traz mais problemas a candidata Dilma. A oposição e a mídia estão muito mansinhas, lembram quando o PT estava na oposição?? Aí sim existia oposição.

    1. Gilmar Toledo

      1 de abril de 2014 3:39 pm

      além de ser uma gerente

      além de ser uma gerente mediocre!  

    2. Bispo da Dama

      1 de abril de 2014 5:01 pm

      Eu Lembro

      Quando o PT era oposição vocês viviam dizendo que a oposição era burra.

      O PT agora é situação e o povo parece que está decido em mantê-lo aí, deve ser porque acreditaram em vocês.

      1. carlos batista

        1 de abril de 2014 6:32 pm

        Meu caro
         
        Por muito menos do

        Meu caro

         

        Por muito menos do que tem ocorrido o PT colocaria fogo no país.

        Usava a base sindical (que hj é mansinha) para chantagear  os governos de oposição. Usava a mídia… e usava muito a mídia. Votou contra todos as mudanças importantissimas a estabilidade economica, inclusive contra o plano real.

        1. Ricardo JC

          2 de abril de 2014 1:03 am

          Que comentário sem pé nem

          Que comentário sem pé nem cabeça…

          No período FHC aconteceu muito mais do que está ocorrendo agora (quer a lista?) e o PT não botou fogo em nada. Fez uma oposição, sim, forte e aguerrida. Votou, politicamente, como todos os partidos de oposição fazem, sistematicamente. Ou você acredita que o PSDB votou pela extinção da CPMF pois acreditava que ela não tinha função alguma (só queria lembrar que quem criou a CPMF foram justamente eles)? Ou será que eles não queriam inviabilizar o governo?

          Pelo amor de Deus…é cada um que aparece!!!

  18. Carlos Lima

    1 de abril de 2014 2:06 pm

    RÁDIO ITATIAIA VIROU BOLETIN DIÁRIO DO AÉCIO.

    Coisas que o MInistério Público e TSE não explicam para a população.Hoje dia 01/04/2014 a Rádio Itatiaia de Belo Horizonte foram 30 minutos de notícias negativas para o governo e conjecturas com o senador Aécio o tempo todo e fechamdo os mais de 30 minutos de propaganda do PSDB veio o comentário do PS  Marcio Aécio Dote. A vegonha que a mídia se expoe perante as pessoas é questionavél apenas no sentido da légalidade, pois ética passa longe nessas emissoras pardidárias, pare se ter uma ideia a menos de uma semana essa mesma Radio Itatiaia no mesmo jornal colocou uma entrevista com o governador Anastasia com mais ou menos 25 minutos e ainda fechou com o velho PS Marcio Aécio Dote nos comentários que parecia filme de ficcção, pois aumentava o que nem o Governador Anastasia teve coragem. Não entendo conseção pública como concessão partidária, além do mais o governo de MG sustenta boa parte dessas emissoras picaretas. A única independência que essa Rádio por exemplo tem é de só falar bem para o PSDB o resto é dependência total, a coisa é tão melancólica que a reporter de Brasilia fala como se fosse uma madame de salão de beleza paga para ser risível, é tão desnatural e burro a forma de propagar a campanha do senador que da é dó. O futuro dessas joças da comunicação, serão o mesmo fim dos jornalões pasquins políticos de oposição. MG só perdeu com essa formula, tirou do povo o senso de crescimento político, ficou no velho coronelismo das captanias hereditárias. Só não entendo é a quantidade de dinheiro de estatais e do proprio governo federal que é escoado para essas facções da comunicação de partidos que controlan MG. Parece que aqui em MG ainda vivemos no tempo ditadura Miltar, essa Rádio por exemplo pensa e vende por essas premissas é o que de mais asqueroso que só pode esperam de uma concessão pública de comunicação, servir a coisas anti éticas.

  19. Lucinei

    1 de abril de 2014 3:10 pm

    “No período eleitoral,

    “No período eleitoral, rompe-se o controle quase absoluto dos grupos de mídia sobre o mercado de opinião. Há o horário gratuito, as inaugurações, a possibilidade dos governos mostrarem o que fizeram e estão fazendo.”

    Então o governo e o pt, pt, pt estão especulando? Vão se defender da campanha eleitoral antecipada só na véspera da eleição?

    Sei não. Se eles estão falando isso por lá acho que o problema de comunicação do governo é bem pior. A ação e a defesa política está TODA na mão dos marqueteiros. Estão confiando que são estyes os verdadeiros “técnicos” da política.

    Quem já viu um bocado de pesquisa sabe: o que está supervalorizado e esse horário eleitoral: muito pouca gente vê esses programas eleitorais que de gratuitos não tem nada. Eles servem muito para mobilizar os apoiadores proporcionais e pautar as redazções quando elas querem; quando elas querem.

  20. Andre SP

    1 de abril de 2014 3:10 pm

    Nassif creio que o maior

    Nassif creio que o maior golpe é a redução da maioridade penal que estão tentando aprovar no congresso. Ela só não passou por uma manobra muito forte do PT na CCJ , mas, mesmo assim foi 11X8. Agora o PSDB e o Magno Malta estão fazendo pressão para votação no pleno do Senado, esta Lei da redução passando e sendo aprovada terá que ser vetada pela Dilma, se ela vetar, irão jogar contra ela. Se aprovar ainda jogarão contra ela, pelo PT ter barrado na CCJ.

    Meu voto é no PT exatamente por esta posição de não misturar alhos com bugalhos, é uma lei oportunista que não resolve o problema. Que abertamente fica dificil de defender, pois, é mesmo que dar carta branca para um menor barbarizar.

    Este tema é o que mais será utilizado na campanha batendo no governo. Ele é muito pior que o aborto. E tem a grande maioria da população acreditando que a redução da maioridade penal é a solução.

    Se você fizer uma enquete verá que o tema divide até aqueles que apoiam o governo.

    1. DanielQuireza

      1 de abril de 2014 8:10 pm

      Isso dai nao cola não. Se por

      Isso dai nao cola não. Se por acaso passar e a Dilma não vetar, o STF barra.

  21. Alexandre Tambelli

    1 de abril de 2014 3:23 pm

    SILÊNCIO E ELEIÇÃO

    SILÊNCIO E ELEIÇÃO

    Se observarmos o último pleito Presidencial percebemos que o candidato alçado à disputa pela mídia, muito cedo por sinal, não chegou à vitória. 

    O quanto tinha de exposição o SERRA na eleição de 2010? Incontáveis horas e muito antes da propaganda eleitoral gratuita. 

    Imagina AÉCIO, EDUARDO E MARINA falando para a mídia meses e meses antes da eleição tudo o que vem na cabeça. Entrando em intermináveis contradições, expondo as mais diferentes opiniões: sobre qualquer assunto um palpite. 

    Como se juntam essas palavras e opiniões? Ai se perdem, porque de tanta exposição vão sendo capazes de desagradar a gregos e troianos ou de mudar de opinião conforme o público, conforme a realidade se apresenta e vira uma bagunça só.

    SERRA em 2010 era conhecido como a ‘biruta de aeroporto”. Quando chegou o horário eleitoral já estávamos cansados de ouvi-lo, de assistir a sua imagem na TV. Já se sabia de antemão dessa mudança de ventos conforme a situação. Era anti-Zé. Virou Zé do nada. Virou anti-Zé, novamente. amigo do LULA, inimigo do LULA, tudo ao mesmo tempo agora. 

    A velha mídia conseguiu embaralhar o eleitor mais desavisado, certo? Mas, não o suficiente para que toda essa exposição lhe trouxesse a vitória.

    Em 2010 a Presidenta DILMA era uma ilustre desconhecida. Hoje, não! Venceu! Mesmo com a pecha de “inexperiente”, que poderia ser um discurso palatável.

    Porém, a realidade do Governo LULA e não a realidade fabricada pela mídia + toda a apelação religiosa de SERRA não lhe renderam os votos para vencer. Deu 2º turno, mas os mais racionais souberam separar a fantasia da mídia do mundo concreto e os boatos perderam para os fatos.

    AÉCIO, EDUARDO E MARINA, como bem sabemos, falam abertamente tudo o que querem, o espaço é dado para qualquer coisa, para qualquer opinião, quase sempre no intuito de desmerecer o Governo atual, bem pouco para mostrar o que continuar no caminho seguido pelo PT e o que mudar no Brasil de 2015.

    A postura agressiva, muitas vezes, o desespero antecipado, o que rende? DILMA e HADDAD, por exemplo, venceram na fala mansa, na pouca exposição na mídia, na fala acertada quando da possibilidade de externar uma opinião desapressada. Tudo sem expor sua imagem antes da hora, antes do momento eleitoral, o que possibilita a maior abertura de votos a serem dados ao candidato.

    Eu não falo de rejeição via antipetismo, anti PSDB, falo de abandonar uma candidatura antes dela se consolidar por quem não tem o voto ideológico (+ ou – metade do eleitorado). Quanto mais se fala mais chance de se tornar antipático e de se contradizer.

    A antipatia é um atributo da falta de equilíbrio nos pronunciamentos públicos, privados e midiáticos. SERRA em 2010 foi perdendo todo o respeito conforme a eleição se avizinhava por ser o “batedor” com palavras mais rudes, mais agressivas e um pouco de descontrole continuado, tentando se mostrar enérgico para quem sabe dizer que é preciso pulso firme nas decisões a serem tomadas no Governo que pleiteia administrar. Da pouca eficácia pagou a conta no futuro. Em 2012 chegou aos mais de 55% de rejeição eleitoral porque passou o fio, já em 2010.

    SERRA virou um misto de arrogância, de vale-tudo para se eleger e uma figura caricata. Tinha até certa maleabilidade, quando em 2010 era líder nas pesquisas, onde a maioria do eleitorado sequer sabia quem eram os candidatos e nem os conhecia, além do SERRA, este exposto no campo político, já por longa data.

    Hoje, não estariam indo pelo mesmo caminho AÉCIO, EDUARDO E MARINA?

    Já se vê neles a pressa da denúncia, a pressa em se fazer de honesto, a pressa em esbravejar, já se vê a “biruta de aeroporto” em cena, já se vê o discurso do caos, e em breve, esperem, o messianismo deverá tomar conta deles.

    DILMA cresceu em intenção de votos próximo da eleição. AÉCIO + EDUARDO E MARINA estão parecendo os coelhos de corridas de fundo do Atletismo. Correm tanto antes da hora que perdem o fôlego na hora da decisão de quem vai vencer a corrida, neste caso eleitoral.

    Imagina um empresário lúcido se vai comprar a ideia do caos? Se um grande comerciante vai comprar a ideia de que o Governo está descuidando por completo da economia, se o consumo aumentou 7% nos dois primeiros meses do ano? Imagina se um trabalhador comum vai olhar para uma candidatura que bate de frente com um Governo que lhe permitiu consumir, comprar coisas, fazer viagens pelo Brasil de avião, ir ao Shopping, a praias paradisíacas, dizendo que tudo está degringolando?

    Abrir a boca na hora certa. DILMA está no caminho certo. Não entra em contradições, não passa imagem de desesperada, não gasta cartucho antes da hora como os desesperados de plantão e se prepara para a disputa no campo prático das realizações e via horário eleitoral.

    Imagina um Senador da República e um Governador de Estado mais preocupados com a eleição do quê com suas funções no Legislativo e Executivo, meses e meses antes da eleição, eleitos que foram pelo povo?

    Quem quer uma candidatura apressada dessas? Brava, esbravejante, cheia de contradições, escapista, que tem por imagem a conversa com banqueiros e industriais, praticamente, só estas. A parcela que não vota no PT de jeito nenhum (30% + ou -)? E o resto da população?

    2014 parece que segue o script de 2010 e 2012. Não dá mais para ser oposição negativista, oposição do caos, da ideia de que tudo vai ruir em breve. Nem dá para se ganhar uma eleição a partir da ideia de que não existe um Governo com méritos e ações concretas em benefício da população de menor renda e do País como um todo.

    A oposição criou a ideia de vencer sem convencer a maioria do eleitorado do por que mudar o voto. Parece que nós somos obrigados a acreditar no caos e no salvacionismo dela. Porém, o salvacionismo é meio escondido, tergiversado e escapista. É o salvacionismo desprovido de propostas que aprofundem as melhorias reais na vida do trabalhador e dos brasileiros em geral: incapazes nós somos de negar que existem. É só ver os índices de crescimento salarial, o valor em dólar do salário mínimo, a taxa de desemprego, o aumento da penetração do ensino superior nas classes sociais mais baixas (formando uma primeira geração de jovens universitários vindo das periferias do sistema), a erradicação da desnutrição aguda, a drástica diminuição da pobreza no Brasil via Bolsa Família, etc.

    O que essa oposição tem a dizer desses dados concretos e o que pretende fazer para intensificar as mudanças sociais implantadas nos últimos anos e que são benéficas para a maior parte dos brasileiros, pela inclusão social deles na sociedade de consumo, na roda da cidadania?

    Ir além do “trololó”, quero ver quem é que vai. Eleição não é só mídia, depois marqueteiro e lábia + oposição ferrenha. O mundo real não pode ser subestimado, jamais.

  22. Calvin

    1 de abril de 2014 3:23 pm

    “PAC…a mídia concentra-se
    “PAC…a mídia concentra-se exclusivamente nos 15 a 20% que ficaram inconclusas”Acho que vc trocou os percentuais…20% é o que ficou concluso de novo, de estruturante para infraestrutura, isto é, tirando o que já existia antes (BNH, COHAB, saneamento, etc.) “Reside nesse campanha negativa […]o maior trunfo de Dilma. Quanto pior […] agora, melhor será a reavaliação na onda seguinte. “Impressão minha ou a ficha sobre a capacidade dessa “jestão” ainda não caiu?….

    1. ruyacquaviva

      1 de abril de 2014 4:18 pm

      De obras incompletas do PAC

      De obras incompletas do PAC temos de 15 a 20% e que chegarão às eleições com no máximo metade disso.

      Esses dados podem ser obtidos na Internet, com dados concretos pois o PAC tem um acompanhamento de obras que deveria servir de modelo para todos os outros níveis da administração pública. São dados auditados e abertos à contestação de quem quiser. Estranhamente a oposição e a imprensa nunca contestam oficialmente os números apresentados, preferindo agir de forma insidiosa com afirmações desprovidas de embasamento. Isso é um claro indício de que eles não dispõe de dados concretos que corroborem as suas afirmações mentirosas.

      Eu acompanho os dados oficiais sobre o PAC e garanto que os números são impressionantes. Quando a campanha eleitoral começar e a presidenta apresentar as realizações de sua gestão vai ser um tsunami que deixará as campanhas dos opositores arrasadas.

      Em vez de insistir nas mentiras, que vão ser peremptoriamente desmascaradas com dados concretos, a oposição deveria apresentar propostas e dizer o que pretendem fazer de diferente do atual governo, mas prece que eles não tem capacidade de elaborar tais propostas. Ou então estão comprometidos com políticas antipopulares que eles não podem revelar, pois teriam ampla rejeição do eleitorado.

       

       

      1. Calvin

        1 de abril de 2014 7:57 pm

        Não são mentiras, o PAC foi

        Não são mentiras, o PAC foi um slogan que não funcionou (basta tirar o que existiria houvesse o PAC ou não, como os planos plurianuais e financimentos imobiliários).

        A prova disso? O governo partiu para concessões, para tentar destravar o que nunca andou. A média do PIB em investimentos caiu de 21 % para 18%, acesse os dados você!

        1. Celso Carvalho

          2 de abril de 2014 1:48 am

          Calvin,
          O seu comentário foi

          Calvin,

          O seu comentário foi o mais boçal que eu já vi por aqui. Alguns são mal educados, ignorantes e se deixam levar como maria-vai-com-as-outras. Agora, o seu é para misturar alhos com bugalhos.

          1. Calvin

            2 de abril de 2014 3:02 am

            Estude matemática financeira

            Estude matemática financeira e entenderá o que é percentagem….

  23. Juliano Santos

    1 de abril de 2014 3:54 pm

    Se a Dilma está em seu pior

    Se a Dilma está em seu pior momento, Nassif, isso é péssima notícia para a oposição. hoje, ela tem mais do dobro das intenções de voto do Aécio e do Dudu. Se ela melhorar então vai ser chocolate.

    Continuo achando incoerente a pesquisa de avaliação com a da intenções de voto. De qualquer forma acho sim que não há grande impolgação com a presidenta. Alguns acham que está uma droga, outros que está bom, mas a maioria considera que está “meio mais ou menos”. Bom esse é minha visão do sentimento das pessoas, que não tem nenhuma base científica.

    Mas se o Lula e o João Santana entrarem na campanha inspirados, a Dilma volta a ter recorde de aprovação. Está tudo mais ou menos no terreno da “bomba semiótica”, como diria o Wilson Ferreira. 

    PS: tirando a semiologia, creio que essa eleição vai ser luta de classe na veia. Como em 2006. Coxinhas da classe média X povão

  24. Durvaldisko

    1 de abril de 2014 4:09 pm

    A oposição tem alternativas:

    A oposição tem alternativas: atear fogo às vestes, harakiri,saltar do alto da ponte estaiada que liga  av. Roberto  Marinho com av.Otávio Frias de Oliveira(essa, é  a sugestão da casa).

    Por fim  um  alerta : exijam postes de qualidade da marca Lula.Garantia de funcionabilidade, longa duração e de  variações  extremas  de voltagem sob condições adversas,.

  25. Filipe Rodrigues

    1 de abril de 2014 4:28 pm

    Larguem de burrice petistas

    Se querem investigar o Trensalão tucano invistam na CPI do Transporte Público no Senado que o Requião conseguiu assinaturas suficientes, mas os senadores petistas não quiseram assinar (apenas o Eduardo Suplicy e Paulo Paim assinaram, Lindbergh vergonhosamente retirou a assinatura).

    1. carlos batista

      1 de abril de 2014 6:27 pm

      Filipe
       
      O PT não quer

      Filipe

       

      O PT não quer investigar nada…nada… Tudo que mexe tem petista no meio. É tiro no pé. Lembra da CPI do cachoeira, fiquei empolgado e no que deu??? e depois a máfia dos fiscais que o Hadad (coitado) tentou fazer a limpeza e o que aconteceu?? pegaram gente do Pt no meio e abafou-se o escandulo. Voce acha que no modus operandus da Siemens e da Alstom duas gigantes no setor de energia irá pegar só a turma de SP??

       

      SDS

      1. Filipe Rodrigues

        2 de abril de 2014 2:01 am

        Em Goiás a CPI funcionou…

        Na terra de Cachoeira e Demóstenes o governador Perillo foi o grande derrotado nas eleições de 2012.

        Tentaram incriminar o prefeito petista de Anápolis (Antônio Gomide) como membro da quadrilha e no final ele foi reeleito com 90% dos votos, um fenômeno.

        Gomide agora vem forte tentar o governo de Goiás.

    2. DanielQuireza

      1 de abril de 2014 7:43 pm

       
      Com outra CPI, a oposição

       

      Com outra CPI, a oposição reinaria absoluta na CPI da Petrobrás. Advinha qual CPI apenas receberia atenção da mídia ?

      1. Filipe Rodrigues

        2 de abril de 2014 1:54 am

        Oposição você quer dizer com o PMDB junto com o PSDB

        Não entendo porque o Lula incentivou tanto essa base aliada traíra e ainda tem gente no PT que deseja manter essa situação.

        A mídia cada dia perde mais audiência e credibilidade.

  26. iron

    1 de abril de 2014 4:29 pm

    A chegada de Lula, seja como

    A chegada de Lula, seja como esteio de Dilma ou como candidato, serah muito bem recebida pelas oposicoes. Afinal o novo protagonista serah o mesmo que trouxe a copa padrao fifa para nosso Brasil.

  27. Filipe Rodrigues

    1 de abril de 2014 5:21 pm

    A única coisa positiva de ter

    A única coisa positiva de ter eleito Dilma foi “uma mulher presidente”, que também contribua para aumentar a presença feminina no legislativo.

    Acho que o PT deveria ter disputado em 2010 com Tarso ou Patrus.

    1. DanielQuireza

      1 de abril de 2014 5:52 pm

      Agora não vale né. A escolha

      Agora não vale né. A escolha de Lula foi acertada, só dela ter sido eleita ja prova isso. Se não fez bom Governo depois a culpa é só dela. Ademais, nenhum candidato é colocado por livre escolha de outro. Não foi assim que ocorreu. Dilma sempre foi o nome forte do Governo Lula, o principal nome, pelo menos após 2005. Ela se viabilizou para o cargo, coisa que Patrus e Genro não fizeram e dificilmente teriam condições para tal.

    2. morallis

      1 de abril de 2014 6:06 pm

      A  coisa positiva de  Dilma

      A  coisa positiva de  Dilma ter sido eleita  é que ela era a  melhor opção dentro do

      partido e infinitamente melhor que qualquer adversário.Acho que se o PT  tivesse

      disputado 2010 com Tarso Genro ou Patrus Ananias teria perdido o pleito.

       

       

       

      Obs.Quanto dizem que Dilma vai mal eu concordo e lembro..

               quando nada dizem…eu me calo.

       

               “Zé das couves”

    3. Filipe Rodrigues

      2 de abril de 2014 1:44 am

      Morallis e Daniel

      Qualquer candidato apoiado pelo Lula venceria em 2010.

      Em Março/2010, o PT conquistou seu recorde de preferência no eleitorado (34%).

      Nos momentos difíceis que políticos de verdade desequilibram o jogo.

      Tecnocracia é bom para gerir programas, não para governar em um sistema democrático (e ainda cheio de falhas como o nosso). 

      1. DanielQuireza

        7 de abril de 2014 6:03 pm

        Meu caro, voce é um ótimo

        Meu caro, voce é um ótimo previsor do passado. Aliás, de um passado que nem existiu (outros candidatos no lugar de Dilma).

        Mas saber isso  na época, ninguem sabia. E olha que a eleição de Dilma foi dura.

        Voce está simplificando demais as coisas, achando que o Lula a escolher “do nada”. Não foi, nunca é assim. O próprio candidato é quem se viabiliza e cria condições de ser candidato. Dilma, desde 2005, portanto por 5 anos, foi a principal ministra do Governo. Por isso ela foi indicada. Muito simples.

  28. João Alexandre

    1 de abril de 2014 7:09 pm

    Bipolar

    Se olharmos para a linha dos que acharam o governo Dilma “bom ou ótimo” e compararmos com a linha dos que acharam “ruim ou péssimo” , constatamos que são as únicas que variaram na mesma medida em todas as pesquisas feitas, isto é, enquando uma linha subia, a outra descia e vice-versa, sendo que a linha dos que consideraram “regular” permaneceu inalterada na ordem de 36% durante todas pesquisas. Isso mostra qua a variação ocorreu somente entre os extremos, indicando que parte do eleitorado é “bipolar”, pois ora acha o governo ótimo, ora acha péssimo.

    1. Zé Carlos

      2 de abril de 2014 1:12 am

      Raciocínio bobo.
      As pesquisas

      Raciocínio bobo.

      As pesquisas indicam percentagens, não pessoas.

      Se 10% dos que achavam ótimo/bom reduzem as expectativas para regular e 10% dos que achavam regular passam a achar ruim/péssimo, O otimo/bom cai 10%, o ruim/péssimo sobe 10% e o regular continua no mesmo lugar. Isso tudo sem que ninguém que achasse otimo tivesse que achar ruim.

  29. Gunter Zibell - SP

    1 de abril de 2014 7:10 pm

    É verdade.

    Mas acontece o seguinte.

    Fica-se muito na análise da “foto”, como se estará em 05.out.14.

    E o que importa mesmo é o “filme”.

    Sociedades e economias experimentam adiamento de algumas coisas por algum tempo.

    Mas não de todas as coisas por todo o tempo.

     

  30. Victor Mour

    1 de abril de 2014 7:44 pm

    O Cabral está barato há

    O Cabral está barato há tempos e ninguém quer comprar ele…

  31. roberto43

    1 de abril de 2014 10:41 pm

    Só sei que a grande mídia

    Só sei que a grande mídia entrou “pesado” na “guerra” contra  o governo, no caso “pasadena” o “portal terra”  divulga a matéria  hoje cheia de erros e números inflados de prejuízos, algo claramente de ma-fé, ou seja, a grande midia é a verdadeira oposição.

    Por  outro lado o quadro do “PT’ no senado e na camara é fraco, falta mais senadores como Gleise Hoffman e deputados como Vincentinho.

  32. Clever Mendes de Oliveira

    2 de abril de 2014 12:52 am

    É importante saber qual será a inflação em 10/2014

     

    Luis Nassif,

    Bom post. Tenho feito crítica a você porque penso que você exagera em atribuir, neste post “Dilma está ficando barata no momento certo” ainda que de forma indireta, a popularidade de um governante à manipulação da mídia. É claro, entretanto, que a mídia tem um pouco influência. Agora alguns fatos auxiliam a mídia. Um aumento de inflação, uma redução de crescimento, escândalos ainda que inventados também repercutem e a mídia os ajuda a repercutirem ainda mais.

    No mais é bem isto que você expôs neste post “Dilma está ficando barata no momento certo” de terça-feira, 01/04/2014 às 08:02. E para completar deixaria alguns links de posts que penso pertinentes a este post “Dilma está ficando barata no momento certo”.

    O primeiro link é para o post “Para cientista político, avaliação de Dilma não surpreende” de domingo, 30/03/2014 às 12:00, aqui no seu blog, com a transcrição do artigo “Análise: Fragilmente Favorecida” de Carlos Melo e publicado no Estadão. O post “Para cientista político, avaliação de Dilma não surpreende” pode ser visto no seguinte endereço:

    https://jornalggn.com.br/noticia/para-cientista-politico-avaliacao-de-dilma-nao-surpreende

    Em minha opinião, no artigo “Análise: Fragilmente Favorecida”, Carlos Melo toma partido sem se apresentar como tal e não chega a redigir algo consistente. O texto vale como um contraponto e também porque ele é base para o segundo link que pretendo indicar.

    O segundo link é para o post “O mito dos 16 anos de ouro do capitalismo brasileiro” de domingo, 30/03/2014 às 17:58, também aqui no seu blog, contendo texto do professor Wagner Iglecias e que pode ser visto no seguinte endereço:

    https://jornalggn.com.br/noticia/o-mito-dos-16-anos-de-ouro-do-capitalismo-brasileiro

    O texto do professor Wagner Iglecias é uma crítica ao artigo “Análise: Fragilmente Favorecida” do também professor Carlos Melo.

    O terceiro link é para o post “A questão das duas pesquisas do Ibope” sexta-feira, 28/03/2014 às 14:43, aqui no seu blog, em texto saído no Tijolaço e sugerido por Webster Franklin. O endereço do post “A questão das duas pesquisas do Ibope” é:

    https://jornalggn.com.br/noticia/a-questao-das-duas-pesquisas-do-ibope

    O texto do Tijolaço não foi muito bem redigido e ficou um pouco confuso. Há, entretanto, os links para conferir a afirmação de que houve um pouco ou de muito jogo na apresentação das duas últimas pesquisas do IBOPE. O IBOPE fez primeiro uma pesquisa de popularidade do governo em que há a queda da popularidade do governo da presidenta Dilma Rousseff e depois foi feita a pesquisa de perspectiva para a campanha eleitoral em que a Dilma praticamente se mantém. A apresentação das duas pesquisas foi feita em ordem invertida e com certo espaço de tempo. De certo modo, o jogo do IBOPE surtiu efeito, pois permitiu que cientistas políticos emitissem opinião com base nos dados que mais lhes facilitassem convencer o leitor sem que o leitor percebesse exatamente que dado estava sendo utilizado.

    E deixo também o link para o post “As denúncias contra Sarney” de quarta-feira, 17/06/2009 àqs 15:59, no seu antigo blog no Ig. O endereço do post “As denúncias contra Sarney” seria:

    http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/06/17/as-denuncias-contra-sarney

    Infelizmente estes seus antigos posts desapareceram da internet, pelo menos nos endereços indicados. Eu transcrevi em comentário que enviei hoje, terça-feira, 01/04/2014 às 19:55, junto ao post “Para cientista político, avaliação de Dilma não surpreende”, um comentário que enviei quinta-feira, 18/06/2009 às 18:39, para você junto ao post “As denúncias contra Sarney”. Ao fazer em meu comentário a crítica a você, de certo modo eu faço também um resumo do seu post “As denúncias contra Sarney” e assim se pode ver tanto as minhas críticas a você como um resumo do que você dissera no post “As denúncias contra Sarney”.

    Embora fosse de mais de um ano antes da eleição, o post “As denúncias contra Sarney” serve para ver, caso se faça pesquisa em outros blogs ou jornais na mesma data, como a mídia aumenta as crises para ver se a crise chega.

    Clever Mendes de Oliveira

    BH, 01/04/2014

    1. Clever Mendes de Oliveira

      3 de abril de 2014 12:02 am

      Análise de propostas de reformas e de mudanças no governo

       

      Luis Nassif,

      Faltou eu mencionar em meu comentário para você enviado terça-feira, 01/04/2014 às 22:18, aqui para este seu post “Dilma está ficando barata no momento certo” de terça-feira, 01/04/2014 às 08:02, uns comentários que eu havia feito para o post “O contra-ataque do governo na CPI da Petrobras” de sexta-feira, 28/03/2014 às 15:17, aqui no seu blog e que pode ser visto no seguinte endereço:

      https://jornalggn.com.br/noticia/o-contra-ataque-do-governo-na-cpi-da-petrobras

      Eu destacaria nos comentários a crítica que eu fiz a idéia de que seria interessante para o governo que se transformasse a CPI da Petrobras para averiguar a compra da refinaria de Pasadena em uma CPI de múltiplos propósitos. Em meu entendimento, o governo precisa esclarecer à população o que ocorreu no caso da compra da refinaria de Pasadena e se o governo agiu certo, como eu imagino que agiu, uma CPI bem objetiva e que seja transparente será benéfica para o governo.

      Numa situação de dificuldade o governo poderia apelar para a confusão que é o provável resultado de uma CPI de múltiplos propósitos. No entanto, eu considero que pelas sinalizações tanto da geração de empregos e nível de desemprego como dos índices de inflação mensal nos meses de agosto, setembro e outubro de 2014, a perspectivas eleitorais para a reeleição da presidenta Dilma Rousseff são muito boas. Então, se a falta de esclarecimento que é o que se tem como resultado de uma CPI de múltiplos propósitos só pode vir a ser útil à oposição, todo o esforço do governo deve ser em dar objetividade, transparência e clareza no caso da CPI para analisar a compra da refinaria de Pasadena pela Petrobras.

      Pensei em escrever este comentário por outro motivo. No final da primeira página deste post “Dilma está ficando barata no momento certo” há um comentário de JB Costa, enviado terça-feira, 01/04/2014 às 10:07, que suscitou outros tantos, todos eles de qualidade. J B Costa está convencido que, embora a reeleição de Dilma Rousseff seja mais dura que as eleições anteriores, ela será reeleita no segundo turno. E ele justifica a convicção dele nas fraquezas dos adversários da presidenta Dilma Rousseff.

      Ainda na primeira página deste post “Dilma está ficando barata no momento certo”, há uma resposta enviada por DanielQuireza também na terça-feira, 01/04/2014 às 11:02. No geral DanielQuireza concorda com JB Costa e também com o seu arrazoado neste post “Dilma está ficando barata no momento certo”, mas aponta como um perigo eleitoral que a presidenta Dilma Rousseff apresenta e que não foi destacado no seu post o fato de ela ser conhecida enquanto os dois candidatos não seriam. Numa campanha eles poderiam mudar o rumo da disputa ao se tornarem conhecidos. Além disso, DanielQuireza menciona certa letargia do governo que não teria feito nada, mencionado em especial a falta de reforma tributária e o baixo preços dos combustíveis.

      Na segunda página também há desdobramento do comentário inicial de JB Costa com uma resposta do próprio JB Costa enviada terça-feira, 01/04/2014 às 11:54, em que ele não vê forças nos adversários da presidenta Dilma Rousseff, mas concorda com DanielQuireza sobre o marasmo do governo e quer ver no segundo mandato o fim do clientelismo. Há na sequência um comentário de RuyAcquaviva, enviado terça-feira, 01/04/2014 às 13:26, em que ele pugna por uma reforma política e o ciclo de comentários fecha com um comentário de DanielQuireza enviado terça-feira, 01/04/2014 às 13:08. Pelo horário, o último comentário é o de RuyAcquaviva, mas como houve a quebra de página acabou criando uma confusão na ordem dos comentários e o comentário de DanielQuireza parece ser feito junto ao comentário de RuyAcquaviva. No comentário de DanielQuireza ele lança mais algumas críticas à presidenta Dilma Rousseff que não teria sabido montar a equipe de governo. Reclama de Eduardo Cunha considerando que o PMDB deveria tirá-lo do partido. E lança mais crítica ao governo da presidenta Dilma Rousseff principalmente na questão da comunicação.

      Bem, o certo era eu ter feito este meu comentário lá junto a um dos comentários que se inicia com o de JB Costa e que está na primeira página. Só que há a confusão gerada pela quebra de páginas e eu pretendia mais analisar o comentário de DanielQuireza que está na primeira página e percebi que ia haver separação do meu comentário com o dele, não favorecendo o esclarecimento. E como eu vi que, onde quer que eu colocasse meu comentário, valeria a pena fazer um resumo dos vários comentários para analisar cada idéia ali apresentada, eu achei melhor deixar aqui junto ao meu primeiro comentário para você este que será o segundo.

      A idéia principal que eu pretendia comentar era a proposta de reforma tributária. Queria comentar esta idéia mais em razão da proposta ter partido de DanielQuireza que tem feito bons comentários quando o assunto é o nosso sistema tributário. Como exemplo de intervenção dele, poderia mencionar os vários comentários que ele fez junto ao post “Sonegação chegou a R$ 415 bilhões em 2013” de sexta-feira, 07/03/2014 às 12:11, aqui no seu e originado de sugestão de Webster Franklin para o artigo de Altamiro Borges na Carta Maior intitulado “Os sonegadores irão para a Papuda?”. O endereço do post “Sonegação chegou a R$ 415 bilhões em 2013” é:

      https://jornalggn.com.br/noticia/sonegacao-chegou-a-r-415-bilhoes-em-2013

      E eu mencionaria também o post “OAB pede aumento do valor para isenção do IR” de terça-feira, 11/03/2014 às 11:55, aqui no seu blog em matéria trazida por Mariana Branco a respeito de arguição de inconstitucionalidade feita pela OAB pela não alteração da tabela das faixas de alíquotas de imposto renda pelo índice de inflação. Indico o post não tanto pelo comentário de DanielQuireza, mas em razão de um comentário meu em que eu o elogio pelos comentários sobre tributação. Meu comentário foi enviado terça-feira, 11/03/2014 às 23:18, para junto do comentário dele enviado terça-feira, 11/03/2014 às 13:00. E o endereço do post “OAB pede aumento do valor para isenção do IR” é:

      https://jornalggn.com.br/noticia/oab-pede-aumento-do-valor-para-isencao-do-ir

      Para resumir, porque a discussão sobre a questão tributária é interminável diria que eu considero que o nosso sistema tributário é um dos mais avançados do mundo e que só peca pela existência de alíquotas interestaduais no ICMS e pela existência da ST desenfreada também no ICMS. Além disso, o próprio ICMS poderia ser aperfeiçoado na questão da importação, estabelecendo que a cobrança seja feita pela União que repassará sem custo ou por custo irrisório (E ela pode fazer porque tem toda a infraestrutura para cobrança de tributos na importação) para os estados membros não em razão da origem do importador mas em relação a participação do estado no PIB. Para acabar com as diferentes alíquotas interestaduais bastaria formar um fundo nacional com parte da arrecadação do ICMS e fazer uma distribuição mais equitativa desse fundo de modo a beneficiar os estados de renda per capita menor.

      Então o discurso de reforma tributária não só é equivocado como é conversa para boi dormir no sentido de que ainda que houvesse a intenção (Já sabendo que, se a intenção for verdadeira, a pessoa que propõe a reforma não entende bem o nosso sistema tributário) de fazer a reforma, ela não teria condições de se viabilizar mesmo como algo equivocado.

      Como RuyAcquaviva também defendeu a reforma política, eu aproveito para indicar um post de Paul Krugman. Trata-se do post “Structural Reform is the Last Refuge of Scoundrels” de sexta-feira, 21/02/2014 às 08:02 am, e que pode ser visto no seguinte endereço:

      http://krugman.blogs.nytimes.com/2014/02/21/structural-reform-is-the-last-refuge-of-scoundrels/?_php=true&_type=blogs&_r=0

      Não é como crítica a RuyAcquaviva ou a DanielQuireza que eu indiquei o post lá do blog de Paul Krugman. A crítica que eu faço a RuyAcquaviva ou a DanielQuireza e de que, de modo que eu diria ingênuo, deixarem-se iludir pela expectativa de possibilidade de Reforma Política ou Reforma Tributária. Com certeza, dada a estrutura de poder no Brasil, uma reforma política ou tributária se viesse acontecer não viria na direção que eles gostariam que as reformas se encaminhassem.

      Houve críticas também ao marasmo do governo. Esta crítica parte também de falta de compreensão do funcionamento do governo, pensando este como toda a máquina burocrática estatal. É preciso imaginar o aparato estatal como um grande continente que se desloca no oceano. Um governo de direita ou um governo de esquerda vão em direções diferentes mas até que se faça a mudança do ângulo de direção leva-se um bom tempo. E tanto faz se o governo é de esquerda ou de direita, ou seja, qualquer que seja a direção, a marcha de deslocamento é sempre muito lenta, quase imperceptível.

      Quanto a crítica ao clientelismo e diretamente ao deputado Eduardo Cunha, eu penso que ai há um entendimento equivocado do sistema democrático. A democracia não é como nós a idealizamos. Em todo lugar do mundo a democracia que funciona é como a democracia brasileira. Aliás, é por funcionar como funciona no Brasil que podemos dizer que o Brasil é um dos países mais democráticos do mundo. Sem clientelismo, sem fisiologismo não há democracia.

      E em relação ao deputado Eduardo Cunha, pode até haver uma falha na representação e ele ser eleito por um grupo e na verdade representar interesses de outro grupo. Agora, enquanto ele agir dentro da lei, Eduardo Cunha faz o papel correto que um representante deve fazer no parlamento: defender o interesse que ele representa acima de qualquer outro interesse. O representante que não agir assim não age corretamente.

      Alguém poderia argumentar que o representante não pode colocar o interesse que ele representa acima do interesse nacional. É verdade. Ocorre que o representante que colocar o interesse que ele representa acima do interesse nacional deixa de se representante, pois provavelmente foi contra a lei e deverá ser punido por isso. É claro que o interesse nacional que se deu como exemplo é um interesse nacional conhecido e não aquilo que eu ou outra pessoa qualquer considera como interesse nacional. Na análise da ação de um representante devemos ter em mente que se o interesse nacional for conhecido, nenhum representante o pode colocar em segundo plano. E se o interesse nacional não for conhecido, não há como o colocar em plano algum.

      Quanto a falta de comunicação do governo, há que reconhecer que a presidenta Dilma Rousseff nunca foi uma pessoa carismática. Ela tem uma história de vida carismática, mas que ela não tinha carisma era conhecido desde priscas eras. Em relação a isto há pouco a ser feito.

      E quanto a comunicação de modo geral do governo não acho válida a avaliação pontual, salvo quando a avaliação é técnica e feita por especialistas. A avaliação tem de ser no conjunto e só é possível realmente dimensionar objetivamente a avaliação pelo resultado final que no caso do governo deve ser feito pelo resultado eleitoral. Então até as eleições só vão existir avaliações subjetivas e pontuais.

      É claro que em relação a comunicação há conhecimento técnico já consolidado que pode mostrar falhas objetivas na comunicação do governo. Em relação a estas possíveis falhas eu não saberia falar, pois não sou da área, deixando isto mais por conta de especialista. Agora considerando no conjunto imagino que o pessoal tem trabalhado para que nas eleições as circunstâncias trabalhem favoravelmente ao governo: e o esforço tem sido dirigido para a redução de desemprego ou redução de inflação.

      Clever Mendes de Oliveira

      BH, 02/04/2014

  33. josé adailton

    2 de abril de 2014 1:18 am

    “Depois, entra-se no recesso

    “Depois, entra-se no recesso da Copa. Aí haverá poucos meses em que poderá mostrar seu lado positivo – programas de transferência de renda, Pronatec, Luz Para Todos, Brasil Sem Miséria, todas as obras do PAC que foram completadas (a mídia concentra-se exclusivamente nos 15 a 20% que ficaram inconclusas).”

    Perfeitamente compreensível conclusões tão otimistas, apesar de insignificantes na hipótese do surgimento de  um  vendaval inesperado que provocasse a disparada da inflação juntamente com uma  onda de desemprego.Tais desastres desembocando depois da copa teriam o efeito de um monstruoso tsunami eleitoral.Mesmo com a atual conjuntura, previsões pessimistas não se justificam.No mais, pelo bem do país, torcemos para que comoventes convicções do post  se realizem.

  34. Emir

    2 de abril de 2014 2:30 pm

    HA HA HA

    HA HA HA

  35. Abdias

    4 de abril de 2014 5:25 pm

    Como assim Lula explodiu em 2006?

    Como assim Lula explodiu em 2006? Que raciocínio mirabolante é esse? Ficando barata? A presidentA é um saco da batatas agora?

    Lula foi para o segundo turno em 2006 com 48% e Alckmin com 41%.

    O PSDB foi extremamente incompetente para absorver os votos de outros candidatos, além de vestir a carapuça de privatista, dada pelo PT, o que fez com que Alckmin vestisse uma japona amarela com símbolos de estatais, jurando de pés juntos que não as venderia, não fazendo um discurso em momento algum sobre os pontos positivos das privatizações do sistema de telefonia, por exemplo. Se tivesse feito a lição de casa, teria vencido Lula.

    Já Lula, apesar de “enlameado” tinha um quadro econômico positivo, com o Brasil crescendo razoavelmente. e mantendo a inflação sobre rígido controle. Já Dilma teve vários escândalos, ministros no primeiro ano que caíram, a Valec, agora a Petrobras que a excelentíssima assinou contratos sem ler (Ela deve ser preguiçosa igual o sapo barbudo. que não gostava de ler, vendo documentos a mais documentos pela frente, acabou assinando sem ler), tem um desempenho econômico medíocre, crescendo 2% com uma inflação de 6%.

    Acho que mantendo as condições macro ceteris paribus não seria surpresa se a doutora perdesse a eleição. 

    1. Abdias

      4 de abril de 2014 7:03 pm

      Ela pode ficar grátis e o

      Ela pode ficar grátis e o povo pode rejeitá-la seu Nassif!

    2. Sérgio Cardiano

      5 de abril de 2014 2:17 am

      Não tinha o que defender!

        O Alckmin, não defendeu “os pontos positivos das privatizações” simplesmente porque não os havia. Quanto a assinar sem ler, que é criticado quando o alvo é a Dilma, se você se lembra foi inaugurado por FHC. E olha que o que ela “assinou sem ler”, foi como membro de um conselho administrativo. Ou seja, haviam outros membros, que não são citados, muito menos chamados a depor sobre o caso. Será que ninguém leu? Se, também não leram, então pode-se inferir que é praxe e, se leram e não questionaram, digamos que são, pelo menos, tão incompetentes quanto vocês querem fazer crer que a Dilma o é. Mas, sabemos que, ao menos alguns destes membros do conselho são empresários ou administradores de sucesso, como Jorge Gerdau, Arthur Sendas e Fabio Barbosa que, por sinal, já se manifestou através da Veja. Claro que é possível que a presidenta venha a perder a próxima eleição. Só não vejo para quem.

       

      1. Abdias

        5 de abril de 2014 3:55 am

        Creio que o amigo sente

        Creio que o amigo sente saudades do tempo em que se demorava uma eternidade para se ter um simples telefone fixo em casa. Celular? Que nada! Só se fôssemos workaholic para conseguir um.Erros foram cometidos? Certamente que sim! Mas estamos MUITO melhores do que antes.

        Quanto a segunda parte do seu comentário, mais especificamente em relação as clausulas de suma importância  put option e marlim, eis o texto abaixo:

        “Cláudio Haddad foi sócio do Banco Garantia, um dos pioneiros da fase de fusões dos anos 90. Diz ele:  A gente achou que seria um bom negócio para a Petrobras . Eu me lembro que teve uma ‘fairness opinion’ (recomendação de uma instituição financeira), que foi do Citibank, que comparou preços, recomendou e mostrou que estava perfeitamente dentro, até abaixo dos preços praticados na época. Como o investimento fazia sentido, o preço estava ok, não havia por que o conselho não aprovar”. “Se teve (apresentação das clausulas Marlim e de Put Option), realmente, não me lembro. Procurei até ver se eu tinha a apresentação do ‘management’ nessa reunião, mas não achei, porque era tudo papel na época”.

        Eis o retrato de como é tratado o que é do Estado. Não tem importância alguma, não se lê ou se esquece. Afinal de contas, tem eu como contribuinte pra pagar se der besteira!

        Mesma coisa a fantástica renovação das concessões das usina elétricas. A Eletrobrás precisará de uma injeção de 12 bilhões de capital para tentar se reequilibrar operacionalmente. Fora a mega destruição do valor das ações da Petrobras. Estou com inveja da gestão da doutora da Unicamp. Estou reclamando à toa, pois o Brasil é um país que pode enfiar dinheiro em qualquer buraco já que é um “país sem miséria”, um país sem favela, um país sem gente que morre de fome e gente que morre sem atendimento médico………………..

         

    3. wesley

      7 de abril de 2014 11:02 pm

      abdias

      voce nao entendeu. lula em 2006 só perderia a eleiçao para ele mesmo,como dilma só perde a eleiçao para ela mesma.

  36. Abdias

    7 de abril de 2014 11:58 pm

    Resultados Objetivos da Mãe do PAC!

    Dilma pode não perder a eleição pelos sucessivos escândalos que abalam seu governo. Aliás, varreu a sujeira para debaixo do tapete desde o início do seu mandato com vários ministros caindo, o escândalo da Valec, a péssima gestão criando o novo conceito econômico inventado pelo PT, a destruição destruidora no caso da gestão da Petrobrás, o fato de não cumprir com a promessa eleitoral de criar 6000 creches e construir quadras esportivas espalhadas pelo país, não investiu na saúde (E pélamor! Não me venham com Mais Médicos!), não investiu na mobilidade urbana, não ressuscitou o modal ferroviário de passageiros…… se eu continuar ficaria até amanhã falando da péssima gestão desse “produto barato” e ao meu ver de péssima qualidade!

    Porém, Dilma perderá pelos resultados pífios na economia como os que estão nesses posts abaixo:

     

    https://jornalggn.com.br/noticia/focus-inflacao-sobe-e-crescimento-do-pib-deve-cair-em-2014

     

    https://jornalggn.com.br/noticia/igp-di-acelera-alta-a-148-em-marco

     

    Estranhamente são posts pouco comentados……….

     

  37. Neco Hayashi

    8 de abril de 2014 7:22 pm

    2º turno

    NÃO VAI TER Cop… digo, não vai ter SEGUNDO TURNO !

    1. Abdias

      8 de abril de 2014 9:18 pm

      Que argumentação inteligente.

      Que argumentação inteligente. É o perfeito representante da patrulha do PêTroço mesmo………

    2. Abdias

      8 de abril de 2014 9:18 pm

      Que argumentação inteligente.

      Que argumentação inteligente. É o perfeito representante da patrulha do PêTroço mesmo………

  38. rafaelbianchini

    9 de abril de 2014 2:29 pm

    Acertos no varejo, erros no atacado

    Nassif,

     

    É verdade que o governo Dilma avançou em algumas áreas:

    – Brasil sem miséria, que tornou o Bolsa Família efetivamente universal;

    – Mais Médicos, que basicamente é importação de mão de obra qualficada, algo que deveria ser estendido para outras áreas, como importação de engenheiros;

    – PRONATEC, que trata de um importante gargalo da indústria, que é a qualificação técnica;

    – Concessões de aeroportos e portos, deixando a iniciativa privada, mais ágil e flexível, atuar em setores nos quais o Estado não tem capacidade de responder com a agilidade necessária;

    – Regulamentação do FUNPRESP, ainda que de maneira porca, introduzindo subsídios cruzados e arranjo de governança precário em algo que deveria ser essencialmente individual;

    Entretanto, vejo uma excessiva apologia à política econômica atual:

    – A tentativa de corrigir a distorção juros/câmbio foi uma estratégia importante, mas como a política fiscal foi levemente espansionista e, pior que isso, errática, o Banco Central ficou sozinho e foi obrigado a recurar; Independentemente das intenções, o resultado foi um fracasso completo: a Selic já voltou ao nível pré governo e o câmbio voltou a se apreciar (em parte porque o preço incorpora a crise na populariade de Dilma);

    – As desonerações, ainda que sejam uma política em tese correta, complicam ainda mais a tributação que já é por demasiado complexa e, pior ainda, não têm uma estratégia e horizonte de tempo definido; Logo, o empresário racional não usará a folga para investir, mas apenas para acumular recursos para o período de vacas magras;

    – O subsídio á energia em ano de secas históricas somado ao congelamento de preços de combustíveis gera sinais errados ao mercado (gastar mais em período de escassez), é antiecológico e está destruíndo a capacidade financeria da Petrobrás e Eletrobrás. Além disso, estão gerando uma inflação embutida e já precificada pelo mercado. Todo mundo sabe que a atual política de preços é insustentável. Em termos de populismo, o subsídio à energia do gvoerno Dilma equivale à queima de reservas (40 Bi de USD) para assegurar a reeleição de FHC em 1998). Finalmente, os subsídios encarecem as importações de petróleo (ainda não somos auto-suficientes), agravando o déficit externo;

    – Os gastos recordes do seguro desemprego em tempos de quase pleno-emprego mostram que as regras do benefício estão completamente equivocadas, incentivam a rotatividade excessiva de mão de obra e geram uma pressão fiscal desnecessária; Isso poderia ser corrigido com medida provisória e portaria;

    – O valor do Bolsa Família está congelado há mais de dois anos; O orçamento para um reajuste do benefício poderia vir de regras mais rígidas para a concessão do seguro desemprego.

    Enfim, ainda que o atual governo tenha alguns avanços, a política econômica é um fracasso completo e o populismo energético está custando caro demais ao país. Vejo uma enorme incoerência de quem acusa corretamente o populismo cambial e fiscal de FHC I e esquece que o governo Dilma tem incorrido no mesmo erro.

  39. raulwolfgang

    9 de abril de 2014 3:08 pm

    sobe desce

    Então vai dar tempo das ações dilma-pt subirem até as eleições deste ano?

    Também, com as oposições que existem, ou melhor inexistem, vai ser dificil alternar o poder neste triste pais tropical.

    Tudo farinha do mesmo saco. E o voto nulo cresce.

    Não tenho nenhuma esperança de que este pais dê certo.

    O sistema ta todo bichado. Desde as Capitanias Hereditarias. 

    O povo no Brasil sempre foi considerado como de segunda categoria. O preconceito cultural esta enrraizado nas entranhas da sociedade brasileira.

    Nenhuma analise por mais sofisticada consegue equacionar o problema do Brasil.

    A coisa é simples.

    O Pais é constituido de cidadãos.

    Todo Pais atrasado os cidadãos não são considerados, exatamente o contrario com os Paises de primeiro mundo.

    A Coréia do Sul conseguiu um salto em 3 decadas. 

    Uma coisa leva a outra são os conhecidos ciclos financeiros, positivos e negativos. Ou como quer o criador do blogue.

    Para o Brasil realmente mudar, o complexismo da mudança é tão abrangente, que faz perder a esperança.

    Pode-se mudar o que vem sendo mudado, ou seja nada. Apenas muda-se os personagens no poder, a realidade de Pais periferico e colonizado continua.

    Por mais inteligente e sofisticada que sejam as tentativas de explicações, sejam economicas ou politicas, que não levem em consideração o verdadeiro valor dos personagens economicos que é o povo, não passam de demonstrações de vaidade.

    Permanecem os interesses de grupos, não existe mudança alguma no horizonte.

    A realidade do Brasil é tragicomica. Infelizmente.

    Por esta razão que o Brasil é um Pais altamente religioso.

    Somente uma busca trasncendente consegue dar algum alento para os desvalidos deste Pais.

     

     

     

  40. arilo

    29 de setembro de 2014 9:57 pm

    Nassif, essa sua análise, por

    Nassif, essa sua análise, por ora, está se confirmando. Aconteceu na Copa e, nesse momento, acontece de novo.

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