10 de junho de 2026

Novo grupo de trabalho busca evitar cortes na geração de energia renovável

Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico delibera por criação de grupo para coordenar ações, avaliar e propor medidas ligadas ao segmento
Crédito: Marcello Casal Jr./ Agência Brasil

O Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) decidiu nesta quinta-feira (06/03) pela criação de um grupo de trabalho para coordenar ações, realizar diagnóstico, avaliar e propor medidas de planejamento, regulatórias e operacionais para mitigar cortes de geração renovável.

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Tais cortes ocorrem seja por razões elétricas, de confiabilidade do Sistema Interligado Nacional (SIN) e de suas áreas elétricas ou por insuficiência de consumo para fazer frente à geração instantânea.

Segundo informações do Ministério de Minas e Energia, as ações do grupo vão envolver a ampliação e reforços da rede de transmissão, indicação de novos compensadores síncronos voltados para a região Nordeste, a antecipação de obras de linhas de transmissão, os aperfeiçoamentos dos modelos dinâmicos das usinas renováveis e da metodologia de corte e da programação e avaliações sobre utilização de sistemas de armazenamento de energia.

O grupo será coordenado pela Secretaria Nacional de Energia Elétrica (SNEE) do Ministério de Minas e Energia (MME) e contará com a participação da Secretaria-Executiva (SE/MME), da Secretaria Nacional de Transição Energética e Planejamento (SNTEP/MME), da Subsecretaria de Assuntos Econômicos e Regulatórios (SAER/SE/MME) e a Assessoria Especial de Assuntos Técnicos (AETEC/GM/MME).

A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) e a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) também estarão presentes no grupo de trabalho.

Redação

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  1. Escuderie Le Coq

    6 de março de 2025 5:25 pm

    Erro grave.

    Nenhuma forma de energia, se consumida, é renovável.

    A biomassa consome muita água, e largas porções de terra (caso do etanol, por exemplo), em cultivos extensivos, que seriam imprescindíveis para a segurança alimentar.

    Com o cenário que se avizinha, com as corporações financeiras no controle dos preços da comida, terra será crucial.

    Não faz o menor sentido ocupar terras onde se produziriam alimentos para produzir combustível.

    A energia hidrelétrica nem precisa de explicação, também consome terras da agricultura, além das alterações hidrodinâmicas em rios, e suas repercussões ambientais óbvias.

    A energia eletroquímica é poluente e desastrosa desde a mineração, produção e, enfim, até o descarte.

    As torres eólicas são feitas de materiais poluentes, produzem ruído insuportável e o descarte das estruturas é de alto impacto.

    A energia fotovoltaica idem, as placas são feitas de materiais a base de carbono, ocupam vastas faixas de terra, e são de descarte difícil.

    Nem vou mencionar a eficiência, ou seja, a unidade de força gerada por unidade monetária.

    Se for efetuado esse cálculo, aí então, já era.

    Então, é preciso seriedade.

    As opções energéticas devem ser apresentadas sem essa “lavagem verde”, para que as decisões sejam adotadas em nome do interesse público, e não apenas parte do público, como sempre foram, até aqui

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