A Procuradoria-Geral da República (PGR) defendeu que o Supremo Tribunal Federal (STF) conceda a prisão domiciliar à Débora Rodrigues dos Santos, que está em processo de julgamento por pichar a estátua A Justiça durante o 8 de janeiro.
Na ocasião, a cabeleireira usou um batom para escrever “perdeu, mané” no monumento.
Para a PGR, que se manifestou nesta sexta-feira (28), a ré deveria ser solta até a conclusão da análise da denúncia. Até lá, deve permanecer em prisão domiciliar, pelo fato de ter filhos menores de 12 anos e o o encerramento das investigações da Polícia Federal sobre o caso.
Detida, Débora responde pelos crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito; golpe de Estado; dano qualificado; deterioração do patrimônio tombado; e associação criminosa armada.
O julgamento da cabeleireira está em andamento desde a última sexta-feira (21), por plenário virtual. Até o momento, o relator e ministro Alexandre de Moraes votou a favor da prisão de Débora por 14 anos e propôs multa de aproximadamente R$ 50 mil.
Flávio Dino seguiu o relator, mas Luiz Fux pediu vista, para analisar melhor o caso e a dosimetria da pena.
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AMBAR
28 de março de 2025 6:30 pmA bonitinha chora bem, sustenta legal um mimimi. Parabéns ao advogado. Achou um buraco na acusação: a fraqueza dos acusadores em ver mulher branca chorando. O Ustra não teria esse coração mole, tão pouco o mito, que a bonitinha tanto venera. Vamos ver o que o Xandão acha do arrependimento comovente da “mãe de família que saiu de baton para passear”.
Por outro lado é compreensível a comoção misericordiosa do Fux, só ele sabe o valor de quem lhe disfarça a careca.Dá trabalho colar aquele montão de cabelo na sua testa.
Carlos
28 de março de 2025 11:21 pmAgora a maluca chora e precisa cuidar das crias, coisa que não teve a mínima importância quando os largou em casa para beijar a estátua gastando assim o seu batom.
Carlos
29 de março de 2025 6:19 pmEstranho esta comoção pela situação desta desvairada do batom, que junto a outros párias, acarreta um desperdício imenso de energia do STF, instituição vive sendo atacado por “nobres” deputados da direita empresária religiosa e debilitada mentalmente.
Vale lembrar aos nobres a prisão irregular da mulher que, segundo a prf, teria chamado bozo, que atrapalhava o trânsito na estrada altura de rezende, de fdp e de noivinha do Aristides.
Pegaram a mulher, que negava ter dirigido po xingamento para bozo, é enquadraram no crime de injúria com pena até 3 anos acrescida de 1/3 por tratar-se de ato contra uma autoridade.
Cadê a liberdade de expressão? (No dos outros é refresco né?)