21 de junho de 2026

Fernando Collor é preso em Maceió; STF julga hoje manutenção da prisão

Prisão foi cumprida na madrugada desta sexta (25); ex-presidente foi condenado a 8 anos e 10 meses por corrupção e lavagem de dinheiro
O ex-senador Fernando Collor
Crédito: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O ex-presidente Fernando Collor de Mello foi preso na madrugada desta sexta-feira (25), em Maceió (AL). A informação foi confirmada por sua defesa.

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De acordo com os advogados, a prisão ocorreu por volta das 4h, no momento em que Collor se preparava para viajar a Brasília, em cumprimento espontâneo da ordem de prisão expedida pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Atualmente, o ex-presidente está custodiado na Superintendência da Polícia Federal da capital alagoana e deve ser transferido para Brasília. Ainda não há previsão para a chegada à capital federal.

O plenário do STF deve julgar ainda hoje se mantém a prisão de Collor. O presidente da Corte, ministro Luís Roberto Barroso, determinou a inclusão do caso na pauta da sessão virtual desta sexta-feira, com início previsto para as 11h e término às 23h59.

Condenação

A ordem de prisão foi emitida nesta quinta-feira (24), após o ministro Alexandre de Moraes rejeitar o segundo recurso apresentado pela defesa do ex-presidente. Collor foi condenado em maio de 2023 a oito anos e dez meses de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Alvo de um dos desdobramentos da operação Lava-Jato, Collor foi acusado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) de receber R$ 20 milhões em propina da BR Distribuidora. As acusações se basearam na delação premiada de Ricardo Pessoa, ex-presidente da empreiteira UTC.

Além da pena em regime fechado, Collor também foi condenado a pagar 90 dias-multa, indenizar a União em R$ 20 milhões — de forma solidária com outros dois réus — e está proibido de exercer cargos públicos por um período equivalente ao dobro da pena.

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8 Comentários
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  1. Fábio de Oliveira Ribeiro

    25 de abril de 2025 9:49 am

    A tragédia de Fernando Collor não será o próprio confinamento, mas a crise de abstinência. Todavia, é claro que com jeitinho e dinheiro ele poderá conseguir na prisão todas as substâncias que consome. Então, o maior perigo agora é Collor ter uma overdose causada pelo tédio desesperador do cárcere.

  2. João

    25 de abril de 2025 10:50 am

    Fórum
    O Horário do Fórum não é correto
    O Fórum é desembaraçado
    A hora pouco adiantada
    É livre
    Ironizar
    vaga certa
    Ironizar
    shopping
    Letra (F)
    “A justiça é cega”
    tendencioso

    terceirização
    Quando não entende, não entra na pauta

    Polícia
    A Polícia deverá ter Graduação
    Letra (F)
    Ironizar
    Direito

    Guarda Municipal
    A Guarda Municipal deverá ter Graduação
    Letra (F)
    Ironizar
    Direito

  3. Rui Ribeiro

    25 de abril de 2025 11:05 am

    O Marajá Collor caçava marajás, pois ele não aceita concorrência.
    A Rede Globo, entre outros meios de idiotização, digo, comunicação, deveria ser presa juntamente com o Collor.

    1. Pignot

      25 de abril de 2025 3:40 pm

      Tem razão, Rui Ribeiro. Collor, levado à presidência pela Globo, roubou a poupança dos brasileiros. Moro, promovido a herói pela Globo, atacou a democracia e ainda roubou muito…

  4. Rui Ribeiro

    25 de abril de 2025 1:46 pm

    Agora falta prender o Bolsonaro e botar os 2 presimerdas na mesma cela da Papuda. Um tem aquilo roxo e o outro é imbrochável

  5. AMBAR

    25 de abril de 2025 2:37 pm

    Arre, que todo dia chega! Nunca pensei que fosse viver esse dia: o de ver o “belo e heróico ” presidente em cana. Gente de fortuna e poder se acredita inalcançável pela justiça, mas o dia delas chega.

  6. Carlos

    25 de abril de 2025 2:53 pm

    O tatibitati Moro, e como já definido, limitado intelectuamente, segundo post do Globo associa a entrega da BR ao PT, ao comentar a prisão do Collor

    1. AMBAR

      25 de abril de 2025 8:45 pm

      O dia do Moro vai chegar. Limitado como é vai ficar perguntando: “o que foi que eu fiz”?

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