4 de junho de 2026

Em evento, Eduardo Campos apresenta o genérico, mas falta articular o todo

O governador de Pernambuco e presidenciável Eduardo Campos acaba de falar para uma plateia seleta, no evento da CartaCapital.

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Ainda não encontrou a embocadura. Em seu discurso, colocou apenas os pontos de unanimidade e alguns princípios gerais de governança.

Considera que o mundo atravessa uma crise geral de valores, de temas ligados ao meio ambiente, das novas formas de comunicação, da busca da qualidade de vida além do simples consumismo, da busca das cidades melhores.

Em geral, são valores inerentes a sociedades mais desenvolvidas, em que já se alcançou um estágio avançado do estado de bem estar – atualmente ameaçado pela crise financeira global.

Identifica mudanças políticas em muitas nações, tentando romper com a inércia e pensar o longo prazo. Para ele, o ponto central do debate político é a estratégia de desenvolvimento nacional: de onde viemos e para onde pretendemos ir, saindo da mediocridade dos temas atuais, que consta da agenda política nacional.

Segundo ele, depois do regime militar a sociedade se manifestou em três ciclos sucessivos com apoio das ruas.

No primeiro reconstruiu-se a democracia, com a sociedade na rua, ciclo que se encerra com a deposição do primeiro presidente eleito, Fernando Collor.

O segundo ciclo foi o da estabilização econômica, passando pelo Plano Real.

O terceiro ciclo foi a eleição de Lula e a grande mobilização social e política em torno de uma agenda social. Criou-se uma nova agenda vcom novos e velhos políticos e, no centro, os anseios da sociedade em aderir a um projeto de construção do país.

Agora, na ausência de uma agenda estratégica, de um debate dos políticos, diz Eduardo Campos, a sociedade, de maneira autoral, usando as novas formas de comunicação, manifesta-se mostrando a crise de representação, a má qualidade dos serviços públicos e a sensação de que o país parou de melhorar.

Prossegue em seu diganóstico mostrando a crise da desindustrialização e evitar embarcar no alarmismo.  “Teremos que fazer debate sobre essa conjuntura, não do alarmismo, com uma visão equilibrada: temos problemas que podem ser resolvidos ou ampliados”.

Critica o fato de problemas estarem sendo varridos para baixo do tapete. E um conjunto de mudanças nas regras do jogo, atrapalhando a formação do grande consenso nacional, devido às incertezas, falta de capacidade de mediação e regras de transição no planejamento do governo. “A crise é de expecativa e confiança: logo é uma crise eminentemente política”, diz ele.

Segundo ele, na sociedade brasileira já está em construção um novo pacto social, ao largo dos partidos e dos políticos. “Há ausência de debate em todos os partidos”, diz ele, “ninguém está isento. Houve um envelhecimento das estruturas políticas da sociedade”.

A rigor, há muitos analistas identificando esses problemas e tendências. E as propostas?

Segundo Campos, a nova agenda tem que se fundar em dois princípios.

O primeiro, o desafio de melhorar a produtividade brasileira, ouvindo todas as partes. O segundo, a melhoria da qualidade de vida, que piorou substancialmente nas grandes cidades.

Há um conjunto de pressupostos a orientar os debates.

Tem que haver diálogo permanente, diz ele. As novas gerações querem rapidez, não querem um Estado pesado, que sabe de tudo. “O governo passa a impressão que não gosta de ouvir”, critica. “Não pode deixar um ambiente onde o pavio vai encurtando”.

O segundo pressuposto é a existência de regras claras e transparência em tudo o que for feito. Ter a capacidade de mostrar o problema e enfrentá-lo.

Segundo Campos, há uma janela demográfica de vinte anos, em que a maioria da populaçao brasileira será de população economicamente ativa. “Nao podemos perder a possibilidade de arrumar as contas e o futuro da metade da população brasileira, que é jovem”, diz ele.

E aí cita genericamente um conjunto de reformas, mas que deverão ser implementadas lentamente, para não se concentrar em um mandato apenas de governantes – o que provocaria resistências muito grandes.

No seu discurso, acrescentou outros pontos de crítica e outras ideias de consenso. Mas ainda falta articular o todo.

Luis Nassif

Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.

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54 Comentários
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  1. Schell

    18 de março de 2014 6:09 pm

    Outro assunto, caro LN,

    Outro assunto, caro LN, recolhido na coluna de Cacau Menezes, no Diário Catarinense on line, da RBS, há pouco:

    Exclusivo

    18 de março de 20142

    Ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva foi condenado por improbidade administrativa pelo TRF – 1 Região.

    Serviço Secreto do Cacau foi conferi pessoalmente. Foi pedido o bloqueio dos bens do Lula no valor de R$ 9.526.070,64.

     

     

    1. OBS

      18 de março de 2014 6:28 pm

      Isto é “noticia” de “Domingos

      Isto é “noticia” de “Domingos Grilo Serrinha” ?

    2. Paulo Siqueira

      18 de março de 2014 6:54 pm

      Este processo já foi

      Este processo já foi arquivado.

       

      Foi pedido e foi negado. Já acabou.

       

      Se você acha que espalhar boatos por aqui, onde se lê realmente, vai prosperar, escolheu o blog errado. 

       

       

    3. jose elio

      18 de março de 2014 8:11 pm

      Deixe de ser irresponsavel

      Deixe de ser irresponsavel requentando uma falsa noticia pois este processo foi arquivado por falta de provas.E isso por um procurador do PSDB

       

    4. Avelino de Oliveira

      19 de março de 2014 1:10 am

      Caro Shell
      Dá uma olhadinha

      Caro Shell

      Dá uma olhadinha nesse link:

      http://boatos-ou-fatos.blogspot.com.br/2013/01/processo-0007807-0820114013400-arquivado.html

      Nas resposta do Adilson Barreli

      Esse assunto é de 2011.

      Saudações

       

    5. Ivan de Union

      19 de março de 2014 9:44 am

      Sabe porque o ano esta

      Sabe porque o ano esta errado?  Porque voce sabia que era velharia e falsificou a data.

  2. Antonio Lyra

    18 de março de 2014 6:46 pm

    SE FOI CONDEANADO E ATÉ O

    SE FOI CONDEANADO E ATÉ O MOMEMTO NADA OCORREU, DEVE SER MAIS UMA FACTOIDE DESTA GENTE.

    LULA NÃI TEM 9 MILHÕES. O QUE DEMOSTRA O S CONTANTES ATAQUES A SUA PESWSOA.

    MOTIVO PORQUE ELE MUDOU O BRASIL E TEM GENTE QUE NÃO ACEITA.

  3. Calvin

    18 de março de 2014 8:07 pm

    Articular o todo só mesmo

    Articular o todo só mesmo Dilma, isso na possibilidade de se entender o que diz….

  4. Maria Luisa

    18 de março de 2014 8:09 pm

    Blablarino

    Nassif, pergunta muito importante: vocês se comprimentaram ? Se sim, Dudu Campos mandou algum recado pra aqueles (do qual não estou incluida 🙂 que adoram dar cognomes para ele aqui ? Acho que coroné dos olhos verdes, ficou bom. Mas tem também Edurina, coronel esmeralda, cobra coral… 

  5. Robson Barbosa Farias

    18 de março de 2014 8:24 pm

    Eduardo Campos como gestor de

    Eduardo Campos como gestor de Pernambuco não implementou suas teses abordadas no texto, Recife continuou sendo uma cidade caótica. Amanhã haverá um clássico entre Santa Cruz x Sport, às torcidas organizadas de ambas as equipes espalharão o medo e o terror pela cidade, Eduardo Campos não consegue conter a violência destes bandidos, seja através da polícia ou com projetos sociais como alternativa ocupacional, enfim a conversa do candidato é bonita, mas a prática política é outra coisa.

  6. JB Costa

    18 de março de 2014 8:27 pm

    Um resumo aceitável dos que

    Um resumo aceitável dos que fizemos até agora e uma leitura razoável de cenários, mas, infelizmente, como bem salienta a chamada do post, faltou uma síntese que se mostre factível em termos políticos, econômicos e sociais, três variáveis intrinsecamente interdependentes.

    Dizer o que estar errado, as disfuncionalidades, as carências, e o que é necessário se fazer para contorná-las não é tarefa para gênios. O “x” da questão é O COMO!

    Não há no dicionário político brasileiro expressão mais gasta que “reformas”. Desde priscas eras ela basicamente resumiu todas as plataformas polícias, seja nos períodos de excessão, seja na vigência de uma democracia plena, como agora. 

    Mas o problema, ou a desonestidade, não é fazer uso do termo, mas não precisar de que maneira vão – os candidatos – promover essas reformas. É esse discurso vago e generalista nos decepciona. 

     

     

    1. Ivan de Union

      18 de março de 2014 9:10 pm

      “Dizer o que estar errado, as

      “Dizer o que estar errado, as disfuncionalidades, as carências, e o que é necessário se fazer para contorná-las não é tarefa para gênios. O “x” da questão é O COMO!”:

      NAO EH OLHANDO PRA POPULACAO, BRASILEIRADA BURRA DO GOVERNO.  EH DANDO EXEMPLO.  TODOS os casos do blog que foram discutidos aa exhaustao pelos ultimos 3 anos, TODOS eles sem excessao, estao parados no judiciario, ou foram arquivados, ou ficaram por isso mesmo porque o Brasil nao tem judiciario nem MP.  TODOS eles.

      Acabei de notar um caso de 2 anos atraz, que esta completamente parado ate hoje porque NADA SE MODIFICOU EM DOIS ANOS:

      A regulamentação da ANEEL sobre a microgeração de energia elétrica

      O governo tem que dar o exemplo primeiro.  Antes fosse somente com a eletricidade:  eh com TUDO.

      O Brasil nao anda e ainda quer impor merdas goela abaixo de todo mundo exceto da classe mandante:  va pra PQP de uma vez.

       

      (Uh…  nao li o item, claro, nao me interessa o que Campos tem a dizer a respeito de nada;  se foi isso que ele falou e nao deu exemplo nos durantes…  ta pior do que eu imaginei.)

  7. Durvaldisko

    18 de março de 2014 9:00 pm

    Eduardo Campos, lembra    Juó
    Eduardo Campos, lembra    Juó Banenére,autor da “Divina Increnca”,poeta e engenheiro paulista,irreverente da década de  1920.Algum talento,originalidade humorística ,sustentou-o a paulicéia curiosa e  depois rumou para o olvido em que se manteve por  mais de  50 anos… Migna terra tê parmeras,Che ganta inzima o sabiá.As aves che stó aqui,Tambê tuttos sabi gorgeá.A abobora celestia tambê,Che tê lá na mia terra,Tê moltos millió di strellaChe non tê na Ingraterra.Os rios lá sô maise grandiDus rios di tuttas naçó;I os matto si perde di vista,Nu meio da imensidó.Na migna terra tê parmerasDove ganta a galigna dangola;Na migna terra tê o Vap’relli,Chi só anda di gartolla.

  8. MINDUIN

    18 de março de 2014 9:02 pm

    FAÇA O QUE FALO E NÃO O QUE FAÇO

    PENA QUE COMO GOVERNADOR DE PERNAMBUCO, NADA DO QUE ELE DISSE FOI FEITO. TEMOS A TERCEIRA PIOR EDUCAÇÃO DO BRASIL. OS PROFESSORES DA REDE ESTADUAL SEQUER GANHAM O PISO DEFINIDO EM LEI. A UNIVERSIDADE DO ESTADO (UPE) NÃO POSSUI ESTRUTURA PARA PESQUISA. A QUALIDADE DE ENSINO É RUIM COM 70 AS VEZES 100 ALUNOS POR TURMA.  AS PESSOAS MORREM ELETROCULTADAS ANDANDO PELA RUA. A CELPE NÃO FUNCIONA. EXISTE RACIONAMENTE DE ÁGUA POR TODO O ESTADO. A COMPESA É APARELHADA E NÃO FUNCIONA.RECIFE (CUJO PREFEITO É CRIA DE DUDU) É CAÓTICA, COM ALAGAMENTOS, BURACOS POR TODA A CIDADE, ESGOTO TRANSBORDANDO DOS BUEIROS ENTUPIDOS POR FALTA DE MANUTENÇÃO BÁSICA. A QUANTIDADE DE LINHAS E DE ÔNIBUS SÃO INSUFICIENTES. VC TEM QUE ESPERAR DEMAIS PARA PEGAR UM ÔNIBUS LOTADO. O ESTADO DE PERNAMBUCO NÃO FUNCIONA, SALVO QUANDO FAZ PARCERIAS COM O GOVERNO FEDERAL. ESSA É COMPETENCIA DE EDUARDO CAMPOS. GASTOS MILIONÁRIOS COM PROPAGANDA E NADA DE CONCRETO. VERGONHOSO. VAI SER FÁCIL DESCONSTRUIR ESTE CIDADÃO EM UM EMBATE ELEITORAL. O TELHADO NÃO É DE VIDRO PORQUE SEQUER ELE TEM UM TELHADO PARA SER QUEBRADO.  

  9. gaúcho

    18 de março de 2014 9:03 pm

    Eduardo Campos tem que comer

    Eduardo Campos tem que comer muita farinha para se tornar um político à altura de um país como o Brasil, por enquanto ele não passa de um provinciano oportunista.

    1. Calvin

      19 de março de 2014 3:07 pm

      …..E Dilma muita buchada

      …..E Dilma muita buchada prá chegar aos pés dele… há 12 anos no governo e não consegue articular uma frase com sentido!

  10. João Sabóia Jr.

    18 de março de 2014 9:05 pm

    Eduardo é genérico

    Um discurso, pelo que foi descrito, água com açucar, para boi dormir, lenga lenga,  generalidades, palavras ao vento…

    O que quero saber do candidato sobre;

    1. Reforma Agrária – MST – Agronegócio

    2. Política de Juros – Déficit primário

    3. Política externa – EUA – América Latina

    4 . Reforma Política

    5. crescimento da Indústria brasileira

    6. Reforma Segurança Pública –  Plocia Federal – PMs e Policias civis

    7. Governabilidade no atual cenário político

     

    1. Ivan de Union

      18 de março de 2014 10:07 pm

      Sinto muito, JSaboia.  Por

      Sinto muito, JSaboia.  Por enquanto, Campos nao demonstrou a menor possessao de qualquer teoria de mente.  Ele nao teria sequer como comecar a responder qualquer coisa em detalhes especificos.  Dilma?  Nao precisa:  ela ja age por ser presidente.  Nao tanto quanto eu quereria, mas eh o que temos.

      Dica pra politicos brasileiros:  nao vai ser consultando lobbies que voces vao conseguir teoria politica acreditavel porque eu nao vou deixar.  Ja vi os “resultados” nos Estados Unidos.  No Brasil nao vai acontecer mais.

      Seu numero 6 eh particularmente interessante mas nao teve quase comentario nenhum -dois meus.  O assunto eh critiquissimo e nao anda.  Nao vai pra frente de maneira nenhuma.

      Salarios do judiciario?  Pior ainda.  Parado no tempo.  E eu quero salarios de fome pra essa cambada.

  11. Chico Pedro

    18 de março de 2014 9:09 pm

    De zero a dez, nota de oito a
    De zero a dez, nota de oito a nove. O principal ponto: cessar ou no minimo limitar a ideia consagrada segundo a qual é possível desenvolvimento lento e gradual.

    1. Ivan de Union

      18 de março de 2014 9:43 pm

      Nao tenho objecao mas… 

      Nao tenho objecao mas…  COMO?

      Essa eh uma das questoes do item, e Campos nao especificou nada.  O “projeto” de governo dele eh neoliberal?  Neodesenvolvimental?  Neoeconomicista?

      Qual teoria o baseia?

      Qual eh a estrutura teorica das acoes que ele da impressao de querer tomar mas nao especifica?

    2. Daytona

      19 de março de 2014 2:21 pm

      Sim, em favor de uma política

      Sim, em favor de uma política de desenvolvimento acelerado, igual foi feito no AÉCIOQUISTÃO, basta ler os jornais estaduais, só notícia boa, uai, nada de ruim, uma beleza!

  12. Daytona

    18 de março de 2014 9:32 pm

    Muitas ideias e princípios

    Muitas ideias e princípios genéricos, algumas obviedades e certas previsões questionáveis, porém, o mais importante, o caso concreto, o que o governador tem pra mostrar?

    Houve esse grande diálogo com a sociedade, a formação de um grande pacto com a sociedade?

    Claro que não, PE seguiu o Brasil a reboque, ponto final.

    Eu cheguei a pensar que Campos pudesse ser uma opção para a alternância no poder, pois seria praticamente a mesma coisa, impedindo a acomodação(agora visível)do PT no poder. Porém, quando ele começou a andar com Bornhausens e outras figurinhas horrendas, mudei de ideia. Campos é, agora, na melhor das hipóteses, alternativa para o eleitor do Aécio, daqueles que reclamam do “bolsa esmola”.

  13. Altran Gomes da Silva

    18 de março de 2014 10:14 pm

    E a Dilma nassif? Cobra dela
    E a Dilma nassif? Cobra dela tb, se não vai parecer chapa branca.

  14. Alexandre Weber - Santos -SP

    18 de março de 2014 10:24 pm

    Pergunta de um curioso

    Nassif, você vê possibilidades no Campos conseguir articular o todo? Se sim, por que?

  15. Rabuja

    18 de março de 2014 10:35 pm

    Pastel de vento

    Não tem nada dentro. Só faz barulho.

  16. peregrino

    18 de março de 2014 11:07 pm

    “parou de melhorar” foi revelador…

    na melhor das hipóteses apenas críticas que principiam onde se quer chegar, sem nada que indique capacidade de fazer o mesmo a partir daí

    alguma indicação de como avançar desse ponto?

    nadica de nada, só literatura de acertos fictícios

     

    outro que se apega a qualquer bandeira de rua para esconder a ausência de novas propostas e/ou de alternativas viáveis para seguir em frente

    1. peregrino

      18 de março de 2014 11:19 pm

      internet ainda com as mesmas ilusões da velha mídia…

      e o cara apontando transformações leves e velozes de toda sociedade

      discurso realmente revelador, sem conseguir esconder que só vai governar para ricos

  17. Francy Lisboa

    18 de março de 2014 11:13 pm

    “Para ele, o ponto central do

    “Para ele, o ponto central do debate político é a estratégia de desenvolvimento nacional: de onde viemos e para onde pretendemos ir”. A impressão que dá que, assim como Campos, muitos analistas de fato sabem para onde o Brasil deve ir. Com o próprio JB dissera, dizer que não se sabe para onde ir é tarefa fácil. Até o Nassif de vez em quando vem com essa de “não saber para onde ir”. É possível saber para onde ir? É claro que sim, saber para onde é desejo, daí chegar lá orientando o multifacetado, complicado, e sempre pejorativamente visto Brasil são outros quinhentos. Fala-se muito em reducionismo, e  não veja nada diferente disso quando u ouço ou leio: “é preciso aber para onde ir”. Por exemplo, eu sei para onde eu quero ir: eu qur um SAMBA, pq aqui no UK, valha-me Deus as cabrochas não sabem sambar Jesus! Mas daí conseguir um samba aqui.

  18. peregrino

    18 de março de 2014 11:51 pm

    visão sugere que não sabem o que fazer de melhor…

    e foi exatamente por isto que deixei de me preocupar com a possibilidade de ocorrer uma desastrosa troca de governo

    mas isto não significa que vou deixar de colar o plástico – SÓ PT – no meu carro

     

    se os caras não conseguem se desvencilhar dos feitos da Dilma para expor o que pretendem, mudar pra quê?

     

    atenção marqueteiros: não gastem dinheiro à toa, usem os discursos do Campos

  19. wendel

    19 de março de 2014 12:11 am

    Se conforme dizem….

    Li declarações de que, segundo alguns especialistas, a comunidade financeira internacional pretende trocar o governo brasileiro, e que a agenda do partido atualmente no poder,  estaria esgotada.

    Minha visão entretanto diz que,  o que está em jogo, é a lentidão da Presidente Dilma em fazer as reformas pretendidas por eles, e caso algum candidato se disponha a fazê-las, terá o apoio externo necessário!

    Além das oligarquias financeiras interna – 5ªs colunas – o que veremos no decorrer deste ano até as eleições, será as tentativas de desconstruir o petismo, ou  lulismo como alguns preferem!

    Apesar dos avanços sociais conquistados, em compesação aos juros estratosféricos pagos a eles, a fome e o saque continuam, cada vez mais avassalador, e não se darão por vencidos quando o pais ameaça sair da órbita de influência do império do norte!

    Os candidatos lançados até agora – Dudu, e Aécim, talvez sejam os beneficiáriosdestes apóios externos, e se eventualmente eleitos, apesar do favoritismo da Dilma, veremos o que resta de patrimônio público, serem doados aos oligopólios multinacionais! 

     

  20. Lucinei

    19 de março de 2014 12:40 am

    Não vai sair proposta

    Não vai sair proposta nenhuma. É político antigo. Moderno pra ele, assim como para o Aécio, é conversar com marqueteiro e jornalista – e, talvez, “artistas e intelectuais” (sinto até uma certa vergonha de digitar essas palavras cada vez mais sem sentido) – e mostrar “espírito de salão”.

    Botar uma turma pra redigir proposta por proposta cada tema de cada área de ação do governo é, simplesmente, impossível nas atuais condições de temperatura e pressão no campo das oposições.

    1. Lucinei

      19 de março de 2014 2:34 am

      Para mim é muito claro. Ele é

      Para mim é muito claro. Ele é um líder partidário. Pois, bem. O próprio vice do partido foi arrastado nas vicissitudes da exposição da mídia sudestina. O “partido” até a véspera da eleição estava aderindo ao projeto da situação. O bicho mordeu e ele se lançou em uma candidatura. Quem acredita que daí pode sair um programa de governo, meu deus? É evidente demais que é só uma investida personalista, ora, ora.

  21. zanuja castelo branco

    19 de março de 2014 12:57 am

    A REALIDADE ABATE EDUARDO

    A REALIDADE ABATE EDUARDO CAMPOS.
    Por Noelia Brito, especial para o Blog do Jamildo. No Jornal do Commércio do Recife.

    O ainda governador Eduardo Campos continua patinando no discurso que pretende adotar no enfrentamento da presidenta Dilma, durante a corrida presidencial que se inicia.
    Primeiro, tentou encampar os jargões da nova política, trazidos pela recém aliada Marina Silva, mas os demais aliados de seu palanque, que vão desde Inocêncio Oliveira, passando por Severino Cavalcanti, Roberto Magalhães e a família Bornhousen, passando por Demóstenes Torres, deixam seu discurso de defensor da nova política marineira, em clara contradição com as práticas de seus apoiadores e principais entusiastas de sua candidatura presidencial.
    Mas não é só no “dize-me com quem andas” que Eduardo encontra dificuldades em se mostrar coerente com o que apregoa em suas falas. As práticas que adotou para garantir a hegemonia de sua gestão no comando de Pernambuco não diferem, em nada, daquelas que tanto condena nas velhas raposas que diz combater e no governo que pretende suceder, ao qual, inclusive, integrava e com muito gosto, há poucos meses.
    Ao dizer que a presidenta Dilma distribui cargos como quem distribui bananas, Eduardo faz tábula rasa da inteligência do povo, pois seu próprio governo foi um governo de coalizão, no qual não teve pudor de reunir vários partidos para os quais distribuiu cargos à vontade, inclusive para prefeitos e deputados derrotados que ocupam, até hoje, assessorias especiais em seu gabinete, não se sabe para fazer o quê.
    Para eleger o prefeito Geraldo Júlio na Prefeitura do Recife, reuniu uma Frente com mais de 10 partidos, para os quais foram distribuídos cargos e empregos terceirizados, criando-se até secretarias especiais para que vereadores assumissem tais órgãos, de modo a contemplar o máximo de suplentes possíveis da Frente Popular que elegeu o protegido do governador.
    Ao criticar a política econômica do governo Dilma, o governador Eduardo Campos também não encontra discurso fácil, basta consultar o resultado da geração de empregos em Pernambuco e no Brasil, para o mês de fevereiro, por exemplo.
    Com todos os benefícios fiscais que Eduardo concedeu, juntamente com seu candidato ao governo do Estado de Pernambuco, o secretario da Fazenda, Paulo Câmara, a pretexto de gerar empregos, como justificativa para tanta renúncia de receita e será fácil perceber que tal previsão não se concretizou.
    Na verdade, no mês de fevereiro, o estado de Pernambuco ostentou o terceiro pior resultado do País. No mês passado, o saldo de demissões foi de cerca de 880 empregos com carteira assinada, o que representa uma redução de 0,06% em relação a janeiro deste ano, já o nível de geração de empregos no período, para o Brasil, foi o maior desde 2011, tendo um aumento de 110%.
    Pernambuco, aliás, só não foi pior do que o Amapá, do também socialista Camilo Capiberibe e o Maranhão, da peemedebista Roseana Sarney. Destoando da situação crítica vivida por Pernambuco, no restante do Nordeste houve um aumento na geração de empregos em fevereiro, com mais de 17,5 mil postos sendo criados, dos quais cerca de 14,6 mil na Bahia e no Ceará.
    Os demais indicadores sociais e econômicos, inclusive o nível de endividamento do estado de Pernambuco, este o maior entre todos os estados da Federação, não militam em favor da candidatura de Eduardo Campos e os jornais do Sudeste já começaram a mostrar a vida como ela é em Pernambuco. Eduardo e seu séquito também começam a ver que o Céu não é tão perto na vida real quanto lhes parecia em sonho e o Palácio do Planalto, esse é que parece mais distante mesmo, a cada passo dado por Eduardo para fora do Campo das Princesas.
    *Noelia Brito é advogada e procuradora do município

    1. Maria Luisa

      19 de março de 2014 7:49 am

      O velho

      “Para eleger o prefeito Geraldo Júlio na Prefeitura do Recife, reuniu uma Frente com mais de 10 partidos, para os quais foram distribuídos cargos e empregos terceirizados, criando-se até secretarias especiais para que vereadores assumissem tais órgãos, de modo a contemplar o máximo de suplentes possíveis da Frente Popular que elegeu o protegido do governador.”

      Eh esse o novo que Eduardo Campos e Marino propõem ? Se for isso ai, que eles vão levar como administração para Brasilia, vamos retroceder tudo o que os governos do PT vêm tentando mudar como pratica. E quem tentou começar a mudar essas praticas, hoje esta na Papuda.

  22. jc.pompeu

    19 de março de 2014 4:15 am

    Revisor posto no olho da rua… (e muito muito) REVOLTADO!

    Em evento, Eduardo Campos apresenta o genérico, mas falta articular o todo

    Erramos, por favor, queiram ler:

    Ao vento, Eduardo Campos apresenta o genérico, mas falta a marca e o princípio ativo de mais este remédio de cura para todos os males do país… que como o todo geral irrestrito da política dos charlatões das praças e mercados desde eras arcaicas: costumam prometer muito, mas cumprir pouco… e depois fugir, com o dinheiro do logro dos otários inocentes, na calada da noite impune…

     

  23. alexis

    19 de março de 2014 8:40 am

    Povo desunido

    O país não tem espaço para terceiras vias, mas apenas para uma única opção clara de luta contra as forças neoliberais e “colonizantes”, insufladas do exterior e enquistadas em diversas esferas de poder do aparato estatal e nos poderes econômico, midiático e financeiro. Eduardo Campos e o seu PSB deveriam arriar bandeiras e se somar ao grupo majoritário que está na frente: o PT, ocupando um papel muito mais significativo e generoso em relação ao Brasil. A candidatura do Eduardo Campos é egoísta, pequena, ingênua e divisora.

    O povo desunido continuará sendo vencido.

     

  24. Fernando Antonio Moreira Marques

    19 de março de 2014 9:30 am

    Palavrório versus Coerência

    Se queremos acertar, devemos antes de analisar o palavrório fácil de qualquer oportunista aventureiro, observar a coerência de seus atos.

    Aí a coisa pega! O Rei está nú e só ele não percebe…

  25. Irineu Cascalho

    19 de março de 2014 10:19 am

    Dilma Roussef foi uma aposta

    Dilma Roussef foi uma aposta de Lula que não deu certo. Eleita, dilapidou todo o capital político herdado de Lula. O sinal mais claro de que ela perderá as eleições foi dado pela bancada do PT na Câmara dos deputados, semana passada: à exceção de 10 ou 11 deputados petistas, o restante se ausentou, possibilitando que a ‘Base Aliada” aplicasse um surra em Dilma (aliás, duas surras seguidas)…A rigor, a Base, ao derrotar Dilma, fez o que a Bancada petista morre de vontade fazer: deu um troco na arrogância, prepotência, inabilidade e inapetência políticas…Mesmo assim, em meu entendimento, o PT vai preferir perder a eleição com Dilma, do que trocá-la por Lula…

    1. Jandui Tupinambás

      19 de março de 2014 1:16 pm

      Em qual planeta você está?

      Porque no planeta Terra, temos uma Dilma que tem a preferência da maioria dos eleitores. 

      Quem sabe em Marte? Talvez por lá Cerra esteja em empate técnico com Ulysses Gumarães. 

       

       

    2. ruyacquaviva

      19 de março de 2014 1:50 pm

      O que precisa para “dar certo”?

      Dilma, que segundo você “não deu certo”, está com dez pontos acima da soma dos demais candidatos nas pesquisas eleitorais e apresenta altíssimos índices de popularidade e aprovação do governo (só perdendo para o fenômeno Lula, seu maior aliado).

      Diga-me gênio, como deveria estar a situação se Dilma tivesse – na sua visão ruminante – “dado certo”?

      Teria que ser unanimidade?

  26. Avelino de Oliveira

    19 de março de 2014 10:28 am

    Caro Nassif e

    Caro Nassif e demais

    Meusdeuses

    Eduardo Campos e Aécio são as vozes dos empresários, dos banqueiros, dos latifundiários, eles tem que mentirem mesmo, eles já tem os projetos pronto. Só que se eles o exporem, correm o risco de serem apedrejados em público.

    E quanto mais o PT ganhar, tanto mais sofisticada será as mentiras deles.

    Até a CIA já percebeu e mudou a direção de suas ações.

    Saudações

     

    1. Irineu Cascalho

      19 de março de 2014 11:49 am

      E desde quando Dilma defende

      E desde quando Dilma defende os trabalhadores? Oprimindo os servidores públicos, os sindicatos e os movimentos sociais? Dilma nunca teve interlocução com o movimento sindical, nem com os servidores públicos, apoiadores históricos do PT e de Lula….Pelo contrário, prefere fazer média com a mídia, a mesma mídia que passou 08 anos tentando derrubar Lula; prefere conceder generosas desonerações fiscais para segmentos inteiros de empresários, com a vã esperança de que eles não aumentem preços, do que repor as perdas salariais do serviço público; do que manter o diálogo franco que Lula tinha com o movimento sindical..Dilma escolheu os aliados, agora, que é ano de eleição, que fique com eles…E o pior é que essa minha posição é majoritária dentro do próprio PT, só que o partido, em nome de uma suposta ‘coerência partidária’, prefere perder a eleição do que enquadrar Dilma…Então….

      1. Avelino de Oliveira

        19 de março de 2014 12:47 pm

        Caro Irineu
        Ninguém está

        Caro Irineu

        Ninguém está falando que é uma maravilha, e nem acredito nisso, mas, o Eduardo Campos, assim como o Aécio, são mascaras para o reacionarismo.

        Acredito que é mais fácil, avançar com o PT, apesar de todos os pesares, do que com os demais candidatos, que servem de impecilhos para os avanços sociais, e agora cobram do PT, os avanços que eles mesmo impedem.

        O discurso que você coloca, será amplamente usado por eles. 

        Saudações

      2. Francy Lisboa

        19 de março de 2014 1:58 pm

        “Primindo mos servidores

        “Primindo mos servidores publicos”

        Espera eles voltarem para vc ver no que vai se transforma a frase “flexibilizacao do trabalho”. Mais facil seria mostrar mais eficiencia que eh patente nao haver. Todos sabem que quando se fala em Governo se estah criticando tbm os servidores publicos, mas os “oprimidos” nao entendem assim. Para mim, esse papo de estabilidade acaba gerando as distortoes do “Estado Ineficiente”.

      3. Dinis

        19 de março de 2014 2:19 pm

        Deus me

        Deus me livre Irineu,

         

        Também sou Funcionário Federal que já passou pelos governos sarney Collor e FHC onde nós era tratados como um estorvo, só tivemos algum reconhecimento e alguma melhora no governo do PT! digo e repito: o funcionário público que não votar no PT é muito burro!

    2. Ivan de Union

      19 de março de 2014 6:12 pm

      “Eduardo Campos e Aécio são

      “Eduardo Campos e Aécio são as vozes dos empresários, dos banqueiros, dos latifundiários”:

      Bom, Eduardo Campos eh melhor:  se o item fosse sobre Aecio a chamada seria “Em evento, Aecio Neves apresenta o generico, mas falta todo o articular”!

      Se fosse Serra, seria “Em evento, Serra articula apresentacao, mas faltam genericos”.  Se fosse Marina, seria “Em evento, Marina, toda generica”.  Nossa!  Se fosse Soninha, seria “Em evento, Soninha, toda”!

      Ja pensou?

  27. janes salete

    19 de março de 2014 11:12 am

    Ele continuará no genérico,

    Ele continuará no genérico, só que disfarçado de o todo. Não há projetos desse político oportunista, ele apenas surfa nos programas do governo Lula que beneficiaram Pernambuco. Imagina esse coronelzinho “moderno” sem o governo Lula? Ninguem saberia dele. Podem ter certeza disso.

  28. JP

    19 de março de 2014 11:26 am

    Em setembro de 2011 Jarbas

    Em setembro de 2011 Jarbas Vasconelos acusou Eduardo Campos de ter feito nepotismo em prol de sua mãe para o TCU. Hoje, Jarbas tem seu filho, candidato derrotado a vereador, empregado na prefeitura do recife. Humberto Costa, que na ocasião defendeu de forma veemente a indicação da mãe de Eduardo Campos tem um idéia bem peculiar, hoje, sobre Eduardo Campos.

  29. Zanchetta

    19 de março de 2014 11:33 am

    É só ele ser eleito e terá o

    É só ele ser eleito e terá o apoio do PMDB, PTB, PP, PSC, PSD, etc… e não terá problemas para aprovar projetos…

    1. Daytona

      19 de março de 2014 2:24 pm

      Exatamente, essa é a

      Exatamente, essa é a Nova(?)Política!

  30. claudio bala

    19 de março de 2014 12:35 pm

    mudancas na candidatura dudu

    mudancas na candidatura dudu campos, o bonaparte

    e a dificuldade de criar um novo discurso (programa)

     o PSB de dudu avancou muito pelo nordeste COM APOIO DE LULA, aproveitando o avanco do lulismo e quebra dos coroneismo pelo bolsa familia

    no sul maravilha, psb com origem nos rachas de outros partidos, é forte aliado do PSDB, em sao paulo com serra/alckmin, no parana com beto richa, espirito santo mais para nordeste tem o gov PSB bancado pelo lula e em minas ja havia se apresentado como TECEIRA VIA com apoio do aercio e PT 

    pronto, SOU O MAIOR, tenho forca no nordeste onde psdb nao entra  e tenho aliados fortes onde a rejeicao do pt grande, em outras palavras, sou candidto do lula no nordeste e candidado das elites no sul maravilha, quem ganha de mim???? 

    ate aqui tudo normal e “paquera” ou “ficar” com dois grupos, pt inclusive chegou a cogitar dudu como lider da frente para 2018, ele se lanca candidato ate entao para criar um referencia nacional, um bastismo, com discurso de unidade nacional, novo pacto politco, os melhores do pt com os melhores do psdb, etc etc etc,,,,,

    no meio do caminho tinha uma manifestacao de junho 2013 e um erro de avaliacao

    dudu ao ver explosao das manifestacaoes de junho, com grandes destaque na imprensa do sul, teve uma avaliacao do momento digna dos intelectuais que nao conhecem um movimento de massa, nunca viram a explosao e forca de uma greve de peao, achou que ciclo pt tinha acabado e dilma nao chegaria em condicoes de levar em 2014, ANTECIPOU UM MOVIMENTO e ERRADO, achou que ja era hora de chutar a gol em 2014, rachou com lulismo no nordeste e fez aliancas na regiao com coroneismo, botou pra dentro do seu governo os ate entao oposicionistas, jarbas, psdb e freire, no sul foi catando as sobras da direita, incluindo o ex governador bionico da ditadura bornhausen, existe ate cogitacao do JOAQUIM BARBOSA como gov ou senador pelo rio pelo PSB,  o golpe de misericordia da direita foi jogar a marina para dentro, (marina otima para levar eleicao para segundo turno, mas sinceramente, alguem imaginar que direita vai botar ela de presidenta, é demais) no primeiro momento de empolgacao chegaram mesmo a acreditar que dudu/marina teriam a forca eleitoral de um serra e polemizariam com pt, teve ate os que acharam no clima das manifestacoes um segudo turno ou embate entre aercio e dudu

    a dificuldade visto pelo nassif de “articular um todo” nada mais é do que a mudanca de postura de sua candidatura e antecipacao, se em 2018 o pt tivesse desgastado, dudu poderia ser a teceira via, ao assumir se candidatar pra valer em 2014 no calor das manifestacoes, perdeu sua principal caracterista bonapartista entre o petismo/lulismo e elite tradicional, é obrigado a criticar o pt e assumir politica economica, principalmente “do mercado”, e isso esta sendo de grande dificuldade pra ele, corrre serio risco de perder identidade que tem no nordeste mais a esquerda e nao ganhar identidade mais conservadora da elite do sul.

     

  31. Jandui Tupinambás

    19 de março de 2014 1:32 pm

    Business Bingo versão PSB

    Sinergia / Mentalidade / Agregar / Mercado / Implementação / 

    Clientes / Cidadão / Gestão moderna / Pró-ativo / Custos / 

    Transparência / Estratégia de Desenvolvimento / produtividade

    Planejamento / infra-estrutura / diálogo / sociedade na rua

    Mobilização / corrupção / reformas necessárias / indicadores

     

    E este abaixo é o Business Bingo do Aécio construído por FHC com apoio do Anastasia (um grande gestor de negócios!)

     Exemplar de Cartela de Business Bingo

  32. ruyacquaviva

    19 de março de 2014 2:12 pm

    Esse discurso “genérico” do

    Esse discurso “genérico” do vira-casaca não vai conquistar votos (talvez alguns votos que iriam para o Aécio, que tem discurso tão vazio quanto o do Eduardo) e não vai torná-lo uma figira de projeção nacional.

    É um discursinho para uma candidatura de deputado federal, no máximo.

    O goveno tem um projeto político definido e que está sendo colocado em prática há mais de dez anos.

    Valorização do trabalho pelo aumento da massa salarial (com foco no salário mínimo) e geração de empregos. Combate a miséria pela ação de programas sociais em uma escala inédita no País e rara no cenário mundial. O Estado com papel regulador da economia e fomentador do desenvolvimento. Acesso universal à saúde e educação.

    Existem muitos outros pontos mas esses são os eixos principais do projeto político do PT.

    O Aécio vai contra todos esses pontos apresentando como alternativa o neoliberalismo radical da época do FHC. Aliás, ao insistir para o FHC ser seu candidato a vice ele ssume que sua proposta é retornar aos tempos do governo neoliberal do FHC. Seus gurus econômicos já propuseram aumentar o desemprego e arrochar os salários (principalmente o salário mínimo) para controlar a inflação, Só não querem que ninguém se lembre que eles fizeram tudo isso no governo FHC e a iflação foi muito maior que a dos governos petistas. E seu projeto de ação do Estado limita-se à privatização predatória do que sobrou do assalto da privataria, com venda da Petrobras a preço de banana (segindo o script usado para doar a Vale do Rio Doce) e entrega do Pré-Sal ao cartel multinacional do Petróleo.

    E o Eduardo Campos, o que propõe? NADA. Ele não toca nesses assuntos. Prefere afirmações genéricas de intenções indefinidas ao estilo da Marina Silva, misturada com bravatas do tipo “Dilma está de aviso prévio” (como se ele não estivesse também de aviso prévio no governo de Pernambuco) e “o Brasil não aguenta mais quatro anos de Dilma”.

     

  33. Juliano Santos

    19 de março de 2014 3:06 pm

    O João Sabóia matou a pau. O

    O João Sabóia matou a pau. O Dudu não falou absolutamente nada sobre assuntos chaves sobre os quais ele deve mostrar uma posição firme, sem nenhém nenhem, como diria FHC. Pelo menos o Nassif não mostrou.

    Das questões chaves que nosso colega mostrou, eu acrescento um, muito importante e que está aí na ordem do dia. O marco civiil da internet. Qual a posição do Dudu? 

    Curto e grosso, quero saber quem está com as teles para nos enrabar, e quem quer proteger o nosso….

    PS: Desculpem o linguajar mas estou muito puto com o “blocão das teles”. 

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