O Brasil se viu no centro das atenções da imprensa internacional, neste final de semana, com veículos dos Estados Unidos e da Europa dedicando ampla cobertura a dois temas cruciais: a escalada das tensões comerciais com Washington, marcada por novas tarifas e sanções, e a polêmica decisão do presidente Lula (PT) sobre o que ambientalistas batizaram de “PL da devastação“, em meio a proximidade da COP30. Confira:

A repercussão nos Estados Unidos
O Wall Street Journal abordou as novas tarifas impostas pelos EUA ao Brasil, além de publicar análises e opiniões sobre a atuação do Judiciário brasileiro.
Em destaque, a AP também relatou que o superalimento açaí — cuja maior parte é cultivada no estado do Pará e exportada para os EUA — sofre risco significativo, com produtores enfrentando cancelamentos de pedidos e queda acentuada nos preços.
A Reuters noticiou a colisão entre um ônibus e um caminhão em Mato Grosso, que deixou 11 mortos e dezenas de feridos.
A repercussão na Europa
Na Europa, a atenção se voltou para a política ambiental do Brasil, especialmente após a sanção do controverso “PL da devastação”. O The Guardian noticiou que, embora Lula tenha vetado 63 das 398 disposições – incluindo artigos que desmantelariam o sistema de licenciamento ambiental –, ele manteve uma cláusula que permite ao governo federal acelerar projetos “estratégicos” ou “prioritários“. Essa medida poderia abrir caminho para a exploração de petróleo na foz do Rio Amazonas, um projeto fortemente criticado por ambientalistas.
O jornal também destacou que, com o julgamento de Jair Bolsonaro (PL) próximo do veredicto, seus apoiadores, como Edite Costa, uma evangélica de 66 anos, rezam por uma intervenção de Donald Trump para salvar o ex-presidente brasileiro.
O Financial Times trouxe relato de Eduardo Bolsonaro, que afirmou que os EUA estudam novas sanções contra membros do Judiciário brasileiro, especialmente o ministro Alexandre de Moraes, como pressão para interromper seu processo contra o ex-presidente Jair Bolsonaro.
O mesmo veículo publicou um artigo destacando que o Brasil teme a imposição de tarifas adicionais pelos EUA devido às crescentes importações de diesel e fertilizantes da Rússia. Desde o início da guerra na Ucrânia, o Brasil se tornou o segundo maior comprador de diesel russo, beneficiando-se de descontos significativos. No entanto, essa dependência pode resultar em novas sanções dos EUA.
Nota da redação: Este texto, especificamente, foi desenvolvido parcialmente com auxílio de ferramentas de Inteligência Artificial. A equipe de jornalistas do Jornal GGN segue responsável pelas pautas, produção, apuração, entrevistas e revisão de conteúdo publicado, para garantir a curadoria, lisura e veracidade das informações.


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