
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) vai colocar à disposição R$ 40 bilhões em crédito dentro do Plano Brasil Soberano, de forma a apoiar o setor exportador brasileiro afetado pelas medidas tarifárias impostas pelo governo dos Estados Unidos.
Ao todo, serão R$ 30 bilhões do Fundo Garantidor de Exportações (FGE) e R$ 10 bilhões em recursos do próprio Banco que serão usados para financiar capital de giro e investimentos em adaptação da atividade produtiva, aquisição de máquinas e equipamentos e busca de novos mercados.
Já as micro, pequenas e médias empresas (MPMEs) afetadas terão acesso às garantias do Crédito Solidário do Programa Emergencial de Acesso a Crédito (PEAC-FGI). O orçamento de R$ 2 bilhões pode alavancar em torno de R$ 20 bilhões o acesso ao crédito.
“A prioridade é crédito incentivado para todas as empresas que tiveram uma perda da capacidade de exportação, abrupta e sem possibilidade de negociação, que perderam acima de 5% de faturamento”, explicou o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.
“Quem perdeu mais de 5% é a prioridade neste momento. Para essas empresas, o governo do presidente Lula, por meio do BNDES, vai abrir linhas incentivadas de R$ 30 bilhões”, ressaltou.
O secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Guilherme Mello, ressaltou que existe uma cláusula de manutenção de empregos. “Diferentemente de grandes empresas, MPMEs têm dificuldade de apresentar garantias, mas garantir o acesso delas ao crédito é fundamental”, acrescentou.
Conforme resolução aprovada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), terão acesso aos recursos do FGE empresas de todos os portes que foram afetadas pelo tarifaço de 50% e cujo faturamento bruto com exportações aos Estados Unidos seja igual ou superior a 5% do total apurado entre julho de 2024 e junho de 2025.
Lênin and The Ulianovs
23 de agosto de 2025 4:54 pmAbsurdo…
Completo e total absurdo …
O impacto das tarifas no PIB é ridículo ….
Vamos financiar o consumo estadunidense…
Não basta a gente entregar tudo o mais, temos que dar o c* raspado também?
E o governo vai se negar a bancar 6 bi para os medicamentos de emagrecimento, o que pouparia vidas, e muito dinheiro do SUS e previdência, com a prevenção de doenças associadas a obesidade….
É um governo de m*rd@ mesmo…
Os caras já msm há anos na lei Kandir, e vão levar outro trocado a fundo perdido….