13 de junho de 2026

Processo que pode cassar mandato de Eduardo Bolsonaro é aberto no Conselho de Ética

Radicado nos Estados Unidos desde fevereiro, Eduardo foi denunciado pelo PT por apresentar condutas incompatíveis com o mandato parlamentar

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) vai enfrentar um processo que pode resultar em cassação, decidiu o Conselho de Ética da Câmara nesta terça-feira (23).

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Radicado nos Estados Unidos desde fevereiro, Eduardo foi denunciado pelo PT por apresentar condutas incompatíveis com o mandato parlamentar, entre elas atuar por sanções econômicas do governo norte-americano, em represália à investigação e condenação do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), condenado por tentativa de golpe de Estado.

Se constatada a quebra de decoro parlamentar, o mandato de Eduardo será cassado.

Até sexta-feira (26), será escolhido o relator do processo, que pode ser Duda Salabert (PDT-MG); Paulo Lemos (PSOL-AP); e Delegado Marcelo Freitas (União-MG).

A partir de então, o processo pode levar até 90 dias úteis para chegar a uma conclusão. No entanto, parlamentares acreditam que a questão será resolvida em menos tempo.

PGR

Eduardo Bolsonaro responde ainda por coação, de acordo com denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) ao Supremo Tribunal Federal (STF) na última segunda-feira (22).

O filho de Bolsonaro e o blogueiro Paulo Figueiredo foram apontados por participação na promoção do tarifaço dos Estados Unidos contra o Brasil e de sanções contra integrantes do governo federal e do Supremo.

Nesta terça, ambos apresentaram uma denúncia em conjunto para se defender das acusações.

“Esqueçam acordos obscuros ou intimidações que usaram por anos, porque não funcionam conosco. Isto vale para mais esta denúncia fajuta dos lacaios do Alexandre na PGR. O recado dado hoje é claro: o único caminho sustentável para o Brasil é uma anistia ampla, geral e irrestrita, que ponha fim ao impasse político e permita a restauração da normalidade democrática e institucional”, afirmaram.

*Com informações do g1 e Agência Brasil.

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Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É repórter do GGN desde 2022.

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Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

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Carla Castanho

Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

1 Comentário
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  1. Luiz Felipe Evercode

    24 de setembro de 2025 11:34 am

    Teste de comentário.

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