
A deputada federal Luizianne Lins (PT-CE) permanece detida na prisão de Ketziot, localizada no deserto de Negev, em Israel, após a interceptação, por forças israelenses, da flotilha humanitária que transportava alimentos e medicamentos destinados à população palestina na Faixa de Gaza. A detenção ocorreu em águas internacionais, segundo a assessoria da parlamentar.
De acordo com informações divulgadas neste sábado (4) pela equipe de Luizianne, a deputada decidiu não assinar o documento de deportação acelerada oferecido pelas autoridades israelenses. O texto era considerado abusivo, segundo a advogada que acompanha a delegação brasileira. A parlamentar justificou a recusa afirmando que sua decisão está alinhada à sua trajetória de defesa dos direitos humanos e à solidariedade com os demais integrantes brasileiros do grupo, que também optaram por não assinar o documento.
A assessoria informou ainda que há preocupação com relatos de que parte da delegação estaria sendo privada de água, alimentos e medicamentos, o que configuraria violação a normas internacionais de direitos humanos e ao direito humanitário que protege missões civis e de ajuda humanitária.
As audiências judiciais para análise das ordens de detenção do grupo estão sendo realizadas neste sábado (4). A equipe da deputada acompanha o caso e aguarda o resultado das sessões.
Em nota, a assessoria exigiu que o governo de Israel liberte imediatamente os brasileiros detidos e afirmou que novas informações serão divulgadas assim que disponíveis.
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Fábio de Oliveira Ribeiro
5 de outubro de 2025 9:43 amO que Lula está esperando para convocar os representantes diplomáticos israelenses e dar-lhes um ultimato? “Ou Israel devolve a refém brasileira ou vocês mesmos serão enjaulados na Papuda.” Chega de contemporizar com nazisionistas fdp.
Jose de Almeida Bispo
5 de outubro de 2025 10:26 amE a pistolagem de Netanyahu está lá preocupada com direitos humanos? Pol Pot II. Morro de medo de fracos, de força e de caráter, com poder militar nas mãos.