O governo dos Estados Unidos considera reduzir drasticamente a cooperação com serviços de inteligência e o fornecimento de armas à Ucrânia como uma tática de pressão para forçar o país a aceitar um acordo de paz com a Rússia. O objetivo da Casa Branca, conforme apurado pela agência internacional de notícias Reuters, é sinalizar a Kiev que o apoio militar não é ilimitado, intensificando a necessidade de negociação para um cessar-fogo definitivo. A medida, que representa uma mudança significativa na política externa americana, visa acelerar o fim do conflito, que já se arrasta por longo período.
Em meio a essa pressão, a Reuters também divulgou os termos do plano de paz que estabelece um cronograma para a solução do conflito no Oriente Médio, prevendo a libertação de reféns e o desarmamento gradual das facções. Entre os pontos principais da proposta, estão:
- Início da trégua e libertação de um grupo de reféns, em troca de prisioneiros ligados ao grupo militar adversário, além da retirada gradual das forças de áreas populosas e aumento da ajuda humanitária.
- O acordo evoluiria para um cessar-fogo permanente, seguido pelo desarmamento progressivo das facções e o início das discussões sobre a reconstrução e a segurança de longo prazo na região.
- A reconstrução abrangente dos territórios afetados, o retorno de todos os habitantes desalojados e a criação de uma estrutura de governação interina para garantir a estabilidade e o desenvolvimento econômico.
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