10 de junho de 2026

Inflação ao consumidor na China acelera e reforça sinais de recuperação econômica

Inflação ao consumidor acelera e atinge seu maior patamar em quase três anos, apontando fortalecimento da demanda interna
Imagem: Pixabay

Inflação ao consumidor na China subiu 0,8% em dezembro, maior nível desde fevereiro de 2023, segundo dados oficiais.
Núcleo da inflação avançou 1,2%, mostrando melhora gradual do consumo doméstico e espaço para novos estímulos.
FMI projeta crescimento de 5% em 2025; mercado reage com alta e índice Shanghai Composite atinge máxima de 10 anos.

Esse resumo foi útil?

Resumo gerado por Inteligência artificial

A inflação ao consumidor na China registrou, em dezembro, o ritmo mais forte em quase três anos, sinalizando estabilização gradual da economia após a adoção de medidas de estímulo para fortalecer a demanda interna.

Siga o Jornal GGN no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo

Seguir no Google

O índice de preços ao consumidor (CPI) subiu 0,8% na comparação anual, acima dos 0,7% registrados em novembro, alcançando o maior nível desde fevereiro de 2023, segundo dados divulgados pelo site China Daily, com base em dados oficiais divulgados pelo National Bureau of Statistics (NBS).

Analistas atribuem o avanço ao impacto das políticas de incentivo ao consumo e à antecipação de gastos antes do feriado do Ano Novo Lunar.

O núcleo da inflação — que exclui alimentos e energia — avançou 1,2%, mantendo-se acima de 1% pelo quarto mês consecutivo, o que indica melhora gradual dos fundamentos do consumo doméstico.

Apesar do avanço do CPI, a inflação segue considerada moderada, abrindo espaço para novos estímulos. Economistas avaliam que o governo chinês ainda pode lançar mão de cortes no compulsório bancário e nos juros, além de políticas direcionadas ao fortalecimento da demanda interna e à inovação tecnológica.

O desempenho mais positivo dos indicadores inflacionários ocorre em paralelo à revisão para cima das projeções de crescimento da China por organismos internacionais como o FMI, que estima expansão de 5% em 2025 e 4,5% em 2026. O mercado financeiro reagiu com alta das ações, e o índice Shanghai Composite atingiu o maior patamar em dez anos.

Já o índice de preços ao produtor (PPI) continuou em queda, com recuo anual de 1,9%, embora em desaceleração, o que, segundo analistas, indica recuperação gradual da atividade industrial.

Redação

Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Mais lidas

As mais comentadas

Colunistas

Ana Gabriela Sales

Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...

Carla Castanho

Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

...

Faça login para comentar ou registre-se.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Recomendados para você

Recomendados