10 de junho de 2026

Caso Banco Master: Gonet arquiva pedido de impedimento e suspeição contra Dias Toffoli

Solicitação da oposição citava viagem do ministro do STF em avião particular com advogado ligado ao banco
Foto: Secom/PGR

Procurador-geral Paulo Gonet arquivou pedido de impedimento de ministro Toffoli no caso Banco Master.
Pedido foi feito por deputados que alegaram conflito de interesse após viagem de Toffoli com advogado do banco.
PGR ainda analisa outro pedido de suspeição contra Toffoli, e ministro pode remeter investigação à primeira instância.

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Resumo gerado por Inteligência artificial

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, decidiu arquivar um dos pedidos apresentados pela oposição que solicitavam o impedimento e a suspeição do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), no âmbito das investigações envolvendo o Banco Master.

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A representação foi protocolada pelos deputados federais Adriana Ventura (Novo-SP), Carlos Jordy (PL-RJ) e Caroline de Toni (PL-SC). Os parlamentares alegaram possível conflito de interesses após a divulgação de que Toffoli teria viajado em um avião particular ao lado de um dos advogados que representam executivos do Banco Master.

Ao justificar o arquivamento, Gonet afirmou que o episódio citado já está sob apuração no próprio Supremo, com acompanhamento regular da Procuradoria-Geral da República (PGR). “O caso a que se refere a representação já é objeto de apuração perante o Supremo Tribunal Federal, com atuação regular da Procuradoria-Geral da República. Não há, portanto, qualquer providência a ser adotada no momento”, declarou.

Além desse pedido já arquivado, a PGR ainda analisa outra solicitação mais recente, apresentada pelo senador Eduardo Girão (Novo-CE), que questiona a suspeição das decisões proferidas por Toffoli no caso envolvendo o Banco Master.

O ministro também avalia a possibilidade de remeter a investigação à primeira instância, segundo informações já divulgadas anteriormente.

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Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É repórter do GGN desde 2022.

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  1. AMBAR

    23 de janeiro de 2026 1:56 pm

    Esse assunto tem soluções bastante interessantes:
    1- O Toffoli se declara impedido e faz-se um novo sorteio para redistribuição.
    2- O Toffoli entra em licença médica e é substituido
    3- O Toffoli pede pra sair – se aposenta.
    4- O caso desce para a primeira instância, e daí a certeza da impunidade e o alívio de Toffoli
    Na hipótese de o Toffoli surtar e pedir pra sair, Lula receberá o presente de poder nomear um novo ministro.
    Considerando-se, outrossim, que não só o Toffoli como também o Gilmar e o Zanin estão na rota, além da obrigatória aposentadoria da Carmen Lúcia, Lula poderá ter até 4 vagas em aberto para recompor o colegiado. Diante desse quadro é melhor sorrir nervosamente mas manter o coração calmo.
    A pior das hipóteses é o evento de um novo sorteio e a possibilidade de o processo ir parar na mão de um Fuchs, por exemplo.

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