16 de junho de 2026

OTAN intercepta míssil iraniano, EUA afundam navio de Teerã e guerra se expande para o Índico

No 5º dia de guerra, Aliança Atlântica entra na defesa aérea contra o Irã, Israel invade o sul do Líbano e EUA afundam navio iraniano
Reprodução

▸ Turquia usou sistema de defesa da OTAN para interceptar míssil iraniano na fronteira, sem vítimas em Dörtyol, Hatay.

▸ EUA afundaram navio militar iraniano no Oceano Índico, perto do Sri Lanka, causando 80 mortos e dezenas de feridos.

▸ Israel iniciou incursão no sul do Líbano; Teerã adia funeral de Khamenei e busca sucessor em meio ao conflito.

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Resumo gerado por Inteligência artificial

O quinto dia de hostilidades no Oriente Médio marcou uma escalada internacional do conflito nesta quarta-feira (4), com a entrada direta de sistemas de defesa da OTAN na contenção de ataques iranianos e a expansão das operações navais para o Oceano Índico. Enquanto Israel inicia incursões terrestres no sul do Líbano, os Estados Unidos confirmaram o afundamento de uma embarcação de guerra de Teerã na costa do Sri Lanka.

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Interceptação na fronteira turca

O Ministério da Defesa da Turquia confirmou que utilizou um sistema de defesa da Aliança Atlântica para neutralizar um artefato disparado pelo Irã. “Um míssil balístico, lançado do Irã e detectado em direção ao espaço aéreo turco após cruzar o espaço aéreo iraquiano e sírio, foi interceptado e neutralizado em tempo hábil por elementos de defesa aérea e antimíssil da OTAN posicionados no Mediterrâneo Oriental”, informou o governo de Ancara.

Destroços da interceptação caíram no distrito de Dörtyol, na província de Hatay, sem deixar vítimas. Em nota, a Turquia reforçou que tomará medidas firmes para defender seu território: “Lembramos que nos reservamos o direito de responder a qualquer atitude hostil contra o nosso país”. A porta-voz da OTAN, Allison Hart, declarou que a Aliança se solidariza com os aliados diante dos “ataques indiscriminados” de Teerã.

Ofensiva naval e baixas no Irã

No Oceano Índico, o secretário de Guerra dos EUA, Pete Hegseth, reivindicou um ataque de submarino que resultou no naufrágio de um navio militar iraniano próximo ao Sri Lanka. A operação deixou ao menos 80 mortos e dezenas de feridos, conforme balanço preliminar das autoridades cingalesas. “Os EUA afundaram um navio de guerra iraniano no Oceano Índico”, afirmou Hegseth, detalhando o uso de torpedos na ação.

Em solo iraniano, a situação humanitária se agrava. Dados da agência Human Rights Activists News Agency (HRANA) apontam que 1.097 civis morreram desde o início dos bombardeios, no último sábado (28). O governo americano estima que a mobilização na região já conta com 50 mil soldados e 200 jatos, na maior operação militar no Oriente Médio em décadas.

Incursão no Líbano e sucessão em Teerã

Em outra frente, as Forças de Defesa de Israel (FDI) cruzaram a fronteira libanesa e entraram na cidade de Khiam. O comando militar israelense ordenou a evacuação imediata de residentes do sul do Líbano, instruindo o deslocamento para o norte do rio Litani.

Em Teerã, o conselho de aiatolás tenta reorganizar a cúpula do poder após a morte do líder supremo Ali Khamenei. O funeral, inicialmente previsto para esta quarta (4), foi adiado, enquanto o colegiado busca definir um sucessor para o comando do país em meio ao estado de guerra.

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Ana Gabriela Sales

Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

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Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...

Carla Castanho

Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

2 Comentários
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  1. Rui Ribeiro

    4 de março de 2026 1:39 pm

    Deve ser um míssil fake, oco como o santo do pau oco Nikolas, caroneiro do Vorcaro, a fim de que U$A e U$rael gastem seus sistemas de defesa inutilmente

  2. Rui Ribeiro

    4 de março de 2026 1:47 pm

    Se todos os dispositivos em modo standby (espera) no mundo ficassem ligados ininterruptamente, estimativas sugerem que isso consumiria cerca de 1% a 2% de toda a energia elétrica produzida no mundo.
    Essa “energia fantasma” ou “vampira” representa uma quantidade expressiva do consumo energético global.
    Detalhes sobre o Impacto

    Consumo Global: Estudos da Agência Internacional de Energia (IEA) indicaram anteriormente que o modo standby é responsável por aproximadamente 1% das emissões globais de CO2 e uma parte significativa do consumo de energia em países da OCDE.
    Desperdício Residencial: Em residências, o standby pode representar de 3% a 10% (podendo chegar a 20% em alguns casos) do consumo de energia, especialmente com a proliferação de dispositivos inteligentes.
    Quantidade de Energia: Relatórios indicaram que o modo standby desperdiça cerca de 400 terawatt-horas (TWh) de eletricidade anualmente, o que equivale ao consumo de energia do Reino Unido e da Noruega juntos por um ano.
    O que causa: Aparelhos como televisores, computadores, modems, consoles de videogame e carregadores deixados na tomada, mesmo desligados ou carregados, continuam consumindo energia para funções como relógios, redes de monitoramento ou apenas “vazamento” de corrente.

    Embora a eficiência dos dispositivos esteja melhorando, o número crescente de equipamentos eletrônicos ligados continuamente mantém o impacto do standby alto.

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