O quinto dia de hostilidades no Oriente Médio marcou uma escalada internacional do conflito nesta quarta-feira (4), com a entrada direta de sistemas de defesa da OTAN na contenção de ataques iranianos e a expansão das operações navais para o Oceano Índico. Enquanto Israel inicia incursões terrestres no sul do Líbano, os Estados Unidos confirmaram o afundamento de uma embarcação de guerra de Teerã na costa do Sri Lanka.
Interceptação na fronteira turca
O Ministério da Defesa da Turquia confirmou que utilizou um sistema de defesa da Aliança Atlântica para neutralizar um artefato disparado pelo Irã. “Um míssil balístico, lançado do Irã e detectado em direção ao espaço aéreo turco após cruzar o espaço aéreo iraquiano e sírio, foi interceptado e neutralizado em tempo hábil por elementos de defesa aérea e antimíssil da OTAN posicionados no Mediterrâneo Oriental”, informou o governo de Ancara.
Destroços da interceptação caíram no distrito de Dörtyol, na província de Hatay, sem deixar vítimas. Em nota, a Turquia reforçou que tomará medidas firmes para defender seu território: “Lembramos que nos reservamos o direito de responder a qualquer atitude hostil contra o nosso país”. A porta-voz da OTAN, Allison Hart, declarou que a Aliança se solidariza com os aliados diante dos “ataques indiscriminados” de Teerã.
Ofensiva naval e baixas no Irã
No Oceano Índico, o secretário de Guerra dos EUA, Pete Hegseth, reivindicou um ataque de submarino que resultou no naufrágio de um navio militar iraniano próximo ao Sri Lanka. A operação deixou ao menos 80 mortos e dezenas de feridos, conforme balanço preliminar das autoridades cingalesas. “Os EUA afundaram um navio de guerra iraniano no Oceano Índico”, afirmou Hegseth, detalhando o uso de torpedos na ação.
Em solo iraniano, a situação humanitária se agrava. Dados da agência Human Rights Activists News Agency (HRANA) apontam que 1.097 civis morreram desde o início dos bombardeios, no último sábado (28). O governo americano estima que a mobilização na região já conta com 50 mil soldados e 200 jatos, na maior operação militar no Oriente Médio em décadas.
Incursão no Líbano e sucessão em Teerã
Em outra frente, as Forças de Defesa de Israel (FDI) cruzaram a fronteira libanesa e entraram na cidade de Khiam. O comando militar israelense ordenou a evacuação imediata de residentes do sul do Líbano, instruindo o deslocamento para o norte do rio Litani.
Em Teerã, o conselho de aiatolás tenta reorganizar a cúpula do poder após a morte do líder supremo Ali Khamenei. O funeral, inicialmente previsto para esta quarta (4), foi adiado, enquanto o colegiado busca definir um sucessor para o comando do país em meio ao estado de guerra.
Rui Ribeiro
4 de março de 2026 1:39 pmDeve ser um míssil fake, oco como o santo do pau oco Nikolas, caroneiro do Vorcaro, a fim de que U$A e U$rael gastem seus sistemas de defesa inutilmente
Rui Ribeiro
4 de março de 2026 1:47 pmSe todos os dispositivos em modo standby (espera) no mundo ficassem ligados ininterruptamente, estimativas sugerem que isso consumiria cerca de 1% a 2% de toda a energia elétrica produzida no mundo.
Essa “energia fantasma” ou “vampira” representa uma quantidade expressiva do consumo energético global.
Detalhes sobre o Impacto
Consumo Global: Estudos da Agência Internacional de Energia (IEA) indicaram anteriormente que o modo standby é responsável por aproximadamente 1% das emissões globais de CO2 e uma parte significativa do consumo de energia em países da OCDE.
Desperdício Residencial: Em residências, o standby pode representar de 3% a 10% (podendo chegar a 20% em alguns casos) do consumo de energia, especialmente com a proliferação de dispositivos inteligentes.
Quantidade de Energia: Relatórios indicaram que o modo standby desperdiça cerca de 400 terawatt-horas (TWh) de eletricidade anualmente, o que equivale ao consumo de energia do Reino Unido e da Noruega juntos por um ano.
O que causa: Aparelhos como televisores, computadores, modems, consoles de videogame e carregadores deixados na tomada, mesmo desligados ou carregados, continuam consumindo energia para funções como relógios, redes de monitoramento ou apenas “vazamento” de corrente.
Embora a eficiência dos dispositivos esteja melhorando, o número crescente de equipamentos eletrônicos ligados continuamente mantém o impacto do standby alto.