Desde João Baptista Figueiredo, o país não testemunha uma autoridade da República tão sem noção sobre os procedimentos no cargo. Figueiredo era aquele que chamava manifestante para briga, que não deixava ataque sem resposta, que prendia e arrebentava.
Barbosa é outro sem noção. Abre o bate-boca com João Paulo Cunha, pretende ensinar o que a imprensa deve publicar e termina a entrevista com esse clássico: “Não faz parte dos meus hábitos, nem dos meus métodos de trabalho ficar de conversinha com réu”.
Lembra as donas de casa da minha infância, as comadres contando uma para a outra como não levavam desaforo para casa.
Respostas como esta, mais a supina bobagem de considerar a ironia com seu “rolesinho em Paris” como atentória às práticas civilizatórias, não deixam margem a dúvidas.
Como estudioso, Barbosa trouxe enorme contribuição ao direito das minorias, com suas teses sobre a exposição de pessoas ao ridículo. Antes, considerava-se que uma pessoa poderia autorizar que um programa de TV, por exemplo, a expusesse ao ridiculo. Barbosa mostrou que não: ao se expor ao ridículo, a pessoa estaria expondo todos os que estivessem na sua condição. Por isso não teria esse direito.
Seria importante que estendesse sua teoria à figura do presidente do STF. Expondo-se, Barbosa está expondo a instituição presidência do STF ao ridículo.
‘Pessoas condenadas por corrupção devem ficar no ostracismo’, reage Barbosa
- Ministro comentou críticas do deputado João Paulo Cunha (PT-SP) à decisão de sair de férias sem expedir ordem de prisãoVIVIAN OSWALD, CORRESPONDENTE(EMAIL·FACEBOOK·TWITTER)
LONDRES – Sem confirmar se assinaria ou não já na semana que vem o mandado de prisão do deputado João Paulo Cunha (PT-SP), o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, reagiu nesta segunda-feira às críticas do deputado, condenado por envolvimento no mensalão, à atuação dele no caso.
Em entrevista ao jornal “Folha de S. Paulo”, João Paulo criticou Barbosa por ter saído de férias, sem expedir o seu mandado de prisão. Disse que Barbosa fez “pirotecnia para ter mais dois minutos de repercussão”. O parlamentar foi condenado a 9 anos e quatro meses, por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e peculato.
Segundo Barbosa, pessoas condenadas por corrupção têm ficar no ostracismo e não deveriam ter espaço na imprensa.
— Pessoas condenadas por corrupção devem ficar no ostracismo. Faz parte da pena. Acho que a imprensa brasileira presta um grande desserviço ao país ao abrir suas páginas nobres a pessoas condenadas por corrupção — disse o presidente do STF, ainda na estação de trem, ao desembarcar em Londres, onde permanece até quinta-feira.Barbosa ainda disse que não entraria em discussão com um réu julgado pelo Supremo.
— Esse senhor foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal, pelos 11 ministros do STF. Não tenho costume de dialogar com réu. Não falo com réu — destacou Barbosa, que ainda completou:
— Não faz parte dos meus hábitos, nem dos meus métodos de trabalho ficar de conversinha com réu
JorgeLuis
27 de janeiro de 2014 5:50 pmAh se o STF tivesse teste
Ah se o STF tivesse teste psicológico como o Itamaraty…
Andre Sanchez
27 de janeiro de 2014 5:56 pmPela primeira vez o Barbosa falou uma coisa correta!
Se tem uma coisa que eu tenho dito é:
Por que a mídia e os coxinhas não param de falar nos petistas CONDENADOS e PRESOS e passam a se preocupar mais com os canalhas que ficam contando estória pra boi dormir pra encobrir falcatruas com transporte público, ISS etc???
Boa tarde!
Osvaldo Ferreira
27 de janeiro de 2014 6:00 pmNa próxima dirá que o
Na próxima dirá que o degredo, esquartejamento e salgamento também fazem parte da pena. É um sem noção total!
Francy Lisboa
27 de janeiro de 2014 6:18 pmO pior é ver gente aplaudindo
O pior é ver gente aplaudindo o rapaz. Ele fala em “glorificação” dos réus. Pois boa dose disso vem de fatos como manter em regime fechado ´reu condenado a regime aberto; ignorar laudos; enfim, tudo aquilo que já sabemos. Mas o comentarista Andre Sanche está corretissimo em sua colocação. Por que não deixar de falar em “Mensalão” e se preocupar com outras falcatruas? A tergevisação é algo poderosissimo, veja o caso dos “acordados” que bradam contra a corrupção, mas só na esfera federal. DValenteD? Nunca viram mais gordo!
josé lima
27 de janeiro de 2014 6:19 pmBa(r)boseira
Presidente Lula, que Ba(r)boseira o senhor fez!
Essa famigerada nomeação nunca se justificará, posto que, representou um verdadeiro atentado à Democracia brasileira.
Diogo Costa
27 de janeiro de 2014 6:58 pmNem a pau Juvenal
Não culpe Lula pelo golpismo do verdugo. Seria o mesmo que culpar Allende e não o golpista Pinochet. Seria o mesmo que culpar João Goulart e não os golpistas de 64.
Quem tem que ser cobrado é quem se torna golpista, caso de Barbosa, não o ex presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Quintela
28 de janeiro de 2014 3:36 amLula aprendeu que o STF não
Lula aprendeu que o STF não tem espaço para cotas raciais…
Schell
27 de janeiro de 2014 6:26 pmPois, como cidadão, o sr. JB
Pois, como cidadão, o sr. JB tem a obrigação de falar com todas as pessoas: condenadas ou não. Só essa sua frase – de “efeito” -, em si, é motivo suficiente para o início de seu “impichamento” pelo Senado. Mas, sabemos todos, o senado simplesmente não existe no Brasil. Pobre país.
antonio francisco
27 de janeiro de 2014 7:54 pmUnicameralismo, então.
De fato, o Senado age como se não existisse mesmo, e por causa disto fiquei muitíssimo entusiasmado com uma proposição do então deputado Paim de que o congresso brasileiro fosse unicameral, não tivesse Senado.
O próprio Paim, hoje senador, confessa, durante a tramitação de um projeto de reajuste de aposentados:
Acho que é possível votar a matéria aqui no Senado, acompanhando a votação quase unânime na Câmara. Confesso que, numa época, cheguei a ser defensor do Congresso unicameral.
http://www.senadorpaim.com.br/verDiscurso.php?id=511
Acho que um dia o país conseguirá se livrar do Senado.
Briguilino
27 de janeiro de 2014 6:45 pmA resposta de João Paulo Cunha
Deveria ser esta: http://blogdobriguilino.blogspot.com.br/2014/01/joaquim-barbosa-nao-faz-parte-dos-meus.html
Para ser educado. Fosse eu seria mais ou menos assim +)*¨$@”!#%&(_
Luciano Prado
27 de janeiro de 2014 7:30 pmA resposta
Joaquim Barbosa – “Não faz parte dos meus hábitos, nem dos meus métodos de trabalho ficar de conversinha com réu”
João Paulo Cunha: Faz parte da minha vida a transparência. Meus sigilos estão a disposição de quem queira analisar. Quero ver os que me condenaram colocarem os deles a disposição do povo brasileiro. Eu não tenho apartamento comprado por 20 dólares através de empresa com sede em apartamento funcional não.
Gardenal
27 de janeiro de 2014 6:46 pmNum tempo muito mais próximo
Num tempo muito mais próximo e célere do que esse sujeito espera ele estará frequentando, com o mais retumbante e ensurdecedor silêncio, o mesmo ostracismo e anonimato já reservados às escórias ex-PGRs Antônio e Gurgel.
Maria Izabel L Silva
27 de janeiro de 2014 6:48 pmPassa a mordaça ministro.
Passa a mordaça ministro. Enfie um pano na boca dos condenados, jogue-os num poço profundo e tampe. Só assim eles vão se calar. Caso contrario, vai faltar imprensa para denunciar a farsa montatda por vossa majestade, com saudade da Bastilha.
luis sergio de faria
27 de janeiro de 2014 6:50 pma imbecilidade dele nao tem fim
gostaria de saber aonde andava joaquim barbosa na ditadura tava na flor da juventude, sera que esse infeliz contribuiu lutou pela democracia como genoino, dirceu e joao paulo que e mais novo, gostaria de saber por onde ele andava, so na cabeça dele que genoino e dirceu vai ficar no ostracismo .ele é pior do que eu pensava muito pior
Diogo Costa
27 de janeiro de 2014 7:04 pmO parasita de toga estava aí no tempo da ditadura militar:
Na ditadura Barbosa andava no cargo de Oficial de Chancelaria, onde trabalhou para o ex Ministro de Relações Exteriores, Antônio Francisco Azeredo da Silveira, primo do pai de Eduardo Azeredo, criador do Mensalão do PSDB.
MThereza
27 de janeiro de 2014 8:40 pmGratidão é uma bela vitude…
Gratidão é uma bela vitude…
nilccemar
27 de janeiro de 2014 10:44 pmLogo no começo do julgamento,
Logo no começo do julgamento, tinha uma biografia dele na wikipedia que mencionava ter ele recebido ajuda de uma autoridade onde trabalhava, mas parece que ele ainda era menor. Dizia que ele cantava em inglês, enquanto lavava banheiros, e alguém importante lá no pedaço o ouviu, ficou encantado e o ajudou. Depois foi retirada essa informação, que não identificava quem seria o tal padrinho.
AlvaroTadeu
28 de janeiro de 2014 1:24 amA “boquinha” de Barbosa.
Caro Luís, até onde eu soube, na Ditadura, Barbosa trabalhava na Gráfica do Senado, que era um dos símbolos da corrupção do país. Ah, ele não prestou concurso público para aquela “boquinha”. Precisa ver quem o nomeou. Isso a imprensa não explicou.
Celso Junqueira
27 de janeiro de 2014 6:58 pmSr. Barbosa: e quem espanca
Sr. Barbosa: e quem espanca mulher, deve ficar onde?
Válber Almeida
27 de janeiro de 2014 7:13 pmEm análise do discurso,
Em análise do discurso, aprendemos a ler os discursos como manifestação, dentre outras, da herança social do indivíduo. Aprendemos que o discurso é, em si, um fato social porque revela heranças culturais, históricas e sociais que influenciam fortemente a personalidade e a ação do indivíduo. Um analista do discurso poderia concluri que os discursos do JB, juntamente com as suas ações, são reveladores não somente de uma herança social associada à pobreza, mas também de todo um conjunto de traumas associados à condição social de criança pobre e negra. Ele não somente sente a necessidade de se autoafirmar constantemente, mas também de impedir que qualquer crítica a sua pessoa, pública, fique sem resposta, porque parece temer que suas misérias e limitações atuais sejam expostas e que isso lhe traga, novamente, sofrimentos, incertezas e inseguranças tal como em sua remota infância. Esta busca de autoafirmação é clara na parte em que diz que não discute com condenados por corrupção. Aliás, ele só sabe discutir, mas não sabe debater, nem com condenados nem com não condenados, o que evidencia a sua insegurança. Em outras palavras, ao que parece, Joaquim Barbosa é um homem de personalidade traumatizada, vive a lutar contra a sua infância, mas isso, contraditoriamente, o infantiliza, o mantém num ciclo que não lhe permite emergir de modo maduro para enfrentar e resolver as grandes questões jurídicas que a função que exerce lhe exige. Pelas suas ações, dá a se entender que os seus escritos sobre minorias são mais formas de sublimar o seu passado do que de resolver questões coletivas importantes, por isso, ele ficou nisso. Por este critério, a própria condenação dos réus do mensalão podem ser vista, psicologicamente, como uma forma de tentar sublimar de uma vez por todas todo o sofrimento e preconceito que enfrentou na vida e ser aceito como membro do Partido Alto. Outros grandes temas jurícos ele não compreende e nem é capaz de se abrir para compreender. Daí porque ele já enxovalhou e envergonhou mais do que o Gilmar Mendes a justiça brasileira, e tende a fazer muito mais.
José Nunes Guerreiro
27 de janeiro de 2014 7:14 pmE quem pratica julgamentos
E quem pratica julgamentos injustos, arbitrários e tirânicos, deve ficar onde?
josé maria de souza
27 de janeiro de 2014 7:18 pmjoaquima barbosa
A reação (autoritarismo explícito) do joaquim mostra que as críticas o estão atingindo. E, aproveitando, quem é o senhor que aparece ao seu lado em duas fotos, aparentemente em ocasiões diferentes, uma delas no rolezinho na galeria Lafayette? É algum guarda-costas?
josé maria
Luciano Prado
27 de janeiro de 2014 7:25 pmBarbosa tem desejos quanto aos “seus” réus.
Barbosa está ou é um doente, desequilibrado mental.
Há em tudo que diz e faz um ódio incomensurável. Escolhe de público os alvos para seu ódio.
Não se contenta com a pena imposta ao “seu” réu. Há que esquartejá-lo, salgá-lo e expô-lo em praça pública. Isso é doença.
Onde já se viu um magistrado – notadamente o da mais alta Corte do país – sair por aí alterando conceitos quanto às funções e objetivos da pena?
Só um desajustado para tratar de seu um réu e ter desejos quanto à forma de cumprimento da pena dele.
nilccemar
27 de janeiro de 2014 10:31 pmÉ mesmo. Acho que ele
É mesmo. Acho que ele acalenta o sonho de exibir SEUS réus nús, sendo puxados por coleira. Ilustraria suas palestras pelo mundo civilizado. Viu isso sendo feito em videos, com prisioneiros de guerra norte-americanos, e achou bem legal.
Cristiana Castro
27 de janeiro de 2014 7:35 pmJb tá tão nervoso que acho
Jb tá tão nervoso que acho melhor ninguém contar pra ele que desde que ele viajou que tá rolando uns “rasta toga” direto no STF; o bagulho vai até o outro dia de manhã e os ministros tomam café lá Trincheira da Resistência. O STF paga pra cada um R$ 85,90 por uma média c/ pão na chapa. Afinal, tudo pela causa e o pessoal precisa de grana para se manter ali. Com as arrecadações a coisa complicou. Tb é melhor não comentar o fato do pessoal da Trincheira pegar ” emprestado” o sinal do wi-fi e menos ainda o ” gato” que fizeram para poder ter energia. Acho que ele não vai ligar para o fato do pessoal tá usando o banheiro dele e cobrando ingresso, né? Nem é aquele que foi reformado… Calma, Ministro JB, que por aqui tá tudo sob controle.
nilccemar
27 de janeiro de 2014 10:11 pmR$ 85,90 ?
Ora, Cristiana, sabemos que o lanche que fazem não é um lache comum, como eu, você, e os demais mortais fazemos. O deles tem algum ingrediente especial, tipo um chá do daime, que lhes produz um efeito na memória, de modo a poupar os supremos sêres de situações desagradáveis. Bem pudemos acompanhar o efeito deste, quando voltariam do lanche para julgar o mensalão tucano. O indigesto objeto foi, pura e simplesmente, suprimido de suas memórias após tal refeição, como que por milagre. O lanche deles não é banal, deve valer mesmo os 85,90.
Sílvia shgg
27 de janeiro de 2014 11:55 pmBoa noite Nilccemar. Eu sou
Boa noite Nilccemar. Eu sou daimista, membro da religião do Santo Daime. Pelo seu comentário, percebo que você não deve conhecer o Santo Daime, daí a pensar que ele possa causar alterações de memória. Só me dei ao trabalho de fazer este comentário porque me sinto incomodada com o uso do nome do meu sacramento, tão querido e respeitado por todos os daimistas, em vão. É mais para esclarecer o distinto público.
Cristiana Castro
28 de janeiro de 2014 3:28 amMals aê, Silvia, a intenção
Mals aê, Silvia, a intenção era só dar uma zuada básica nos ministros..
nilccemar
28 de janeiro de 2014 3:34 amDesculpe Silvia, não foi essa
Desculpe Silvia, não foi essa minha intenção. Certamente porque sou ignorante no assunto. Pensei na possiblidade de que consumissem algo que alterasse os sentidos, se o que mencionei não provoca isso, eu retiro, e agradeço a informação. Eles devem ter tomado alguma substância ou tipo de droga que desconheço qual seja.
Maria Fulô
27 de janeiro de 2014 7:37 pmWarren Buffet dizia que só
Warren Buffet dizia que só comprava ações de empresas que mesmo com um idiota como CEO ainda assim seriam capazes de gerar lucro… porque, completava ele, toda empresa, mais dia ou menos dia, terá um idiota como CEO. O STF achou o seu…
Diogo Costa
27 de janeiro de 2014 7:37 pmA psicopatia de um demagogo populista
Este fascista que por ora ocupa o cargo de presidente do STF demonstra a cada dia que passa o tamanho do seu complexo de inferioridade. É um coitado, para a história do Brasil ele jamais passará de um lixo, de um fétido material orgânico, nem sequer chegará a constar em notas de rodapé (quem sabe em algum manual de psiquiatria). Este pústula togado, insignificante e golpista, quer apagar por decreto a memória do povo brasileiro a respeito de José Dirceu, de José Genoíno, de João Paulo Cunha e do Partido dos Trabalhadores! NUNCA vai conseguir isto, e é por isso que este platelminto fica a cada dia mais amargo e reacionário.
Quem lembra dos nomes dos juízes que mandaram enforcar e esquartejar Tiradentes? Quem lembra dos nomes dos juízes que negaram Habeas Corpus para Olga Benário, selando seu trágico fim na Alemanha Nazista? Quem lembra do nome dos juízes que colocaram Mandela na cadeia durante 27 anos? Quem lembra do nome destes imbecis que um dia fizeram uso da toga para chancelar arbitrariedades? São vermes e estão hoje e para todo o sempre na lata de lixo da história. São ratos que o povo brasileiro abomina, que o povo brasileiro rejeita até não poder mais. Barbosa é um ser microscópico, um parasita que alimenta sua insignificância encima do PT, um parasita que se nutre encima de figuras históricas do PT para mostrar ao mundo que existe.
Sem José Dirceu e o PT o verdugo togado não é nada, é um zero completo, um ser minúsculo que o povo só conhecia antes em função das “dores nas costas” tratadas na Alemanha, dos colossais atrasos nos processos e da incompetência. É um ser desprezível, patético, cuja psicopatia patológica se avoluma a cada dia. Se tivesse vergonha na cara, coisa que nunca teve, este minúsculo e insignificante cidadão deveria voltar do rolé em Londres e Paris (pago com dinheiro público) e se candidatar a presidência da república! Na campanha este infeliz filhote da Rede Globo terá tempo suficiente para mostrar ao povo como é que se compra um apartamento em Miami, abrindo uma empresa off-shore com sede em seu próprio apartamento funcional de ministro do STF…
Joaquim Barbosa hoje é a voz do fascismo, é a voz da raiva, do ódio e da vingança de setores fracassados contra o Partido dos Trabalhadores. É um psicopata, pior até do que Gilmar Dantas. Porque este infeliz parasita não larga a toga e enfrenta as urnas? Venha para as eleições, caro verdugo, o povo brasileiro o aguardará ansiosamente, e, como sempre fez, saberá retribuir na justa medida as ações de um relés Joaquim Silvério dos Reis. Barbosa é um demagogo populista de extrema direita, e a dor lancinante que sente é porque restará a ele o ostracismo e o opróbrio de alguém que chefiou uma tacanha e sinistra tentativa de golpe branco de estado.
Os dirigentes do PT estão definitivamente na memória coletiva do povo brasileiro, a história do Brasil é impossível de ser contada sem a presença destes lutadores sociais, em contraposição aparece o platelminto de toga, insignificante, e que a cada dia que passa receberá o ódio do povo e, depois disso, o esquecimento completo e absoluto.
Maria Luisa
27 de janeiro de 2014 8:42 pmRei Sol
A AP 470 com a alcunha escandalosa de mensalão, caiu do céu para o então desconhecido e ambicioso Joaquim Barbosa. José Dirceu, enquanto réu, o retirou do ostracismo, deu a ele uma existência no cenario politico brasileiro e isso era tudo o que ele queria. Aquela briga que teve com Gilmar Mendes, nada era mais que ciumes ou inveja, por ver o colega aparecer tanto na imprensa, quando presidente do STF.
Psicopatia ou não, jamais pensei ouvir de um Ministro do Supremo tamanha falta de decoro. De fato, estamos lidando com um sujeito perigoso, pois além de muito ambicioso e pretencioso, não conhece limites. Eh a incarnação de Luis XVI, porém bem menos nobre. Diria mesmo, sem nobreza alguma.
MThereza
27 de janeiro de 2014 8:50 pmNesse vc arrasou. E definiu,
Nesse vc arrasou. E definiu, sem apelação, o que é jb.
nilccemar
27 de janeiro de 2014 10:39 pmÉ. Ele parece mesmo superar
É. Ele parece mesmo superar Gilmar Mendes nas virtudes, porque pelo menos Gilmar foi indicado por FHC e lhe é fiel. Acho que essa é a diferença que faz com que o usuário da Prada supere o outro, que parecia insuperável.
CELSO ORRICO
27 de janeiro de 2014 7:42 pmsobre isso..
sobre isso ele não fala..
Assim caminha a impunidade
27/01/2014 03h00 Mais opções
Meio na surdina, como convém a processos do alto tucanato, a Justiça livrou mais um envolvido no chamado mensalão mineiro. O ex-ministro e ex-vice-governador Walfrido dos Mares Guia safou-se da acusação de peculato e formação de quadrilha, graças ao artifício de prescrição de crimes quando o réu completa 70 anos. Já se dá como praticamente certa a absolvição, em breve, de outro réu no escândalo. Trata-se de Cláudio Mourão, ex-tesoureiro da campanha do PSDB ao governo mineiro em 1998. Ao fazer 70 anos em abril, Mourão terá direito ao mesmo benefício invocado por Mares Guia.
Vários pesos, várias medidas. Enquanto o chamado mensalão petista foi julgado com celeridade (considerado o padrão nacional) e na mesma, e única, instância suprema, o processo dos tucanos recebe tratamento bastante diferente. Doze anos (isso mesmo, doze!) separam a ocorrência do desvio de dinheiro para o caixa da campanha de Eduardo Azeredo (1998) da aceitação da denúncia (2010). Com o processo desmembrado em várias instâncias, os réus vêm sendo bafejados pelo turbilhão de recursos judiciais.
Daí para novas prescrições de penas ou protelações intermináveis, é questão de tempo. Isso sem falar de situações curiosas. O publicitário Marcos Valério, considerado o operador da maracutaia em Minas, já foi condenado pelo mensalão petista. Permanece, contudo, apenas como réu no processo de Azeredo, embora os fatos que embasaram as denúncias contra o PSDB mineiro tenham acontecido muito antes.
Se na Justiça mineira o processo caminha a passo de cágado, no Supremo a situação não é muito animadora. A ação contra Azeredo chegou ao STF em 2003. Está parada até agora. Diz-se que o novo relator, o ministro Barroso, pretende acelerar os trabalhos para que o plenário examine o assunto ainda este ano. Algo a conferir.
Certo mesmo é o contraste gritante no tratamento destinado a casos similares. Em todos os sentidos. Tome-se o barulho em torno de um suposto telefonema do ex-ministro José Dirceu de dentro da cadeia. Poucos condenam o abuso de manter encarcerado um preso com direito a regime semiaberto. Isso parece não interessar. Importa sim reabrir uma investigação sobre uso de celular, que aliás já havia sido arquivada. Resultado: com a nova decisão, por pelo menos mais um mês Dirceu perde o direito de trabalhar fora da Papuda.
Por mais que se queira, é muito difícil falar de imparcialidade diante de tais fatos, que não são os únicos. As denúncias relativas à roubalheira envolvendo trens, metrô e correlatos, perpetrada em sucessivos governos do PSDB, continuam a salvo de uma investigação séria. Isso apesar da farta documentação colocada à disposição do público nas últimas semanas. Vê-se apenas o jogo de empurra e muita, muita encenação. Alguém sabe, por exemplo, que fim levou a comissão criada pelo governo de São Paulo para supostamente investigar os crimes? Silêncio ensurdecedor. Mesmo assim, cabe manter alguma esperança na Justiça -desde que seja a da Suíça.
*
Depois da operação estapafúrdia na cracolândia e dos acontecimentos nas manifestações de sábado, ou o governador Geraldo Alckmin toma alguma providência para disciplinar suas polícias, ou em breve ele terá aquilo que todo governante sempre deveria temer: um cadáver transformado em mártir.
Ricardo Melo, 58, é jornalista. Na Folha, foi editor de ‘Opinião’, editor da ‘Primeira Página’, editor-adjunto de ‘Mundo’, secretário-assistente de Redação e produtor-executivo do ‘TV Folha’, entre outras funções. Atualmente é chefe de Redação do SBT (Sistema Brasileiro de Televisão). Também foi editor-chefe do ‘Diário de S. Paulo’, do ‘Jornal da Band’ e do ‘Jornal da Globo’. Na juventude, foi um dos principais dirigentes do movimento estudantil ‘Liberdade e Luta’ (‘Libelu’), de orientação trotskista.
Marco St.
27 de janeiro de 2014 7:56 pmJá pensou se o JB fosse
Já pensou se o JB fosse eleito presidente do Brasil?
Em quantas semanas estaríamos em guerra cívil e com mais da metade dos países do planeta?
Parabéns ao setor de rh/psicologia do Itamaraty!
Livrou o Brasil de uma encrenca certa. Dá medo só em pensar.
Pena que o STF não tem o mesmo rigor…
Francisco de Assis
27 de janeiro de 2014 8:11 pmO MAIS PERFEITO ESPECIMEN DE JAGUNÇO
O MAIS PERFEITO ESPECIMEN DE JAGUNÇO
Este é o refrão que sugiro para a cantoria nas ruas.
JOAQUIM BARBOSA
SEU COVARDÃO
VEM CÁ PRÁ RUA
DISPUTAR UMA ELEIÇÃO
Psicopata desvinculado da realidade, e ainda por cima leitor do Globo e da Veja, até deve sonhar que seria coroado Rei Joaquim pelo povo. O problema é que um mero empregado da Casa Grande, e apenas cumpre ordens. E a direita escravocrata brasileira não vai querer trocar do cargo atual o mais perfeito especimen de jagunço que encontrou em mais de 500 anos de história de dominação do Brasil.
É lá no STF, a postos para o golpe a ser tentado em 2014, que ele deve ficar.
Se não conseguirem, pois “maiores são os poderes do povo”, restará a este senhor se arrastar com a sua coluna vergada para a Casa Grande até o final de seu mandato no supremo, prestando mais alguns serviços sujos, tais como manter, em sessões de tortura judicialescas, as suas patas e caninos sobre os “seus” presos petistas, segurando suas cabeças para a Globo exibir como troféu até as eleições, e inocentar seus patrõezinhos mafiosos na corja política do PSDB, DEM e agregados.
Para em seguida se aposentar, mergulhando na mediocridade de um dos rodapés mais fétidos e vergonhosos da história brasileira.
E, quem sabe, virar sócio de Gilmar Mendes na Casa Grande de alguma fazenda do Mato Grosso, para comandar seus jagunços menores, completando a grande metamorfose de sua vida.
Malú
27 de janeiro de 2014 8:57 pmOlha Francisco, o pessoal lá
Olha Francisco, o pessoal lá do STF está mandando dizer para você que praga eles não aceitam, que Joaquim até os 70 anos eles não vão aturar. Pediram para arranjar pro Joaquim qualquer candidatura aqui fora nem que seja para vereador ou inspetor de quarteirão porque eles já não estão mais aguentando o tiranete.
Francisco de Assis
27 de janeiro de 2014 9:36 pmREI MOMO PRIMEIRO E ÚNICO
REI MOMO PRIMEIRO E ÚNICO
Calma gente. É só até o fim do mandato de presidente da Suprema Corte “à” Brasileira, em novembro deste ano.
Que ele não vai suportar o gentleman Lewandowsky no comando. Vai doer muito.
E, além do mais, já foi convidado para ser o Rei Momo Primeiro e Único do Carnaval da Globo, a partir do ano que vem, fazendo par com a Mulata Globeleza..
Paulo F.
27 de janeiro de 2014 11:05 pmFavor não misturar
Carnaval é coisa séria.
Até Momo tem mandato definido! E tudo acaba na Quarta-feira!
MThereza
27 de janeiro de 2014 11:46 pmÔ Malu. Aí já é maldade com
Ô Malu. Aí já é maldade com os moradores do município ou do quarteirão… É melhor darem aposentadoria integral por insanidade ou qualquer outro motivo (eu topo pagar esse preço), para ele ficar comprando chapéu em Miami, morando no apartamento de 10 dólares. Na onda, cassar o passaporte, pra ele nunca mais voltar, nem como globelezo
José Carlos Lima
27 de janeiro de 2014 8:37 pmBarbosa, vc serviu ao Poder Regressista Escravocrata
Barbosa quis dizer que nomes como Zé Genoíno devem ser relegados ao esquecimento pq significariam corrupção, o que não é o caso. Para o povo brasileiros estes que estão sendo vítimas de perseguição não são nomes ruins, pelo contrário, são os verdadeiros construtores deste pais. O problema é que Barbosa ao falar do outro fala de si: O nome dele, Barbosa, sim, provocvam profundo mal estar ao ser dito. O nome dele(Barbosa) sim, será relegado ao ostracismo. Diante de nomes que provocam mal estar e portanto provocam no nosso meio o que eles simbolizam, devem ser citados assim: As iniciais, seguidas do que ele é no seu âmago: JB, spin carrasco.
Barbosa, vc serviu ao Poder Regressista Escravocrata. É vc que deverá ser relegado ao ostracismo. É o seu nome que provoca profundo mal-estar.
Malú
27 de janeiro de 2014 8:44 pmAcho que passei batida
Pois não é que não reparei na sentença dos réus, ali onde diz que eles foram condenados a tantos anos e tantos dias, a pagarem multas e ao… OSTRACISMO. Como é que não vi que eles foram condenados ao ESQUECIMENTO…? Tô ficando muito distraída de uns tempos para cá…
emerson57
27 de janeiro de 2014 10:59 pmesquecimento
quem foi condenado ao esquecimento foi o fegace.
nem precisava ter pedido……..
silvio fernando modé
28 de janeiro de 2014 2:32 pmColaborando: ficou faltando
Colaborando: ficou faltando aquela parte que mandava esquartejar e espalhar os pedaços pela cidade, e salgar o terreno onde existiam as casas dos condenados….
Flávio Furtado de Farias
27 de janeiro de 2014 8:58 pmautoritário o moço, não?
http://partidodaimprensagolpista.wordpress.com/2014/01/27/autoritario-o-moco-nao/
Silvio Andolfato
27 de janeiro de 2014 9:11 pmOstracismo
Realmente o psicotécnico do Itamaraty deveria ter servido para mais que apontar sua inabilidade para exercer funções diplomáticas. Obviamente suas inaptidões vão muito além, podendo se deduzir que inclui a de ser magistrado! Quanto aos seus impropérios e arroubos autoritários, vários profissionais da área de psiquiatria já traçaram seu perfil e mostraram suas falhas de caráter e comportamento. Nada mais a comentar. Mas o tempo mostrará exatamente quem é este sujeito e o que merece: este ostracismo, que não consta das sentenças, mas sim externa sua sede de vingança, será seu legado no futuro.
Zanchetta
27 de janeiro de 2014 9:18 pmQuer dizer que JB chamou réu
Quer dizer que JB chamou réu de RÉU… cada vez mais meu ídolo!
Francisco de Assis
27 de janeiro de 2014 10:09 pmCADA UM TEM O ÍDOLO QUE MERECE
CADA UM TEM O ÍDOLO QUE MERECE
Fala-se que a indignação da Casa Grande foi só por ele ter usado nossos R$ 14.000 de impostos para comprar um chapéu de palhaço, e logo da marca Zanchetta.
Para alguém que quer entrar na Casa Grande a qualquer preço é imperdoável comprar chapéu de palhaço italiano em Paris. Não saber distinguir entre Zanchetta e Zanquet (pronuncia-se fazendo biquinho) é pecado mortal para qualquer membro da Casa Grande.
Zanchetta
28 de janeiro de 2014 1:24 amEle poderia ter dado uma
Ele poderia ter dado uma paradinha em Lisboa para comer uma Bacalhoada…
silvio fernando modé
28 de janeiro de 2014 2:28 pmEle, com certeza, foi jantar
Ele, com certeza, foi jantar no Tour DÁrgent, comedouro predileto do FHC em Paris( pertinho do apartamentinho na Rue Foch do Farol de Alexandria…) pago com seu dinheiro, dos contribuintes….
iron
27 de janeiro de 2014 9:36 pmMas quem inventou o Barbosa é
Mas quem inventou o Barbosa é o mesmo que inventou de trazer a Copa p/ o Brasil.
AlvaroTadeu
28 de janeiro de 2014 1:11 amFeO ou FeS?
Barbosa, triste ferro (Fe++ ou Fe+++ ?), não foi inventado pelo Lula. Lula apenas inventou de botar um preto no STF. Era uma justa homenagem aos nossos irmãos que construíram o Brasil sob chicote e torturas. Só não lhe avisaram que a cor da pele, dos olhos ou do cabelo não garante retidão de caráter a ninguém. Barbosa tinha um excelente currículo. Mas não tinham examinado seu coração fascista e seu intelecto perverso, que só encontra par no Brasil com um tal Fleury, o patrono de todos os torturadores do país. A Copa, figura mesquinha escondida num ferro enferrujado, a Copa é um orgulho para qualquer país. Estados Unidos e África do Sul, Suíça e Chile, Argentina e Inglaterra. Lula trouxe a Copa confiando na paixão dos brasileiros pelo futebol. Apenas não contava com despeitados como você, figuras sinistras que vagam nas páginas malcheirosas da Revista do Esgoto, da Rede dos Bobos, dos jornais que emprestam veículos para assassinos e torturadores, dos jornais que se puseram CONTRA a abolição da escravatura em 1888. A Copa será um sucesso e você, continuará mastigando seu fracasso com seu cérebro mesquinho bajulador dos poderosos, escondido atrás de seu apelido ridículo. Axé, Príncipe dos Coxinhas!
nilccemar
27 de janeiro de 2014 9:50 pmAh, claro. Como se atreve um
Ah, claro. Como se atreve um réu condenado por corrupção ( ! ) dirigir-lhe a palavra ? Ainda se fosse por algo menor, por assassinato ou tráfico de drogas ainda vá lá. O torpe continua usando a torpeza, isso ele não admite em sua retidão de caráter inflexível, principalmente quando está concentrado, comprando roupas na Prada. Não adianta os execrados tentarem se utilizar de recursos pseudamente jurídicos para tentar entabular dialéticas com ele: ele não cai nessa, está sempre vigilante, é o Quincas Vigilante, o Vigilante do PSDB.
Avelino de Oliveira
27 de janeiro de 2014 10:05 pmCaro Nassif e demais
Assim
Caro Nassif e demais
Assim como os torturados, durante o regime militar que eram gigantes, diante dos torturadores, Dirceu, Genoino, Delúbio e João Paulo, deixam o JB, e seus seguidores, num tamanho tal, que nem microscópio de varredura, conseguem localizar.
JB, em sua insanidade, perpetuou os 4.
Saudações
zuleica jorgensen
27 de janeiro de 2014 10:17 pmDe onde JB tirou essa ideia
De onde JB tirou essa ideia estapafúrdia de que o ostracismo faz parte da pena? Quer dizer que um condenado tem que ser extirpado, anulado, esquecido, praticamente desterrado, como se jamais tivesse existido?
Se ele acha mesmo isso, vai se frustrar. Genoíno, Dirceu e os outros condenados do PT serão lembrados por muito mais tempo que ele próprio.
No Brasil não há pena de morte, muito menos pena de morte civil.
nilccemar
28 de janeiro de 2014 3:09 amNo caso de Dreyfus, oficial
No caso de Dreyfus, oficial doEstado-Maior francês, condenado por uma falseta jurídica como o mensalão, somente a vítima passou para a História, e os juizes são tratados apenas como um coletivo de pré-nazistas, nenhum ficou famoso. Talvez o mais famoso juiz-político tenha sido o senador Joseph MacCarthy, que fora juiz antes de se destacar como senador por perseguir artistas e intelectuais, acusando-os de comunistas.
Malú
27 de janeiro de 2014 10:23 pmPois não é que só agora está
Pois não é que só agora está caindo a ficha do Joaquim? Está começando a perceber que eles condenaram heróis. O Joaquim é meio lento mesmo para perceber certas coisas, só é rápido para praticar maldades.
PS: Hoje enviei minha colaboração para o herói Delúbio, outro dia doei para o herói Genoíno, e agora que venha o herói José Dirceu!
Adamastor
27 de janeiro de 2014 10:38 pmNão esquece o Itamar
Reserve uma graninha também pro seu Itamar do fusca, Malu. :o))
ejcs
27 de janeiro de 2014 10:23 pmFigueiredo era um gentleman
Não acho justa a comparação de Barbosa com Figueiredo. Pra mim representam exatamente o oposto: Figueiredo foi o iniciou da transição da ditadura pra democracia e entregou a presidencia a um civil, Barbosa se pudesse seria um ditador maior até que os generais. Figueiredo fez a coisa certa para o país, Barbosa não. Por isso, acho que Figueiredo teve mais integridade do que Barbosa jamais terá.
Jorge Fernandes
27 de janeiro de 2014 11:41 pmInteressante
Na época dizia-se que nos momentos que o generalisso cavalgava seus cavalos, a esposa se divirtia com os cavalariços. Mentira certamente, afinal nunca se ouviu falar que o generalissimo teria espancado a ex-1° dama
Já sobre o juiz que recebe da UFRJ sem trabalhar, existe até um B.O.
francisco bt
28 de janeiro de 2014 11:12 pmUERJ
UERJ
Cunha
27 de janeiro de 2014 10:26 pmDesejo o seu ostracismo.
Desejo o seu ostracismo.
Francisco de Assis
27 de janeiro de 2014 10:36 pmPISCA-PISCA – UMA PERGUNTA PARA O NASSIF
PISCA-PISCA – UMA PERGUNTA PARA O NASSIF
Que a Globo ordenou que alguém não prendesse Roberto Jefferson, e lhe enviasse para prisão domiciliar, depois de algum tempo, quem dúvida ?
Mas não parece que alguém está piscando com João Paulo ? Será também a mando da Globo ?
Segurou um tempão o caso, decidiu pela metade, tentou passar a batata para Carmem e Lewandowsky, e agora vem bater boca com o “réu” pela imprensa, pois apesar de negar-se a fazer tal coisa, é exatamente o que está fazendo.
Será que o João Paulo tem algum segredinho para contar, envolvendo, por exemplo, a Globo, Aécio Neves como presidente da Câmara de 2000 a 2002, a máfia tucana de Minas e seus propinodutos (Aécio R$ 110.000 Azeredo), e a estranha parceria Aécio-Joaquim e seus jantares frequentes em Brasília ?
nilccemar
27 de janeiro de 2014 10:57 pmE Dirceu que foi tão delicado
E Dirceu que foi tão delicado ao recebê-lo, quando bateu à sua porta, pedindo aprovação na indicação. Dirceu também não gosta de fazer isso, não aprova esses métodos, mas mesmo assim o recebeu, porque é um gentleman, e até deve tê-lo atendido, nunca se ouviu falar que foi contra. Uma simples questão de educação.
Paulo F.
27 de janeiro de 2014 11:24 pmComparação injusta
Figueiredo era aquele que chamava manifestante para briga, que não deixava ataque sem resposta, que prendia e arrebentava.
Figueiredo era o produto de uma época. Chamava sim manifestante para briga como também o Zuza fazia.
E quanto ao prendo e arrebento era muito mais para uso interno, para aqueles que se opunham a transição ainda que lenta, gradual e progressiva.
Por essas e outras considero que comparação com João Figueiredo é no mínimo injusta.
Para o bem ou para o mal Figueiredo deixou um legado positivo e o JB?
ruyacquaviva
28 de janeiro de 2014 2:15 amEu pessoalmente ví a
Eu pessoalmente ví a reportagem onde Figueiredo dizia que era para abrir mesmo (a redemocratização era chamada e abertura política na época), que ia abrir e quem não concordasse ele prendia e arrebentava.
Um conceito original, a democracia na porrada.
Figueiredo foi sim um ridículo e o único legado positivo que ele deixou foi ter entregue o poder no final de seu mandato. Isso e não ter criado maiores empecilhos para o processo democrático, mas isso ele porque não tinha força política para frear o processo de abertura.
Agora concordo com você que o JB é muito pior. Não tem para ninguém, não tem Jânio Quadros, Figueiredo nem Maluf, o JB é de longe o mais ridículo que já passou pelo alto escalão da República.
Paulo F.
28 de janeiro de 2014 12:35 pmÉpocas distintas
Ruy não se pode esquecer do contexto. Já havia ocorrido a tentativa de golpe (dentro do golpe) pelos frotistas. Não obstante eventos como o Riocentro e o ataque à ABL, qual foi a ação de Figueiredo? Declarou: se é manu militari quem manda sou eu.
Claro que muitos o achavam truculento, mas néscio? Nunca.
Já JB……
E porque acha-se que invariavelmente os provinientes do judiciário são mais ilustrados que os militares? Não seria esta uma visão preconceituosa?
Sds
Paulo
Carlo Zardinni
27 de janeiro de 2014 11:34 pmMais do mesmo……
Desculpe-me Jornalista Nassif, mas sabe como é, cria-se mais um factóide, no caso a não decretação da prisão do Dep. João Cunha, mais combustível, mais escada para este senhor desfilar pelas ribaltas da mídia, não sair do foco debaixo dos holofotes. Deixei a leitura pela metade, coisas de estômago fraco, com ânsias de vômito, asco mesmo. Ao invés do clássico sal de frutas, lembrei-me de ler o texto de um grande Brasileiro, Jornalista por excelência, um Mineiro como poucos chamado Mauro Santayana. Senhoras e Senhores uma boa leitura de um texto memorável que tão bem descreve um torturador. Mauro Santayana: o torturador é covarde por natureza O guerreiro luta por uma causa. O torturador se distingue pela ausência de riscos. O torturado sempre está desarmado. O torturador brinca com o medo do outro, porque não consegue enfrentar o seu O que é a tortura? Como um ser humano pode conceber usar o corpo de outro ser humano, que possui a mesma pele, a mesma boca, os mesmos dentes, os mesmos ossos, os mesmos cabelos, os mesmos bilhões de neurônios, para punir-lhe com dor, desespero e medo? A convenção das Nações Unidas, de 1984, contra a tortura e outros tratamentos ou penas cruéis, desumanas ou degradantes, define a tortura como “qualquer ato pelo qual dores ou sofrimentos agudos, físicos ou mentais, são infligidos intencionalmente a uma pessoa a fim de obter, dela ou de terceira pessoa, informações ou confissões; de castigá-la por ato que ela ou terceira pessoa tenha cometido, ou seja suspeita de ter cometido; de intimidar ou coagir esta pessoa ou outras pessoas; ou por qualquer motivo baseado em discriminação de qualquer natureza; quando tais dores ou sofrimentos são infligidos por um funcionário público ou outra pessoa no exercício de funções públicas, ou por sua instigação”. São muitos os que buscam atribuir a tortura à natureza humana, como fazem com a guerra e outros crimes. Mas existe um enorme abismo entre quem luta e o torturador. O guerreiro luta por uma causa. Está sujeito a morrer por uma fonte de água, a carcaça de uma presa recém-abatida, por sua mulher e seus filhos. O combatente atávico que existe em cada um de nós sabe dos riscos que corre, em defesa de suas circunstâncias, de suas ideias, de sua condição. Pode morrer ou ser ferido em batalha. O torturador se distingue pela ausência de riscos, de coragem. O torturado sempre está desarmado, ou amarrado e indefeso, frente a ele. O torturador brinca com o medo do outro, porque, dentro de si mesmo, não consegue enfrentar e encarar o próprio medo. Ele é covarde por natureza, é movido pelo mal e o sadismo, e por sua fraca e abjeta personalidade. Ele não precisa de uma ideia, de uma razão. “A finalidade do terror é o terror. O objetivo da opressão, a opressão. A finalidade da tortura é a tortura. O objetivo da morte é a morte. A finalidade do poder é o poder. Você está começando a me entender?” explica, a um prisioneiro, um personagem de George Orwell, no livro 1984. Os torturadores são, antes de tudo, psicopatas. Dependendo do momento da história, irão torturar em nome de Deus, de uma bandeira, um uniforme, uma ideologia, uma religião. Use a roupa que usar, ocupe seja que cargo, o torturador não passa de criminoso vulgar. Uma sociedade que abomina assassinos, ladrões, corruptos, estupradores, não pode aceitar conviver, em seu seio, com torturadores. Até mesmo porque o torturador quase sempre é, também, assassino, ladrão, corrupto e estuprador. A diferença entre a tortura e a lei é a mesma que existe entre a barbárie e o progresso. Aceitar a tortura como inerente à condição humana é o mesmo que negar que um povo, um Estado, uma nação, a humanidade possam evoluir. Dostoiévski dizia que a melhor forma de medir o grau de civilização de um país era conhecer, por dentro, suas prisões. Nesse aspecto, a situação no Brasil é vergonhosa. Não apenas com relação às condições e superlotação de nossas cadeias, mas pela forma como nossa sociedade convive com a tortura e o torturador. O brasileiro médio é falso, hipócrita e leniente com relação à tortura. As mesmas pessoas que se revoltam com o vídeo feito por uma vizinha, mostrando uma mulher espancando um cachorrinho na área de serviço, se regozijam quando veem um menino ou menina de 7, 8 anos – morador de rua e muitas vezes, já dominado pelo crack – ser agarrado pela orelha, e tomar uma surra de policiais ou seguranças. Param, a caminho do trabalho, para deleitar-se. Corações e mentes
O agente do Estado, no Brasil, formado em uma longa tradição autoritária, que vem desde os capitães do mato, e dos diferentes hiatos ditatoriais de nossa história, acha que tem direito de vida ou morte sobre o suspeito. Isso está fartamente demonstrado não apenas nos milhares de casos de mortes por “auto de resistência”, mas também pelo que ocorre com os presos, muitos sem sequer terem passado por julgamento, no interior de nossas prisões. O mesmo vale para o outro lado da moeda.
Da mesma forma que um policial corrupto espanca, humilha e ameaça matar a mãe ou a filha de um suspeito, para saber – em interesse próprio – onde está escondido o produto de um assalto ou a droga recém-chegada, a violência extrema tem sido praticada, também, pelas novas gerações de marginais, que torturam e matam famílias, crianças e idosos, para tentar saber onde está um punhado de reais. Como controlar essa corrente de estupidez?
Um bom começo, do ponto de vista do Judiciário, seria perder o pudor de usar a lei e condenar alguém pelo crime de tortura. Raramente alguém que comete latrocínio com extrema violência tem a sua pena acrescida por tortura. É como se condenar alguém por esse crime fosse proibido, ou ela não existisse em nosso dicionário.
Nos portais e redes sociais ela nunca é citada por quem a defende. Ninguém, referindo-se a um suspeito, escreve ou afirma “tem de torturar esse cara”. Para que fique tudo mais íntimo e corriqueiro, banalizado, usam-se expressões como “tá precisando é de couro”, “se fosse meu filho, dava uma de criar bicho”, “comida de preso é paulada”, “pendura que ele canta”, “tinha que cortar na borracha” e outras do gênero.
A presidenta Dilma Roussef lançou, no último 12 de dezembro, o Sistema Nacional de Enfrentamento à Tortura, que prevê a instalação de um mecanismo autônomo que, por meio de peritos, terá autorização prévia para entrar em penitenciárias, instalações militares, delegacias, instituições de longa permanência de idosos, instituições de tratamento de doenças psíquicas ou similares, para constatar a existência de possíveis violações de direitos humanos nesses locais. Trata-se de importante iniciativa, considerando-se que o Brasil é signatário da Convenção Internacional Contra a Tortura desde 1989, e que, em 500 anos de história, é a primeira vez que a Nação está encarando, de forma direta, essa abominável questão.
Mas a verdadeira batalha não se dará apenas com a fiscalização do que está ocorrendo nas prisões, que poderia avançar com a instalação de delegacias de direitos humanos em todo o país. Ela será travada nos corações e mentes da população brasileira.
Não podemos nos considerar civilizados enquanto milhares de brasileiros defenderem a execução ilegal e a tortura como método de punição e investigação. Não podemos nos considerar civilizados enquanto juízes estabelecerem jurisprudência atribuindo à vítima de tortura o ônus de provar que foi torturada. Esse paradigma, estabelecido na ideologia escravocrata e repressora de parte considerável de nossa sociedade, só poderá ser alterado a partir do ensino, em todas as escolas, desde o primeiro grau, dos direitos e deveres consubstanciados na Constituição brasileira, atendo-se estritamente ao seu conteúdo, para não dar à direita fascista motivo para combater a iniciativa.
Só quando ensinarmos nossos filhos e netos que o mero ato de um policial espancar um manifestante, em uma situação de protesto – ou manifestantes espancarem um policial desarmado – é ilegal; que extrair dor de outro homem, mulher, criança, indefeso, humilhando-os, transformando-os, pelo medo, em animais irracionais, que gritam, sangram e choram, segundo a vontade de seu torturador, é crime abjeto e condenável, poderemos começar a mudar, de fato, a mentalidade a propósito da tortura, sua imagem e paradigmas, em nosso país
Francisco de Assis
28 de janeiro de 2014 12:54 amTORTURADORES DE UM NOVO TIPO
TORTURADORES DE UM NOVO TIPO
Carlo
O texto do Mauro que você nos traz tem tudo a ver com o assunto em discussão.
Ou não seria tortura o que já se fez e o que está se fazendo com José Genoíno ? O que foi feito com Luiz Gushiken ? E com tantos outros ?
Ou não seriam torturadores, e potenciais assassinos, aqueles abutres na imprensa e no judiciário que estão a lhes castigar, levando-os ao limite máximo de sofrimento. Com o objetivo claro de deixar-lhes em fiapos, naquilo que é o desejo incontido de cada um destes animais, o seu gozo, o Oscar que tanto almejam para elevar-se acima das outras bestas-feras da sua estirpe e assim vangloriar-se ? E, na sua natureza covarde, como bem diz o Mauro, sempre com o cuidado de se resguardarem dos seus crimes e responsabilidades, transferindo-os à própria vítima ou a outrem ?
nilccemar
28 de janeiro de 2014 12:04 amGente, esse filme é o retrato de JB, vamos todos assistir
Sargento Getúlio é um filme brasileiro de 1983, do gênero drama, dirigido por Hermanno Penna.
O roteiro é baseado no livro homônimo de João Ubaldo Ribeiro e foi escrito pelo próprio Hermanno Penna, por Flávio Porto e pelo autor João Ubaldo Ribeiro.
O filme foi rodado em 1978 em 16mm, e só em 1982 o diretor conseguiu apoio daEmbrafilme para ampliá-lo para 35mm e melhorar seu acabamento. O orçamento foi de 85 mil dólares.
Sinopse[editar | editar código-fonte]
O filme conta a história de Getúlio, um rude sargento que tem a missão de levar um prisioneiro , que é inimigo político de seu chefe dePaulo Afonso a Aracaju. No meio do caminho, em virtude de uma mudança no panorama político, o sargento recebe a ordem para soltar o prisioneiro, mas devido a seu temperamento avesso às mudanças, ele decide terminar a missão que lhe foi confiada, mesmo que tenha de matar para completá-la.
https://www.youtube.com/watch?v=UZvzuf28WlU
nilccemar
28 de janeiro de 2014 2:25 amSargento Getúlio diz: Eu não
Sargento Getúlio diz: Eu não gosto que o mundo mude, me dá uma agonia, eu não consigo entender as coisas direito : boa síntese do pensamento conservador. Como não acompanham os fatos, a história, as mudanças lhes parecem bruscas e sem sentido, e só os fazem perder os parametros e os referenciais. Nem sequer avaliam as mudanças se são para melhor ou pior, o mudar em si é o problema.
Avelino de Oliveira
28 de janeiro de 2014 12:27 amCaro Nassif e demais
Não era
Caro Nassif e demais
Não era o Bornhousem que queria acabar com a raça do PT?
Pois, JB procura obedecer e colocá-los no ostracismo.
O povo é muito grande diante dessas insignasfiguras.
Saudações
Maria Carvalho
28 de janeiro de 2014 12:47 amAh, os magistrados!
“Magistrado só fala nos autos!”
Uma das primeiras lições que estudantes de Direito aprendem.
É um bordão! E o que é um bordão? É uma frase que marca, que se repete no tempo e, por essa razão, é tida como uma regra.
Mas, parece que o hoje “magistrado”, anteriormente, promotor, não aprendeu. Não viveu entre magistrados. E, por isso, “desova” sua truculência, sua opinião sobre quem está julgando ou acabou de julgar. Chega, até mesmo a “bater-boca” com réu. Deveria se portar como se espera de um “magistrado”.
Jose Saguy Tenorio
28 de janeiro de 2014 1:25 amAté quando?
Quando o Joaquim Barbosa deixa a presidência do STF?
Diogo Costa
28 de janeiro de 2014 3:22 amNão há mal que dure para sempre
O verdugo deixa a presidência do STF em 22 de novembro de 2014. Isto se não resolver sair antes (o prazo final é no dia 05 de abril) para ser fragorosamente derrotado pelo povo brasileiro nas urnas…
Calvin
28 de janeiro de 2014 1:27 amOpa! Um pouco de JB e menos
Opa! Um pouco de JB e menos de Serra!
😀
Grauninha
28 de janeiro de 2014 2:40 amSó essa frase já deu
Só essa frase já deu engulhos: “Acho que a imprensa brasileira presta um grande desserviço ao país ao abrir suas páginas nobres a pessoas condenadas por corrupção”. Páginas nobres???? Peloamordadeusa!
nilccemar
28 de janeiro de 2014 2:59 amAh, mas JP Cunha queria falar
Ah, mas JP Cunha queria falar nas páginas plebéias, certamente. Quem gosta de nobres, fidalgos e monarcas é ele.
La La
28 de janeiro de 2014 2:51 amNapoleão
O deslumbramento com o poder criou o paradoxo Joaquim Barbosa. Um ministro do Supremo incapaz de qualquer julgamento, até mesmo os mais comesinhos.
O irônico desta história, é que pelos conhecidos preconceitos sócio racial, enraizado nas elites do Brasil, se não fosse pela vontade, o trabalho a luta política e o sacrifício daqueles que ele não cansa em espezinhar, Nem em sonho ele teria sido indicado para cargo de ministro do STF. Todo o seu extenso currículo, quando no muito, seria valorizado para ocupar uma cadeira no funcionalismo público través de concurso. Ocupar cargos de confiança em carreiras de estado? Nem com muita sorte, talvez com muita puxação de saco.
Não se trata de questionar os seus conhecimentos jurídicos, cegueira par enxergar as transformações de valores sociais que estamos experimentando, em enxergar os responsáveis políticos por estas transformações. Vejo que o deslumbramento com o poder não permitem a Joaquim Barbosa entender e julgar: como, quem e por que, esta transformando este país a ponto de permitir a existência de um ministro com as origens de Joaquim Barbosa.
. Joaquim Barbosa não tem sido capaz se quer de entender as exigências de comportamento pessoal na posição que ocupa. Muito menos as responsabilidades sociais e cívicas do ministério para o qual foi indicado.
Joaquim Barbosa é alguém que se sente acima de tudo e apesar de todos.
Um chapéu atualizado com a moda, ele já arranjou em Paris. Em breve o veremos com postura reta olhando a frente, com o braço dobrado ante o corpo e a mão inserida entre os botões da camisa. Aí, poderemos pedir seu internamento em um manicômio.
Do jeito que tem comportado não vai demorar muito. È o que desejo, pelo bem do Brasil.
Durvaldisko
28 de janeiro de 2014 2:59 am“Não fala com pobre,não dá
“Não fala com pobre,não dá mão pra preto,não carrega embrulho…” Só faz comer ostras. Melhor, blini de caviar,ostra é para os apenados.
E, então, que sobrará para os juízes que tomaram parte de farsa jurídica , a maior da história deste país?
Qual o destino que lhes caberá?
Para o núbio Othelo,Miami,por certo.E,presto…
Para os demais,sobreviver para assistir uma revisão processual,ainda que oficiosa, é equivalente a pena capital extensivo aos cúmplices…
Luis Fraga
28 de janeiro de 2014 4:51 amUm Ministro que não tem…
Não está a altura do cargo.
Não tem moralidade
Não tem civilidade
Não tem compostura
Não tem educação
Não tem atitude
Não tem discernimento
Não tem decência
Não tem sensatez
Não tem respeito ao dinheiro público
Não tem humildade
Não tem um bom futuro na históra…
Bispo da Dama
28 de janeiro de 2014 10:08 amSQN Errei Só
Será que alguém acredita mesmo que Joaquim Barbosa não teve tempo para dar uma assinatura?
Quanto tempo leva para se dar uma assinatura? Meses, dias, horas, minutos, segundos? A minha leva uns três segundos, mas acredito que, pela extensão do nome, a de Dom Pedro devia levar quase um minuto.
Na verdade, o que JB quis, com a protelação da assinatura da prisão de João Paulo Cunha, foi dividir a responsabilidade. Aliás, percebe-se nitidamente que o presidente do supremo está desconfortável em ter centralizado tanto as medidas condenatórias da AP 470, quando ele diz em alto e bom som:
“— Esse senhor foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal, pelos 11 ministros do STF.”
Mas, parece que aquilo que eu, um reles mortal, percebi não passou despercebido pelos “residentes do Olimpo” e tanto que nem Carmem Lúcia, nem Ricardo Lewandowski se dispuseram a assinar a insidiosa ordem de prisão.
Rui Daher
28 de janeiro de 2014 10:57 amJB
Não sei se assim permanece. Houve tempo em que, para dirigir veículos públicos, os candidatos precisavam ser submeter a um teste psicotécnico. O mesmo deveria ser exigido para eventuais postulantes à Presidência da República. Desvario, no posto que ele ocupa hoje já não é aconselhável. Imaginem tendo que decidir política econômica e diplomacia do País.
Marllon
2 de fevereiro de 2014 1:35 pmPerda de valores
O fato de os nobres senhores José Genoíno, José Dirceu e outros terem lutado pela democracia da Pátria, não lhes conferem o direito de desvia dinheiro com compra de votos e favorecimento de empresas em licitações. JB não é nenhum santo, e está bem longe de ser, mas demonizá-lo e tratar os “pobres” acusados e condenados do Mensalão como heróis, e falta de raciocínio lógico, é seguir o perfil criado por Malluf: rouba, mas faz! É certo que existem outros escândalos com processos paralizados a muito mais tempo, como é o caso dos desvios da campanha do Sr Eduardo Azeredo ao governo de MG, e o caso do Metrô de Sp. Mas definitivamente, JP Cunha, Dirceu, Genoíno, Delúbio, Pzzolato, Jefferson, entre outros, têm que pagar pelo que fizeram, e mais deveriam devolver o dinheiro desviado. Penso, eu como funcionário público, que recebo o meu humilde salário, tenho que cumprir com minhas obrigações junto aos interesses públicos, sob pena de punições administrativas e judiciais, porque que esses salafraios e ladrões desvairados devem ser poupados e tratados como heróis? Assim, não concordo com a frase do psicótico JB, que esses bandidos devam entrar em ostracismo. Não mesmo, devemos sempre lembrar dessas criaturas, para em hipótese nenhuma aceitá-los como figurões na cena nacional, estadual, nem e quer como síndicos de prédio.
Maurício MP
5 de fevereiro de 2014 2:23 amPagar pelo quê?
Pagar pelo quê, que ninguém acha as provas depois de 8 anos? Sequer sabe onde está o dinheiro? Juiz que mentiu horrores, com uma pilha de provas cabais da inocência de TODOS esses réus. Escondeu inquérito, afastou juiz pra intensificar a pena dos réus, ignorou un 80% das testemunhas e provas de defesa. Seria impossível não ser condenado.
Vc é tão mal informado que sequer sabe que NÃO HOUVE ROUBO DE DINHEIRO PÚBLICO!! O DINHEIRO ERA PRIVADO. Só isso acaba com a ação penal!!
OS EMPRÉSTIMOS DO GENOÍNO FORAM TODOS PAGOS E AUDITADOS. As contas do João Paulo Cunha FORAM APROVADAS POR OUTRO DELEGADO, QUE FOI CENSURADO DE FALAR NA AÇÃO.
Todas as condenações foram SEM PROVA. JUIZ NÃO PODE CONDENAR SEM PROVA!!
LIBERDADE PRA DIRCEU E TODOS OS CONDENADOS! CHEGA DE PERSEGUIÇÃO AO PT!!
taturanous
5 de fevereiro de 2014 1:13 amDiscordo
Figueiredo so gostava de cavalos de raça………
Cesar Ferreira
5 de fevereiro de 2014 8:18 pm…
https://secure.avaaz.org/po/petition/Senado_Federal_Impeachment_de_Joaquim_Barbosa/?copy
San Rege
23 de fevereiro de 2014 3:32 pmOtem li que a Policia Federal
Otem li que a Policia Federal iria aguardar até segunda feira para cumprir o mandato de prisão contra o bob jeferson! Engraçado que para prender Dirceu e Genoino não esperaram! Foi em feriado e à noite que eles se entregaram, no dia 15/11 (data da expedição do mandato). Teria sido, assim, se o feriado fosse Corpus Cristi ou Finados?