Manifestantes ligados a movimentos sociais e partidos de esquerda interditaram, na noite desta quarta-feira (15), a Avenida Paulista no sentido Consolação, em São Paulo, durante um ato pelo fim da escala de trabalho 6×1.
Com bandeiras e cartazes com o lema “Povo pelo Povo”, o grupo saiu em caminhada do prédio da Fundação Cásper Líbero em direção à Rua da Consolação. A Polícia Militar acompanhou a mobilização.
O protesto ocorre no mesmo dia em que avançaram, na Câmara dos Deputados, discussões sobre propostas de emenda à Constituição (PECs) que tratam da redução da jornada de trabalho no país. O relator na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), deputado Paulo Azi (União-BA), apresentou parecer favorável à admissibilidade das propostas.
Apesar disso, a análise foi adiada após pedidos de vista apresentados por parlamentares da oposição, que solicitaram mais tempo para examinar o relatório. A votação deve ocorrer em até 15 dias, segundo a presidência da comissão.
Entre as propostas em discussão está a PEC apresentada pela deputada Erika Hilton (PSOL-SP), que prevê jornada de quatro dias semanais, e outra, do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), que propõe a redução para 36 horas semanais ao longo de um período de dez anos.
As iniciativas diferem de um projeto de lei recente do governo federal, que propõe limitar a jornada a 40 horas semanais e reduzir a escala para cinco dias de trabalho, com dois de descanso.
O parecer apresentado na CCJ trata apenas da admissibilidade das propostas, ou seja, se estão de acordo com a Constituição. A análise do conteúdo das medidas ainda dependerá de etapas posteriores no Congresso Nacional.
*Com informações do g1.
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Rui Ribeiro
16 de abril de 2026 12:10 pmO empresário Jerônimo Bocayuva, 47, costuma frisar que é contra a imposição do fim da escala 6×1 no Brasil. Mesmo assim, ele foi convencido a testar o modelo 5×2, com cinco dias trabalhados e dois de folga, nas unidades da rede de restaurantes de culinária oriental Gurumê, da qual é sócio.
https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2026/04/contrario-a-projeto-de-lei-empresario-implementa-escala-5×2-em-restaurantes-e-ve-rotatividade-diminuir.shtml
A Falha de San Paolo vai acabar fazendo matérias com empresários favoráveis à introdução da escala 7X0.
Rui Ribeiro
16 de abril de 2026 12:16 pm“Eu sou contra o empresário ser obrigado a fazer a escala A, B ou C. A escala de trabalho tem que ser fruto de um acordo entre o empresário e o trabalhador. Essa é a minha posição”.
Acordo de adesão, ou seja, acordo caracu, onde o patrão entra com a cara e o trabalhador, com o c*.
Vai se lascar, seu fiduma