6 de junho de 2026

Protesto contra escala 6×1 interdita trecho da Avenida Paulista

Com bandeiras e cartazes com o lema “Povo pelo Povo”, o grupo saiu em caminhada do prédio da Fundação Cásper Líbero em direção à Rua da Consolação
Crédito: Reprodução/ Instagram PT

Manifestantes bloquearam a Avenida Paulista em São Paulo em protesto contra a escala de trabalho 6×1.
Ato seguiu da Fundação Cásper Líbero à Rua da Consolação, acompanhado pela Polícia Militar.
Na Câmara, discussão sobre PECs para reduzir jornada, com votação adiada por pedidos da oposição.

Esse resumo foi útil?

Resumo gerado por Inteligência artificial

Manifestantes ligados a movimentos sociais e partidos de esquerda interditaram, na noite desta quarta-feira (15), a Avenida Paulista no sentido Consolação, em São Paulo, durante um ato pelo fim da escala de trabalho 6×1.

Siga o Jornal GGN no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo

Seguir no Google

Com bandeiras e cartazes com o lema “Povo pelo Povo”, o grupo saiu em caminhada do prédio da Fundação Cásper Líbero em direção à Rua da Consolação. A Polícia Militar acompanhou a mobilização.

O protesto ocorre no mesmo dia em que avançaram, na Câmara dos Deputados, discussões sobre propostas de emenda à Constituição (PECs) que tratam da redução da jornada de trabalho no país. O relator na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), deputado Paulo Azi (União-BA), apresentou parecer favorável à admissibilidade das propostas.

Apesar disso, a análise foi adiada após pedidos de vista apresentados por parlamentares da oposição, que solicitaram mais tempo para examinar o relatório. A votação deve ocorrer em até 15 dias, segundo a presidência da comissão.

Entre as propostas em discussão está a PEC apresentada pela deputada Erika Hilton (PSOL-SP), que prevê jornada de quatro dias semanais, e outra, do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), que propõe a redução para 36 horas semanais ao longo de um período de dez anos.

As iniciativas diferem de um projeto de lei recente do governo federal, que propõe limitar a jornada a 40 horas semanais e reduzir a escala para cinco dias de trabalho, com dois de descanso.

O parecer apresentado na CCJ trata apenas da admissibilidade das propostas, ou seja, se estão de acordo com a Constituição. A análise do conteúdo das medidas ainda dependerá de etapas posteriores no Congresso Nacional.

*Com informações do g1.

LEIA TAMBÉM:

Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É repórter do GGN desde 2022.

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Mais lidas

As mais comentadas

Colunistas

Ana Gabriela Sales

Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...

Carla Castanho

Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

2 Comentários
...

Faça login para comentar ou registre-se.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

  1. Rui Ribeiro

    16 de abril de 2026 12:10 pm

    O empresário Jerônimo Bocayuva, 47, costuma frisar que é contra a imposição do fim da escala 6×1 no Brasil. Mesmo assim, ele foi convencido a testar o modelo 5×2, com cinco dias trabalhados e dois de folga, nas unidades da rede de restaurantes de culinária oriental Gurumê, da qual é sócio.

    https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2026/04/contrario-a-projeto-de-lei-empresario-implementa-escala-5×2-em-restaurantes-e-ve-rotatividade-diminuir.shtml

    A Falha de San Paolo vai acabar fazendo matérias com empresários favoráveis à introdução da escala 7X0.

  2. Rui Ribeiro

    16 de abril de 2026 12:16 pm

    “Eu sou contra o empresário ser obrigado a fazer a escala A, B ou C. A escala de trabalho tem que ser fruto de um acordo entre o empresário e o trabalhador. Essa é a minha posição”.

    Acordo de adesão, ou seja, acordo caracu, onde o patrão entra com a cara e o trabalhador, com o c*.

    Vai se lascar, seu fiduma

Recomendados para você

Recomendados