O Brasil voltou ao centro do noticiário internacional nos dias 29 e 30 de abril, com destaque para a derrota política do presidente Lula (PT) no Senado, além de análises sobre o cenário eleitoral e os efeitos econômicos de decisões do governo. Agências como Reuters e Associated Press lideraram a cobertura, repercutida por jornais e emissoras da Europa e da Ásia, que enquadram o país como um ator relevante, mas atravessado por instabilidade política e desafios fiscais.
A repercussão nos Estados Unidos
Reuters: Brazil’s Senate rejects Lula nominee: A Reuters destacou a rejeição do indicado de Lula ao Supremo Tribunal Federal, classificando o episódio como uma derrota histórica, a primeira em mais de um século. A reportagem enfatiza o embate com senadores alinhados à oposição e o impacto direto na governabilidade.
AP News: Senate blocks Lula Supreme Court nominee: A Associated Press reforçou o caráter inédito da rejeição e apontou que o episódio expõe divisões políticas profundas e dificuldades de articulação do governo no Congresso.
Reuters: Lula e Flávio Bolsonaro empatados em simulação eleitoral: Ainda no campo político, a Reuters destacou pesquisas que mostram empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro em eventual segundo turno, sinalizando uma eleição altamente competitiva em 2026.
A repercussão na Europa
Reuters (publicado globalmente, inclusive Europa): Brazil’s Senate rejects Lula nominee: Matéria base usada por diversos veículos europeus
Associated Press (republicado em portais europeus): Brazil Senate blocks Lula nominee: Distribuída amplamente em sites europeus
A repercussão na Ásia
Business Standard (Índia, via AP): Brazil’s Senate blocks Lula nominee: Versão asiática com base na Associated Press
AP News (referência global usada na Ásia): Senate rejects Lula nominee: Base replicada por portais asiático
AMBAR
30 de abril de 2026 1:05 pmO Lula só poderia se considerar derrotado se tivesse perdido a prerrogativa de indicar um candidato à vaga no STF.
Ademais, há males que vêm pra bem. Dois “terrivelmente evangélicos” no supremo já ultrapassam os limites do tolerável. O Lula já tem sofrido suficientemente com a sua inabilidade em escolher os membros do colegiado. O Becias é altamente qualificado, presta bons serviços, é servidor de carreira e tem tantas prerrogativas quanto os membros do STF, além de ser ainda muito jovem. Imagine, mais de 30 anos de STF se nomeado agora.
A esquerda deveria ter uma reação mais discreta, de modo a jogar um balde de água fria nos “vencedores” dessa batalha. No mais, Alcolumbre que se cuide.