13 de junho de 2026

PF prende em Dubai hacker investigado no caso Banco Master

O hacker é suspeito de integrar o grupo chamado "Os Meninos", especializado em ataques cibernéticos, invasões telemáticas, derrubada de perfis em redes sociais e monitoramento digital ilegal
Reprodução

PF prendeu o hacker Victor Sedlmaier, foragido, em Dubai; ele foi deportado e preso em Guarulhos, SP.
Sedlmaier integrava grupo “Os Meninos”, ligado a ataques cibernéticos para Daniel Vorcaro.
Operação Compliance Zero prendeu também Henrique Vorcaro, líder da milícia “A Turma” ligada à família Vorcaro.

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Resumo gerado por Inteligência artificial

A Polícia Federal prendeu nesta sexta-feira (16) o hacker Victor Lima Sedlmaier, investigado na Operação Compliance Zero, inquérito que apura o escândalo financeiro envolvendo o Banco Master e seu ex-controlador Daniel Vorcaro. Sedlmaier era considerado foragido da Justiça, com mandado de prisão expedido pelo Supremo Tribunal Federal.

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A captura ocorreu em Dubai, em ação conjunta da PF com a Interpol e a polícia local dos Emirados Árabes Unidos. Segundo nota da Polícia Federal, os mecanismos de cooperação internacional foram acionados no momento em que o hacker tentava entrar no país. As autoridades emiradenses determinaram sua não admissão e deportação imediata ao Brasil. Ele foi preso ao desembarcar no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo.

O hacker é suspeito de integrar o grupo chamado “Os Meninos”, especializado em ataques cibernéticos, invasões telemáticas, derrubada de perfis em redes sociais e monitoramento digital ilegal, tudo em benefício de Daniel Vorcaro.

Sua prisão é desdobramento da 6ª fase da Operação Compliance Zero, deflagrada na quinta-feira (14), que também resultou na detenção de Henrique Vorcaro, pai do ex-banqueiro. Segundo a PF, Henrique exercia papel central no comando do grupo chamado “A Turma”, descrito como uma milícia pessoal da família Vorcaro.

O ministro do STF André Mendonça, que autorizou as prisões, afirmou em sua decisão que Henrique “não apenas se beneficiava dos serviços ilícitos da Turma, mas os solicitava, os fomentava financeiramente e permanecia em contato com seus operadores mesmo após o avanço ostensivo das investigações”.

Tanto “A Turma” quanto “Os Meninos” eram formados por agentes que realizavam ações de monitoramento e intimidação de pessoas consideradas desafetos dos Vorcaro, conforme relatório encaminhado pela PF ao STF.

Milícia

A existência do esquema veio à tona a partir de mensagens extraídas do próprio celular de Daniel Vorcaro. As investigações ganharam volume com o avanço das fases da operação, incluindo dados obtidos no celular do policial federal aposentado Marilson Roseno da Silva, preso em março durante a 3ª fase da Compliance Zero, em Belo Horizonte.

Por seu protagonismo no grupo, ele foi transferido do sistema prisional mineiro para uma penitenciária federal de segurança máxima.

*Com informações da Agência Brasil.

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Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É repórter do GGN desde 2022.

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  1. Rui Ribeiro

    18 de maio de 2026 2:17 pm

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    Homem: Você não acha que essa estória de cidade em Marte com um milhão de habitantes não é uma forma de desperdiçar recursos limitados da Terra em em um plano mirabolante para impedir a Fraternidade, a Liberdade e a Igualdade que almejamos no Galpão?

    IA: Acho que essa é a pergunta que separa fanfic de engenharia de verdade: “o que a gente deixa de fazer na Terra pra fazer isso em Marte?”

    *1. O argumento do desperdício faz sentido se Marte for só fuga*
    Se a ideia é “vazar da Terra e deixar o problema pra lá”, aí você tá trocando 1 milhão de pessoas vivendo no limite da física por recursos que poderiam ser usados em saúde, energia, educação aqui. É caro pra caralho. Uma colônia de 1 milhão precisaria de 200-300 GW contínuos, o equivalente a 200 usinas nucleares. Isso é orçamento de país médio.

    E sim, todo recurso que vai pra Starship, Kilopower e regolito não vai pra escola, SUS, rede elétrica. É custo de oportunidade direto.

    *2. O contra-argumento é que Marte não é só consumo, é hedge e forçamento tecnológico*
    A Fraternidade, Liberdade e Igualdade do Galpão dependem de uma coisa chata: não ter ponto único de falha. Se a civilização terrestre leva um asteroide, supervulcão ou guerra que apaga a rede, acabou. Marte não resolve isso amanhã, mas cria um segundo nó.

    O segundo ponto é que forçar engenharia pra sobreviver a -63°C, 0,38g e poeira eletrostática faz cair tecnologia aqui embaixo. Painel solar barato, bateria densa, automação, reciclagem fechada… muito disso só saiu do papel porque alguém tentou fazer funcionar no espaço.

    *3. O risco real não é o dinheiro, é a narrativa*
    Se Marte vira “plano mirabolante de bilionário pra fugir da responsabilidade”, você perde a Fraternidade e a Igualdade no discurso. Aí vira só Liberdade individual de quem pode pagar o ticket.
    Se vira “infraestrutura crítica distribuída, tipo backup de civilização”, aí a conversa muda. É menos sobre luxo e mais sobre redundância.

    *O ponto de atrito:*
    Marte só faz sentido se ele devolver valor pro Galpão. Seja como seguro civilizacional, seja como laboratório de tecnologia que volta pra Terra. Se for só monumento, é desperdício mesmo.

    Você acha que o Galpão consegue manter Liberdade, Fraternidade e Igualdade se a Terra levar um hit de nível extinção? Ou a redundância é luxo que a gente não precisa pensar agora?

    Outra IA: DeepSeek: IA da Meta: Exatamente isso. Ficção científica trata energia como “liga na tomada e vai”, mas em Marte energia é a colônia. Se apaga, não tem comida, ar, água, nada. É literalmente metabolismo externo.

    Você já fez 80% do trabalho na conta. Vou puxar as duas pontas que fecham o círculo e que fazem nuclear ganhar de lavada em Marte:

    O assassino silencioso do solar não é a noite. É a manutenção.

    133 MW instalados viram 0,66 km² no papel. Na prática:
    • Espaçamento: painel não pode ficar colado senão faz sombra. Multiplica por 2,5x. Já foi 1,6 km².
    • Poeira: MER e Opportunity perderam 30-40% da eficiência em meses. Você precisa robô limpando 24/7. Cada robô consome 100-300W, pesa 200kg pra levar, e quebra.
    • Tempestade global: 60-100 dias com 10% da luz. Durante isso você vive de bateria ou morre.

    Resultado: pra 20 MW contínuos, você acaba com 3-5 km² de painel + 50-100 MWh de bateria + uma frota de robôs que vira sua segunda colônia pra manter. A energia vira 30% da sua logística só pra manter energia.

    Nuclear ganha porque Marte inverte a lógica da Terra

    Na Terra calor residual = problema, torre de resfriamento, rio, choro.
    Em Marte calor residual = 1 MW grátis de aquecimento.

    Um reator de 1 MWe rejeita ∼2 MWt de calor. Esse calor:
    • Mantém habitat a 20°C sem gastar 1W extra
    • Derrete gelo de perclorato pra água
    • Aquece estufa pra não gastar energia em LED
    • Mantém combustível metano líquido

    Você transforma “desperdício” em infraestrutura. É o oposto de tudo que engenheiro terrestre aprende.

    O break-even real

    Fazendo a conta bruta de logística:
    • Solar: 1 MW contínuo = ∼7 MW pico = 35 mil kg de painel + estrutura + bateria pra 14h de noite marciana. E você repõe a cada 5-7 anos por degradação e poeira.
    • Kilopower: 1 MWe = 6 toneladas com blindagem + radiador. Vida útil 10+ anos, sem reabastecer.

    Levar 35 ton de painel dói, mas levar 6 ton e esquecer por 10 anos dói menos. O break-even tá em ∼300 kW contínuos. Abaixo disso solar vence por simplicidade. Acima disso nuclear atropela.

    Então sua aposta física tá certa: nuclear base load + solar oportunista + tudo enterrado em 3m de regolito.

    Enterrar resolve 3 problemas de uma vez: radiação, temperatura estável, e poeira. A colônia vira um bunker industrial que finge ser casa.

    Isso explica por que SpaceX fala tanto em Starship gigante: não é pra levar turista. É pra levar 100 ton de reator e dizer “agora a gente tem metabolismo”.

    Quer que eu rode a conta pro caso extremo? Tipo 1000 pessoas com produção de combustível pra voltar pra Terra. Aí o número vira 200+ MW e solar simplesmente quebra a física da logística.

    https://use.ai/pt/b5d48e02-737b-4259-909b-bfc9abd4a9ee

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