Trama de Dark Horse já estava pronta em 2013
por Michel Arbache
Com o avanço das investigações, Dark Horse parece deixar de ser apenas um projeto audiovisual para integrar um sofisticado roteiro transnacional de transferência patrimonial.
Em texto anterior, sustentei que o verdadeiro cavalo de batalha da nova direita global — frequentemente travestido do discurso da “liberdade” — converge para o enfraquecimento progressivo das estruturas públicas de controle, fiscalização e transparência sobre a circulação global de capital e influência (1). Assim, não deixa de ser simbólico (ou irônico) que o filme sobre Bolsonaro tenha recebido justamente o nome Dark Horse – expressão que, além de designar um azarão político, também pode evocar forças cujo verdadeiro alcance permanece oculto.
Para tentar entender todo esse labirinto turvo com nomes complicados como “trusts”, ”LLCs”, “holdings” e estruturas internacionais de transferências de patrimônio – que andam sendo ventilados na imprensa nas últimas semanas –, convido o leitor para uma breve viagem no tempo, mais especificamente até outra trama hollywoodiana: O Lobo de Wall Street.
Quando Hollywood encontra as finanças globais
No final de 2013 foi lançado nos EUA o filme O Lobo de Wall Street (‘The Wolf of Wall Street’), estrelado por Leonardo DiCaprio, uma produção que toca nas grandes fraudes financeiras da vida real ocorridas nos anos 1990 e que envolviam circulação internacional de capital e evasão de divisas. Porém, a ironia digna de outro roteiro hollywoodiano viria depois. Dois anos após o lançamento do filme, estourou um escândalo financeiro envolvendo a própria produção cinematográfica do longa. Investigadores descobririam que O Lobo de Wall Street havia sido financiado com recursos desviados do fundo ‘1Malaysia Development Berhad’ (1MDB), um fundo público criado pelo governo da Malásia em 2009 e que na época se tornaria um dos maiores escândalos de corrupção da história moderna, com desvios de cerca de US$ 4,5 bilhões (2).
A ironia, pois, era que o conteúdo do filme parecia espelhar o que a própria produção empreendeu na vida real. O episódio mostrou ao mundo que grandes produções cinematográficas podem, às vezes, funcionar como um mecanismo que conecta, por intermédio de estruturas empresariais complexas, a política ao capital internacional, com engenharias financeiras pouco transparentes e difíceis de rastrear publicamente.
É exatamente nesse universo de estruturas de baixa transparência que o Dark Horse parece se mover. Nos EUA, é recorrente o uso de siglas e expressões como “LLCs” e “trusts”, pouco afeitas à lógica dos negócios feitos dentro do Brasil. Mas não fiquemos tão impressionados com tantas siglas e nomes difíceis. Basta entender que os negócios e as transações financeiras dentro do território estadunidense são muito mais ágeis e simplificados – porém menos transparentes e menos rastreáveis se comparados com os trâmites brasileiros. Nos EUA, tais estruturas permitem criar camadas sucessivas entre o patrimônio e seu verdadeiro controlador. Uma LLC (Limited Liability Company), por exemplo, funciona como uma empresa simplificada que pode comprar imóveis e movimentar dinheiro sem necessariamente expor publicamente o beneficiário final. Muitas vezes, uma LLC pode ser criada apenas para administrar e organizar patrimônio, como imóveis e investimentos. Já o trust é uma estrutura legal em que bens e patrimônio passam a ser administrados formalmente por terceiros, dificultando muitas vezes a identificação imediata do verdadeiro controlador econômico. Evidentemente, estruturas dessa natureza são legais e legítimas dentro da lógica de proteção e segurança patrimonial estadunidense. Ainda assim, especialistas em crimes financeiros apontam que tais mecanismos societários são excessivamente opacos e podem dificultar o rastreamento de fluxos internacionais de capital por autoridades públicas e órgãos de fiscalização, especialmente quando as investigações sobre movimentações suspeitas partem de jurisdições fora do território estadunidense (3).
O Lobo de Wall Street e o Cavalo Obscuro – uma rota familiar
Talvez a principal pista para compreender determinadas produções cinematográficas contemporâneas esteja menos em enxergar o filme apenas como ‘fim’, ou, produto cultural acabado e mais como um ‘veículo’, ou, parte de uma engrenagem política, financeira e empresarial muito mais ampla — exatamente como revelaria, anos depois do lançamento, o escândalo envolvendo O Lobo de Wall Street.
O caminho do dinheiro em torno da produção de O Lobo de Wall Street se inicia com o desvio do fundo bilionário da estatal 1MDB, da Malásia. Segundo investigações, instituições financeiras malaias foram utilizadas para movimentar e ocultar os recursos desviados. Os recursos passaram ainda pelos Emirados Árabes Unidos num esquema de suborno e lavagem de dinheiro que envolveu altos funcionários do governo de Abu Dhabi. O escândalo envolveu também ramificações na Arábia Saudita, onde os desvios do fundo estatal malaio foram mascarados como “doações”. Em resumo, o dinheiro desviado atravessou continentes, paraísos fiscais, offshores e centros financeiros internacionais antes de reaparecer em Hollywood sob aparência perfeitamente legal. A Red Granite Pictures, produtora ligada ao filme, foi acusada pelas autoridades dos EUA de ter recebido parte desses recursos para financiar o longa (4).
Boa parte do capital do fundo estatal da Malásia teria então desembocado no mercado de luxo estadunidense, transformando-se em imóveis de alto padrão, obras de arte, joias e outros bens de alto valor. Vale ressaltar que, em esquemas financeiros dessa natureza, geralmente os ativos escolhidos pelos criminosos dificilmente sofrem desvalorização e são de difícil rastreabilidade quando negociados em determinados mercados.
Nesse contexto do escândalo hollywoodiano, ainda que não exista equivalência automática entre os casos, é legítimo que o debate público trace paralelos entre a engenharia financeira revelada no escândalo 1MDB e a sucessão de notícias envolvendo o Banco Master — especialmente porque, em ambos os casos, os danos extrapolam agentes privados e alcançam estruturas coletivas de proteção financeira. E a rota geográfica, como se verá, também guarda semelhanças incômodas.
Seguindo o dinheiro
O ex-controlador do Banco Master, Daniel Vorcaro — preso pela primeira vez em novembro de 2025 ao tentar deixar o país, e novamente em março de 2026 após a Polícia Federal (PF) concluir que continuou cometendo crimes mesmo após ser solto — responde por suspeitas de gestão fraudulenta. Segundo revelou o The Intercept Brasil, Vorcaro teria prometido ao senador Flávio Bolsonaro cerca de R$ 134 milhões para bancar a produção do filme sobre seu pai, Jair Bolsonaro — acordo que o senador negou até que os áudios da conversa viessem a público. À luz das investigações posteriores, os diálogos divulgados fazem o pedido de Flávio soar menos como uma solicitação ocasional ligada ao cinema e mais como uma espécie de ‘senha’ politicamente roteirizada. Nesse sentido, a leitura segundo a qual Daniel Vorcaro teria ocupado o papel de simples empresário enganado por operadores políticos parece reduzir excessivamente a complexidade e a sofisticação sugeridas pelos diálogos já expostos envolvendo Vorcaro e altas autoridades políticas do país, como o ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro. Assim, o ex-controlador do Banco Master já não surge como mero personagem periférico ou acidental dessa engrenagem, mas como alguém que parecia conhecer – e influenciar – profundamente os circuitos empresariais, financeiros e políticos pelos quais transitava.
Até onde se apurou, o caminho do dinheiro em Dark Horse, tal como em O Lobo de Wall Street, também atravessa múltiplas empresas, fundos e jurisdições internacionais. Segundo as apurações em curso da PF e relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras(Coaf), a ‘Entre Investimentos e Participações’ — apontada como intermediária de repasses ligados ao filme — recebeu ao menos R$ 159,2 milhões de fundos e estruturas financeiras investigadas no âmbito da Operação Compliance Zero (5). Ainda não há confirmação sobre quanto desse total foi efetivamente destinado à produção cinematográfica. O acordo entre Flávio Bolsonaro e Vorcaro previa R$ 134 milhões no total, dos quais R$ 61 milhões já teriam sido pagos. Parte desses valores teria sido transferida pela própria ‘Entre Investimentos’ ao fundo ‘Havengate Development Fund LP’, sediado no Texas, administrado pelo advogado Paulo Calixto, mesmo profissional responsável pelo processo migratório de Eduardo Bolsonaro, que vive em Arlington, Texas, em imóvel registrado em nome da ‘Mercury Legacy Trust’, fundo também administrado por Calixto. Depois que o caso ganhou as manchetes, André Porciúncula, ex-policial militar e ex-secretário da Cultura do governo Bolsonaro, veio a público dizer que ele seria o dono da referida casa, avaliada em cerca de R$ 3,6 milhões. Porciúncula, quando foi candidato a vereador em Salvador nas eleições municipais de 2024, declarou ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) um patrimônio de R$ 164 mil (6).
No início de 2026, os irmãos Flávio e Eduardo Bolsonaro realizaram, juntos, um ‘tour’ pelo Oriente Médio que incluiu Israel, Bahrein e os Emirados Árabes Unidos (Dubai e Abu Dhabi), onde teriam se reunido com lideranças políticas locais sob a justificativa de “cooperação internacional e temas estratégicos”. A viagem ocorreu meses antes de as investigações sobre o financiamento do filme virem a público — o que, dependendo do que as apurações poderiam revelar, pode ou não ser apenas coincidência (7).
Em meados de maio deste ano, Eduardo Bolsonaro e o deputado federal Mário Frias — roteirista e produtor-executivo de Dark Horse — viajaram ao Bahrein para, segundo eles, apresentar propostas de investimentos culturais e audiovisuais. Frias também responde a intimação do STF por suposto uso irregular de emendas parlamentares destinadas a uma ONG ligada à produção. A viagem não foi previamente autorizada pela Câmara dos Deputados, segundo o próprio presidente da Casa, Hugo Motta (8) (9). O Bahrein integra, há anos, listas da Receita Federal brasileira de jurisdições com tributação favorecida, frequentemente associadas ao conceito de “paraíso fiscal”, que pode suscitar ocultação de patrimônio em contas offshore (10). Não há, até o momento, nenhuma investigação que conecte diretamente essa agenda diplomática ao financiamento do filme — mas os movimentos dos atores políticos e a recorrência a determinadas estruturas financeiras internacionais têm alimentado especulações e questionamentos no debate político.
Família Bolsonaro e os movimentos patrimoniais
Alguns analistas políticos já observaram que há uma divisão de tarefas bem definida envolvendo os três filhos mais velhos de Jair Bolsonaro. Em resumo, Carlos, o “Zero-Dois”, é quem cuidaria da comunicação e do marketing digital; já Eduardo, o Zero-Três, cuidaria das articulações dentro e fora do Brasil. E finalmente o primogênito Flávio, o Zero-Um, a quem caberia, além das negociações políticas mais convencionais, também a gestão do patrimônio e dos interesses financeiros da família.
Em fevereiro de 2021 Flávio Bolsonaro comprou uma casa de alto padrão em Brasília avaliada, no papel, em cerca de R$ 6 milhões. Pagou a metade à vista e a outra parte, R$ 3,1 milhões, foi financiada com um empréstimo do BRB a juros de 3,65% ao ano. A operação financeira entrou nas investigações da PF (como a Operação Compliance Zero), que resultou na prisão de executivos do BRB e envolveu apurações sobre transações imobiliárias e movimentações atípicas do Banco Master. Tão estranho quanto o empréstimo em condições excepcionalmente favoráveis tomado por Flávio Bolsonaro foi a quitação total do imóvel em março de 2024, ou seja, 27 anos antes do prazo. Evidentemente, isso causou questionamentos na imprensa e no mercado imobiliário, que não enxergava lógica em se quitar antecipadamente um financiamento a 3,65% ao ano — uma taxa inferior à de diversas aplicações conservadoras disponíveis no mercado. Coincidentemente, a quitação se deu no mesmo período em que os operadores do mercado já enxergavam os sinais de desequilíbrio no ‘ecossistema’ do Banco Master, embora as investigações formais só viessem a público meses depois (11). Diante desse conjunto de movimentos, ficam as perguntas: Flávio objetiva residir no imóvel ou vender? Se optasse pela venda, como seriam os trâmites? Há intenção de mudança definitiva para os EUA, à semelhança do que ocorreu com o irmão Eduardo?
São perguntas que, diante do cenário já revelado pelas investigações, poderiam inclusive orientar novas linhas de apuração. Afinal, o padrão que emergiu num período relativamente curto — imóvel quitado apressadamente no Brasil, estruturas patrimoniais montadas nos EUA, fundos em jurisdições de baixa transparência — sugere que o movimento parece apontar para uma mesma direção. E que o nome ‘Dark Horse’ talvez tenha adquirido, nesse contexto, uma metafórica ironia adicional: a de um cavalo transformado em obscuro instrumento de transporte patrimonial.
Dark Horse, Ancine e o drible aos mecanismos de controle
Boa parte da produção de Dark Horse foi feita no Brasil, com filmagens em São Paulo e outras cidades brasileiras, além de locações no México e com finalização prevista em Hollywood. A produtora do filme, a ‘Go Up Entertainment’ — que declara endereço nos Estados Unidos, mas é administrada pela empresária brasileira Karina Ferreira da Gama – não teria cumprido com a obrigação legal de registrar a produção na Ancine, sendo que nem a própria agência sabe definir se é uma produção nacional ou estrangeira. Em suma, um projeto que movimentou milhões de reais, permaneceu meses em filmagens no Brasil, com centenas de pessoas – e ainda assim não se consegue sequer definir sua nacionalidade, uma ambiguidade cercada por um limbo regulatório que acaba ‘dialogando’ com toda a opacidade financeira aqui já tratada. Não por acaso, a produção foi alvo de várias denúncias como atrasos em pagamentos, cachês reduzidos e condições abusivas em set de filmagens (12).
Como não houve registro na Ancine, há quem sustente — e a hipótese não é descabida — que Dark Horse foi deliberadamente concebido para não ser exibido em canais oficiais no Brasil. O filme foi produzido no país sem registro da produção na agência reguladora, sem apresentação pública de contratos e sem comprovação de vistos de trabalho para parte relevante do elenco estrangeiro. A própria Ancine confirmou que não consta em sua base de dados nenhum pedido de registro para lançamento comercial da obra no Brasil. Enquanto esse registro não for solicitado e aprovado, a comercialização de Dark Horse fica comprometida no território brasileiro — em cinemas, televisão aberta, TV por assinatura ou plataformas de streaming. A Ancine abriu investigação administrativa e a produtora pode ser multada em até R$ 100 mil — valor irrisório diante dos milhões movimentados pela produção (13)(14). A ausência de registro pode parecer, à primeira vista, descuido ou improvisação. Mas há duas leituras possíveis — e ambas são estrategicamente convenientes para os produtores e para o entorno político do filme.
A primeira leitura é a da rastreabilidade. No mercado audiovisual, o registro na Ancine funciona como parte da estrutura oficial de controle sobre quem produz, quem contrata, quais empresas participam da operação e quais recursos circulam pelo projeto. Sem esse registro, a engrenagem financeira por trás do filme permanece ainda mais nebulosa — exatamente o padrão que este texto tem procurado mostrar desde o início. E, com o avanço das investigações, os indícios de desvios parecem apontar para um mesmo destino: o financiamento do filme. Mais recentemente, a Polícia Civil de São Paulo deflagrou a Operação Wi-Fi Livre contra o Instituto Conhecer Brasil (ICB), presidido pela mesma empresária que controla a Go Up Entertainment. O ICB foi contratado por R$ 108 milhões pela Prefeitura de São Paulo para instalar e manter 5 mil pontos de internet gratuita via Wi-Fi. A operação, comandada pela 2ª Delegacia de Crimes Contra a Administração Pública, Combate à Corrupção e Lavagem de Dinheiro (DICCA), apura suspeitas de financiamento cruzado ilícito – ou seja, que parte dos recursos públicos do contrato municipal teria sido desviada para a produção do filme Dark Horse, com possível lavagem de dinheiro por meio de empresas subcontratadas (15).
A segunda leitura é política. Não soa absurdo imaginar que, quando (ou se) as autoridades apontarem o impedimento legal para a exibição do filme no Brasil, os produtores e seus apoiadores terão um argumento pronto: a “censura” do governo, a perseguição ao “filme antissistema”. O rótulo, aliás, já circula entre comentaristas bolsonaristas nas chamadas “redes sociais”, mesmo antes de qualquer decisão formal. Em pleno ano eleitoral, a hipótese de Dark Horse ser lançado digitalmente como “o filme que o governo não quer que você veja” pode valer mais como instrumento de mobilização política do que qualquer distribuição convencional — e sem precisar passar por nenhum escrutínio regulatório. O escândalo financeiro que envolve a produção seria varrido para baixo do tapete pela narrativa da perseguição. No contexto dos últimos acontecimentos, convenhamos, não seria a primeira vez que uma investigação legítima é transformada em martírio político. Mas raramente um roteiro foi tão previsível — e, como se vê, tão rentável.
Fontes:
- A guerra contra o controle público: https://jornalggn.com.br/opiniao/a-guerra-contra-o-controle-publico-por-michel-arbache/
2. Produtor de ‘O Lobo de Wall Street‘ é preso em escândalo: https://oglobo.globo.com/economia/produtor-de-lobo-de-wall-street-preso-em-escandalo-de-desaparecimento-de-fundos-publicos-23783698
3. Sigilo financeiro abala as democracias:
4. Um dos maiores escândalos financeiros do mundo:
https://www.bbc.com/portuguese/internacional-47777182
5. Empresa ligada a filme sobre Bolsonaro recebeu R$ 159 mi de fundos: https://www.infomoney.com.br/politica/empresa-ligada-a-filme-sobre-bolsonaro-recebeu-r-159-mi-de-fundos-sob-investigacao/
6. Aliado de Bolsonaro – Casa de R$ 3,6 milhões e patrimônio de R$ 164 mil:
7. Eduardo e Flávio Bolsonaro no Oriente Médio:
8. Eduardo Bolsonaro volta ao Bahrein em meio à crise da candidatura do irmão:
9. Mario Frias viajou ao Bahrein e aos EUA sem autorização da Câmara:
https://www.cnnbrasil.com.br/politica/mario-frias-deve-retornar-ao-brasil-no-domingo-24
10. Bahrein e a lista de países com tributação favorecida – “paraísos fiscais”: https://transferpricingdigital.com.br/transfer-pricing/in-1037-paraiso-fiscal/
11. Investigações contra Banco Master e Vorcaro tiveram início em 2024: https://www.cnnbrasil.com.br/economia/investigacoes-contra-banco-master-e-vorcaro-tiveram-inicio-em-2024/
12. Figurantes de Dark Horse relatam maus-tratos e cachês de R$ 100:
13. Dark Horse foi filmado no Brasil de forma irregular:
14. Dark Horse é investigado pela Ancine:
15. Produtora de ‘Dark Horse‘ é alvo de operação da Polícia Civil em São Paulo: https://www.brasildefato.com.br/2026/06/01/operacao-contra-produtora-de-filme-de-bolsonaro-revela-indicios-de-lavagem-de-dinheiro-para-o-cla-avalia-cientista-politico/
Michel Arbache – Natural de Juiz de Fora (MG), é licenciado em Letras pela UFJF, autor de Bem-vindo à América, ensaísta e pesquisador independente. Escreve sobre política, comunicação, história social e cultura contemporânea.
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