
Jornal GGN – O Conselho Nacional de Justiça marcou para o dia 6 de dezembro o depoimento de Sergio Moro e dos desembargadores do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), Rogério Favreto, João Pedro Gebran Neto e Thompson Flores Lenz, a respeito da guerra em torno do habeas corpus do ex-presidente Lula.
Os quatro magistrados participaram de uma disputa de liminares, em julho, quando Favreto, de plantão, concedeu um habeas corpus a Lula, alegando fato novo em relação ao processo do caso triplex. O fato novo seria que a juíza Carolina Lebbos, que cuida da execução penal do petista, estaria, entre outros pontos, impedindo os direitos políticos e de acesso à comunicação de Lula.
Favreto entendeu que o habeas corpus era viável mas Sergio Moro articulou com a cúpula do TRF-4 e a Polícia Federal para manter Lula preso.
A Corregedoria do CNJ ouvirá cada um dos magistrados em separado. Eles respondem a uma representação disciplinar. Embora o processo corra em segredo de Justiça, a marcação das oitivas foi divulgada pelo CNJ.
celso silva
10 de novembro de 2018 1:59 pmQuanto vocês querem apostar
Quanto vocês querem apostar que o único que será punido nisto tudo é exatamente quem estava certo, no caso, o Fraveto? Quando ao moro, o máximo que pode acontecer é o corregedor dar aquela reprimenda duríssima, do tipo ” não é recomendável que haja atritos entre nós, os de toga”. Só isso e nada mais!!!
Stalingrado Lula da Silva
10 de novembro de 2018 2:53 pmJogo de Cena
A coligação PSL e PJ (Partido da Justiça) agora está no poder.
Os outros apoiadores, PSDB e PIG, foram jogados para fora do grupo.
Canuto
10 de novembro de 2018 4:59 pmEsse pilantra desse Favreto
Esse pilantra desse Favreto ainda está no cargo depois daquela palhaçada que fez????
Esse Brasil não é um país sério mesmo.
Foi no que deu 13 anos de PUTÊ.
Ugo
10 de novembro de 2018 6:28 pmrevoada do troll demente
testa da cazzo….
Geraldo Galvão
10 de novembro de 2018 7:46 pmDeixa de ser ingrato foi
Deixa de ser ingrato foi graças ao Programa Bolsa Família que a sua genitora pode sair do PUTÊ.
AMORAIZA
11 de novembro de 2018 2:25 amResposta à altura
kkkkkkkkkkkkkkkkkk!!!!!!!
Luís Henrique Donadio Baptista
10 de novembro de 2018 11:24 pmModeração?
Como que a moderação deixa passar um comentário literalmente pornográfico como esse?
AMORAIZA
11 de novembro de 2018 2:27 amModeração e melindres
Reclamar desses tipos é mostrar mimimi.
Tem que partir pra riba e responder ao desqualificado no idioma dele.
Ele Justiceiro
10 de novembro de 2018 5:40 pmSó tem um certo nessa
Só tem um certo nessa esculhambação aí: *Favreto*. Como que um juiz não sabe o básico: que só se enfrenta decisão judicial pela via recursal?
É a oportunidade para o CNJ dizer se deve prevalecer a Justiça da lei (ordem jurídica) ou a de compadrio, de dobração da lei.
Rui Ribeiro
11 de novembro de 2018 3:56 amO pobrema é q nao se enfrentava decisao judicial
Prisao ilegal nao se enfrenta com recurso, mas com habeas corpus.
Paulo de Lacerda
10 de novembro de 2018 9:01 pmO condenado está acima do bem
O condenado está acima do bem é do mal?
Esta é a pergunta que não quer calar? O CNJ com a palavra final
Paulo de Lacerda
10 de novembro de 2018 9:04 pmAcima do bem e do mal O condenado de Curitiba
O condenado está acima do bem é do mal?
Esta é a pergunta que não quer calar? O CNJ com a palavra final
Hildermes José Medeiros
10 de novembro de 2018 9:33 pmQuem quiser que acredite
Quem quiser que acredite nesse faz de conta. CNJ vai fazer um teatrinho, mas nada acontecerá contra o mal feito dessa gente, descumprindo as Leis e a Constituição. Vai ficar por isso mesmo, porque no Judiciário quem manda são os golpistas. Lula só será solto, como gostaria de estar errado, pela força das ruas. Será uma luta longa e nada fácil, ainda mais com o boneco, digo presidente eleito no poder. É a realidade que nos espera.
MARCOS BASTOS
10 de novembro de 2018 11:38 pmFérias do Juiz Sérgio Moro
Como pode o juiz acima, assunto deste comentário, estar de férias em julho, quando ele interferiu no HC de Lula e agora entrar de férias, novamente, para depois assumir o ministério da justiça. Isso no mínimo é brincar com a classe trabalhadora deste país.
O congresso tem que rever, urgentemente, as leis trabalhista que regem o judiciário, porque essa do juiz tirar duas férias em menos de 6 meses é gozar com a cara do trabalhador brasileiro, inclusive os trabalhadores das regiões norte, centro-oeste, sul e sudeste.
Luciano Prado
11 de novembro de 2018 1:02 amFuncionasse mesmo, o CNJ já
Funcionasse mesmo, o CNJ já teria analisado o grampo ilegal em Dilma e sua divulgação.
Esse é apenas mais um caso sem consequência prática.
Nara Núbia Pereira
13 de novembro de 2018 1:59 amCNJ
O problema está na tal vitaliciedade dos digníssimos q os protege demais e se tornam praticamente deuses intocáveis. Isso resulta inclusive no tal “segredo de justiça”. FOsse um mortal, já estaria na lama pelas mãos da própria imprensa, tal qual aconteceu com o Lula. Tem é que abrir o processo a que estão respondendo para todos verem como eles lá da corregedoria mor protegem os seus menininhos peraltas. É vergonhoso!!! Isso acontece, é claro, para que ao final decidam pela não culpabilidade e os libere de qq penalidade. COmo ninguém mais acompanhou a palhaçda, fica tudo por isso mesmo. COnheço bem esses processos contra juízes. Eles pedem desculpinha e os corregedores passam a mão na cabeça..e os peraltas continuam aprontando. É pra isso que serve o manto sebento da justiça.