4 de junho de 2026

Facebook diz que devolveu controle do grupo “Mulheres Contra Bolsonaro” às administradoras

Atualizada às 16h55

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Jornal GGN – O Facebook informou na tarde deste domingo (16) que “restabeleceu” o controle do grupo Mulheres Contra Bolsonaro após um ataque cibernético que alterou seu nome, para parecer que se tratava de um movimento em rede em apoio ao candidato Jair Bolsonaro. Apesar da informação ter sido publicada pelo El País por volta das 13h, a visualização do grupo continua suspensa.

Após um grupo de hackers contra o movimento Mulheres Contra Bolsonaro ter invadido a comunidade com mais de 2 milhões de integrantes e alterado o título para fazer parecer uma página de apoio ao ex-capitão, o Facebook decidiu suspender a publicação da página para averiguar o que ocorreu e “restaurar” o comando às administradoras. A informação foi publicada no El País na manhã de hoje.

“O grupo foi temporariamente removido após detectarmos atividade suspeita. Estamos trabalhando para esclarecer o que aconteceu e restaurar o grupo às administradoras”, informou o Facebook. 

Nas redes sociais, as mulheres que faziam parte do grupo pedem calma e paciência às demais integrantes, informando que provavelmente o grupo será devolvido a elas. Moderadoras também têm exposto que fizeram boletim de ocorrência contra a invasão e os ataques pessoais. Elas também tiveram contas invadidas e dados divulgados nas redes.

Enquanto isso, segundo o El País, em vez de condenar o possível crime cibernético, “a campanha de Jair Bolsonaro no Twitter comemorava a mobilização de mulheres favoráveis a ele.”

“Os ataques acontecem em um momento em que a rejeição do eleitorado feminino ao candidato Jair Bolsonaro (PSL) tenta passar de uma mobilização massiva no Facebook para um ato nas ruas”, sublinhou o jornal.

O evento “Mulheres contra Bolsonaro”, agendado para acontecer no dia 29 de setembro, no Largo da Batata, em São Paulo, já conta com 53 mil confirmações e outras 187 mil interessadas. 

Há outros eventos similares agendados para o mesmo dia em Porto Alegre (RS), na Cinelândia (RJ), Florianópolis (SC), Belo Horizonte (MG), Fortaleza (CE), Belém (PA), Natal (RN) e Recife (PE).

Leia mais aqui.

Cintia Alves

Cintia Alves é jornalista especializada em Gestão de Mídias Digitais e editora do GGN.

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Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

6 Comentários
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  1. Jorge Luis

    16 de setembro de 2018 1:30 pm

    Uma vez golpistas, sempre

    Uma vez golpistas, sempre golpistas.

  2. Flavio Martins e Nascimento

    16 de setembro de 2018 2:20 pm

    A mulherada vai lá e se

    A mulherada vai lá e se mobiliza pra mostrar quanto o Bolso é tosco e o que faz a sua turma? Comprova que elas estão cobertas de razão!

     

  3. peregrino

    16 de setembro de 2018 2:50 pm

    sempre atuaram dessa forma…

    tirando a loucura, o prazer de ser violento, tudo mais é ignorância e falsidade

    muito bom ter acontecido o ataque, porque assim vamos descobrindo o que esses loucos realmente querem,

    o controle total das pessoas

    exatamente como aconteceu na Alemanha

  4. bobo

    16 de setembro de 2018 9:02 pm

    Não é confiável

    O Facebook explicou a falhas de segurança? A política de segurança? Pediu desculpas?

  5. JC SOUZA

    17 de setembro de 2018 12:20 am

    Esse grupo de mulheres vai

    Esse grupo de mulheres vai crescer muito e ultrapassar a internet , elas estão ligadíssimas na politica atual e não suportam mais serem ultrajadas , desrespeitadas e humilhadas . O Bolsonaro  representa com seus atos e palavras a mulher oprimida na sociedade , e elas vão dar uma resposta a altura do momento politico do País. 

  6. Tadeu Silva

    17 de setembro de 2018 1:59 am

    Mulheres

    Só não vão votar ene as barbies, por um motivo de força maior: elas tem um Bolsonaro dentro de casa.

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