5 de junho de 2026

Haverá impunidade se STF não revisar Lei da Anistia, aponta Kennedy Alencar

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Jornal GGN – A Comissão Interamericana de Direitos Humanos “tem razão” em condenar o Brasil a reabrir as investigações do assassinato de Vladimir Herzog na ditadura, o que pressiona ainda mais o Supremo Tribunal Federal a revisar a Lei da Anistia. É o que avalia o jornalista Kennedy Alencar.
 
Nesta semana, a Comissão condenou o Estado brasileiro a apurar e punir os culpados, “não podendo alegar prescrição ou apontar a Lei da Anistia como justificativa para inação. O Brasil deve uma resposta à História. A CIDH tem razão”, diz Kennedy.
 
“O que a ditadura fez no Brasil foi terrorismo de Estado. Enquanto não houver mudança de entendimento do STF, não haverá punição a torturadores no país”, acescentou.
 
Em 2010, o Supremo rejeitou um pedido da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) para processar e condenar assassinos da ditadura por causa da Lei da Anistia da década de 1970.
 
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Cintia Alves

Cintia Alves é jornalista especializada em Gestão de Mídias Digitais e editora do GGN.

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  1. Paulo Dantas

    6 de julho de 2018 8:40 pm

    Rever a lei ?

    Rever a lei ?

    Muitos anos se passaram , um crime cometido em 78 fará 40 anos a maioria dos atores importantes já morreu.

    Qualquer processo investigativo levaria anos , seria baseado quase em depoimentos e até transitar em julgado levaria anos , um simples praça na época terá 80 , 90 anos.

    A investigação seria pela verdade histórica , o que não é pouco.

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