Foto: Divulgação/Presidência

Jornal GGN – Coordenador da campanha presidencial de Geraldo Alckmin (PSDB), o ex-governador goiano Marconi Perillo teria sugerido, durante evento do mercado financeiro, que é hora de “resgatar o exemplo de 2002, quando o PT de Lula buscou o empresário e empreendedor José Alencar para acalmar os ânimos do mercado e comandar um voo seguro para uma rota de desenvolvimento que durou até 2010.”
No caso, Perillo se inspira na chapa Lula-Alencar para incentivar a união de Alckmin com o presidenciável do MDB, Henrique Meirelles.
Segundo reportagem da Folha, a união seria “inovadora” porque garantiria um bom gestor como Alckmin com alguém com experiência na Fazenda, como Meirelles.
Por outro lado, a declaração, não confirmada por Perillo, conflita com o posicionamento recente de Alckmin. O ex-governador de São Paulo disse que é “natural” que seu candidato a vice-presidente seja uma figura que represente um laço com o Nordeste.
AMORAIZA
2 de julho de 2018 4:24 pmVai dar certo
Alckmin é igualzinho ao Lula, e fez pelo nordeste o mesmo que Lula fez (he!he!)
Alckmin foi até inaugurar obras no nordeste (he!he!)
E o Meirelles (ahan!) também tem a mesma aprovação popular de José de Alencar (sqn)
É interessante que José de Alencar, enquanto próspero empresário apoiador de Lula, seja comparado a Meirelles, bem sucedido, rico e assalariado.
(https://duckduckgo.com/?q=meirelles+é+assalariado&t=canonical&atb=v112-7&ia=web)
Vai ser uma união realmente “inovadora”.
Tem gente que mesmo com a faca e o queijo na mão, além de se cortar, ainda não come o queijo.
Andre Araujo
2 de julho de 2018 6:04 pmSó pode ser brincadeira. A
Só pode ser brincadeira. A chapa MERCADO PURO não elege sindico de condominio, Meirelles traz quantos votos?
Não confundir com a eleição na Colombia onde o eixo era a questão das FARCs e não o “mercado”.
Em pais pobre o vetor de vetos ou está na inclusão social ou no combate a violencia, “economia liberal” só elege o presidente da Bolsa de Valores para mais um mandato na mesma bolsa.
JB Costa
2 de julho de 2018 6:14 pmMinha nossa! Como não
Minha nossa! Como não tínhamos dando conta dessa “similaridade” antes? Em que dimensão vagávamos? Pois não é “imprialzim” as duplas?
Eu sempre desconfiei que Alckmin era um filho deserdado de pai, criado só pela mãe com mais uma ruma de moleques. O perfil, esguio, mostra claramente a fome que sofreu nos “sertões” de São Paulo, de onde a família partiu num pau-de-arara para tentar a sorte na capital.
Indistintas as mãos dele e de Lula. Ambas com as marcas da dureza do trabalho braçal. Agora parecido mesmo é o linguajar, Até os erros de concordância são os mesmos. A dúvida é quem primeiro abandonou o advérbio “menas”.
E que líder sindical foi esse Alckmin! Supimpa! Não ficou devendo ao Lula. Liderou greves arrebatando milhares de trabalhadores.
E no carisma alguém observa dissonâncias? Alckmin esbanja também nesse ítem. Ao ponto de fazer dormir um platéia de adolescentes quando discursa.
Identificação igual a de José de Alencar com Meirelles. Ambos homens de mercado. Só que o primeiro com o mercado real, com a produção, e não com a especulação. Mas tudo é mercado. E mercado é o que interessa, o resto não tem pressa.
Eden SP
2 de julho de 2018 9:46 pmPSDB pró-mercado só tem sentido eleitoral para…
Chapa Alckim-Mereilles só se explica para neutralizar o efeito João Amoedo entre a classe média alta.
Nada mais que isso. Ou acham que o efeito Meirelles vai alavancá-lo para os 30%?
André élebê
2 de julho de 2018 11:59 pmTaí mais um exemplo do quanto
Taí mais um exemplo do quanto o pessoal do dito mercado é descolado da realidade – ou mesmo demente (lembrando ser o setor financeiro o que mais concentra psicopatas).