4 de junho de 2026

O candomblé retratado nas aquarelas de Carybé

Imagem: Reprodução/Carybé

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Jornal GGN – Em cartaz, até fevereiro de 2017, a mostra “As Cores do Sagrado”, do artista plástico Carybé, retrata o candomblé em aquarelas. Em São Paulo, a exposição na Caixa Cultural tem curadoria Solange Bernabó, filha de Carybé, e reúne cerca de 50 pinturas e imagens. Entre as obras está aquarelas como a de Mãe Senhora, uma famosa ialorixá (mãe de santo) baiana.

As Cores do Sagrado apresenta a relação do artista com a religião. Em 128 obras produzidas durante anos, Carybé teve como fonte de inspiração as tradições do candomblé. Parte desse trabalho, em especial os projetos que privilegiaram a sintonia entre técnica e fases do artista, compõe a exposição.

A mostra reúne pinturas produzidas entre 1950 e 1980, que apresentam registros de vivências pessoais do artista nos terreiros de candomblé que frequentava. As Cores do Sagrado já passou por Salvador, Recife e Rio de Janeiro. E fica em cartaz até 28 de fevereiro de 2017, em São Paulo.

Carybé, falecido em 1997, nasceu na argentina, mas foi criado no Rio de Janeiro e depois passou a viver na Bahia. O artista plástico também foi cinegrafista, historiador e jornalista. Se destacou no território baiano com seus desenhos, aquarelas, esculturas e murais. Sua filha, Solange Bernabó, atua no cenário cultural desde 1983. Hoje, é secretária do Instituto Carybé e membro do Conselho Curador da Fundação Casa de Jorge Amado.

Serviço

“CARYBÉ As Cores do Sagrado

Local: Caixa Cultural São Paulo

Endereço: Praça da Sé, 111 – Sé, São Paulo – SP, 01001-001

Visitação: até 28 de fevereiro de 2017, de terça-feira a domingo, das 9h às 19h

Classificação indicativa: livre

Entrada gratuita.

*Acesso para pessoas com deficiência.

Mais informações: (11) 3321-4400

Patrocínio: Caixa Econômica Federal

Ana Gabriela Sales

Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

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Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...

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Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

5 Comentários
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  1. Maria Luisa

    15 de dezembro de 2016 7:46 pm

    Carybé e o gostinho da Bahia de Jorge e Dorival

    Que beleza! Lindo o desenho apresentado. Todo mundo que puder, va ver Carybé. Vou ficar na vontade.

  2. peregrino

    15 de dezembro de 2016 8:02 pm

    pior é que passou pertinho de mim, RJ…

    e nem fiquei sabendo

    mas como sou das distâncias, deixe-me ir, por favor, vá ver…………………….rogo ao destino

  3. peregrino

    15 de dezembro de 2016 8:14 pm

    da vida separei algumas atividades para admirar…

    tela me traz tanta tranquilidade……………………..há o sagrado, cores e peso………………………………………….

    fico feliz e agradecido quando a visão me faz perder inquietudes

  4. Jair Fonseca

    15 de dezembro de 2016 10:13 pm

    Faltou dizer que Carybé era

    Faltou dizer que Carybé era Obá (sacerdote) do Ilê Axé Opô Afonjá, em cujo Terreiro morreu.

  5. aureliojunior50

    16 de dezembro de 2016 12:35 am

    Esta aquarela

      Procissão de Oxálufan

      Mostra bem certa parte da cosmogonia ketú – yorubá, a frente ( de verde ) é um Oxá-guian ( Oxalá jovem ), em sequencia Oxálufan, est´´a ladeado a frente por Omulu e Xangô, e depois por Obaluayê e Odé, e fechando Oxum, do “filho” até a “mãe “, passando pelos varios arquétipos da cultura yorubá, e no centro – sob o Céu – a ancestralidade do homem

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