chamei os amigos à ordem do dia
e lhes joguei o estanho na cara:
quanto de mim é um anjo
e quanto assombração e pedra.
ficaram as vergonhas, todos os silêncios
e as vidas dos silêncios.
desmontei das sombras
e me afundei nas aguadas:
os cavalos, em pelo
caminharam sobre a terra do cão.
romério rômulo

Maria Luisa
7 de dezembro de 2016 8:11 pmParabéns, Romério
Acho que somos todos assombos neste momento…