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As mãos dos deuses não vão me deter, por Romério Rômulo

E vou morrer da morte mais doída / De quantas mortes podem me matar.

Quanto de João Cabral cabe no texto?, por Romério Rômulo

Quem me desperta a letra? Quem me faz o desvio?

Uns idiotas me pararam, por Romério Rômulo

só eles sabem e eu nem sou a revelação de um segredo.

Faz sismo, mas eu me levanto, por José Carlos Peliano

corre ao chão betoneira ativa / me aprumo com o sabiá / no canto que traz sempre viva / a graça da vida que há

Faz sismo, mas eu me levanto, por José Carlos Peliano

dos pés derrapa nosso chão / dos olhos escapa o futuro / falta juntar quando e então / para o como se ter maduro

A culpa é sua, por Tiago Muniz Cavalcanti

Pelo político desalmado / hospital superlotado / oxigênio sonegado / direito roubado, arrancado, saqueado

Por todos os vilões que me abatem, por Romério Rômulo

O vento que tempera seus cabelos por muito menos rende-me os amores

As coisas de Caravaggio, 3. Por Romério Rômulo

quanta coisa me faz ser anjo podre ou demônio marcado de ciências?

Caravaggio, 1, por Romério Rômulo

o meu suor é um extrato de serpente rasgado pela noite mal dormida

Carta a Caravaggio, 4. Por Romério Rômulo

sobra ser um amante calejado de amores e estradas carcomidas

Trago meu cavalo doido, por Romério Rômulo

pro cariri vou agora, me declaro a essa senhora e caso no mesmo dia.

Fazendeiro do ar, por Romério Rômulo

fazendeiro de fazendas, mistura de pano e rendas, de bois, jumentos e éguas.

Só a estirpe dos canalhas me ama, por Romério Rômulo

As águas que me lavam são um pedaço do escuro.

Procuro deuses que me bebam/E sambem, por Romério Rômulo

Sou a amargada visão de um calafrio / Num corpo ancestral e delinquente.

Joaquinas&Anas&Alices, avós, por Romério Rômulo

As avós só me deixaram / Os atos dos seus segredos

Eu não vi Clarice/E deixo aqui minha paixão, por Romério Rômulo

Clarice entregou seu rosto / A Carlos Scliar: / Ele a deduziu em amarelo.

Maradona/Nas abas do coração, por Romério Rômulo

Chegava ao campo de cena / Mijava logo na grama / Que a vida só vale a pena / Se tiver alguma lama.

1, 2, 3, 4 y 5 Maradonas, por Romério Rômulo

La noche de Maradona / es una calle / y subvierte el arte / - gruesa y cruda –

Assim perdi a luz dos meus domínios, por Romério Rômulo

Você foi agonia / Eu fui açoite.

Serei belo e infeliz, poeta e cão, por Romério Rômulo

Vou ser plural e singular, muito mais belo / Que os cavalos febris de Salomão

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