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sábado, setembro 26, 2020
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    Tag: poema

    Sob a rouquidão dos teus domínios, por Romério Rômulo

    O meu caminho é longo / e não te cabe.

    Minha estrada, minha rua/Minha musa naufragada, por Romério Rômulo

    Minha casa de artefato / Meu estado de cerrado

    Sou feio. Minha estética é bruta, por Romério Rômulo

    Minha paixão é o avesso da ternura / Movida em todo caso à força bruta.

    Poema de um setembro triste, por Dora Incontri

    Mas a pátria também é / O corpo que cai na favela / E a mancha do sangue negro / E a história de marcha ré!

    A minha alma é crespa. E eu sou ingrato, por Romério Rômulo

    A vida é aquilo que morre no palato / Sobre pedras e trevas. Ervas ervam.

    Meu coração é sempre vil e torto, por Romério Rômulo

    Meus dedos infiéis são decadentes.

    Sobre a crença bastarda dos amores, por Romério Rômulo

    Me atraquem num porto de agonia / Onde eu caiba, ainda que pequeno.

    Eu vou te trazer, ó doce amada, por Romério Rômulo

    Eu vou viver das tuas mãos vibráteis / E vou beber teus atos inconsúteis

    Poeminha do dia do amigo, por Dora Incontri

    Somos humanos apenas / Nem anjos, nem divindades / Ainda estamos aprendendo / A cultivar amizades!

    Na mão atropelada em que me levas, por Romério Rômulo

    Foste cruel. Na voz mata borrada / A vida não me deu os meus enredos

    Quantas idades temos, se amamos?, por Romério Rômulo

    Eu vou entrar mar adentro / Realizar meu espanto.

    Singularidade, por Wilton Cardoso

    o canto no entanto entorna / e entorta a boca em abismos

    No claustro do meu corpo, de repente, por Romério Rômulo

    Não sei se a tua mão na minha mão / É alguma andropausa destes rios.

    O Ritual da Distância, por Romério Rômulo

    Nem sempre o transtorno / Vira pedra.

    Sou eu o meu cordel, sou puro e torto, por Romério Rômulo

    Um corpo, um dado, um jogo de amargura / Que derretesse aquela luz pagã.

    Todo poeta se vê na agonia, por Romério Rômulo

    Sou aos pedaços, sou outro / E pouco caibo nas altitudes do homem.

    Bandolim&Luis&Poços (poema de aniversário), por Romério Rômulo

    Chegou filho de Oscar / Teve mãe d. Tereza. / Este poema é do mar / Deixará muita certeza.

    Minhas ruínas são o que eu te entrego, por Romério Rômulo

    Muitas são as terras do meu sono / E muito é o quinhão do meu desejo.

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