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sábado, julho 11, 2020
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    Início Tags Poema

    Tag: poema

    Quantas idades temos, se amamos?, por Romério Rômulo

    Eu vou entrar mar adentro / Realizar meu espanto.

    Singularidade, por Wilton Cardoso

    o canto no entanto entorna / e entorta a boca em abismos

    No claustro do meu corpo, de repente, por Romério Rômulo

    Não sei se a tua mão na minha mão / É alguma andropausa destes rios.

    O Ritual da Distância, por Romério Rômulo

    Nem sempre o transtorno / Vira pedra.

    Sou eu o meu cordel, sou puro e torto, por Romério Rômulo

    Um corpo, um dado, um jogo de amargura / Que derretesse aquela luz pagã.

    Todo poeta se vê na agonia, por Romério Rômulo

    Sou aos pedaços, sou outro / E pouco caibo nas altitudes do homem.

    Bandolim&Luis&Poços (poema de aniversário), por Romério Rômulo

    Chegou filho de Oscar / Teve mãe d. Tereza. / Este poema é do mar / Deixará muita certeza.

    Minhas ruínas são o que eu te entrego, por Romério Rômulo

    Muitas são as terras do meu sono / E muito é o quinhão do meu desejo.

    “Quando de noite me der/Vontade de me matar” (MB), por Romério Rômulo

    Peço a todos / Que se eu me matar / Me entreguem à beira do rio.

    Dizer não aos usurpadores, por Romério Rômulo

    Dizer não / e lutar com a força da carne.

    Todos os diabos são em vão?, por Romério Rômulo

    Quando você, da branca renascença / moldou a minha fé, quebrou a crença / que todos os diabos são em vão?

    O grão de ferrugem que me deita, por Romério Rômulo

    Se a vida te prende na desfeita / há um duelo do mundo que te mata

    Desatar o nó dos sapatos, por Romério Rômulo

    A terra pertencia a quem, antes de tudo?

    A fina flor da estampa, por Romério Rômulo

    A luz é o que me guia na Comédia.

    Quebra-se uma casca da vida, por Romério Rômulo

    O cavalo, quando se é belo e jovem / Não tem olheiras e a sela é puro aço.

    Decreto-me poeta/sem grandes competências, por Romério Rômulo

    Sofro pouco dos pulmões / E minhas gripes não carregam poesia.

    Nesta confusão dos demônios, por Romério Rômulo

    Qualquer tempo é o tempo / E sobre ele eu não sei.

    Morre-se em Minas. Pode-se morrer em Minas. Por Romério Rômulo

    Recorto vozes e calo / Qualquer sujeito no breu.

    Ars Longa; Vita Brevis, por Gil Fenerich 

    Célere a vida e lento é o conhecer / Lento é o saber e célere é o vento / Que sói sumir bem antes do saber

    Dos portais de Villa-Lobos, meu outono, por Romério Rômulo

    Pela fera em visão de abandono / Na crueza infiel da melodia

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