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Tag: poema

Tudo que vale deve ser pra sempre, por Romério Rômulo

O corpo é a medida do tempo

Sobre mim as flores não brotaram, por Romério Rômulo

Só um pedaço de mim caminha aqui.

Nem pátria, nem patrão, nem patriarcado! por Dora Incontri

Minha pátria é toda arte / Que palpita, que milita, / E que em tantas almas habita / Que se celebra e se comparte.

Eu por aqui vou derreter martelos, por Romério Rômulo

Quantas aguadas vivo sobre mim / Dura canção que me corrói o osso?

E quando eu fosse sozinho/Pra sempre no meu desejo, por Romério Rômulo

Te entrego o que não caibo / As reticências travadas

Quando nos vãos do amor me despedaço, por Romério Rômulo

Amor que me corrói, abraço sobre abraço. O meu amor carece de um pedaço.

A carne bêbada sondava limites, por Romério Rômulo

A carne bêbada sondava limites, uns sobretempos, rumos, cada noite.

Vim ao mundo rever o meu cangaço,

Amei a sua mão e o seu bagaço de moça vilã chegada e esquecida.

O poema vai amanhã, Lourdes!, por Romério Rômulo

E se o poema não chegar terei castigos e multas e paixões

Manuelzão e Ouro Preto/Me fizeram velejar, 1, por Romério Rômulo

Nas estradas me quiseram, Nas cadeias me negaram

Se entrego à tua mão meu atropelo, por Romério Rômulo

Teu rosto traduzido em Caravaggio. Tua mão como um segredo de Picasso.

As vozes que me chegam, 1, por Romério Rômulo

Eu ando, pela moça do meu medo todo o caminho que me tem rasgado.

Canção ao exmito, por Marília Moreira

Nossos campos têm mais valas, Nossa vida tem mais dores.

Ana Elisa Ribeiro, France Gripp, Romério Rômulo | ABC: Poetas BHZ

Romério Rômulo afirma que, depois que você começa, escrever “vira fixação, mania, objetivo de vida. Há um esforço permanente para ser amado”.

As mãos dos deuses não vão me deter, por Romério Rômulo

E vou morrer da morte mais doída / De quantas mortes podem me matar.

Quanto de João Cabral cabe no texto?, por Romério Rômulo

Quem me desperta a letra? Quem me faz o desvio?

Uns idiotas me pararam, por Romério Rômulo

só eles sabem e eu nem sou a revelação de um segredo.

Faz sismo, mas eu me levanto, por José Carlos Peliano

corre ao chão betoneira ativa / me aprumo com o sabiá / no canto que traz sempre viva / a graça da vida que há

Faz sismo, mas eu me levanto, por José Carlos Peliano

dos pés derrapa nosso chão / dos olhos escapa o futuro / falta juntar quando e então / para o como se ter maduro

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