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segunda-feira, junho 1, 2020
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    Tag: poema

    Poemeto adaptado para um Brasil bolsonazista, por Wilson Luiz Müller

    Quando os bolsonazistas vieram buscar os aposentados, / eu não fiz nada porque não era um aposentado comum.

    É palpável o mistério das coisas, por Romério Rômulo

    Todo mistério é um estado que me come.

    Por cidades que andei/pisei mais onde pisei, por Romério Rômulo

    Num rito colossal de paz e guerra / se sobre a tua mágoa eu me fizer / eu vou minar teu coração de terra.

    Menina, me grita agora/tens um irmão, tens um rei?, por Romério Rômulo

    Posso morrer na demora / de amores que nem criei.

    The last lethal ride to the burning cross, por Fábio de Oliveira Ribeiro

    O poema tem um sabor épico, mas várias passagens dele podem ser creditadas à tradição portuguesa da "poesia de maldizer"

    O mês de dezembro foi-se, por Romério Rômulo

    Tudo é um jogo / de terra e fogo

    Te dou de mim/o que couber tua mão, por Romério Rômulo

    Sou pouco / e vendo um corpo com tantos anos / de uso

    A casa do meu silêncio, por Romério Rômulo

    É nela que encontro sempre / a minha água mais limpa / É nela que enterro sempre / o meu poema mais sujo.

    Humanamente forte, humanamente frágil, por Romério Rômulo

    Quem precisar de mim / que me devore!

    A moça do Freud, 2 – por Romério Rômulo

    digo que sou poesia / camarada do Adelzon / e um certo Carlos Scliar / fez meu retrato em crepom.

    A besta arreganha os dentes, por Wilton Moreira

    nove adolescentes / morrem / "pisoteados" / morrem / em baile funk na favela / de Paraisópolis

    Mais nove vidas perdidas…, por Dora Incontri

    Periferias de hoje / São os navios negreiros / São senzalas da cidade, / Onde morrem brasileiros / Desde a mais tenra idade.

    Contra o fascismo e abusos: a resposta de Elisa Lucinda ao desembargador que condenou...

    "Meu poema 'Só de Sacanagem' sempre servirá à liberdade de pensamento, e jamais assinará embaixo qualquer forma de abuso ou de opressão", diz a artista

    O mundo é muito cedo/e é de quem arde, por Romério Rômulo

    Te peço perdão, moça, se pequei / Pelos teus olhos e neles me rasguei.

    O amor é sempre um mastro de navio, por Romério Rômulo

    A solidão espera / A lágrima presa no olho, derretida / Como chumbo da aldeia.

    Quando tudo chegar e eu me for, por Romério Rômulo

    Vou sobretudo dizer / da necessária visão dos meus domínios

    Simbiose, por Mariana Nassif

    nu - também estás tu perante tua própria vida.

    Saí de Portugal em rumo e naveguei, por Romério Rômulo

    Peço perdão por tantos dissabores / Os mares sempre lavam meus amores.

    A moça é mais bonita que o carvão, por Romério Rômulo

    A moça é mais bonita que o dia / Num rastro de amargura e de desejo

    Eu que perto do teu coração estive (Eliot, 2), por Romério Rômulo

    Quando o sol quebrado me reteve e atravessei a noite

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