5 de junho de 2026

Justiça de Goiás recebe denúncias da Operação Monte Carlo

Jornal GGN – A Operação Monte Carlo volta ao cenário mais uma vez. O empresário Carlos Augusto de Almeida, conhecido como Carlinhos Cachoeira; o ex-senador Demóstenes Torres e o ex-diretor da construtora Delta, Claudio Dias de Abreu, foram acusados em denúncia do Ministério Público. O Tribunal de Justiça de Goiás recebeu hoje (22) o material e apura os crimes de corrupção deflagrados na Operação em 2012.

Siga o Jornal GGN no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo

Seguir no Google

Na época, o Ministério Público apurou que Demóstenes Torres recebeu vantagens indevidas, como garrafas de bebidas importadas, eletrodomésticos de luxo e mais de R$ 5 milhões para favorecer Cachoeira e Dias de Abreu, quando ocupava o cargo de senador, entre 2009 e 2012.

O MP também apresentou que os ex-senador participou ativamente da negociação de interessas da Delta na prefeitura de Anápolis (GO), em julho de 2011. A investigação da Polícia Federal partiu de um esquema de corrupção e exploração ilegal de jogos em Goiás e no Distrito Federal.

Em 2012, Demóstenes renunciou ao mandato e, por isso, o material enviado ao Supremo Tribunal Federal foi reencaminhado à justiça de Goiás, já que houve perda da prerrogativa de foro.

Com informações da Agência Brasil.

Patricia Faermann

Jornalista, pós-graduada em Estudos Internacionais pela Universidade do Chile. Coordenadora de Projetos. Repórter e documentarista de Política, Justiça e América Latina do GGN desde 2013.

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Mais lidas

As mais comentadas

Colunistas

Ana Gabriela Sales

Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...

Carla Castanho

Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

7 Comentários
...

Faça login para comentar ou registre-se.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

  1. Mar da Silva

    23 de janeiro de 2014 11:46 am

    Por associação criminosa, a

    Por associação criminosa, a Veja também é ré nesse processo ao vender gato por lebre. rs rs rs.

  2. vera lucia venturini

    23 de janeiro de 2014 12:01 pm

    E isto tudo se configura

    E isto tudo se configura crime? Imagina..

    Pelo menos algum membro do Judiciário assim o entenderá mais mais tarde. É tudo questão do tamanho das malas que como se sabe se divide em p m e g. Também influe muito a questão de siglas nas condenações. Começou com P e acabou com T esteje preso.

  3. Andre SP

    23 de janeiro de 2014 12:03 pm

    É com muita tristeza que informo:

    Não vai dar em nadaaaaa!!!!! O processo será arquivado… Insuficiência de prova!

    Como seria bom se a Justiça realmente funcionasse!

    Mas é o ditado ela é só para Inglês ver!

  4. edmorc

    23 de janeiro de 2014 12:14 pm

    Tudo continua igual……….

    Enquanto isso em Goiânia os caça-níqueis continuam funcionando a todo vapor, sempre nos fundos dos bares. Da periferia? Não, nos mais variados locais.

  5. Osvaldo Ferreira

    23 de janeiro de 2014 2:34 pm

    Já? Nossa que eficiência não?

    Já? Nossa que eficiência não? kkkkkk

  6. Gilson Raslan

    23 de janeiro de 2014 3:43 pm

    NÃO ACREDITO

    Se o processo estivesse na Justiça Federal até poderia acreditar num julgamento justo, mas na Justiça Estadual de Goiás, onde está TUDO DOMINADO pelo PERILLO e sua gang, nem pensar.

  7. Maria Rita

    24 de janeiro de 2014 7:43 am

    Vai ser igual à canonização

    Vai ser igual à canonização do primeiro réu do mensalão tucano em MG. Fez 70 anos e agora aos 72, foi liberado. São Mares Guia, das profundezas do inferno para o céu das Minas Gerais.

Recomendados para você

Recomendados