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Luis Nassif

Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.

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23 Comentários
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  1. Ulisses s

    23 de janeiro de 2014 3:17 am

    O exocet Brasileiro

    Com tecnologia interiramente nacional, o Brasil desenvolve um míssil antinavio, tecnologia que apenas poucos paises do mundo possuem.

    http://www.aereo.jor.br/2014/01/22/omnisys-e-marinha-celebram-conclusao-do-radar-autodiretor-do-missil-antinavio-mansup/

     

    Omnisys e Marinha celebram conclusão do modelo funcional do radar autodiretor do míssil antinavio MANSUP

     

    exocetmm40mb

    ENGENHEIROS DA EMPRESA DE SÃO BERNARDO DO CAMPO RECEBEM COMITIVA DE ALMIRANTES PARA APRESENTAR O PROJETO

    São Bernardo do Campo, 22 de janeiro de 2014 – A Omnisys, empresa brasileira de altíssima tecnologia sediada em São Bernardo do Campo (SP), apresentou à Marinha do Brasil o resultado da conclusão com sucesso dos testes do modelo funcional do Seeker do míssil antinavio MANSUP, cuja tecnologia foi inteiramente desenvolvida no Brasil. A conquista foi celebrada em um evento realizado na sede da Omnisys. O evento foi prestigiado pelo Prefeito de São Bernardo do Campo, Luiz Marinho, por comitiva da Marinha formada pelo Almirante-de-Esquadra Luiz Guilherme de Sá Gusmão, Diretor Geral do Material da Marinha, Vice-Almirante Alípio Jorge Rodrigues da Silva, Diretor do Sistema de Armas da Marinha, e Vice-Almirante Ronaldo Fiuza de Castro, Gerente do Projeto de Desenvolvimento do míssil nacional superfície-superfície.da Marinha, e profissionais do setor de Defesa.

    “A Omnisys tem orgulho de ter sido escolhida como a empresa responsável por esse sistema tão importante e complexo. Trata-se de um desenvolvimento inédito onde utilizamos as diversas áreas da engenharia no seu mais alto grau de complexidade para obtenção de um produto, cujo principal objetivo é garantir a soberania do nosso país, bem como avançar rumo à nossa independência tecnológica”, destaca Edgard Menezes, presidente da empresa.

    “A nossa engenharia de desenvolvimento é muito forte, haja visto os diversos sistemas já desenvolvidos como, por exemplo, os rastreio óptico e monitoramento do espectro eletromagnético (para o Centro de Lançamento de Alcântara), o MAGE Defensor (em parceria com o IPqM) e o Sistema de Controle da Máquina do Leme (para a própria Marinha), entre muitos outros. Com o Seeker, damos um salto qualitativo significativo, que coloca a Omnisys numa posição de vanguarda. Além disso, deixa a empresa pronta para participar dos próximos desafios que virão com o avanço das ações atualmente em curso na área de Defesa do Brasil. Nosso maior orgulho é produzir tecnologia nacional por cérebros e mãos brasileiros”, completa.

    Segundo o Almirante Gusmão, a Marinha está muito satisfeita por ter vencido mais essa etapa e, também, pela Omnisys ter conseguido realizar esse grande feito. O Prefeito de São Bernardo do Campo, Luiz Marinho, falou sobre a importância do projeto para o desenvolvimento da área de defesa da região.

    A conclusão da aplicação dos testes funcionais comprovou que todos os módulos do Seeker (transmissor, receptor, servomecanismo/antena e processamento) já funcionam perfeitamente de forma individual. Considerando que os módulos foram desenvolvidos localmente pelos engenheiros da Omnisys o evento marca um grande passo para o desenvolvimento da indústria de defesa nacional.

    Sobre o Seeker
    Responsável pela guiagem do míssil na fase final de proximação do alvo, o Seeker é um dos mais complexos e sensíveis equipamentos do ponto de vista de segurança da informação de todo o projeto MANSUP da Marinha do Brasil. Inicia-se agora a fase de integração do radar, onde todos os módulos serão colocados para operar de maneira conjunta já respeitando o formato final do produto.

    “Ter o domínio dessa tecnologia garante ao Brasil mais independência tecnológica em relação aos países mais desenvolvidos e, consequentemente, preserva a soberania brasileira, protegendo o nosso território e as nossas riquesas”, explica Menezes.

    Sobre a Omnisys

    A Omnisys é uma empresa brasileira de altíssima tecnologia, sediada em São Bernardo do Campo (SP), afiliada à Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Defesa e Segurança (ABIMDE). Fundada em 1997, a Omnisys foi uma das primeiras empresas de engenharia eletrônica brasileira a fornecer soluções de alta tecnologia para aplicações civis, militares e espaciais não apenas para o Brasil, mas também para outros países da América Latina, Europa e Ásia. A Omnisys tem competência técnica e gerencial em áreas estratégicas de aplicação civil e militar tais como defesa aérea e controle de tráfego aéreo, guerra eletrônica naval e, no mais alto grau de desenvolvimento tecnológico, áreas espaciais e de aviônicos, além da prestação de serviços. http://www.omnisys.com.br.

     

     

  2. Antonio C.

    23 de janeiro de 2014 3:31 am

    Sujestão (sic) aos homens de bem.

    Prezados homens de bem,

    Em virtude da polêmica em torno dos rolezinhos, presto a minha solidariedade àqueles que gostam das compras como atividade de lazer em shoppings, independente de classe social. Todos devem estar apavorados pelo fato de aqueles garotos que compram roupas em crédito nos shoppings, agora, permitam-se a estarem nestes espaços sem consumirem o que quer que seja. Não sendo um espaço de socialização, mas de “compre e caia fora”, sinto-me tentado a listar os nomes das empresas que possuem lojas nos shoppings e não comprar uma bala sequer. Sugeri como demonstração a compra nos shoppings pelo pessoal do rolezinho, deixando a mercadoria na boca do caixa – nem que fosse uma bala – declarando que não levaria o produto pois eles não permitem rolezinho; porém, se não pode ficar por ali, não pode comprar em shopping nenhum. É bem provável que os bazares de caridade fiquem satisfeitos, pois, afinal, é preciso comprar as coisas em algum lugar (as minhas últimas roupas foram compradas nesses bazares e não me arrependo…). Em alguns momentos, tal como agora, aparece-me o arrependimento, em que considero necessário auxiliar os proprietários de bem e de bens dos shoppings. Deste modo, dou como sujestão (i.e. sugestão suja) alguns exemplos de placas que poderiam ser afixadas nas vitrines das lojas. Dado que tais placas estão fora do contexto nacional, tal ideia inteligente pois “importada” deve ser adaptada às condições climáticas, políticas e sociais. Também aplicáveis ao contexto de emprego. A última sujestão é dada àqueles que ressussitaram Lombroso como “teoria perceptiva” de identificação dos participantes de rolezinho.

     

     

     

     

  3. D

    23 de janeiro de 2014 6:55 am

    Um presente de Deus Ex Machina para Leandro: Um scanner

    Presente: Um scanner para Leandro

     Olha  a máquina!
    X
    EI
    Raio X
    Cuidado
    Olha a Morte!
    Agora sei: Dormir
    Isso: Quando quero a solução fecho os olhos para ver
    E vi um brinquedo scanner e eu brincando com Leandro
    Imagina, é difícil brincar com ele autista cego sem corpo fisico mas fotógrafo
    Ele passa a noite toda fotografando, tenho as fotos, vou ver se acho em algum cartão de memória perdido num monturo
    No sonho nós brincávamos de escanear um ao outro
    Eu(com um leitor de código de barra na mão): Agora vou escanear seu corpo
    Quero ver o pão que vc comeu
    Onde ele está

    P.S.- Hoje são 2 de Marte de 3.000.000.014 no Calendário D mas, como já atualizei este dia, vou pular para o dia 3, quero ver qual foi a última postagem quando estive por lá, olha: A vida!

    P.S.2- Olha a Morte!

    Ao me dirigir para o dia 3 fui avisado do perigo: Olha a Morte!
    No momento estão tentando destruir esta obra
    Eles, os de sempre, os span ou oposto de spin
    Olha a Morte!
    Morte ou Ideia Sem Vida
    Eles adoram fazer macaquices e acham que são humanos quando são símios
    P.S.2- Pois destrua essa obra se quiseres puderes seu desocupado
    Deus Ex Machina: Quero escanear o pão no teu estômago pertinho do teu coração
     

     

  4. D

    23 de janeiro de 2014 7:05 am

    Foto tirada em Marte mostra pedra branca misteriosa

    Foto tirada em Marte mostra pedra branca misteriosa

    Reuters Montagem com fotos da NASA mostram a superfície de Marte. Cientistas estão intrigados sobre como uma pedra apareceu misteriosamente numa foto enviada de Marte pelo robô explorador Opportunity. 26/12/2013. REUTERS/NASA/Handout via Reuters

    Reuters/Reuters – Montagem com fotos da NASA mostram a superfície de Marte. Cientistas estão intrigados sobre como uma pedra apareceu misteriosamente numa foto enviada de Marte pelo robô explorador Opportunity. …mais 

    Por Irene Klotz

    CABO CANAVERAL, EUA, 22 Jan (Reuters) – Cientistas estão intrigados sobre como uma pedra apareceu misteriosamente numa foto enviada de Marte pelo robô explorador Opportunity.

    Leia mais:
    Pescadores japoneses saem ao mar para capturar mais golfinhos
    EUA: estudo revela que nem todos os remédios são revisados igualmente

    O robô, que aterrissou há uma década na região chamada Meridiani Planum, explora a borda de uma cratera por sinais de existência de água no passado.

    Um outro robô, o Curiosity, aterrissou do outro lado do planeta em 2012 para a mais ambiciosa missão de procurar lugares habitáveis no passado.

    Contudo, no momento, os cientistas tratam de uma questão mais imediata. Em 8 de janeiro, quando se preparava para uma investigação científica, o Opportunity enviou uma foto do seu trabalho na área.

    Estranhamente, ela mostrou uma pedra brilhante branca, do tamanho de um pãozinho, onde somente solo rochoso aparecia na foto tirada duas semanas antes. Os cientistas suspeitam que a pedra foi virada por uma das rodas do robô.

    Pode também ter parado ali por conta da queda de um meteorito.

    De qualquer maneira, a pedra chamada de “Ilha Pináculo” proporciona um inesperado bônus para os cientistas.

    “A maior parte da pedra tem um tom brilhante, quase branco”, disse a Nasa, a agência espacial dos Estados Unidos, num comunicado na terça-feira.

    “Uma porção é vermelha. A Ilha Pináculo pode ter sido virada de ponta-cabeça pela roda, proporcionando uma circunstância incomum para o exame do lado de baixo de uma pedra de Marte.”

     

  5. D

    23 de janeiro de 2014 7:08 am

    Cão sem dono: o que fazer?

    Cão sem dono: o que fazer?

     Por  | Vida de Cão 

    Getty ImagesUma triste realidade torna-se evidente a cada período de férias de verão, quando muitas famílias viajam: o crescimento da população de cães de rua. Apesar do entusiasmo inicial com a ideia de ter um bichinho em casa, muitas pessoas se arrependem de ter que criar um animal doméstico e acabam abandonando os peludos pelas ruas da cidade.

    Para quem ama cachorros, é muito difícil cruzar com um animalzinho solitário pelas esquinas. E se a situação envolver uma ninhada de filhotes, pior ainda! O que fazer para ajudar nesses casos? Levar para casa? Deixar a cadela cuidar de suas crias na rua? Encaminhar para alguma organização de defesa dos animais?

    “Antes de mais nada, a decisão passa por uma escolha pessoal do tipo de envolvimento que se está disposto a ter”, diz a veterinária Bárbara Nogueira, que atende no bairro da Lapa, em São Paulo. “A partir do momento em que alguém resolve levar um cãozinho para casa, ele precisa entender que criará um laço com aquele animal, tornando-se responsável por ele”, afirma.

    A especialista recomenda que, após alimentar o cão, a primeira ação seja a de encaminhá-lo até uma assistência veterinária. Além de examinar e tratar possíveis machucados, o médico também vai aplicar vermífugo e vacinas no animal, cuidados essenciais para o peludo que andava pelas ruas, em contato com todos os tipos de germes. Essa medida também é importante principalmente para quem já tem outros cachorros em casa e pretende adotar o recém-encontrado, já que há risco de contágio entre os mascotes.

    A partir daí, o próximo passo é partir para um bom banho no companheiro, cuidando bem de áreas do corpo como patas e orelhas, onde pode juntar mais sujeira. Fique atento para não machucar partes sensíveis, como o focinho! Em algumas situações, o pet pode estar assustado com a nova situação e, por isso, tornar-se agressivo. “Se não se sentir confortável para tratar o banho sozinho, é melhor procurar uma pet shop”, diz Bárbara.

    Limpinho, alimentado e protegido. E agora?
    Terminada a etapa de primeiros socorros, é hora de decidir: ficar ou não com o pequeno? Caso a decisão seja a de adotar o novo companheiro, há alguns cuidados específicos que devem ser respeitados. Segundo Bárbara Nogueira, primeiramente deve-se respeitar o ritmo do novo integrante da casa, evitando forçar rotinas e aproximação. “O animal precisa se sentir confortável e, aos poucos, criar confiança na família”, explica a médica. Para isso, um cômodo tranquilo é ideal para manter o bicho sossegado. Se houver outros pets na casa, evite aproximá-los nos primeiros dias.

    No entanto, se os benfeitores não puderem manter o animal encontrado, a solução é buscar outros pais adotivos. Veterinários sempre aconselham a castrar o cão antes da doação, seja para novos tutores, seja para instituições de proteção aos animais.

    Infelizmente, as organizações que se dedicam a cuidar de bichos domésticos abandonados enfrentam o mesmo problema: superlotação e falta de recursos para manter a matilha. Por isso, as associações existentes pedem para quem recolher cães nas ruas não apenas dar a assistência inicial ao peludo, mas também se engajar na adoção. Fotografar o pet e divulgar para amigos nas redes sociais também é uma alternativa fácil e bastante comum. Outras opções são as feiras de adoção de animais e sites próprios para anúncio de cães.

    Entidades e sites para buscar orientação sobre adoção:
    – Animal SOS
    – Associação Paulista de Auxílio aos Animais (APPA)
    – Central de Adoção Animal
    – Projeto Esperança Animal 
    – União Sem Raça Definida

     

  6. D

    23 de janeiro de 2014 7:12 am

    Nós precisamos é de tradução e não de repressão

     

    Para Haddad, preocupação com encontros é exagerada

    Por Artur Rodrigues 

    O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), afirmou nesta quarta-feira, 22, que a preocupação com os “rolezinhos” é exagerada. Como alternativa aos shoppings, Haddad disse que não vê dificuldades em encontros do gênero acontecerem nos Centros Educacionais Unificados (CEUs) e em clubes municipais.

     

    “Eu acho que está havendo um certo exagero. Nada que uma boa conversa não resolva”, afirmou, quando questionado sobre o que achava da demanda da Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop) para a criação de “rolezódromos”. “A garotada que está em contato conosco tem menos de 18 anos e quer se encontrar, namorar, se divertir na cidade. É mais uma questão de conversa, de acordo, do que propriamente de repressão”, disse nesta quarta-feira, durante evento no Largo da Batata, em Pinheiros, zona oeste.

     

    Ele afirmou que assinará um decreto para que haja gestão compartilhada dos CEUs, entre educação, cultura e esporte. “É um espaço público que recebe as pessoas para as atividades mais variadas”, disse. “Nós não queremos um volume alto do lado da casa de um trabalhador que precisa acordar às 4 horas. Mas, num lugar próprio, por que não cultivar a centenas de ritmos que o Brasil produziu para o mundo?”

     

    Ele ainda afirmou que pretende iluminar os Clubes da Comunidade (CDCs) para que os jovens possam praticar atividades à noite nesses locais. Além disso, o prefeito aposta que a presença de Wi-fi nas praças, projeto que a Prefeitura está desenvolvendo, pode ser outra alternativa para atrair o público jovem da cidade.

     

    Obras

     

    No evento, Haddad também falou sobre obras de requalificação do Largo da Batata, parte da Operação Urbana Água Branca. Uma delas será um bicicletário, ligado à Estação Faria Lima do Metrô, que será inaugurado em março. Também será feita uma ciclovia partindo do largo, rumo à zona sul da cidade.

  7. D

    23 de janeiro de 2014 7:16 am

    Lewandowski diz que cabe a Barbosa prender João Paulo

    Apoiado ministro Lewandowki, se Barbosa quer visibilidade, pois que a tenha: Como autor de uma grande injustiça, e chegará um dia em que o povo ficará sabendo da verdade, não pense que não, tá bom

    Por Felipe Recondo 

    Presidente em exercício do Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Ricardo Lewandowski, afirmou nesta quarta-feira, 22, que compete ao ministro Joaquim Barbosa determinar a prisão do deputado João Paulo Cunha (PT-SP), condenado no julgamento do mensalão. “Eu acompanho o entendimento da ministra Cármem Lúcia de que a competência é do relator”, afirmou o ministro, ao ser confrontado com as declarações feitas por Barbosa de Paris.

     

    Lewandowski argumenta que um artigo do regimento – 341 – determina que “os atos de execução e de cumprimento das decisões e acórdãos transitados em julgado serão requisitados diretamente ao ministro que funcionou como relator do processo”. Dessa forma, só Joaquim Barbosa poderia determinar a execução da pena imposta a João Paulo Cunha.

     

    A ministra Cármen Lúcia, que assumiu a presidência depois que Barbosa viajou de férias, não assinou o mandado de prisão de João Paulo Cunha. Lewandowski já havia antecipado que também não assinaria. Com isso, João Paulo Cunha só deverá ser preso no início de fevereiro, quando Barbosa retornar de viagem a Londres (Inglaterra) e Paris (França). A confusão em torno da prisão de JOão Paulo começou quando Barbosa saiu de férias logo depois de certificar o trânsito em julgado do processo contra o deputado. O presidente do tribunal viajou sem assinar a ordem de prisão.

    1. zegomes

      23 de janeiro de 2014 10:07 am

      Estava sentindo sua falta,

      Estava sentindo sua falta, Avatar do Meia Ponte, suas contribuições são sempre dez!

  8. D

    23 de janeiro de 2014 8:00 am

    STF entre concretização da Constituição e juristocracia
     

    Por Rafael Tomaz, no Conjur

    Escrever é sempre arriscado. Não fosse por nada, ao menos pelo fato de que — no momento em que o texto se desprende da esfera privada e invade o espaço público — sempre existe a possibilidade do mal entendido, da incompreensão. Nesse aspecto, a hermenêutica mais contemporânea nos conforta: o autor não é proprietário do sentido do texto. O intérprete tem a sua autonomia e o resultado da interpretação é sempre derivado de uma fusão de horizontes entre texto e intérprete.

    Certamente, depois da hermenêutica filosófica de Hans-Georg Gadamer, fica difícil tentar repristinar as teses psicologistas predominantes ao tempo do romantismo alemão que suprimiam os efeitos positivos da distância temporal entre texto e intérprete resumindo a tarefa interpretativa como um empreendimento ligado à reconstrução de uma subjetividade específica: a do autor. Interpretar corretamente um texto era compreender o autor — e não o texto — melhor do que ele mesmo foi capaz de se compreender.

    Hoje, temos condições teóricas para afirmar o contrário: quando compreendemos e interpretamos textos somos aplacados pelos efeitos de nossa finitude, de nossa condição histórica e a distância temporal é sempre uma aliada em nossa empresa interpretativa. Tentar reproduzir o sentido original do texto não é apenas uma tarefa fadada ao fracasso como também inútil: quando se interpreta, manifesta-se ali a produção de um sentido novo.

    Todavia, a coluna desta semana tem sua origem em um mal entendido. Em uma interpretação que considero equivocada sobre um texto que escrevi recentemente aqui mesmo nesta ConJur (cliqueaqui para ler).

    De fato, se é certo que o intérprete produz um sentido novo no momento em que funde seus horizontes com texto, também o é que esse sentido produzido deve permanecer atrelado a projetos interpretativos legitimados/autorizados pelo texto que se interpreta.

    Em artigo publicado recentemente, Bruno Vinícius da Rós Bodart faz a seguinte admoestação: “A quem interessa um Supremo omisso?” (clique aqui para ler). Seu texto dirige criticas ao artigo que publiquei neste mesmo Diário de Classe. Argumenta Bodart que o meu texto — bem como o texto do colega Rodrigo de Oliveira Kaufmann, da coluna Observatório Constitucional — não teria se preocupado em apontar “nenhum problema substancial, mas apenas em ressaltar a importância política do Legislativo” (permito-me, desde já, levantar uma pergunta: se fosse esse mesmo o caso — o que, de minha parte definitivamente não o é — a “importância política do Legislativo”, em um Estado de Direito Democrático, já não seria, por si só, um problema de substância?).

    Bodart lembra-nos, ainda, que o equívoco muito comum que existe nesse tipo de posição — que defende a importância política do Legislativo — está em pensar a democracia como o “regime da maioria” (sic). Na sequência, o autor afirma que “nenhum Poder da República pode rotular-se como o ‘órgão central da democracia’, porque todos eles têm um compromisso inexorável com a razão”.

    É interessante notar que a minha análise é vista por Bodart como algo que tira a discussão de sua melhor rota, pregando uma espécie de guerra entre os poderes democráticos.

    Todavia, é preciso deixar claro que, em nenhum momento, meu texto afirma uma espécie de “preponderância” do Poder Legislativo sobre os demais, tampouco quer retratar uma situação de beligerância entre os poderes da República. A relação entre eles deve ser equilibrada. Evidentemente! Algo, aliás, que não se apresenta como nenhuma novidade uma vez que é fruto do constitucionalismo moderno e de seu ideal de Constituição equilibrada.[1]

    O texto escrito naquela ocasião tinha um objetivo muito específico e não era exortar o Congresso. Ao contrário, era mostrar a sua relação perene de vassalagem com relação aos demais poderes (principalmente, mas não tão somente, ao Poder Executivo).

    O texto conclamava o Congresso, no final, a assumir legitimamente a sua autonomia com relação aos demais poderes. É certo que nesta quadra da história, em que vivemos uma democracia constitucional que procura conciliar governo da maioria com o respeito aos direitos fundamentais, não seria eu uma das vozes a defender um Judiciário amesquinhado, refém de maiorias eventuais.

    Todos sabemos muito bem que a independência do Poder Judiciário é um elemento essencial para a própria ideia de Estado de Direito. Esse dado não é objeto de discussão. Todavia, reproduzindo um jargão comum, se o Judiciário assume um papel estratégico no contexto das democracias constitucionais, isso traz para aqueles que exercem essa função estatal uma enorme responsabilidade política.

    Não me interessa um Judiciário omisso. Interessa-me um Judiciário responsável, diante do tamanho de suas atribuições. Nesse sentido, um Judiciário que aja nos limites da concretização da Constituição e dos direitos fundamentais é algo não apenas legítimo como fundamental para um democracia constitucional. Mas a atividade do Judiciário deve ser pensada de forma responsável. Nesse aspecto, tenho enorme relutância em admitir como legítima alguma decisão do Judiciário que esteja baseadas em deduções arbitrárias que não possuem respaldo algum no texto da Constituição. Volto a frisar: o interpretação é um ato produtivo. Mas essa produção não pode ser arbitrária. O sentido é projetado a partir de textos. Há projetos de sentidos que são legítimos/autênticos com relação ao texto e há, igualmente, projetos de sentido que são ilegítimos/inautênticos com relação ao texto. Esses últimos devem ser descartados. Continuo achando difícil sustentar que uma ordem cronológica possa determinar a pauta de votação do Congresso Nacional. Ou que seja possível dizer que o interregno para a votação do segundo turno das emendas constitucionais tem previsão no texto constitucional. E isso tudo não porque vejo algum tipo de “superioridade no Poder Legislativo, mas, sim, porque não há autorização constitucional para a interpretação que se pretende realizar. Simples assim.

     

    Em suma, meu texto tinha dois objetivos:

    1) demarcar a situação de vassalagem em que se encontra o Congresso Nacional. Posso ser mais claro em relação a isso: estamos aqui discutindo sobre o excesso de poder atribuído ao Judiciário e aos perigos de uma juristocracia. Mas, há que se perguntar, de quem é a culpa? Há algum culpado nisso? Tendo a responder que sim, há. E o culpado é o próprio Congresso. Afinal, quem aprovou as reformas processuais que levaram à abstratalização das decisões do Supremo Tribunal em sede de controle difuso (vide, nesse sentido, o parágrafo único do artigo 481 do CPC, alterado pela Lei 9.756/1998)? Quem aprovou as leis de controle concentrado (Leis 9.868/99 e 9.882/99)? Quem aprovou a Emenda Constitucional 45/2004 recheada de instrumentos autoritários como é o caso da Súmula Vinculante e da Repercussão Geral? Ora, todas essas reformas — que colocam o nosso Judiciário em uma posição sui generis com relação a qualquer democracia constitucional do direito comparado — foram aprovadas pelo próprio Congresso.

    Ou seja, o próprio Congresso é responsável pelo agigantamento do Poder Judiciário. E mais do que isso, no contexto atual, o Congresso atinge um grau de ilegitimidade extremamente preocupante porque está posto às claras a sua inoperância em cumprir burocracias mínimas, que envolvem a sua atuação cotidiana, como no caso do descumprimento do prazo para a apreciação dos vetos presidenciais.

    2) Afirmar que a função contramajoritária do Poder Judiciário — vital, repito, para uma democracia constitucional — não se apresenta como um “cheque em branco” para que o judiciário, mormente o Supremo Tribunal Federal, faça o que bem entender com a interpretação da Constituição. Há limites para a atuação do Judiciário, assim como há limites para a atuação do legislativo e do executivo. Nossa Constituição incorpora o ideal constitucionalista de equilíbrio entre os poderes constituídos. E isso significa que exageros do Judiciário na interpretação da Constituição devem ser coibidos. Do mesmo modo que concretizações efetuadas a partir de interpretações adequadas à Constituição federal devem ser aplaudidas.

    Uma outra passagem do texto de Bodart, que retrata exatamente essa questão, chamou-me a atenção. Afirma ele o seguinte: “Bem por isso, em todas as recentes decisões do Supremo Tribunal Federal de certa relevância política, é difícil encontrar, dentre as pessoas devidamente informadas dos argumentos envolvidos, quem discorde das razões que levaram a corte a decidir em tal ou qual sentido, principalmente quando opta pela inconstitucionalidade. Em artigo publicado em 9 de março de 2012, observei que a nossa corte constitucional raramente decide em desacordo com a opinião pública (grifei), expliquei os motivos que levam a esse fenômeno e defendi a sua absoluta legitimidade. Se assim é, também corresponde à verdade dizer que o Congresso atua, em inúmeras situações, em desarmonia com o entendimento da maioria do povo, e nem sempre com o intuito de prestigiar os direitos fundamentais das minorias (grifei)”.

    Pois bem. Acho interessantíssimo. Por certo, Bodart é muito bem informado a respeito dos argumentos envolvidos nas recentes decisões do Supremo Tribunal. E interpreta de forma excelente os textos que lê por aí. Mas, é instigante o modo como ele articula contramajoritarismo e opinião pública.[2]

    Afinal, a função da corte é tomar decisões contramajoritárias ou decisões majoritárias? Está certo medir o acerto das decisões de uma corte judiciária pelo termômetro da opinião pública?

    Vou continuar nutrindo minha dúvida e exercendo a minha desconfiança para com o Judiciário. Não que isso implique — é bom deixar claro — exaltar a função legislativa como se eu acreditasse que a democracia representa simplesmente o governo da maioria. Também não quero ferir a independência e a autonomia do Poder Judiciário. Mas não tenho o mínimo interesse de ser cidadão de uma juristocracia. Equilíbrio, essa é a palavra de ordem.

    [1] Cf. Matteucci, Nicola. Organización del Poder y Libertad. Madrid: Trotta, 1998, passim.
    [2] A discussão merece ser aprofundada, mas não cabe no espaço de uma coluna. Para tanto remeto ao artigo minucioso de Georges Abboud. STF VS. VONTADE DA MAIORIA: As Razões Pelas Quais a Existência do STF somente se justifica se ele for contramajoritário, RT 921 /191, em Julho de 2012.

     

    http://www.conjur.com.br/2013-mar-23/diario-classe-stf-entre-concretizacao-constituicao-juristocracia

  9. Fernando Antonio Moreira Marques

    23 de janeiro de 2014 8:39 am

    Falha nos trens do Rio

    Os políticos cariocas são muito lentinhos.

    A grande maioria dos usuários do trem são de baixa renda e saem de casa no maximo com o dinheiro contado para a passagem. Qualquer alteração no seu funcionamento causa enormes problemas para o usuário, que revoltado passa a quebrar tudo.

    Numa situação como esta de parada total do transporte ferroviário, como no dia 22, a Prefeitura deveria decretar imediatamente a gratuidade da passagem de ônibus em toda a região afetada.

    No final do dia os gastos com este transporte seriam repassados para a Super Via como multa. NADA MAIS ÓBVIO! Mas eles só são criativos na hora de pedir votos…

  10. anarquista sério

    23 de janeiro de 2014 9:11 am

     
     
    Hahahahahahahahaha

:D :D :D 

     

  11. Sérgio T.

    23 de janeiro de 2014 9:23 am

    Mujica e o fracasso do “socialismo real”

    Mujica comenta fracasso do “socialismo real”  

     

    Mujica, teórico da transição pós-capitalista? Em entrevista inédita no Brasil, presidente uruguaio debate causas do fracasso do “socialismo real” e afirma: para superar sistema, é preciso começar pelo choque de valores

     

    pepe mujica flores Mujica colhe flores em seu sítio (Arquivo)  

    Cada vez mais popular tanto nas redes sociais como na mídia tradicional, o presidente do Uruguai, Pepe Mujica, arrisca-se a sofrer um processo de diluição de imagem semelhante ao que atingiu Nelson Mandela. Aos poucos, cultua-se o mito, esvaziado de sentidos — e se esquecem suas ideias e batalhas. Por isso, vale ler o diálogo que Pepe manteve, no final do ano passado, com o jornalista catalão Antoni Traveria. Publicada no site argentino El Puercoespín, a entrevista revela um presidente que vai muito além do simpático bonachão que despreza cerimônias e luxos.

    Mujica, que viveu a luta armada e compartilhou os projetos da esquerda leninista, parece um crítico arguto das experiências socialistas do século XX. Coloca em xeque, em especial, uma crença trágica que marcou a União Soviética e os países que nela se inspiraram: a ideia de que o essencial, para construir uma nova sociedade, era alterar as bases materiais da produção de riquezas. ”Não se constrói socialismo com pedreiros, capatazes e mestres de obra capitalistas”, ironiza o presidente. Não se trata de uma constatação lastimosa sobre o passado ou de um desalento. Mujica mantém-se convicto de que o sistema em que estamos mergulhados precisa e pode ser superado. Mas será um processo lento, como toda a mudança de mentalidades, e precisa priorizar o choque de valores: tornar cada vez mais clara a mediocridade da vida burguesa e apontar modos alternativos de convívio e produção. Leia a seguir, alguns dos trechos centrais da entrevista:

    “A batalha agora é muito mais longa. As mudanças materiais, as relações de propriedade, nem sequer são o mais importante. O fundamental são as mudanças culturais e estas transformações exigem muitíssimo tempo. Mesmo nós, que não podemos aceitar filosoficamente o capitalismo, estamos cercados de capitalismo em todos os usos e costumes de nossas vidas, de nossas sociedades. Ninguém escapa à densa malha do mercado, a sua tirania. Estamos em luta pela igualdade e para amortecer por todos os meios as vergonhas sociais. Temos que aplicar políticas fiscais que ajudem a repartir — ainda que seja uma parte do excedente — em favor dos desfavorecidos. Os setores proprietários dizem que não se deve dar o peixe, mas ensinar as pessoas a pescar; mas quando destroçamos seu barco, roubamos sua vara e tiramos seus anzóis, é preciso começar dando-lhes o peixe”.

    “A vida é muito bela e é preciso procurar fazer as coisas enquanto a sociedade real funciona, ainda que seja capitalista. Tenho que cobrar impostos para mitigar as enormes dificuldades sociais; ao mesmo tempo, não posso cair no conformismo crônico de pensar que reformando o capitalismo vou a algum lado. Não podemos substituir as forças produtivas da noite para o dia, nem em dez anos. São processos que precisam de coparticipação e inteligência. Ao mesmo tempo em que lutamos para transformar o futuro, é preciso fazer funcionar o velho, porque as pessoas têm de viver. É uma equação difícil. O desafio é bravo. Há quem siga com o mesmo que dizíamos nos anos 1950. Não se deram conta do que ocorreu no mundo e por quê ocorreu. Sinto como minhas as derrotas do movimento socialista. Me ensinam o que não devo fazer. Mas isso não significa que vá engolir a pastilha do capitalismo, nesta altura de minha vida”.

    “Não sei se vão me dar bola, mas digo aos jovens de hoje que aprendemos mais com o fracasso e a dor que com a bonança. Na vida pessoal e na coletiva pode-se cair uma, duas, muitas vezes, mas a questão é voltar a começar. E é preciso criar mundos de felicidade com poucas coisas, com sobriedade. Refiro-me a viver com bagagem leve, a não viver escravizado pela renovação consumista permanente que é uma febre e obriga a trabalhar, trabalhar e trabalhar para pagar contas que nunca terminam. Não se trata de uma apologia da pobreza, mas de um elogio à sobriedade — não quero usar a palavra austeridade, porque na Europa está sendo muito prostituída, quando se deixa as pessoas sem trabalho em nome do ‘austero’”.

    “Em toda a história do Uruguai, o presidente repartia as licenças de rádio e TV com o dedo. Tivemos a ideia de abrir consultas e processos democráticos baseados em méritos. Pensamos e realizamos! O que certa imprensa diga não me preocupa. Já os conheço. O problema que o diário [uruguaio] El País pode me criticar e se, algum dia, estiver de acordo e me elogiar. Seria sinal de que ando mal”.

    [Para ler, na íntegra (em castelhano) a entrevista com Pepe Mujica, clique aqui]

    Outras Palavras

  12. Josias Pires

    23 de janeiro de 2014 10:14 am

    Depois de dois sentinelas da

    Depois de dois sentinelas da guarita de um condomínio residencial da Marinha  cometerem atos de violência contra dois irmãos quilombolas da comunidade de Rio dos Macacos, em Simões Filho (BA), o Ministro da Defesa, Celso Amorim interviu no problema e divulgou nota no site do ministério condenando a violência e acolhendo algumas das reivindicações dos quilombolas.

    A posição do Ministro deixa a Marinha do Brasil, na Bahia, em posição no mínimo desconfortável na medida em que direitos fundamentais das famílias da região da barragem do Macaco vem sendo desconsiderados pela Força Armada. Por isso mesmo, o fim dos conflitos na área dependerá do efetivo cumprimento, pela Marinha, das determinações do Ministério da Defesa e, em última instância, com a emissão do título definitivo da propriedade da terra em favor dos seus ocupantes centenários.

    Ministro da Defesa anuncia apoio às reivindicações dos quilombolas de Rio dos Macacos na Bahia

    22/01/2014

    Rio do Macaco

     

    Os incidentes entre moradores da comunidade quilombola Rio dos Macacos, no município de Simões Filho (BA), e militares do condomínio residencial da Marinha conhecida como Vila Naval da Barragem, ocorridos no dia 6 de janeiro passado, quando dois membros da comunidade foram detidos sob a alegação de supostas ameaças e desacato contra as sentinelas de serviço levaram o ministro da Defesa Celso Amorim a anunciar a posição oficial sobre o assunto.

    O site do Ministro  http://www.defesa.com.br publicou, com o título de “Comunicado sobre incidente na Bahia”, nota em que defende novos padrões de relacionamento entre a Marinha e o Estado brasileiro com aquela comunidade quilombola, que se tornou emblemática da luta para a garantia de direitos fundamentais em nosso país.

    “O Ministério da Defesa, em parceria com diversos órgãos da administração pública federal, estadual e municipal, tem se empenhado na solução da questão fundiária entre a comunidade Rio dos Macacos e a União Federal. Entre as ações definidas estão o apoio à construção do Centro Comunitário, a viabilização do fornecimento de água potável, a reparação de imóveis que estão em risco iminente de queda e a permissão para plantio, cultivo e criação de animais”

    A íntegra da Nota:

    COMUNICADO SOBRE INCIDENTES NA MARINHA
    O ministro da Defesa, Celso Amorim, acompanha com atenção os desdobramentos do incidente entre moradores da comunidade quilombola Rio dos Macacos, no município de Simões Filho (BA), e militares da base da Marinha conhecida como Vila Naval da Barragem. No dia 6 de janeiro, dois membros da comunidade foram detidos sob a alegação de supostas ameaças e desacato contra as sentinelas de serviço. Ao tomar conhecimento do fato, o ministro Celso Amorim determinou a soltura imediata dos irmãos Rosemeire e Ednei dos Santos.

    Na sequência da decisão ministerial, a Marinha do Brasil instaurou Inquérito Policial Militar (IPM) para apurar as circunstâncias e as responsabilidades pelo ocorrido. O procedimento investigativo conta com a assistência do Ministério Público Militar (MPM).

    O Comandante do 2º Distrito Naval determinou, ainda, o afastamento dos militares envolvidos de seus postos de serviço na Vila Naval da Barragem. Em nota oficial do dia 10 de janeiro, a Marinha comprometeu-se com a transparência e a imparcialidade da investigação e reiterou o compromisso de cooperar com o Ministério Público Federal (MPF).

    Ontem (14), o ministro Celso Amorim determinou pronto atendimento ao pedido de abertura de uma segunda via de acesso à área da comunidade Rio dos Macacos, sem interferência militar.

    O Ministério da Defesa, em parceria com diversos órgãos da administração pública federal, estadual e municipal, tem se empenhado na solução da questão fundiária entre a comunidade Rio dos Macacos e a União Federal. Entre as ações definidas estão o apoio à construção do Centro Comunitário, a viabilização do fornecimento de água potável, a reparação de imóveis que estão em risco iminente de queda e a permissão para plantio, cultivo e criação de animais.

    Por fim, o ministro Celso Amorim reafirma seu respeito à dignidade humana e à integridade física e moral dos cidadãos e repudia quaisquer atos de violência.

    Brasília 15 de janeiro de 2014.

    Ministério da Defesa

    http://www.defesa.gov.br/index.php/ultimas-noticias/8925-15-01-2014-defesa-nota

    http://blogbahianarede.wordpress.com/?p=4580&preview=true

  13. Tamára Baranov

    23 de janeiro de 2014 11:22 am

    Que tal um rolezinho na biblioteca?

    Por Eberth Vêncio | Revista Bula

    Não sei a quantas andam as coisas aí na sua cidade, mas, por aqui, meu chapa, os filmes do Quentin Tarantino até pareceriam lorotas da Galinha Pintadinha: neguinho tá pitando crack, bordando e matando só pra ver o tombo. Nos dizeres dos malas, tá tudo dominado.

    Antes que os chatos de plantão me acusem de branquelo preconceituoso por eu ter utilizado o termo “neguinho” no sentido pejorativo, aviso logo que não sou segurança de shopping center pra ficar apartando gente de acordo com o grau de melanina na carcaça, não.

    O único preconceito que eu possuo — e eu prometo não melhorar, mamãe — é musical: eu simplesmente não tolero música ruim com letras sensualizadas, daquelas de se rebolar até o chão. Prefiro ficar de cócoras só para evacuar e pensar na vida. Estou sendo grosseiro, senhora? Grosso mesmo é o calibre das armas que os criminosos andam enfiando na boca da gente hoje em dia.

    A onda agora são os rolezinhos de adolescentes nos centros comerciais das grandes cidades. Valendo-se das redes sociais, a molecada se mobiliza para passeios em massa pelos shoppings centers, a fim de se divertirem. Não vejo nada de divertido em caminhar dentro de um prédio gelado a olhar vitrines, comprar camisas 100% algodão a quatrocentos paus cada uma e incrementar a pontuação no cartão de crédito, no SPC e no SERASA.

    Usado, mas em bom estado de conservação, eu estou 100% convicto que nos meus idos tempos de juventude a gente se divertia muito mais ao correr atrás de uma bola na rua de casa ou dançar de rostinho colado com as garotas nas festinhas das debutantes. Como diria um cirurgião plástico no auge da droga da sua carreira: nada será como antes.

    A polêmica a respeito dos rolezinhos é grande e — quando ninguém está ocupado demais curtindo a própria fanpage — tem dominado as resenhas Brasil afora. Há quem enxergue nas ações destemperadas dos administradores, dos seguranças e da PM, preconceito e racismo, principalmente quando os centros comerciais estipulam uma espécie de triagem para decidir quem pode ou quem não pode adentrar o estabelecimento.

    Na fazenda do meu finado avô Jarico era assim também: municiados com longas varas de ferrão, os vaqueiros eram brutos exímios na apartação do gado, separando os bezerros bons dos bezerros pesteados. Esses últimos não valiam nem o leite que mamavam, então eram condenados a morrerem de fome. Em matéria de crueldade, sempre fomos hors-concours. O que tinha de vaqueiro fascista nos campos de concentração durante o holocausto foi uma verdadeira farra do boi.

    Os lojistas, as dondocas e seus shih-tzus, por outro lado, temem atos de vandalismo, saques ou que os visitantes da ralé (terminologia muito utilizada pela elite dominante) comecem a dançar ali mesmo, entre as fontes luminosas, um funk da periferia, de péssima qualidade. Como eu não gosto de shopping, não gosto do funk fuleiro que toca nas rádios (mas que faz um enorme sucesso entre os ignóbeis ouvintes), não gosto de gastar dinheiro, não gosto das dondocas (aliás, neste boçal contexto, elas são as que menos me satisfazem) e não gosto de cachorrinhos que possuam shampoos melhores do que os meus, eu fico bem à vontade para declarar que este tema pouco me aflige.

    Prefiro mais compartilhar o drama da passadeira de roupas que trabalha lá em casa. “O que é que a gente faz quando descobre que um filho tá roubando, doutor?”, ela me pergunta, chorosa e aflita. Ela conta que o pirralho de 13 anos foi um daqueles guris em quem a polícia desceu o sarrafo e prendeu no meio da algazarra ocorrida num dos shoppings mais pomposos da cidade, aquele castelo de lojas chiques que anda cobrando estacionamento por minuto estacionado, atitude antipática que tem causado enorme indignação nos consumidores pés de chinelo (terminologia muito utilizada pelo pessoal do marketing desses shoppings de rico) que bradam nas redes sociais.

    Pego de surpresa, fora de ação, eu não sabia exatamente o que dizer a Dona Maria da Piedade. Que Deus tivesse piedade de todos nós? Não. Dona Maria, apesar de muito religiosa, temente a Deus e mais temente ainda a Polícia Militar, carecia de respostas mais objetivas, imediatas. Não sei se é porque eu tenho um semblante apalermado supostamente confiável (mal sabe a pobre coitada da minha cara de predador nu em exercício dentro das quatro paredes) ou se é porque pagava bem por cada mala de roupa passada, mas Dona Maria da Piedade sempre confiava mais do que o recomendável nos meus auspícios.

    E como, de fato, eu não fazia (e ainda não faço) a menor ideia de como colocar nos trilhos um adolescente desembestado que resolve debandar para o errado, arrisquei “Dona Maria, a senhora faça qualquer coisa, menos bater no seu filho” (ela contou que chegaria em casa mais tarde e moeria de pancadas o moleque).

    “A senhora utilize de todos os tipos de aconselhamentos persuasivos: chame o pai do menino (se ele um dia possuiu algum), o padre (desde que ele não seja pedófilo), o pastor (desde que ele não seja um estelionatário com oratória perfeita), os amigos (desde que eles não estejam noiados), o professor da escola pública (desde que ele não esteja em greve) ou um escritor de crônicas super criativo (desde que ele não esteja possuído pelo demônio da literatura de autoajuda caça-níqueis). E se puder, Dona Maria (daí abri a carteira e arranquei a maior nota de dinheiro que pude encontrar), compre para eles bons livros (desde que ele saiba ler, é claro).”

    Eu paguei Dona Maria e ela me disse “Deus lhe pague”. Então fiquei a pensar: por que ninguém nunca promove rolezinhos numa biblioteca? Face a book, man. Face a book.

  14. Claudio.SJ

    23 de janeiro de 2014 11:33 am

    A casa do guru de Serra caiu

    Guru indiano que trabalhou para Serra em 2010 é preso nos EUA
    Bruno Lupion
    Do UOL, em Brasília
    23/01/201406h00

    terr
    Comunicar erroImprimir

    Divulgação

    Ravi Singh, fundador da empresa de marketing político Election Mall, em foto de 2010

    O marqueteiro americano de ascendência indiana Ravi Singh, que se autodenomina “guru” e trabalhou na campanha de José Serra (PSDB) à Presidência da República em 2010, foi preso na sexta-feira (17) em San Diego, no Estado da Califórnia, suspeito de intermediar a injeção de ao menos US$ 500 mil não contabilizados em campanhas políticas daquela cidade.
    Singh, 41, fundador da empresa Election Mall, teria ajudado um empresário mexicano a doar centenas de milhares de dólares a candidatos em San Diego por meio de caixa 2. Segundo o FBI (a polícia federal americana), Sigh e um ex-policial, Ernesto Encinas, 57, teriam utilizado empresas de fachada e documentos em nome de laranjas para fazer o dinheiro chegar às campanhas de quatro políticos. O FBI não divulgou o nome dos beneficiados pelo suposto esquema.
    San Diego fica a cerca de 20 quilômetros do muro de Tijuana, na fronteira com o México, o que explica o interesse de empresários mexicanos em contribuir para políticos locais, mas a legislação dos Estados Unidos veta doações de estrangeiros às campanhas. A prisão de Singh e Encinas foi revelada pelo jornal “San Diego Union-Tribune”.
    Turbante
    Quando atuou na campanha de Serra, Singh assumiu a coordenação de internet, cujo site era editado pela ex-vereadora de São Paulo Soninha Francine (PPS).
    No currículo do norte-americano, que se reunia com os tucanos usando turbante, estava a campanha vitoriosa do colombiano Juan Manuel Santos, eleito presidente quatro meses antes.
    Singh fez mudanças radicais no site de Serra que priorizavam o cadastramento dos internautas e adotou um novo slogan, “É a Hora da Virada”, em vez do oficial “O Brasil Pode Mais”. O norte-americano comprou briga com outros membros da equipe e acabou saindo 20 dias depois, sem ter o contrato renovado.
    Nenhum tucano assumiu oficialmente a ideia de ter contratado Singh. Nos bastidores, duas versões circularam: a de que teria sido apresentado pela filha de Serra, Verônica, ou por Arnon de Mello, filho do ex-presidente Fernando Collor e então sócio de uma empresa que fornecia serviços de internet.
    Coordenação
    Soninha disse ter ficado “sentida” com a notícia da prisão de Sigh e elogiou o trabalho do norte-americano. Segundo ela, a internet não era a “menina dos olhos” do marqueteiro Luiz Gonzalez, que coordenava a campanha de Serra, e ganhou profissionalismo com a chegada de Sigh.
    “Antes dele o pessoal da internet não tinha coordenação: quem fazia o Facebook não conversava com quem fazia o Twitter nem com quem estava no site. Ele fez todo mundo trabalhar junto”, afirmou.
    Ela defendeu a medida mais polêmica de Sigh em sua breve passagem pelo Brasil: obrigar os leitores do site oficial de Serra a preencher um formulário com nome, e-mail e preferências pessoais. “A adesão das pessoas foi inacreditável. Campanha eleitoral na internet é um espaço para engajamento, não para visita eventual. Milhares de eleitores se cadastraram dispostos a participar”, disse.
    Soninha afirmou não se lembrar de quem apresentou Sigh ao tucano, mas diz acreditar que ele deixou a campanha pois “cobrava caro” e os coordenadores julgaram que já haviam aprendido o que ele pretendia fazer.
    O UOL não localizou Singh e Encinas. Ao “San Diego Union-Tribune”, o advogado de Singh, Michael Lipman, disse que a suspeita contra seu cliente não tem fundamento. OUOL também entrou em contato com a assessoria de imprensa de Serra, que não respondeu.

     

     

  15. Antonio Carlos Silva - RJ

    23 de janeiro de 2014 11:53 am

    Um rolezinho até a República Centro-Africana nos anos 60/70

    (Qualquer semelhança com a prepotência e luxúria de algumas “autoridades” latino-americanas será mera coincidência)

     

    Trecho de um filme sobre o coroamento de Jean Bédel Bokassa (autoproclamado Imperador I,  do império Centro-Africano)

    [video:http://youtu.be/NPYeFF4OoXQ%5D

    Bokassa, Jean-Bédel (1921-1966) nasceu na aldeia Bobangui, cerca de 80 quilômetros de Bangui, capital da República Centro-Africana. Era um dos 12 filhos do chefe da aldeia. Por um ato de rebelião aos colonizadores franceses, seu pai foi espancado até a morte e sua mãe, uma semana depois, comete suicídio. Órfão, Bokassa é educado por missionários católicos franceses, onde era frequentemente hostilizado por seus colegas devido a sua orfandade. Durante seus estudos, tinha fixação por um livro de gramática francesa escrita por um professor de nome Bedel; seus professores, então, passaram a chama-lo de Jean-Bedel Bokassa. De pequena estatura, mas fisicamente forte, entrou para o exército e acabou condecorado (como herói) com a Cruz de Guerra por ter lutado ao lado das forças francesas na 2a Guerra Mundial.

    • Em 1960, quando seu país ficou independente, Bokassa já era capitão. Seu primo David Dacko elegeu-se o primeiro presidente da república Centro-Africana e Jean-Bedel tornou-se general. Em 1966, depôs o primo e tomou o poder. Em 1972 declarou-se presidente vitalício e, em quatro de dezembro de 1977, proclamou-se imperador Bokassa I. Mudou o nome do país de República para Império Centro-Africano.

    A Extravagância

    • A cerimônia de coroação custou aos cofres públicos cerca de vinte milhões de dólares. Inspirado na coroação de seu ídolo Napoleão Bonaparte, Bokassa chegou numa carruagem de 8 toneladas, toda enfeitada a ouro, usando um manto de nove metros de veludo púrpuro que pesava cerca de trinta quilos e sapatos de pérola. O trono tinha a forma de uma águia com três metros de altura e quatro de largura. A coroa  trazia a águia em ouro. Convidou e pagou as despesas de viagem de três mil autoridades de outros países e mandou construir modernas casas pré-fabricadas só para alojá-los.

    O Canibalismo

    • Em 1979, após cem alunos do ensino fundamental, terem sido metralhados pela guarda imperial, num protesto estudantil contra o governo, as tropas francesas o depuseram. Quando invadiram o palácio, encontraram os freezers do palácio cheios de órgãos humanos de seus desafetos. Até hoje, antigos correligionários de Bokassa dizem que os corpos encontrados no freezer foram plantados pelas tropas francesas.

    O Zoológico

    • Bokassa também possuía um zoológico particular com crocodilos que, segundo um empregado, eram alimentados com os corpos dos seus inimigos.

    Julgamento e Morte

    • Em 24 de outubro de 1986, Bokassa retorna do exílio na França e, logo que sai do avião, é imediatamente detido pelas autoridades. Recebe 14 acusações diferentes, incluindo traição, assassinato, canibalismo, uso ilegal de assalto à propriedade e peculato. Bokassa negou todas as acusações contra ele.

    • O julgamento começou em 15 de dezembro de 1986 e acabou condenado à morte, teve a pena anulada e comutada a prisão perpétua em confinamento solitário; no ano seguinte, foi reduzida para vinte anos e em 1993, foi anistiado e, depois de libertado, é recebido como herói pela população. Ele se proclamou o 13º. apóstolo e alegou ter encontros secretos com o Papa. Bokassa morreu de ataque cardíaco em três de novembro de 1996, em Bangui; tinha 75 anos, 17 esposas e 50 filhos.

     

  16. BRAGA-BH

    23 de janeiro de 2014 1:15 pm

    Filha de ex-prefeito confessa golpe: “Fiquei nos melhores hotéis
    Filha de peixe, peixinho é!!
     
    JUIZ DE FORA
    Filha de ex-prefeito confessa golpe: “Fiquei nos melhores hotéis”

    Em depoimento, Tatiana Bejani confessou ter feito anúncios de casas de praia que não existiam para lucrar com locação e disse que nunca foi questionada sobre a veracidade dos anúncios que publicava na internet
     

     PUBLICADO EM 22/01/14 – 17p6

    Bruna Carmona

    A filha do ex-prefeito de Juiz de Fora Carlos Alberto Bejani, Tatiana dos Santos Bejani, confessou ter feito anúncios na internet de imóveis que não existiam. A mulher, de 28 anos, prestou depoimento na 7ª Delegacia Distrital de Juiz de Fora nesta quarta-feira (22) e disse que não se arrepende de ter aplicado os golpes. “Vivi muito, tudo que eu pagar agora valeu a pena. Viajei, fiquei nos melhores nos hotéis e tudo com o dinheiro disso aí”, afirmou.

     

    Tatiana Bejani é suspeita de manter anúncios em um site na internet em que oferecia casas de praia para aluguel na região dos Lagos, no Rio de Janeiro, e no Nordeste. Ela recebia pela locação do imóvel, mas, quando o locatário chegava ao destino, descobria que a casa não existia.

    De acordo com o delegado responsável pelo caso, Eurico da Cunha Neto, a suspeita é de que ela publicava os anúncios desde 2012, em sites de abrangência nacional. Durante o depoimento, Tatiana afirmou que nenhum dos portais a questionaram sobre a veracidade dos anúncios e que as pessoas que caíram no golpe foram ingênuas por não desconfiar da oferta.

    Ainda segundo o delegado, até o momento foram registradas cinco ocorrências relativas aos golpes e as vítimas são do Rio de Janeiro. A previsão é de que o inquérito seja concluído e entregue à Justiça nos próximos dias.

     

  17. Antonio Carlos Silva - RJ

    23 de janeiro de 2014 2:12 pm

    Reação de um transeunte no

    Reação de um transeunte no Leblon contra um alienado vestido de Batman .

    E S P E T A C U L A R   !!

    [video:http://youtu.be/k8iy3eehwa8%5D

  18. José Carlos Lima

    23 de janeiro de 2014 4:32 pm

    Juiz seleciona currículos para assistente jurídico

    Gente, isso até pode ser legal, não tenho certeza, mas que é imoral é, vejam só em que ponto chegou o nosso Judiciário, o correto seria concurso público e não seleção entre amigos do peito:

    O juiz substituto Thiago Inácio de Oliveira, da comarca de Niquelândia, abriu seleção para a vaga de assistente jurídico, com remuneração em torno de R$ 5 mil.

    Os interessados devem ser bacharéis em Direito, com experiência jurídica comprovada de, no mínimo, um ano, preferencialmente na elaboração de despachos, decisões e sentenças. Os currículos deverão ser encaminhados para o email [email protected] O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. , no período compreendido entre esta quinta-feira (23) e o próximo dia 7 de fevereiro. Os selecionados serão chamados para prova prática em data a ser designada posteriormente. (Centro de Comunicação Social do TJGO)

    http://www.tjgo.jus.br

  19. drigoeira

    23 de janeiro de 2014 5:56 pm

    Chuvas e alagamentos em SP…

    Olha esta notícia. Achem o erro. Os promotores de SP já encontraram o culpado.

     

    Piscinão sem manutenção causou enchente em SP, dizem moradores

    REYNALDO TUROLLO JR.
    DE SÃO PAULO

    23/01/2014  14p9Ouvir o texto Mais opções

    Moradores das áreas afetas pela forte chuva que atingiu a região metropolitana de São Paulo na noite de quarta-feira (22) apontam a falta de manutenção de um piscinão em Embu como sendo um dos fatores causadores das enchentes que destruíram casas na zona sul da capital, em Embu e em Taboão da Serra.

    Segundo os moradores da região, o piscinão Casa Branca, responsável por evitar transbordamento do córrego Pirajussara, estava cheio antes do temporal, porque suas bombas não estavam ligadas.

    O piscinão tem que estar vazio antes da chuva para captar água do córrego e, depois que a chuva passar e o nível do córrego diminuir, bombear de volta a água. Como o piscinão estava cheio houve o transbordamento, segundo os moradores.

    A responsabilidade pela manutenção é DAEE (Departamento de Águas e Energia Elétrica), do Governo do Estado, que deve se pronunciar sobre o caso.

    O clima nos bairros afetados pelas enchentes, que ficam na zona sul de São Paulo, em Embu e em Taboão da Serra é de revolta entre os moradores. Muitos fizeram barricadas nas ruas com móveis que perderam. A Polícia Militar acompanhou sem precisar intervir uma série de protestos.

    Ao menos cinco carros foram arrastados para dentro do córrego Pirajussara. Na área atingida, existem dois piscinões. O de Embu, que teria apresentado problemas, e o de Taboão da Serra.

    Entre os moradores há relatos de pessoas desaparecidas – ao menos uma criança e um idoso. O Corpo de Bombeiros não confirmou oficialmente a informação, mas está atuando na área.

     

  20. CELSO ORRICO

    23 de janeiro de 2014 8:02 pm

    Mainardi é minha anta..

    o cabra já tinha pendores “estranhos” quando jovem..

    Do Blog da Cidadania

     

    Mainardi é minha anta

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    Em 2007, o ex-colunista da revista Veja (hoje um dos apresentadores do programa Manhattan Connection, da Globo News) Diogo Mainardi publicou livro que surpreendeu o país por ter como título insulto ao então presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, que batia recordes sucessivos de popularidade e terminou seu governo com 80% de aprovação.

    O livro “Lula é minha anta”, porém, segundo seu autor não questiona a inteligência do ex-presidente – e seria prova ainda maior de burrice se o fizesse –, pois cita o animal como “substantivo” e não como “adjetivo”.

    Explico: Mainardi via Lula como “anta” no sentido de um animal a ser caçado, ou melhor, a ser cassado. Literalmente.

    O título do livro teve origem em uma das colunas do sujeito publicada na Veja em 2005 sob o título “Uma anta na minha Mira”. No trecho do texto reproduzido abaixo, o autor explica a “razão” do insulto ao então primeiro mandatário do país.

    —–

    “(…) Passei o ano todo amolando Lula. Dediquei-lhe mais de trinta artigos. Prometi derrubá-lo em 2005. Fracassei. Prometo derrubá-lo em 2006. Chegaram a atribuir motivos ideológicos à minha campanha contra o presidente. Não é nada disso. Tentei derrubá-lo por esporte. Há quem pesque. Há quem cace. Eu não. Prefiro tentar derrubar Lula. Ele é minha anta. Ele é minha paca (…)”

    —–

    O ex-editor da Editora Globo Paulo Nogueira escreveu recentemente em seu blog, Diário do Centro do Mundo, que se tornou desafeto de Mainardi por ter dito que ele “vivia de Lula”, ou seja, que a única projeção real que obteve em sua carreira se deveu à caça que empreendeu ao petista ao longo dessa obsessiva campanha de três dezenas de artigos.

    Alguém pode discordar do blogueiro do DCM?

    Mainardi não conseguiu “derrubar” Lula em 2006 nem nos anos seguintes por uma simples razão: não é um homem de ideias, não faz críticas sérias a Lula, ao PT, a Dilma, aos governos petistas e ao país em que vive, o qual, aliás, ele detrata de uma forma que brasileiro algum pode aceitar.

    Após recente polêmica em que esse indivíduo se meteu ao tentar – e não conseguir – humilhar a empresária Luiza Trajano, presidente da rede varejista Magazine Luiza, no programa de que participa na Globo News, eclodiu nas redes sociais um outro texto dele, também de 2005, em que faz um pavoroso ataque a este país.

    Sim, o Brasil tem muitos problemas – entre os quais sua classe política, suas instituições em geral, como ocorre em tantos outros países jovens como este –, mas o que Mainardi disse não deriva desses problemas, mas de um verdadeiro ódio que nutre não só ao país, mas ao seu povo.

    Um trecho daquele texto hediondo esclarece tudo:

    —–

    “(…) Entre viajar para os Estados Unidos e rodar pelo Brasil, é muito mais recompensador viajar para os Estados Unidos. O potencial turístico brasileiro costuma ser grandemente superestimado. Jamais seremos uma meta preferencial dos estrangeiros. O país tem pouco a oferecer. Só desembarcam aqui os turistas mais desavisados. Ou então os que buscam sexo barato. O mundo está cheio de lugares mais atraentes que o Brasil. Da Tunísia à Croácia, da Indonésia à Guatemala. Temos muitas praias. Mas nosso mar é feio. Turvo. Desbotado. Com despejos de esgoto. Pouco peixe. Peixe ruim. Chove demais. Chove o ano todo. Não temos monumentos. Não temos ruínas arqueológicas. Nossas cidades históricas são um amontoado de casebres ordinários e igrejas com santos disformes. Não temos o que vender porque não sabemos fazer nada direito. Não temos museus (…)”

    —–

    É por proferir “pérolas” como essas que tanta gente, no Brasil, despreza Mainardi.

    Aliás, a repulsa nacional a esse sujeito é tanta que post que publiquei nesta semana sob o sugestivo título “Diogo Mainardi paga mico na Globo News” bateu o recorde de audiência deste Blog, com mais de 32 mil pessoas que curtiram o texto no Facebook – até o momento em que escrevo (23/01), pois a “curtição” continua correndo solta naquela rede social.

    O comportamento sociopático do enfant terrible em questão ecoa desde 1979, no período “black block” dele, quando, de relógio Rolex no pulso – filhinho de papai que era –, apareceu depredando uma agência bancária durante uma greve do setor (vide foto acima). A cena saiu em destaque na revista Veja (edição nº 576 de 19 de set. de 1979).

    Ao longo da vida, essa anta (adjetiva) continuou praticando depredações. Depredou a boa educação, depredou o bom gosto, depredou – ou tentou depredar – a imagem de seu país, depredou a lógica, depredou o jornalismo, depredou a literatura, depredou a verdade e, no último domingo (19/01), depredou o programa Manhattan Connection.

     

     

  21. robson_lopes

    23 de janeiro de 2014 8:11 pm

    O crescimento de 14,5% do PIB do Paraguai

    Não é diminuindo o crescimento do Paraguai, o que é de suma importância para a economia do Brasil e toda a região, mas convenhamos, 6 bilhões de dólares a mais no PIB paraguaio já representam um aumento de 15%, quando você é menor, você consegue esses crescimentos gigantescos, a medida que o país vai virando gigante, 4% é um crescimento grandioso, 7% é surreal, e 2% não é algo tão ruim assim.

    E notícia fala como se fosse ruim para o Brasil, não é, quanto mais os países da América do Sul crescerem, mais o Brasil se beneficia.

    http://economia.uol.com.br/noticias/bbc/2014/01/23/paraguai-descola-do-brasil-e-tem-3-maior-crescimento-do-mundo-em-2013.htm

  22. alessandroduarte

    24 de janeiro de 2014 1:21 am

    Criptografia e invisibilidade na internet

    http://oficinas.sescsp.org.br/curso/criptografia-e-invisibilidade-na-internet

     

    Criptografia e invisibilidade na internet

    HomeOficinasCultura DigitalCriptografia e invisibilidade na internet

    Programa

    Oficina teórica e prática sobre a privacidade, a vigilância e o aparato existente de monitoramento e espionagem de massas em meios digitais. Abrangerá ferramentas mais seguras usando o sistema operacional GNU/Linux e tópicos como criptografia, anonimato, segurança de conteúdo e de metadados, além de uma introdução à segurança em dispositivos móveis. Apresentará ferramentas e práticas com intuito de introduzir o mindset de segurança para que cada um possa avaliar suas salvaguardas. A documentação da oficina será redigida colaborativamente pelos participantes e publicada após o evento. É preciso trazer computador e/ou celular para a instalação dos programas utilizados no curso.

    Programa de aulas:

    Aula 1: Discussão teórica sobre vigilância, espionagem e segurança.

    Aula 2: Oficina Prática: Install Fest GNU/Linux com disco criptografado.

    Aula 3: Discussão teórica e oficina prática: a rede de navegação anônima Tor e o sistema

        operacional amnésico Tails.

    Aula 4: Discussão teórica: o mensageiro instantâneo off-the-record (OTR)  e o padrão de criptografia OpenPGP.

    Aula 5: Oficina prática: usando o OTR e o OpenPGP.

    Aula 6: Discussão teórica: segurança em dispositivos móveis.

    Aula 7: revisão do conteúdo do ciclo de oficinas e aprofundamento de alguns temas.

     

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